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domingo, 31 de dezembro de 2017

Resumo do ano - 2017

2017? Foi assim:

- A 4ª força ganhou o Paulista e o Brasileiro. VAI CORINTHIANS!!!

- O Corrida no Ar se consolidou como maior canal de Youtube do mundo, chegando a mais de 110 mil assinantes.

- Estreou o Corre 89 na 89 FM, a Rádio Rock, com o Sèrgio Rocha e o PH Dragani (e eu de estagiário) e tá sendo legal demais, teve treinão, equipe na Ayrton Senna Racing Day e entrevista com muita gente legal. Por lá passaram atletas de elite: Solonei Silva, Samuca (Samuel Ribeiro), Adriano Bastos e José Virgínio de Moraes; jornalistas-corredores: Everaldo Marques, Ricardo Capriotti e Serginho Xavier; treinadores: Branca, Diego Lopez, Wanderlei Oliveira, Marcos Paulo Reis e Cesão (MPR), Julio Dotti e Cesinha Momesso (Limite Team), Emerson Bisan (Nova Equipe), Mário Sérgio (Run & Fun) e Sidnei Togumi (Upfit); rockeiros corredores: Japinha (CPM22) e PG (Tihuana);  corredores com algo especial: Zé Eduardo (Marathon Maniacs), Nato Amaral (embaixador brasileiro da Comrades) e César Moro (Bikefoot 900); profissionais da área: Raquel Castanharo (fisioterapia), Danilo Balu (nutrição e treinamento), Ivan Júnior (aferidor), Silas Rodrigues (educador físico) e Gustavo Magliocca (médico); galera das redes sociais: Mania de Corrida (Marcel, Bobby e Marcão), Edu Suzuki (Tênis Certo), Giuli Pansera, Rodrigo Kimura (Beer Mile Brasil) e Fernando Fernandes (que também é atleta de elite); pessoal do mercado das corridas: Paulo Carelli (Iguana), Renata Chaim (Pink Cheeks), Marina Bastidas (Adidas), Tião Moreira (fotógrafo), Fernanda Paradizo (fotógrafa) e Alexandre Estéfano (Velocitá). Ufa! Pior que eu acho que esqueci alguém nessa lista, mas o mais maluco é ter certeza que no ano que vem a lista de entrevistados vai ser tão sensacional como a deste ano!

- Os running crews começaram a tomar conta do pedaço, com o surgimento do Adidas Runners, o crescimento do Nike + e a galera da Fila e da Puma, fortes (no caso do Poldo, literalmente).

- Rolou uma integração muito, muito forte com canais de Youtube sobre corrida, parceria forte com o Canal Corredores, o Mania de Corrida e o Tênis Certo, que ficou ainda mais forte com a Expedição TomTom para a Maratona do RJ (da qual participaram também o No Corre com o Poldo, a Corredora da Vida Real e o Acordei Disposta.

- Também teve integração com muita gente boa e legal de outros canais: Acorda pra Correr SP do Diego, Correr é Viver do Fabião, Pangaré de Tênis do Felipe e da Camila (ou vice-versa),  Vamo Simbora do Cra Cra, Aclima Runners (Os plimos Fabiano e Mizumoto), o 3 que Correm, Correndo com o André (tchê), Corrida Rústica (ganhei até medalha), o Viva Correndo, o Correrias do Gustavo, de Portugal etc. A "vida virtual" das redes sociais tá bem real, e eu consegui conhecer e correr com toda essa galera (exceto o Gustavo, que tá em Portugal). 

- Ano de finalmente participar da BR-135 (One Marathon), de fazer duas maratonas "normais", com a a segunda major (Berlim) e finalmente conhecendo (e quebrando) em Curitiba. Ano de finalmente fazer a Bertioga-Maresias, de finalmente fazer a Volta ao Cristo de Poços de Caldas, de fazer uma prova incrivelmente legal em Bauru (IV Batalhão da PM), de correr a prova mais curta da minha vida (New Balance Mile Challenge). de conhecer a meia da Athenas e a da SP City Marathon, de fazer mais uma vez a NB 15k e a Meia da Maratona do RJ, de ganhar premiação numa meia no exterior (2º na categoria 40-44 na Squaw Valley Half-Marathon), mas não subir ao pódio porque fui passear (e também porque nem me passou pela cabeça ter conseguido essa colocação), de treinar e comer churrasco nas 12hs de Piracicaba e de fazer muitas Beer Miles, não só as do Corrida no Ar, mas as do Mania de Corrida e do Canal Corredores.

O ano foi bom, mas corri menos e treinei menos. Pra "compensar", trabalhei mais. Podia ter sido melhor, o RP em Berlim podia ter vindo, o joelho podia ter doído menos, eu podia ter pego a premiação na California ao invés de ir passear, e eu podia ter ficado menos gordo, mas corri provas que morria de vontade de fazer, conheci muita gente legal e me diverti pra caramba. O resumo do ano, em números:

2093km corridos
1751,6km em 176 treinos e 341,4km em 1 ultramaratona, 3 maratonas, 2 provas de revezamento, 4 meias-maratonas, 4 provas em distâncias menores (16km, 15km, 10km e 1 milha) e 5 Beer Miles
9,95km/treino e 17,96km/prova (ou Beer Miles)
63 séries de musculação/fortalecimento
131,3km pedalados em 5 estímulos
4.300 metros natação em 4 treinos

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Timão Run 2015

19 de novembro de 2015, dia da bandeira e dia em que o Corinthians se sagrou hexacampeão brasileiro com quatro rodadas de antecedência, empatando com o desesperado Vasco da Gama em São Januário, enquanto o Atlético Mineiro conseguiu perder dos bambis, um time que tomou de 6 a 1 do Timão na rodada seguinte... 

20 de novembro de 2015, dia de tempestade de madrugada, dia de São Jorge de ressaca e dia de comemorar o título do jeito que mais gosto: correndo!! Timão Run, um bando de 3.600 loucos dando volta na sagrada Arena Corinthians, o meu, o nosso Itaquerão. Ali não tinha que correr forte, o importante era correr berrando "é campeão!!", cantando o hino e vibrando!! Salve o Corinthians!!! 


A corrida? 54m08, duas voltas de 5km ao redor da Arena, um sobe-e-desce pesado, coisa de corinthiano maloquero e sofredor, graças a Deus!!


VAI CORINTHIANS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 29 de setembro de 2013

Twist and shit

No sábado seguinte a Charlevoix, encaixamos como longo o treino do Itaquerão: saí de casa, fui até a USP, o que deu 13km. Lá encontrei o Cassiano, o cúmplice na empreitada, e fomos, subindo a Rebouças, descendo a Consolação, cruzando o Centro pela Praça João Mendes e Parque Dom Pedro II e pegando a rua da Mooca. Dali demos uma passadinha na Rua Javari, estádio Comendador Rodolfo Crespi, do Juventus e pegamos a Radial Leste até o templo sagrado. Um calor do cão, que na ZL é duplicado pela falta de árvores, excesso de asfalto... da USP até o Itaquerão deu 32km e o treino teve um total de 45km (Mizuno Prorunner), mas paramos duas vezes pra reabastecer a água da mochila de hidratação e mesmo assim o radiador tava fervendo.





A fase do time tá uma merda, mas a visitação, aberta aos sábados, foi legal e deu pra perceber bem como as obras estão adiantadas. 

Semana seguinte e tome treino: musculação na segunda, qualidade na terça (5 séries de 6 minutos em progressão e 4 leve), que deu uns 11km (Levitas), escada na quarta (1h15) e na quinta acumulei musculação e esteira, por não conseguir ir ao Ibirapuera, sendo que a parte corrida foi curta, 5km em 25 minutos (Nike Free), só pra mover as pernas. 

Pro sábado 21 planejara um treino com os bastões na Cantareira, um pouco mais curto, pra rodar mais no domingo com o Orlandini e seu treino maluco de Virada Esportiva. O problema é que lá na Cantareira, depois da primeira volta de 16km (Nike Flex Trail), quando iniciava a segunda, torci o pé direito bestamente numa trilha tranquila. E foi uma boa torcida, doeu bem. Não só deu pra continuar no treino, como também preocupou, inchou, um atraso de vida. Nada de treino no domingo!


Segunda fiquei de molho, na terça, ainda ruim, fiz 45 minutos de spin, na quarta fiz uma musculação leve e na quinta tentei correr perto de casa. Horrível, se rodei 1km foi muito (Nike Free). Na sexta tentei rodar na esteira e foi um pouquinho melhor, 3km em 20 minutos até achar que a junta tava rangendo demais (Skechers). Também fiz musculação. E pelo menos o esforço não causou nada e o tornozelo foi melhorando e desinchando. No sábado, casamento da Grazi e do Paulinho Trota, off geral.

E no domingo fiz um teste um pouco mais avançado e parece estar melhorando mesmo. Ainda dói, determinadas situações e posições magoam, mas deu pra fazer um treininho leve de 35km em 4horas, mochilão nas costas e com 20 rampas da Bienal (Nike Free)

No plano, em terreno totalmente regular, dá pra correr. O problema é que não acho que os 80km em montanha do Half Misión serão assim...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vai Corinthians!!!

Ninguém parou meu time. Ninguém. Ninguém era capaz de fazê-lo. E sempre que eu fraquejo, sempre que penso no difícil, no impossível, lembro do meu time. Um time que treinou muito. Que trabalhou. Que chegou no fundo do poço e saiu de lá, da forma mais espetacular possível. Que soube que nada se decide num único momento, mas que sabe que são os vários momentos únicos que forjam um campeão. 

Se eu penso em desistir, lembro que o Cássio não desistiu quando ficou sozinho cara-a-cara com o Diego Souza. Que o Julio Cesar não é de desistir e até já jogou com o dedo fora do lugar. Que o Alessandro chegou a ir pra reserva, mas foi o capitão que levantou a taça da Libertadores. Que o Edenílson não desistiu de tentar um lugar no time, e foi até de lateral. Que o Weldinho não esmoreceu quando perdeu a vaga de lateral para um volante improvisado. Que o Chicão chegou a abandonar a concentração, mas mesmo assim foi homem pra voltar. Que o Castán nunca desistiu de nenhuma bola. Que o Marquinhos não ficou com medo de jogar Libertadores com 17 anos. Que o Paulo André nunca desistiu da idéia de que é possível ser boleiro e ser culto. Que o Wallace não desistiu nem quando se estourou e foi jogar de centroavante com uma perna só. Que o Fábio Santos não teve medo de vir pra ser reserva do Roberto Carlos. Que o Ramon não desistiu de vir pra ser reserva do Fábio Santos, que em tese seria o reserva. Que o Ralf não desistiu quando foi pra área marcar o gol contra o Táchira. Que o Paulinho não desistiu quando fez o gol contra o Vasco nos acréscimos. Que o Cachito Ramires nao desistiu quando fez merda contra o Tolima no ano passado e se manteve no grupo. Que o William Arão não desistiu mesmo sabendo que dificilmente iria entrar em um jogo. Que o Danilo não desistiu quando falaram que ele era lento e não combinava com o Timão. Que o Alex não desistiu de vir para um clube mesmo já sendo um campeão consagrado. Que  o Douglas não desistiu de voltar para um clube de onde saiu no melhor momento do time. Que o Jorge Henrique não desiste de nenhuma bola, seja na defesa ou no ataque. Que o Emerson Sheik não esmoreceu quando teve que sair do Flu pela portas dos fundos. Que o Liédson não desistiu mesmo depois de fazer uma cirurgia no joelho e não conseguir mais correr direito. Que o William não desistiu de tentar brilhar mesmo sendo o mais novo dos atacantes. Que o Elton não desistiu quando veio pra ser reserva do reserva do Adriano.E o Romarinho, que no primeiro toque na bola, na primeira partida da Libertadores, uma final na casa do adversário, fez um gol de Romário? Esse nem pensou em ter medo.

Porque eu iria desistir de tentar correr depois do que o meu time fez?

sábado, 30 de junho de 2012

Shot in the dark

O melhor comentário feito foi o da minha amiga Bia: "e além de tudo o cabelo do Romarinho é muito mais legal que o do Neymar". Cabelo, bola, o moleque é iluminado. Ninguém que não tenha estrela estréia no time titular num clássico contra os porcos e faz dois golaços, um de letra e outro tirando o zagueiro pra dançar. Mais ainda é entrar no final do jogo, estreando em final de Libertadores e na primeira bola que pega, sai na cara do gol, espera o goleiro cair e dá um toquinho por cima, estilo Romário, frio e matador.

Mas tem o segundo jogo ainda, calma. Nada de contar vitória antecipada. É que nem os treinos pra corrida. Depois de ter corrido surpreendentemente bem no domingo, mesmo após um longão de 3 horas, na terça tinha tudo de novo. 4 séries de tiros de 1.500m e 900m. Pra ajudar, a parte de baixo do circuito do tiro tava escura, sem luz. Mas duro mesmo era destravar as pernas... os de 1,5km, em ritmo controlado, saíram a 7m24, 7m04, 7m15 e 7m03. Os de 900m, mais fortes, a 3m56, 3m57, 3m53 e 3m36 (o último é aquele onde gasto o que resta). Bom? Bom, muita gente que fez São Roque ainda não conseguia correr na terça. Mas cansou. 11km, considerando o aquecimento, com Nike Free.

Quarta, teve o treino das escadas, pré-jogo do Timão. Dessa vez fui pra academia, rodei 1 hora nas ruas do bairro, encarei 30 minutos na escada rolante (ou seja, só pra cima) e fiz o treino de força do jeito que dava, tirando um pouco a carga, especialmente nos exercícios de perna. Só o Corinthians mesmo pra me manter acordado depois de um treino desses. 8,5km usando o Patagonia, pesadaço, e a mochila com 4kg.

Quinta, um tormento. Dois treinos seguidos fortes e o cansaço do final de semana bateram. Foram 3 voltas de 3km, fartlek. Primeira volta em ritmo médio, em 15min35s. Segunda volta mais forte, a 14min20s (e foi beeem difícil). Terceira em progressão, saindo lento e fechando mais forte, a 15min20s. 10km, com o aquecimento, de Mizuno LSD. Os tempos não forma extremamente ruins, mas a canseira que deu...

E por fim, um longo de 3h45m no sábado, pra acabar de quebrar... basicamente saí de casa, fui até a USP, fiz umas biologias e fui voltando, optando por subir a Bela Cintra e ficar na Paulista, já que pelo tempo não daria pra chegar em casa de volta. Parei na estação Brigadeiro, com 3h45 em cima (32km) e peguei o metrozão, meio zureta... foi muito, mas muito difícil, tudo travado, tudo duro, doía as costas, as pernas... nem dá pra comparar com o do sábado anterior, mais corrido, mais plano e mais descansado. Mas fiz, usando o Nike Alvord. E assim o mês acabou. E eu também acabei.

domingo, 24 de junho de 2012

Finalmente na final

É nóis! Timão na final da Libertadores!! Quarta-feira foi o dia da redenção, time consistente, sólido, frio e experiente, 1 a 1 com gol de Zidanilo e mostrando que não basta um craque pra vencer um TIME! Duro foi assistir o jogo todo dolorido, quarta foi dia do treino da corrida + escada: 1 hora correndo com a mochila pesada (8,5 km) e depois mais 30 minutos de escada, com o Asics GT-2150. Na chuva, pra ajudar um pouco. 

Chuva que também travou um pouco o treino de terça: o Paulinho pediu pra gente rodar 1 hora, sendo que  25 minutos desse tempo seria de rampa da Bienal. Normalmente seria tranquilo, mas na chuva pouca gente apareceu e me vi na condição de fazer o treino com a Andréia, uma morenona que tem uns 3 metros de perna e maratona pra 3h15... rodando a 4min40/km, ela contava as coisas, conversava, e eu tentava responder  monossilabicamente entre uma respirada e outra. Afff... Nos 35 minutos, rodamos uns 7,5km e com as rampas, essa hora passou de 10km. Dia de Nike Free. 

Mas se a chuva travou o treino de terça, inviabilizou o de quinta, o trânsito tava monstruoso e não fui. Aliás fiz um off involuntário, mas bem vindo, tava cansadão. Na sexta repeti a musculação da segunda (série nova, boa pra ficar dolorido) e no sabadão rodei 3 horas, 28km num ritmo mais leve, com a mochila pesando nas costas e o Nike Structure pesadão nos pés.. Uma semana bem aproveitável, porque no domingo teve Corrida de Montanha em São Roque, mas isso é um outro post.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

11 semanas e meia de "amor"

Amor aos treinos, amor ao cansaço, amor à dor. Começou o ciclo específico de treinos para o CCC e acho que vou ter algum trabalho. Mas não creio que vá ser pior do que outros ciclos de treinos que já fiz.

Segunda foi off. Uma boa forma de começar o ciclo de treinos... na terça, tiros, 9 tiros de 900m, 1 minuto de intervalor sem estourar, sem chegar no limite. 4min17, 4min12, 4min10, 4min07, 4min05, 4min03, 4min05, 3min55 e 3min32. Foi um treino interessante, puxei o ritmo do pelotão o tempo inteiro e só nos dois últimos o Geter tentou puxar, mas consegui acompanhar e chegar junto. Com o aquecimento, deu 10km, de Nike Free. 

Quarta foi o dia de um treino intermediário específico. Rodagem de 1 hora, que fiz com a mochila cheia e tênis de trilha da Nike (Nike Alvord), dando voltas nos quarteirões perto de casa, um belo sobe-e-desce constante. Deve ter dado uns 8,5km. Depois, 30 minutos subindo e descendo os 29 andares do meu prédio. Por fim, já bem cansado, o treino de musculação. O resultado é que assisti o jogo do Timão bem menos empolgado do que o normal, mesmo com a exibição de gala!!

Na quinta achei que fosse treinar meio mal, mas não imaginava que ia ser tão ruim. Não porque estava cansado (embora estivesse), mas porque a asma me travou total. Fiquei limitado em alguns momentos a 6min/km sofridos. Depois de uns 40 minutos, como sempre, começou a liberar, mas aí o treino já era. De qualquer modo, 11km, de Mizuno LSD. 

Na sexta, mais um treino de musculação. E no sábado, o longão de 2h45 (que deu 2h40...) do lado do Brunetti, conversando, falando sobre a possível campanha eleitoral dele (porque vai conhecer gente assim lá na USP, toda hora era um "oi", "opa", "e aí!"... caminhamos nas subidas, foi um treino com desgaste baixo e rodagem por tempo, de mochila pesada, Nike Alvord... 21km, bem lento e tranquilo. 

domingo, 27 de novembro de 2011

Sofredor

Treinos: segunda e sexta, musculação. Corrida só na terça (1 hora rodando embaixo de um temporal, sem enxergar nada, 11km, com 4 rampas da Bienal para fortalecer a musculatura e de Nike Free enxarcado) e no sábado, com um longo progressivo: 2 voltas de 08km na USP, a primeira a 5min30/km e a segunda a 5min02/km, dando uma média de 5min16/km. Na primeira tava fácil, foi até difícil segurar o ritmo para não atravessar o treino preconizado. E na segunda, achei que ia ser tranquilo baixar pra 5min/km e não consegui. Perdi velocidade nas subidinhas e acabei não conseguindo recuperar. 16km de Mizuno, sem qualquer problema no pé.

Nos outros dias, atrapalhei-me nos compromissos e nao consegui treinar. Mas o sofrido mesmo, mesmo, foi a rodada do Brasileirão. Eletricidade pura. Decisão na última rodada. Sofrimento de torcer a camisa de suor no final do jogo sem fazer exercício. Rouquidão constante toda segunda-feira. E o pior, mais uma decisão do Timão estando fora, sem poder acompanhar, distante de tudo. Vai ser foda.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Pra sempre Fenômeno


Sou novo, 35 anos, mas vi muitos craques jogando bola. Porém gênios, só seis: Zico, Sócrates,  Maradona, Zidane, Romário e, agora, Ronaldo. Porque só me atrevo chamar de gênio quem já encerrou a carreira, quem já escreveu sua história. E o Fenômeno acaba de se transformar em gênio, se retirando do futebol. Não foram tantos gols como Pelé, Romário, ou mesmo Tulio, Dadá Maravilha. Mas a média é alta , a maior parte deles foram feitos em campeonatos de nível alto ou altíssimo e, mais importante que isso, é como foram feitos e em que momentos foram feitos esses gols. 

Chegou a hora. Já tinha chegado em 2010. O Fenômeno não tinha nenhuma condição física. Mas a habilidade dele era tanta que mesmo assim era capaz de entrar em campo e preocupar os adversários. Imóvel, parecendo um jogador de pebolim, sempre atraía dois zagueiros. Afinal, ele também já não era mais "o" Fenômeno em 2009, já estava gordinho, e mesmo assim deu dois títulos pro Corinthians. E em alguns momentos, os lampejos de gênio ainda apareciam, numa letra, num toque rápido, num corte, num corta-luz pro Elias... mas cada vez mais raros, cada vez  mais esparsos. Ronaldo entrava em campo cansado do aquecimento. O esgotamento físico de simplesmente estar em campo era evidente. Corria menos do que o tiozinho do churrasco. 

Dizem que o melhor é sair no auge. O Fenômeno conseguiu isso. Não foi no auge do seu futebol, mas saiu no Corinthians. Lá sentiu o amor e o ódio da paixão corinthiana. E isso é Corinthians. Não há meio termo. O ódio, na verdade é frustração, e o amor é paixão que nunca se esvai. Ronaldo não seria completo como jogador se não tivesse provado esses dois lados da mesma moeda. 

Ronaldo sai dos campos para ser História. Aliás, essa é a diferença dos craques para os gênios. Craques ajudam a escrever a História, gênios são a própria História.

domingo, 26 de setembro de 2010

Rolo no Timão

Não sei se foi psicológico ou se era pra parar de doer mesmo, mas depois do treino de ontem a dor nas costas passou. Daria até pra fazer a Meia das Pontes, mas eu não tava inscrito. Na verdade, cheguei a pensar em ir pedalando até lá, pra ver a prova e fazer alguma coisa, mas quando acordei tava uma chuuva. Fiquei na minha mesmo. Mas o dia passou, chegou a hora do jogo do Timão e resolvi me mexer um pouco. Botei a bike no rolo e fiquei assistindo o jogo rodando levezinho. E fiquei lá em cima durante todo o primeiro tempo até os 30 min do segundo tempo. Porque aí o jogo pegou fogo e tive que desmontar da bike.

Pô, fomos buscar o empate aos 45 do segundo tempo e tomamos um gol de falta com bola batendo na barreira??? Não era pra ser mesmo, ainda mais num jogo onde metemos duas bolas na trave. Ao mesmo tempo o Júlio César, mais uma vez, fez vários milagres, o Professor Pardal inventou o Edu de lateral-esquerno no lugar do Roberto Carlos (por que ele tirou o Robertão??? Não entendi até agora!) e o Jucilei, apesar do passe sensacional no golaço do Jorge Henrique, hoje não jogou nada. O empate seria mais justo, mas... futebol é bola na rede. E bota 1h e meia de bike no rolo pro odômetro de treinos!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Tiro de Amoxil

Aos poucos o breguete no rosto vai se curando. Tá feio, tem uma crosta nojenta que muda de cor toda hora, mas o inchaço sumiu e agora parece mais uma ferida do que outra coisa. Então tome amoxilina.

O problema de se entupir de antibiótico é que seu corpo fica meio zuado, não tem jeito. Senti isso hoje no treino. Eram 4 tiros de 2,5km (que no Ibira tem uns 2,65k...), com ritmo progressivo. O primeiro eu fiz todo pimpão, acelerando no final e chegando sossegado em 13min10. No segundo, bateu um cansaaaaaço. Na hora em que eu fui sair, as pernas pareciam pesar 50 kg cada, do nada!! Fiz fazendo força, me esforçando pra caramba mesmo na parte mais fraca e fechei com um 12min52. Mas em um estado terrível, parecia que alguém tinha pisado na minha cabeça e me transformado em pizza.

No terceiro eu já me rendi. Não dava, parecia que eu tava puxando um caminhão. Tentei manter uma variação de velocidade progressiva, mas fechei com um 13min30 que pareceu umas 3horas correndo! E parei, sem o quarto tiro, substituído por um quilômetro soltando. Qual a razão para isso? Só podem ser os antibióticos e a falta de sono adequado. Posso não estar no melhor da minha forma, mas esse é um treino que eu tiraria de letra normalmente, o reflexo da falta de forma física viria nos tempos e não na sensação de exaustão.

De qualquer modo foi bom correr. Foi bom mexer o corpo, se sentir vivo, etc. Se bem que tá fácil se sentir vivo depois do sacode que a gente deu na Freguesia Bambi!!

8,5km de Nike Free. Infelizmente nem tudo são flores e eu não recebi o e-mail confirmando que eu estaria na Corrida Vertical. Meu currículo ainda não é muito bom. Vamos torcer então pela Grazi, pela Luana, pelo Diego e pelo Gentil, que são os conhecidos que vão subir o prédio da Nestlé e se empanturrar de chocolate depois da prova.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Tudo errado, mano!

Mano, sabe quando tudo dá errado? Foi hoje no jogo do Timão. Bola perdida no meio do campo, passe que bate na bunda do juiz, segundo pênalti seguido que o Chicão perde, que merda. Caiu o último invicto do Brasileirão... 

Mais de coisa feia: o Contador se aproveitar da queda da corrente do Schleck pra dar uma escapada foi feio demais, falta de fair play, imoral, horrível.

E pra finalizar o dia, musculação. Doída, cruel, ofegante musculação. Tem que servir pra alguma coisa, tem que servir, porque é muito chato, sô!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Recorde mundial de toque de bola

De um lado, um time brasileiro experiente, com jogadores habilidosos, que já ganhava o jogo e que já estava classificado. De outro, um time colombiano que tem como característica básica o toque de bola. Nenhum dos times queria adiantar muito a marcação ou apertar a saída de bola. O time colombiano, que estava perdendo o jogo, teria mais interesse de acelerar o jogo, mas aparentemente não sabia fazê-lo. O brasileiro não tinha motivo para acelerar o jogo ou se expor. Resultado: recorde mundial de toque de bola!

Caramba, quantos passes teve o jogo do Timão hoje? E como o Roberto Carlos joga bola, impressionante a forma física dele aos 36 anos. Dá pique, avança, recua, volta na marcação, fecha no meio, dá a cobertura no s meias, dá opção na saída de bola, avança, faz a passagem pela lateral, corta na diagonal, chuta a gol, mete bola na trave, cobra lateral lá na pequena área (e sai gol assim!)...

Classificamos em primeiro. Agora é mata-mata. Agora é Flamengo. Agora começa a encrenca!!

sábado, 3 de abril de 2010

O primeiro Ronaldo ídolo

O primeiro Ronaldo ídolo do Corinthians. Espaaaaaaaalma Ronaldo!! Considero até hoje a defesa que está no décimo segundo como a defesa mais incrível que eu já vi. Não só porque foi sensacional, mas porque era o primeiro jogo do Ronaldo nos profissionais, num clássico contra o São Paulo (o chute foi do Lê, centroavante baixinho e rápido que veio da Inter de Limeira, campeão paulista em 1986). Nesse jogo ele ainda pegou pênalti do Dario Pereyra. E nunca mais saiu do gol do Timão, até o Luxa mandá-lo embora em 98.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Não precisaria sofrer

Time meia-boca esse Cerro Porteño. Mas deu um trabalhinho. No primeiro tempo, porque um atacante sempre tava correndo aberto no segundo pau pra bola em diagonal, enquanto um meia entrava no espaço entre os zagueiros. Chicão e William ficaram perdidos no posicionamento, porque se diminuíssem, ficavam com medo de largar o atacante livre nas costas, e se ficassem davam espaço na cabeça da área. Melhorou quando os meias fecharam e o Ralf passou a ocupar esse espaço, acertando a posição do Jucilei também. Mas no segundo tempo, depois que tomou o gol (impedido!!), voltaram a errar na marcação, desta vez na linha de impedimento. E quando o Ralf saía na cobertura de um dos laterais, faltou o Jucilei cobrir a dele.

O Corinthians tá jogando com 10. O Ronaldo não participa do jogo. Fez o primeiro gol, e deu um chute no segundo tempo, mas só. Tá lento demais, mesmo pra sair da área pra rodar o espaço pros meias entrarem na dele. E nem consegue fazer número pra ocupar espaço na saída de bola deles. Tá complicado, mas o time tá se acostumando a jogar com um a menos. Se isso acontecer mesmo, não vai mudar muito.

Rafael mais uma vez nervoso. Mas fez uma grande defesa no segundo tempo. O Moacir continua jogando bem no apoio, mas ainda não foi testado com um cara realmente bom em cima dele. E precisa treinar chute a gol. Chutou três bolas a gol que nem em futebol americano entrariam. Chicão voltando bem, dando estabilidade à defesa, fez um golaço de falta, mas perdido com o capitão William nesse posicionamento com o volante. E o Roberto Carlos tá jogando muito, o melhor do time, dá saída de bola, vira o jogo, sai pro ataque, volta com saúde, parece que tem 20 anos!! 

Ralf e Jucilei ficaram meio perdidos no meio. O Ralf ainda se acertou melhor, mas o Jucilei tava com um posicionamento bem equivocado. Com a bola nos pés sabe jogar, e no mano-a-mano marca bem, mas faltou acertar posição. Elias, meio apagado hoje, quando acertou a marcação na frente dos volantes acertou o sistema defensivo. Rodou bastante no ataque, mas sem muita objetividade. O Danilo taticamente esteve bem, saindo sempre pelas laterais, marcando e dando opção na saída de bola. Dentinho deu medo na zagueirada deles, mas tava meio perdido na marcação da saída de bola. E o Ronaldo, apenas o gol, nada mais. 

2 a 1. Poderia ter sido mais. Quando os laterais saem, às vezes os dois juntos, tá faltando um pouco de sintonia com os volantes, não só pra ficar, como para rodar pra dar opção do passe atrás. Mas aos poucos estão se acertando. Líderes e quase classificados, por enquanto é o que interessa.

domingo, 28 de março de 2010

210 de BPM.

Alcancei esse pico no Majestoso, hoje. Era pra ser um jogo fácil, 2 a 0 pro Corinthians, o primeiro na jogada manjada e incrivelmente eficiente do Ronaldo deixando o Elias na cara do gol, o segundo num golaço no ângulo do Danilo. Dentinho e Washington expulsos numa troca de gentilezas no meio-campo pra ajudar.  Mas na bobeada, tomamos um gol e já dava pra pressentir a pressão dos bambis no segundo tempo. Aí o Roberto Carlos solta uma bomba. A bola foi forte e com efeito, mas foi no meio do gol. Glu-glu, Rogério Ceni... Tava fácil, mas o Mano Menezes gosta de fazer alguns testes cardíacos com a torcida. Tirou os dois melhores jogadores do time - Elias e Danilo - pra colocar o Tcheco e o Jorge Henrique. Eu tava esperando que o Jorge Henrique fosse entrar mesmo, mas no lugar do Ronaldo!!! E aí tomamos o 3 a 3 em duas falhas bisonhas do Rafael... Ô moleque afobado! Como sai mal do gol, caramba!

Aos 42 do segundo tempo, finalmente ele tira o Ronaldo e coloca o Iarley. O coitado tem que comer grama durante 4, 5 minutos a cada jogo. E come!! 4 a 3 pra nós, aos 46 do segundo tempo, numa jogada que ele fez sozinho na esquerda, chutando forte na diagonal. Aquele zagueiro dos bambis, o Alex Silva, resolveu meter a cabeça na bola e desviou pro fundo do gol! Merecemos? Merecemos, mas não precisava ter essa emoção, pô!!

Hoje o time foi bem. O Ronaldo continua imóvel, mas deu o primeiro gol pro Elias. O problema é que o time fica com um a menos quando tá sendo marcado, ele não cerca nem os zagueiros. O Moacir tá jogando muito bem pela direita e o Roberto Carlos tá começando a parecer o Roberto Carlos de verdade. Marca, corre, apóia, dá saída de bola e o chute tá calibrando. O Danilo foi um monstro tático hoje, ajudando a marcar pela direita e dando a saída de bola. O Elias foi volante, meia e atacante, especialmente depois que o Dentinho foi expulso. Paulo André fez uma partida regular (e meteu uma bola na trave de cabeça, no começo do jogo) e o capitão William, desta vez, foi mais sólido. O Jucilei é aquele peladeiro, que consegue emendar um chapéu e uma caneta no Cléber Santana na mesma jogada, mas que às vezes dá espaço pro avanço dos volantes do time adversário. O Ralf não deixou o Dagoberto jogar e foi o cão de guarda na frente da zaga. Tcheco e Jorge Henrique jogaram pouco, o problema maior foi quem o Mano tirou para eles entrarem. O Iarley jogou menos ainda, mas merece nota 10. E ainda tomou um amarelo. Intensidade pura!

Tô rouco. E feliz. E atingi o meu BPM máximo pela primeira vez no ano hoje. Ôôôôôôôô, o freguês voltou!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Devagar, devagar

Depois do treino de qualidade na segunda, ia rodar levinho na terça, mas o regenerativo foi pro saco por causa de uma reunião de trabalho. Não era o idela, mas passei essa rodagem leve pra hoje, ficando a terça em off.

08km em um geriátrico tempo de 50min. E na esteira ainda, pra ser mais chato. É pra ser leve, o treino forte mesmo é na quinta. Mas foi legal porque começo a me sentir leve. Não estou, mas me sinto leve, o que pelo menos é uma sensação.

E serviu pra tirar a tensão do jogo do Timão. Eh-oh, o Gordo voltou!! E por enquanto o Timão tem sido o time mais chato da Libertadores. Os caras devem odiar jogar contra o Corinthians, o jogo é lento, desacelerado, parece sempre no banho-maria. Aí o Danilo acha um calcanhar no primeiro pau e o Sr. Barriga entra no 2º pau pra fazer o que sabe. Marcar gols. 1 x 0, fatura fechada e o Cerro Porteño pra trás!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Câmera lenta

Pois é, o jogo do Timão, hoje, parecia em câmera lenta. Será que era por causa da atitude? Mas os próprios colombianos escolheram jogar lá, fora de sua cidade!! 

A marcação, especialmente no meio-campo, tava muito boa. O Danilo cobria o lado esquerdo junto com o Roberto Carlos e o Elias saía mais na direita, ajudando o Marcelo Matos, improvisado. O lado esquerdo foi melhor, já que as melhores jogadas do Independiente saíram pela direita da defesa. Concordo com o Casagrande, foi a melhor partida do Roberto Carlos no Corinthians, se apresentando mais, sem fazer presepada e arriscando alguns chutes mais direcionados a gol. O ponto negativo é que jogamos com dez, já que o Ronaldo, mais do que nunca, foi um jogador de pebolim, com sérios problemas de mobilidade. Se ele se movimentou 3 km durante o jogo todo foi muito, impressionante como ficou parado! E o pior, quando a bola chegou nele, morria a jogada. Ou ele perdia ou atrasava o andamento.

O Corinthians dominou o jogo na defesa, mas o ataque tava lentíssimo, já que o Jorge Henrique jogava praticamente sozinho. O Jucilei tava um pouco desfocado no jogo, mas o Ralf marcou direitinho. O gol deles saiu meio que no acaso, um cruzamento que foi desviado pelo meia, tirando o Chicão da jogada e colocando o atacante em impedimento, sozinho, na cara do gol, já que o William, muito lento, não acompanhou. Aliás, o William não é um Ronaldo, mas está em vias de ser. O capitão também está muito lento, sem arranque e mesmo na sobra não tem conseguido chegar nas bolas. O Felipe é que andou fazendo a sobra no desespero, saindo no pé dos atacantes rápidos deles.

O Mano mexeu bem no time, mas eu tiraria o Ronaldo primeiro. De qualquer modo, quando tirou o Danilo (bem na marcação mas pouco efetivo no ataque) para colocar o Dentinho, rearmou o velho 4-3-3 que fez sucesso no ano passado. O lateral deles parou de descer. Depois tirou o Ronaldo para colocar o Souza, muito mais móvel e que ajudava a marcar a saída de bola. A entrada do Morais foi para o abafa mesmo. E o gol saiu numa jogada dos dois pequenos grandes do Timão. Um lançamento longo e praticamente perdido que o Jorge Henrique foi buscar lá na linha de fundo, evitando a saída de bola e buscando o Dentinho que entrava na diagonal. E ele pegou a bola, cortou pelo meio e enfiou um canudo lindo no ângulo do velho Bobadilla. Golaço! E mais um pós-jogo de rouquidão.

1 a 1 fora de casa e o Corinthians tava mais do que contente. Foi o que se viu naqueles escanteios ridículos aos 47... típico do Mano, típico de copeiro, o famoso "ganha em casa e não perde fora".  Vamos ver se dá certo.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Era pra ser um fumo do Santos. Virou discussão sobre o "vou te pegar" ou o "vem me achar"

Num falei que a molecada da Vila ia dar trabalho? Tomamos um vareio de bola totalmente esquecível no primeiro tempo. Mas o juiz estragou o jogo de tal forma que quase conseguiu tirar a legitimidade da vitória do Santos. As duas expulsões injustas do Timão, além de darem a desculpa que queríamos, ainda revelou um dos pontos fracos desse time santista: a imaturidade. 

Jogando nove contra onze os caras tomaram uma bola na trave inacreditável do Tcheco. Não fizeram mais nada quando poderiam ter feito 3, 4, 5 gols. E com as firulinhas bestas (drible não é firula; firula é ficar petecando e penteando a bola bobamente na intermediária, como o Mádson fez, contra ninguém), conseguiram criar uma chance de nós desviarmos a atenção da sua vitória para a polêmica.

E magia por magia, embora o Santos tenha jogado muuuuito melhor, o momento mágico do jogo foi a jogada do Dentinho, globetrotter do futebol corinthiano, levantando a bola de voleio dentro da área e dando uma bicicleta de 27 marchas aro 29... tem lance que a defesa do goleiro é um pecado, por melhor que tenha sido (e foi uma belíssima defesa do Felipe do Santos). A bola tinha que entrar e o gol tinha que passar nas TVs de todo mundo. Pena!

Agradecemos a falta de respeito, porque a utilizaremos como combustível contra eles e porque um raio não cai duas vezes no mesmo lugar.