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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Resumo do ano de 2025

Segundo o Strava foram 2.302km percorridos em 2025. 

Isso foi percorrido em 211 treinos, 2 maratonas (Praia Grande e Buenos Aires), uma prova de 28km (Seven Run), 3 meias-maratonas (Track & Field, Tour du Cap Tourmante, São Bernardo e Sorocaba) e uma corrida de 6,6km (Corrida do Rock Limeira). Além disso, teve:

92 séries de fortalecimento

62h40m de futevolei

1h30 de beach tenis

3.400m de natação

2h10 de elíptico

42min de escada 42

15min de remo

15min de spin bike


Um ano que começou bem, forte, com uma marca expressiva na meia maratona em maio (2º melhor tempo da minha vida), uma maratona Sub-Sérgio (3h57) e outra marca razoável de 4h00 em Buenos Aires. Depois, mais para o final do ano, o corpo sentiu, a lombar apitou, algumas dores estranhas no quadril, joelho esquerdo também baqueando mesmo após a infiltração com ácido hialurônico e o peso dando uma subida boa.

Mesmo assim, deu troféu e título. Lógico que não foi na corrida, mas no futevôlei, com o segundo título do Troféu Você Vai, mais uma vez carregado pela Carol, mas errando bem pouco e acertando boas bolas e bons ataques!

Ingressando na categoria 50+, talvez as coisas fiquem piores, mas talvez eu volte novamente a uma boa forma, veremos!!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Resumo do Ano de 2024

Segundo o Strava, foram 2.100km corridos em 2024, em 215 treinos de/com corrida, mais 7 provas: 10 km (Cabreúva), 10,5km na Maratona de Revezamento Fila, 15km (Nike Run) 2 Meia Maratonas (na Maratona de SP e na SP City) e 2 Maratonas (Nilson Lima-Uberlândia e Porto Alegre)

Além disso, registrei: 

78 séries de fortalecimento

88 hs jogando ou treinando futevolei

1000m nadando

15,2km de deslocamento de pedal pro trabalho

90 min no elíptico

15 min de remo


Contratura na panturrilha, pinçada na lombar, pubalgia ainda me lembrando que existe, mas pelo menos a tendinite no Aquiles parece ter sumido.

Prova que consegui correr mais forte só a Nike Run 15km, em 1h17m59s, podendo culpar um pouco o trânsito na Marquês de São Vicente, mas sabendo aqui, cá entre nós, que não ia conseguir manter o ritmo de 5m05/km do início da prova (até mais ou menos o km 10). O resto foi passeio, com duas Maratonas bem acima das 4h30, quebradinho, mas com a desculpa que não eram fáceis.

A idade tá realmente pesando, os cabelos embranquecendo, o 5min/km de pace é passado e o 6min/km é a nova realidade. Belisco a casa de 4m20, 4m30/km só nos tiros mais curtos e depois fico sentindo o resto do dia, assim como sinto toda vez que ultrapasso os 20km de longo. 

Mas em compensação, no futevolei, conseguimos fazer churrasco em todas as quartas, sem exceção, e eu perdi apenas os dias em que estava viajando de férias. O jogo melhorou? Bom, não exatamente, mas o fígado se prova resistente. Isso influencia na corrida? Talvez negativamente, mas duvido muito que  se eu cortar o futevolei vou voltar a correr a 5min/km de pace num ritmo confortável...

E simbora que tem 2025 pela frente! Quero fazer mais provas, ainda que sem velocidade. E quem sabe não consiga algo razoável se estiver com peso e treinamento bom? Mas só razoável, ritmo abaixo de 5min/km hoje em dia só sai em condições perfeitas de temperatura e pressão, e em provas de 5km!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Resumo do ano 2023

2050 km rodados em 2 maratonas, 1 meia-maratona, 1 maratona de revezamento e 179 treinos

74 séries de fortalecimento muscular

1.500m natação

67hs de futevolei

20min escada

40min de transport

31min de remo

3h30 de volei de praia


Menos kms rodados correndo e mais variações de atividade? Nem tanto, foram alguns poucos minutos de alguns tipos de estímulo de aquecimento no transport, remo e escada, por causa das lesões, o registro de uns jogos pegados de volei de praia nas férias e o futevolei, este sim, uma atividade nova e bem frequente, por causa do grupo de pais da escolinha do filho. Como deu um puta trabalho para aprender a jogar minimamente e ainda deu troféu de vencedor no primeiro e único campeonato que joguei, vale a pena o registro, inclusive porque não só não doía na fase mais braba da pubalgia, como também até servia, de uma certa forma, de uma fisioterapia, além de manter o corpo estimulado em atividade (e hidratado com a cervejinha pós game, fora os churrascos mensais...)

Mas para a corrida o ano não foi dos melhores, com poucas provas feitas. A lesão no pubis a partir de maio incomodou muito. E no início do ano, ainda havia algum resquício e cuidado em razão da lesão no tendão calcâneo. Assim, os dois ciclos de maratona foram meio prejudicados, com intensidade modulada. Mesmo assim, as 3h46 em New Jersey foram um ótimo resultado, acima do esperado. As 3h53 de Sorocaba, por sua vez, não valeram já que a prova teve mais de 1km a menos, o tempo estimado era na casa de 3h59 e eu, quebrado, tava me matando para manter um ritmo mínimo para fechar no sub-4.

De resto, só mais uma meia maratona, em Itaquera, para testar o circuito (e foi ruim, prova pesada para um nível de preparação ainda insipiente), e a maratona de revezamento ABRAS, que foi bem legal!!

Um ano em que também estive mais distante do Corrida no Ar, já que as lives de quarta à noite acabaram (ainda bem, porque passou a ser o meu horário de futevolei, o que significa que continuo enchendo a cara de quarta à noite...) e os novos horários que o Sérgio adotou eram bem complicados. 6h da manhã? Nem a pau! 18h00? 19h00? Ou estou trabalhando, ou estou levando o Rafa Kenzo em alguma atividade, como jiu-jitsu, futebol... ficou difícil para mim aparecer no programa. Já os Podcasts acabaram ficando muito irregulares temporalmente, inclusive em razão das próprias viagens do Sérgio.

Mas se o ano foi marcado por lesões e a nítida perda de desempenho, também fo marcado pelo amadurecimento de uma nova realidade. Se com a rotina de um filho pequeno em idade escolar, vai ser mais difícil manter um ritmo de treino mais puxado, a própria idade também se encarrega de me limitar nisso, já que toda hora aparece o raio de uma dorzinha... vamos ver como vai ser 2024, ainda mais conciliando com esse futevolei aí...

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Resumo do ano 2022

2541,4 km rodados em 212 treinos, 2 maratonas, 2 meias-maratonas, 1 maratona e 1 meia-maratona não completadas, 1 São Silvestre, 1 prova de 30km.

60 sessões de fortalecimento muscular

1000m de natação

4h57m no elíptico

1h15 min no remo indoor

1h47 min na bike indoor

1 Covid

2 caganeiras/viroses brabas

2 bronquites/rinites/laringites pesadas

1 lombalgia

1 tendinite persistente no Aquiles direito

1 estiramento no gastrocnêmio esquerdo


Anozinho do cão, hein? Muita doença, criança voltando para as aulas e compartilhando todos os tipos de vírus possíveis com o pai, algumas lesões, das quais a maldita tendinite no tendão de Aquiles direito, que perdurou de março a dezembro (ainda não tá 100% zerada, embora muito mais leve e controlada). Passagem por duas assessorias - Marcelo Camargo e Run & Fun, o que foi interessante para conhecer novas metodologias de treinamento e entender o que funciona melhor para mim e o que não funciona tão bem. Com a Run & Fun farei mais um ciclo de maratona pelo menos, já que o do 2º semestre de 2022 foi muito prejudicado pela lesão no Aquiles (embora a recuperação treinando com a assessoria tenha sido ótima). Passei muito mais tempo do que gostaria rodando em elipitico, bike e remo, por caus disso...

Duas desistências em provas de distâncias que nunca havia desistido. Na Meia Golden Run no RJ alguma coisa tava errada comigo no dia, eu simplesmente não conseguia correr no ritmo de 2h00, o que deveria ser muito simples e abri mão da prova ainda no 3º km. Até agora não sei o que deu, só sei que não conseguia correr. Já na SP City, o que atrapalhou foi o tendão de Aquiles, que tava incomodando, incomodando e perto da passagem da meia a dor aumentou. Resolvi deixar a prova ali no 21ºkm, já que estava na arena da prova mesmo. Em ambas as provas, daria para continuar e terminar em um ritmo bem lento, mas como estava como puxador de ritmo para 2h00/4h00, a partir do momento em que a missão foi abortada, simplesmente não vi mais motivo para continuar simplesmente para completar a prova.

Outra prova do Projeto sub2/sub4 do Corrida no Ar que não rolou foi a Meia Golden Run SP, mas essa por COVID-19 descoberta na véspera... já a Maratona de Porto Alegre foi a única em que tudo deu certo, uma maratona redonda para 3h58/3h59 puxando o ritmo e incentivando a galera que veio junto, terminando a prova sobrando, mesmo com o incômodo no tendão de Aquilea, que não inviabilizou a corrida.

Teve ainda Maratona de Curitiba, feita em substituição à Maratona do Porto, abortada de última hora, e onde simplesmente fui para me divertir e "gastar" o ciclo de treino. Podia ter sido melhor sem parar no banheiro químico, mas tudo bem... no dia da prova, em especial, o abdomem tava super distendido, super estufado, estranho, o que não impediu de fazer a prova, mas dificultou um pouco. Aquele costelão... ai ai.

A única prova realmente boa foi a Meia de Manaus. Não por conta do resultado bruto, 1h58m, mas porque consegui fazer isso em condições bem adversas de clima, em uma prova com altimetria exigente, e durante um ciclo bem complicado, me recuperando da tendinite do Aquiles. 

De resto foi um ano com menores participações no Corrida no Ar, dado os novos formatos que o Sérgio vem adotando no canal, maior trabalho com o moleque que tá crescendo e exigindo cada vez mais (mas que também conseguiu duas 2 primeiras medalhas em corridas!) e a enorme felicidade de ver o cramunhão, o capeta, o anticristo, o grandessíssimo filho da puta do Bolsonaro não sendo reeleito, o que pelo menos pode indicar uma volta do país a uma certa normalidade. Normalidade no Brasil não é uma regra, mas a sociedade brasileira sob Bolsonaro tava muito zoada, tendo como debate nacional coisas que são absurdas (vacina, urna eletrônica, golpe de estado, fora terra plana e outras idiotices) e que jamais deveriam ser minimamente levadas a sério.

E o Brasil não ganhou mais uma Copa... por que você foi marcar lá em cima, Fred? Por que o Casemiro não fez uma falta técnica no Modric? Por que os atacantes de lado não voltaram para cobertura do meia? Parabéns à Argentina, foi a melhor final de Copa de todos os tempos e um dos maiores jogos de Copa da história!!

domingo, 2 de janeiro de 2022

Resumo do ano 2021

365 dias de treinos ou provas. 

3459 km percorridos. Muito além da marca anterior. 9,47km/dia

1 prova de 10km (Volta SP), 1 prova de 15km (São Silvestre), 1 prova de 18km (Volta da Pampulha), 1 meia-maratona (Meia de SP) e uma ultramaratona (Indaiatuba 6hs), com recorde pessoal nesta última

Desafio de correr todos os dias cumprido. Sem muitos problemas. O mais difícil foi fazer um treino no dia posterior ao da Ultra de Indaiatuba e os dois dias de treino em novembro em que fiquei gripado (tive 40 graus de febre nesses dias, mas na hora de correr a febre estava baixa). Sem lesões, só uma dorzinha aqui, outra ali, leves e episódicas, que passaram rapidinho.

Treinar todo dia acresceu muito volume, mas só foi possível sem ter problemas porque a intensidade foi bem controlada. A maior parte dos longos foi com bpms controlados e nunca em grandes distâncias (a maior parte foi de 21km). Os tiros e intervalados foram com intensidade máxima, quando o caso, mas com duração mais curta, menos repetições. Muita rodagem.

Apesar de proporcionalmente ter tido menos intensidade, a performance, pouco testada, estava boa. 48min nos 10km com máscara, recorde pessoal nas 6hs, e 21min no treinão de 4,75km da Mizuno, mesmo meio desconfortável (celular no bolso, shortão largo e pesado)

O pior do ano foi a continuidade da pandemia. O melhor foi a vacinação (ok, ficou um pouco dolorido, mas quem liga?) e o fato de nenhum familiar ou amigo próximo terem pegado COVID-19 na sua forma mais grave. As provas voltando dão esperança. A atenção ainda se faz necessária porque as variantes  do vírus ainda estão fazendo estrago e provocando muita preocupação, além do desgoverno que grassa no país desde 2019.

Os anos Bolsonaro serão lembrados como um dos piores momentos da história do Brasil. Não existe comparação. Esqueçam governos anteriores corruptos ou ineficientes. Neste, além de também ser corrupto, a ineficiência é ainda maior e parece existir um gosto pelo tosco, sujo, mal-feito, escroto e ofensivo. 

Torcemos para que 2022 seja o ano do fim da pandemia (surtos ainda ocorrerão), da volta à vida normal, das corridas, viagens e reuniões de amigos e família, e que também seja o último ano dos recalcados no Poder.


 



sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Resumo do ano 2020 - Foi horrível, mas sobrevivi

 1804,8km corridos em 227 sessões de treinos e 2 provas

31 sessões de fortalecimento muscular + treinos leves na sala (não contei...)

466,5km de pedal, a maior parte no Swift (22,5 de passeios com o Rafael na garupa)

Algumas viradas de natação muito esparsas...

Apenas duas provas reais: uma meia-maratona e um 5km, além de alguns desafios virtuais (Corrida no Ar + Comrades Virtual)


Um ano tenebroso. COVID-19 ferrou o mundo todo, centenas de milhares de mortes, milhões de doentes, uma pandemia global que adiou Olimpíadas, cancelou provas e campeonatos em todo planeta. O quadro foi tão desolador que reclamar de dois ciclos de treino de maratona que foram abortados na última semana em razão do cancelamento das provas (Stanley Marathon e Maratona de Sorocaba) parece até pequeno. E é. Mas aconteceu, e corridisticamente lógico que frustra bastante.

Foram 3 meses sem correr, até conseguir alugar uma esteira (o uso das esteiras do condomínio também estava restritíssimo). Após a liberação dos parques, ainda assim poucos treinos de corrida ao ar livre, já que usar máscara não é fácil, especialmente em estímulos mais intensos. Além disso, se estou pagando pelo aluguel da esteira, vou usá-la, oras! Fora que é muito conveniente.

Apesar disso foram 1800km corridos, o que não é tão ruim se comparado com os 1975 km de 2019 e os 2000km de 2018. O que mudou foi a intensidade, em média um pouco menor já que não tinha motivo para treinar forte se não há provas para fazer. Em compensação, com uma esteira em casa, a frequência foi maior, 227 sessões de treinos (além das 2 provas), algumas vezes rodando duas vezes ao dia. Também houve o período de um e meio antes da esteira em que rodei praticamente todo dia com a bike no rolo para tentar manter alguma atividade aeróbica. E como fiz a minha primeira prova de 5km da vida, teve recorde pessoal...

A COVID-19 parece não ter deixado sequelas em mim. Foram apenas 3 dias meio ruim, com febre e um pouco de dor de gargante e parece não ter me afetado fisicamente. Apesar de tantos treinos, 2020 termina com a forma física apenas mediana, sem treinos fortes, com o fortalecimento muscular um pouco negligenciado e a alimentação pé na jaca. Mas aparentemente sem qualquer relação com perda de capacidade pulmonar, cardíaca ou algo assim em decorrência desse maldito coronga.

2021 começa ainda sem muita perspectiva, dada a horrível gestão da saúde pública pelo pior Presidente da história do Brasil e grande candidato a pior deste século. Um criminoso pior do que qualquer presidente corrupto anterior, já que seu comportamento em relação à pandemia o torna responsável direto pela morte de milhares de pessoas vitimadas pela COVID-19 e por milhões de adoentados, muitos com sequelas. Além disso, não há nenhuma certeza de que seu governo esteja livre da corrupção. Ao contrário, denúncias grassam aqui e a ali e não me supreenderia que no futuro uma parte dessa sujeira toda seja revelada e o leve para a prisão, com os seus comparsas, filhos etc.

Mas a esperança é a última que morre. Quem sabe as circunstâncias não forcem, de alguma forma, a vacinação andar no Brasil, ainda que aos trancos e barrancos? Quem sabe medicamentos realmente eficazes não sejam desenvolvidos e liberados para uso? Quem sabe não ocorra o impeachment do Presidente, já que razões jurídica existem aos montes (a questão política é que ainda pesa)? A vida segue, independentemente dos desmandos dos governantes, e o brasileiro sabe muito bem o que é isso. Então, em termos de corrida, continuamos ativos para o nosso bem!!! E que tudo seja melhor em 2021!!!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Resumo do ano 2019

2019 foi um ano mais confuso ainda do que 2018. Foram 3 maratonas, das quais tentei treinar bem mesmo somente para uma, Montevideu. Na SP City fui realmente só para completar e conhecer a prova e tentei treinar para a de Tartu, mas tive muitos probleminhas de saúde no ciclo de treino (uma caganeira de quase 2 meses, fora mum laringite) que prejudicaram demais a preparação e acabei indo para Tartu também apenas para completar. No final das contas, acabou sendo um resultado aceitável (3h54) para os treinos ruins que fiz.

Não foi um ano totalmente jogado fora porque finalmente baixei meu tempo nos 10k, que perdurava desde 2007. Não foi grande coisa, 46min, mas o tempo anterior era ainda mais fraco. O problema de se focar em provas longas é que acabava fazendo provas curtas apenas para participar, sem estar bem preparado. Não que na Tribuna estivesse super bem, mas a prova é rápida e eu ainda tinha um resquício do treinamento da fracassada Maratona de Montevidéu.

Também foi um ano de várias mudanças na vida, saída de um dos meus empregos, Rafael Kenzo começando a andar, o que nos traz complicações diferentes para cuidar dele, Corinthians não teve lá um ano memorável, mas venceu o Paulistão e conseguiu um tricampeonato que não vinha desde a década de 30.

A participação no Corrida no Ar ficou menor, já que o editor Sérgio Rocha está mais focado no CNA News, reviews de produtos e menos em coberturas de provas e eventos, que era algo que eu fazia uma pouco mais. Também estou mais enrolado com o tempo, apesar de ter saído de um emprego, já que o Rafael Kenzo dá um trabalhão. O canal continua crescendo bem. Se em 2018 fechara o ano com 170 mil inscritos, 2019 foi fechado com 243 mil inscritos, com direito a Treinão de 200 mil inscritos com medalha e rock party e, no final do ano, o lançamento de um livro no qual tive uma pequena participação fazendo a primeira revisão.

Por fim, primeiro ano do governo Bolsonaro. Felizmente a economia do país está voltando a reagir, mesmo e apesar desse cara como Presidente. 

O ano em números também não foi muito bom, rodei menos do que em 2018 e não consegui fazer uma ultramaratona, algo que pretendo voltar a fazer em 2020. Mas a partir do final do ano tenho conseguido correr como aquecimento, nos dias de fortalecimento muscular, o que é bastante interessante.

1975,9km em 200 treinos, 3 maratonas (Montevidéu, SP City e Tartu) e 4 outras provas (IGT 23, Meia de Campinhas, 10k Tribuna e Pampulha)
78 sessões de fotalecimento muscular
4500m de natação
23500m de remada na academia

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Resumo do ano 2018

2018 foi um ano conturbado. Logicamente, o maior fator foi o surgimento do Rafael Kenzo e tooooodo o trabalho que ele nos dá. É ótimo, mas objetivamente atrapalhou um pouco a vida esportiva, né?

Na única prova foco do ano, não tive sucesso. Quebrei na Maratona de Chicago lá pelo km 28 e terminei com 3h39, um tempo ainda bom, mas longe do sub 3h30 que queria. Não teve ultra e as outras provas do ano foram todas participativas.

O Timão todo desmanchado ainda conseguiu ser campeão paulista e vice da Copa do Brasil. Muito para o elenco que tinha, mas o Brasileiro foi bem complicado, porque até o treinador perdemos. Mas ele voltou, vai Carille!!!

O Corre 89 FM acabou, depois de mais de um ano e meio mais ou menos. Os motivos? Só a rádio sabe, já que ocupávamos um horário morto da rádio, mas o fato de não ter fechado patrocínio ajuda, né? De qualquer forma, foi um prazer fazer o programa, algumas edições só com o PH, outras só com o Sérgio. Ouvimos muita gente boa, algumas figurinhas repetidas (com o Serginho Xavier, o Wanderlei Oliveira, PG e o José Virgínio de Moraes), alguns amigos com ótimas histórias (Ricardo Almeida, André Zumzum, Domingos Ferronato), atletas como o Vanílson Neves, a Animal, treinadores com o Zeca, o Nelson Evêncio, e muita mais gente boa!! Além disso, mais um sonho realizado: ouvir uma música minha tocando na Radio Rock: ok, na verdade, não é bem uma música minha, mas uma versão de Surfista Calhorda dos Replicantes, com o nome Corredor Calhorda, extremamente bem executada pelo Sérgio (guitarras, baixo e vocais) e pelo PG (batera e backing vocals). Por causa da agenda, ainda bem que eu não toquei nada (certamente iria piorar a execução), mas a composição da versão é minha!! U-huuuu! Os Intervalados!!!




Os running crews da Adidas e Nike continuam firmes, mas acabam sendo um fenômeno aplicável apenas a Rio e SP. As assessorias de corrida mantém o seu tamanho de mercado, crescendo em cidades menores. Muitos corredores começam a correr sozinhos, usando treinos on-line, por aplicativos e pegando dicas na internet, onde há muita informação boa (e é isso o que queremos fazer no Corrida no Ar), mas também muita informação ruim. Como em tudo que se relaciona à internet, o grande desafio é separar a informação que presta e a que não presta.

Falando em Corrida no Ar, continua crescendo. Fechara o ano passado com 110 mil inscritos, e neste ano com 170 mil inscritos. Não é mais o maior canal de corridas do mundo, ultrapassado pelo The Running Experience. Mas isso já era esperado, impossível competir com um canal em inglês e com diversos treinadores em seu staff, né? Surpreendente era um canal em português ocupar essa posição!

No final do ano, o Youtube fez uma limpeza, cancelando inscrições irreais, compradas por meio de bots ou assinantes irreais e o Corrida no Ar não perdeu inscritos, assim como o Tênis Certo, o Mania de Corrida, o Canal Corredores e o Corrida Simples, demonstrando honestidade e ética em suas praticas e ações. O Instagram, onde a "compra de seguidores" é ainda mais disseminada, também tem realizado limpezas periódicas e vemos alguns perfis perdendo um número significativo de seguidores #naocompramosseguidores

O ano em números:

2000,8km em 178 treinos (1813,1km) e 10 provas (1 maratona, 1 trail de 30k, 2 meias-maratonas, 1 Corrida Vertical e outras distâncias - 187,7km no total)
10,18km/treino e 18,7km/prova
84 sessões de fortalecimento muscular
2600m de natação
30 min de rolo na bike

domingo, 31 de dezembro de 2017

Resumo do ano - 2017

2017? Foi assim:

- A 4ª força ganhou o Paulista e o Brasileiro. VAI CORINTHIANS!!!

- O Corrida no Ar se consolidou como maior canal de Youtube do mundo, chegando a mais de 110 mil assinantes.

- Estreou o Corre 89 na 89 FM, a Rádio Rock, com o Sèrgio Rocha e o PH Dragani (e eu de estagiário) e tá sendo legal demais, teve treinão, equipe na Ayrton Senna Racing Day e entrevista com muita gente legal. Por lá passaram atletas de elite: Solonei Silva, Samuca (Samuel Ribeiro), Adriano Bastos e José Virgínio de Moraes; jornalistas-corredores: Everaldo Marques, Ricardo Capriotti e Serginho Xavier; treinadores: Branca, Diego Lopez, Wanderlei Oliveira, Marcos Paulo Reis e Cesão (MPR), Julio Dotti e Cesinha Momesso (Limite Team), Emerson Bisan (Nova Equipe), Mário Sérgio (Run & Fun) e Sidnei Togumi (Upfit); rockeiros corredores: Japinha (CPM22) e PG (Tihuana);  corredores com algo especial: Zé Eduardo (Marathon Maniacs), Nato Amaral (embaixador brasileiro da Comrades) e César Moro (Bikefoot 900); profissionais da área: Raquel Castanharo (fisioterapia), Danilo Balu (nutrição e treinamento), Ivan Júnior (aferidor), Silas Rodrigues (educador físico) e Gustavo Magliocca (médico); galera das redes sociais: Mania de Corrida (Marcel, Bobby e Marcão), Edu Suzuki (Tênis Certo), Giuli Pansera, Rodrigo Kimura (Beer Mile Brasil) e Fernando Fernandes (que também é atleta de elite); pessoal do mercado das corridas: Paulo Carelli (Iguana), Renata Chaim (Pink Cheeks), Marina Bastidas (Adidas), Tião Moreira (fotógrafo), Fernanda Paradizo (fotógrafa) e Alexandre Estéfano (Velocitá). Ufa! Pior que eu acho que esqueci alguém nessa lista, mas o mais maluco é ter certeza que no ano que vem a lista de entrevistados vai ser tão sensacional como a deste ano!

- Os running crews começaram a tomar conta do pedaço, com o surgimento do Adidas Runners, o crescimento do Nike + e a galera da Fila e da Puma, fortes (no caso do Poldo, literalmente).

- Rolou uma integração muito, muito forte com canais de Youtube sobre corrida, parceria forte com o Canal Corredores, o Mania de Corrida e o Tênis Certo, que ficou ainda mais forte com a Expedição TomTom para a Maratona do RJ (da qual participaram também o No Corre com o Poldo, a Corredora da Vida Real e o Acordei Disposta.

- Também teve integração com muita gente boa e legal de outros canais: Acorda pra Correr SP do Diego, Correr é Viver do Fabião, Pangaré de Tênis do Felipe e da Camila (ou vice-versa),  Vamo Simbora do Cra Cra, Aclima Runners (Os plimos Fabiano e Mizumoto), o 3 que Correm, Correndo com o André (tchê), Corrida Rústica (ganhei até medalha), o Viva Correndo, o Correrias do Gustavo, de Portugal etc. A "vida virtual" das redes sociais tá bem real, e eu consegui conhecer e correr com toda essa galera (exceto o Gustavo, que tá em Portugal). 

- Ano de finalmente participar da BR-135 (One Marathon), de fazer duas maratonas "normais", com a a segunda major (Berlim) e finalmente conhecendo (e quebrando) em Curitiba. Ano de finalmente fazer a Bertioga-Maresias, de finalmente fazer a Volta ao Cristo de Poços de Caldas, de fazer uma prova incrivelmente legal em Bauru (IV Batalhão da PM), de correr a prova mais curta da minha vida (New Balance Mile Challenge). de conhecer a meia da Athenas e a da SP City Marathon, de fazer mais uma vez a NB 15k e a Meia da Maratona do RJ, de ganhar premiação numa meia no exterior (2º na categoria 40-44 na Squaw Valley Half-Marathon), mas não subir ao pódio porque fui passear (e também porque nem me passou pela cabeça ter conseguido essa colocação), de treinar e comer churrasco nas 12hs de Piracicaba e de fazer muitas Beer Miles, não só as do Corrida no Ar, mas as do Mania de Corrida e do Canal Corredores.

O ano foi bom, mas corri menos e treinei menos. Pra "compensar", trabalhei mais. Podia ter sido melhor, o RP em Berlim podia ter vindo, o joelho podia ter doído menos, eu podia ter pego a premiação na California ao invés de ir passear, e eu podia ter ficado menos gordo, mas corri provas que morria de vontade de fazer, conheci muita gente legal e me diverti pra caramba. O resumo do ano, em números:

2093km corridos
1751,6km em 176 treinos e 341,4km em 1 ultramaratona, 3 maratonas, 2 provas de revezamento, 4 meias-maratonas, 4 provas em distâncias menores (16km, 15km, 10km e 1 milha) e 5 Beer Miles
9,95km/treino e 17,96km/prova (ou Beer Miles)
63 séries de musculação/fortalecimento
131,3km pedalados em 5 estímulos
4.300 metros natação em 4 treinos

domingo, 1 de janeiro de 2017

Resumo do ano 2016

- 2338,8 km rodados no ano
- 2115,7 km em 206 treinos, 1 ultra de 50 km, 2 maratonas (84,2 km), 1 meia-maratona (Rio) e 6 outras provas (Corridas de Montanha Mairiporã, Igaratá, X-Terra Iha Comprida, NB São Pauo, Pampulha e São Silvestre - 116,8 km)
- 10,27 km/treino e 27,23 km/prova
- 72 séries de musculação
- 50 km + 45 min pedalando
- 2.350 m nadando

Ano de recorde pessoal na maratona (3h32m08 em Porto Alegre), da primeira vez no lugar mais alto do pódio (1. lugar na categoria 40-44 anos na Ultra 50km Dizzy Endurance), dos piores mas mais divertidos tempos da minha vida  em provas (Pampulha e São Silvestre), de 4 Beer Miles com performances pífias (e divertidas), de poucas dores (as lesões dos isqueotibiais, dos tendões de Aquiles e do joelho esquerdo incomodaram pouco) e de muito crescimento do Corrida no Ar. O final do ano foi um pouco pesado (literalmente, no quesito peso corporal), e 2017 já começa com compromisso na BR-135 (categoria 1 maratona), Maratona de Berlin e intenção de correr, finalmente, a Bertioga-Maresias solo


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Resumo do ano 2015

2015, ano de coisas boas e ruins. Primeiro semestre muito bom, com o meu melhor tempo em meia-maratona (1h38m32s) e o back to back da Comrades. Lógico que teve o último lugar não tão bom na Trailadventure do Chile, mas eu me perdi... e perdi até o pódio na categoria, perdi as cervejas da premiação... aiaiaiai...

Segundo semestre não tão bom. Fui mal na Mizuno Uphill e ali acabei ferrando o joelho, o que me tirou da Mont Blanc no segundo corte, com pouco mais de 40km. Mas a maratona de NY foi legal (pelo menos fiz uma marca pra não passar vergonha) e o resto das provas foram pra se divertir. Final do ano fazendo retífica nas articulações, funilaria e tentando fortalecer a carcaça.

2247,9km corridos dos quais:
1908,9 km em 143 treinos (média de 13,35km/treino)
339km em 10 provas (média de 33,9km/prova), sendo 1 prova de 7km (SW), 2 de 10km (Vancouver Sun Run e Timão Run), 1 meia-maratona (Sunshine Coast), 1 de 14 milhas, 2 maratonas (Uphill e NY) e 3 ultras (Trailadventure Chile-50k, Comrades-87k e CCC-43k, dos 101 da prova)
51 séries de musculação
6 séries de escada
3.125m de natação em 2 treinos
1h10 de rolo/bike em 2 séries
3 séries de remo

mês mais rodado:
mês menos rodado:

Em números, um ano parecido com o ano passado. Bons e maus resultados, lesões incomodando no final do ano, mas mais um ano de Corrida no Ar indo bem. O problema é que ao contrário dos anos anteriores, onde já tinha meio claro um panorama de planejamento de provas até pela necessidade de pontuar pra UTMB/CCC, fecho este ano sem saber direito o que fazer no ano que vem. Não tenho a intenção de voltar pra Mont Blanc (a montanha já me disse não duas vezes!!) e encerrei o meu ciclo Comrades. E agora? Já estou certo em duas provas (Meia do RJ - OL e 28 praias de Ubatuba em dupla), mas nenhuma delas é prova-alvo...

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Resumo do ano 2014

2.288,6 km corridos, dos quais em 1.946,6 km em 170 treinos, e 342 km em 10 provas, sendo 1 corrida de esteira (17,3km), 1 corrida de 08km, 5 meias-maratonas, 1 maratona e 2 ultramaratonas (80 e 89 km). Média de 11,5km/treino e de 34,2km/prova.

47 séries de musculação
2 séries de escada
4h45 min de rolo na bike
8.000m de natação

Melhor mês: março, com 287,8 km (meu recorde de rodagem num mês)
Pior mês: dezembro, com 147,6 km

Ano de três provas excelentes (as duas ultras e a prova de esteira da New Balance) e objetivos alcançados: a) me classificar para a Comrades na Ultra Trail de Paris (a classificação numa maratona é fácil, mas numa ultra em trilha era meio arriscado); b) terminar bem a Comrades. Treinei mais e com mais constância, corri mais e fiz menos musculação e outros treinos. As dores nos tendões calcâneos continuam a incomodar, mas mais levemente. A dor nos isqueotibiais do lado esquerdo passou. Mantive a pontuação necessária para me inscrever no CCC da UTMB e o Corrida no Ar vai bem. Tirando o 7 a 1 e a eleição da Dilma foi um bom ano.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Resumo do ano - 2013

Ano em que corri ainda mais do que nos anos anteriores, mas rodei um pouco menos em provas.

2.092 km corridos entre treinos (1772,20 km) e provas (319,8 km)
1 meia-maratona (Golden Four Asics SP)
1 prova de 15km (NB Excellent Series
1 duathlon (Eco-Duathlon de Guarulhos) - 7,5km
1 maratona (Mizuno Uphill Marathon)
2 ultramaratonas (12hs de Valinhos e 50 milhas de Campinas)
2 pernas de Revezamento (Búzios) - 22km
42km em Charlevoix
35km no Half Misión

53 treinos de musculação/reforço muscular
1.000 metros de natação (!)
147,5km de bike
3h40 de spin/rolo
08h00 de treinos em escadas, em 11 treinos

Mês com menor rodagem: dezembro - 70 km
Mês com maior rodagem: fevereiro - 285,5 km

Prós: Meta principal alcançada: pontuação para inscrição no CCC - Mont Blanc. Outra meta alcançada: pódio em uma prova (12 hs de Valinhos), graças ao companheiro de revezamento, Luis Orlandini, que além de rodar muito, me cobriu quando travei no final da prova. Enorme satisfação em participar da Mizuno Uphill Marathon. Enorme satisfação em finalmente estar presente em uma Operação Laranja em Búzios. Recorde Pessoal nos 15 km, na NB Excellent Series (embora o tempo não tenha sido o esperado) E ano movimentado também fora das corridas, com o quadro Pangaré também é gente no programa Senta a Bota, do Iberê, na Bradesco Esportes FM, e já no final do ano, passando a participando do Corrida no Ar, do Sérgio Rocha.

Contras: 2 ultras não completadas e as lesões que me incomodaram desde março (tendão de aquiles esquerdo) e agosto (entesopatia do isqueotibial), atrapalhando treinos e provas. 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Resumo do ano

Rodagem total de 1896,7km, dos quais 1620,2km em treinos.
43 séries de musculação
4 horas de escada
1 Corrida Vertical
1h30 de bike
276,5 km em provas assim divididos:
60km em 1 Ultramaratona não completada
42,2 km em 1 Maratona
42,2 km em 2 meias-maratonas
21,4 km na Corrida da Ponte
e os 110,7 km restantes em 09 provas (14km em Mairiporã, 12km em Paranapiacaba, 12km em São Roque, 14,1km em Affotern am Albis, 10km da Volta da USP, 19km na Green Race, 4,6km na Integração Trilopez, 10km na Mooca e 15km na SS Joseense)

Pior mês em termos de quilometragem: abril, pós-férias, 97,1km
Melhor mês em termos de quilometragem: agosto, com 252,6km

Competi menos, treinei mais (a quilometragem total subiu em relação ao ano passado, mesmo com menos provas), bati recordes pessoas na meia e na maratona, mas não completei a Mont-Blanc, principal objetivo do ano. Em compensação, com os treinos para a Mont-Blanc atingi a melhor forma da minha vida (tanto que vieram os recordes pessoais) e não tive nenhuma lesão série. Uma dorzinha aqui, outra ali, nenhuma que tenha durado muito ou que tenha me impedido de treinar. 

domingo, 1 de janeiro de 2012

Resumo do ano 2011

1794,8 km corridos durante todo o ano entre treinos e provas, divididos em 1414,7 km em treinos e 380,1km nas seguintes em provas: 
84km em 02 maratonas (São Paulo e o K42 de Bombinhas)
95km em 02 ultramaratonas (24hs da Virada Esportiva e 50k da North Face Endurance Challenge de Salta)
39km 01 prova de montanha (Trilhos do Almourol)
21,4km 01 prova de (Corrida da Ponte Rio-Niterói)
21,1km 01 meia-maratona (Lanzarote)
119, 6km em 10 outras provas curtas (12k Abertura Corpore, 15k de Barueri, 12k de Paranapiacaba, 15k Corpore Libbs, 10k Green Race, 12k Corrida das Torres, 10k GP Runners, 11k Maratona PA de Revezamento, 18k Night Run Ilhabela e 4,6k Integração Trilopez)

40 séries de musculação
131km na bike e 1h25 no rolo
1.000m de natação
1 vulcão de 5.550m escalado.
e o CAMPEONATO BRASILEIRO DO TIMÃO!!

Ano que elegi de descanso, sem compromisso com performance. Mesmo assim acabei fazendo 05 provas longas e minha quilometragem de corridas foi maior do que no ano passado. E baixei muito meu recorde da meia-maratona, numa daquelas provas em que se acorda "no dia perfeito". Também consegui me classificar para fazer a CCC, da Ultra Trail du Mont Blanc. E fiz provas diferentes, para me divertir, como Paranapiacaba, os Trilhos do Almourol, a Corrida da Rio-Niterói, o K42 de Bombinhas e os 50km de Salta, além de ter voltado para a Corrida das Torres. O que fiz menos foi treinos de cross-training e musculação. De resto, o de sempre, comentários sobre corrida aqui e ali, facebook, blogs, até o twitter eu usei esporadicamente.

Em 2012 mais uma vez não vou fazer a Conrades. Culpa minha, que deixei pra ver inscrição quando já estavam encerradas. Mas posso tentar a CCC, mantendo o foco nas montanhas, o que depende de minha decisão e da sorte (sorteio).

domingo, 2 de janeiro de 2011

Registro do ano em 2010!

Ok, isso dá trabalho...

1.319,5 km rodados em treinos
2 maratonas (84,4km): Santiago e Bilbao
2 ultramaratonas (54km + 68km = 122km): SBC e Campinas
1 meia-maratona (21,1km): SBC
5 provas curtas (10,5km + 10km + 8km + 10,5km + 4,6 km = 43,6km ): Abertura Corpore, GP Runner´s, Trilopez nas Montanhas, Ayrton Senna Racing Day e Integração Trilopez
Total de corridas = 1.590,6km

105 km de MTB em treinos
2 provas na MTB (25km + 100km): GP Ravelli 1ª etapa e Claro 100k
30 km rodados na speed + 5h55 de rolo
3 treinos de spin bike (2h15)
Total de bike = 260km + 8h10

1 treino de natação de 1,5km

46 treinos de musculação
16 treinos de circuito
1 treino em  escada
1 corrida de aventura (Drambuie Pursuit)
1 corrida em escada (Corrida Vertical no prédio da Nestlé)

Não corri muito este ano em termos absolutos, até porque tive meses com pouquíssima quilometragem. E mesmo nos meses mais fortes não cheguei a rodar como rodei nos picos no ano passado. Mas as 4 provas de longa distância que fiz foram ótimas, batendo recorde pessoal na maratona de Bilbao. Fiz coisas diferentes, como provas de bike (sem treino, só apelando para o condicionamento de corrida, mas me sentindo bem), corrida de aventura (atípica, porque resultado de concurso cultural, mas divertidíssima) e corrida em escada (bem legal, e totalmente fora do que estou acostumado). Ajudei (pouco) no Desafio das 06 maratonas brasileiras. Padeci com a fatla de tempo pra treinar. Tive contusões, mas nenhuma me impediu de treinar ou correr, apenas me fez diminuir o ritmo. Fiz comentários sobre futebol que só me fizeram lembrar que o ano do meu Corinthians foi uma merda (acho que não manterei isso no próximo ano). Comentei bastante em blogs de corridas de amigos e de revistas e me indignei muito com a organizadora da São Silvestre, mesmo não tendo feito a prova, porque foi a São Silvestre que criou em minha mente a vontade de correr, desde criança! Conheci mais amigos na corrida, além daqueles que já havia feito na Trilopez, já sabendo que conhecerei ainda mais. E praticamente abandonei o Orkut pra usar mais o Facebook.

2011 talvez eja melhor ou pior. Infelizmente já perdi a chance de fazer a Comrades. Mas talvez consiga fazer outras provas diferentes.