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domingo, 24 de abril de 2011

Correndo do ovo

Aparentemente finalmente comecei a perder uns quilinhos extras. Efeito das corridas e treinos longos e de uma leve moderação alimentar. Mas agora que tá começando a dar certo, vamos tentar segurar até as próximas férias. Correndo do ovo de páscoa! Agora, neste exato momento, domingo de páscoa à noite, não comi nenhuma lasquinha de ovo da páscoa! Nada!! Até quando aguentar...?

Vamos aos treinos. Que foram poucos. Só agora, neste domingo, depois de 3 semanas doente é que começo a me sentir melhor de verdade. Imediatamente após a Corrida da Ponte não senti nada, nem cansaço. Mas deu a famosa dor muscular tardia e na segunda tava meio dolorido. Idem na terça, quando tentei treinar. A série que nos foi passada era um progressivo de 3km, com 2 minutos de pausa, seguidos por um tiro de 1 km, mais uma pausa de 2 minutos, outro tiro de 1km, e nova pausa de 2 minutos, recomeçando essa série. A primeira saiu. Meio aos trancos e barrancos, mas fechei os 3km em 14min50. Os tiros de 1 km saíram na casa de 4min30. O segundo progressivo de 3km saiu pra 14min27, mas tava difícil respirar, tossia muito. E aí, na hora dos tiros, minha perna direita simplesmente travou. E eu resolvi parar, porque tava difícil mesmo fazer. Treino abortado no final, 09km feitos, dos 10 km previstos, sendo o último bem lento a 5min20s. De Nike Structure Triax.

Na quarta retorno à musculação e um presente do Jonas: uma das camisetas que ele mandou fazer pro solo da Bertioga-Maresias. O cara vai pra segunda, e de novo vai tentar um top 10.

Aí veio o feriado. E uma viagem a São Roque com a família, com muita comida mineira, muita besteirinha e eu me segurando, comendo moderadamente e tossindo nos intervalos... mas consegui fazer algumas caminhadas e o treino longo do final de semana, com 3hs e 24km percorridos nas estradas de terra de São Roque, experimentando bastões de caminhada e uma nova mochila de hidratação. Tava um sol... sobe, desce, sobe, desce, sobe, desce, tudo em estrada de terra, terreno bom pra correr, mas com muita rampa curta. Eu caminhei nas subidas e corri nos planos e nas descidas. Daí a quilometragem baixa para o tempo. Mas foi interessante, deu pra sentir os prós e contras dos bastões, o peso, e também a adaptação ao novo tênis da North Face. É um pouco pesado e rígido, mas não deu bolha e nem foi desconfortável, exceto se correr muito rápido em descidas, situação em que o pé escorrega um pouco dentro dele. Preciso "fechar" mais os cadarços.

Enfim, uma semana meia boca, mas com a importante notícia de que eu estou, finalmente, me livrando dessa maldita sinusite!! E sem apelar pro ovo de páscoa.

domingo, 17 de abril de 2011

Corrida da Ponte 2011

Pois é. Uma semana de molho. Depois de uma boa semana que foi a semana passada, quedei-me com uma sinusite braba, feia mesmo. Para não dizer que não fiz nada, tentei um treino na quinta, mas foi triste: 3km em 18 minutos e o resto do treino abortado por completa falta de condições. Na sexta á noite, ao menos, senti que começava a melhorar, mas mesmo assim ainda longe do ideal. No sábado viajei para o Rio sem saber se ia dar ou não, mas apesar da inflamação nos sinos continuar pegando e apesar de acordar com uns acessos de tosse no meio da madrugada, já me senti fisicamente melhor. Não estava bem, mas estava melhor.


Na retirada do kit, uma dose de ânimo, ao encontrar tanta gente conhecida. Marcelo Jacoto, Baleias de BH, Jorge Cerqueira... também consegui combinar com o Capitão Rodrigo Frotinha e fomos juntos até a largada, pegando as barcas pra Niterói onde supostamente encontraríamos o Felipe Carino e o Ruy. Supostamente porque eu não encontrei, mas ao menos achamos a Yeda e o Zizi. Mas numa saidinha pra ir ao banheiro antes da largada, já me perdi de todo mundo de novo. Por um golpe de sorte achei o Zizi e largamos juntos, num sol de doer já às 08h00...

Frotinha sorrindo antes da largada. Não sei se o sorriso era o mesmo depois do final da prova...
Acompanhei o Renato (Zizi) por 1,5km e aí deixei ele ir. Para mim estava meio forte, não tinha a menor convicção sobre minhas reais condições físicas então segui num conservadoríssimo ritmo de 5min35/km. Fui bem assim durante toda a subida até o vão central. O Garmin marcou 80m de elevação, mas sei que essa a maior imprecisão do GPS. De qualquer modo, foi uma subida constante, sem muita inclinação, mas que dava um certo medinho porque você a via de longe, uma linha retona subindo no horizonte, sem fim... e uma montoeira de gente tostando embaixo do sol. Perto do final da subida eu voltei a alcançar o Zizi e já percebi que a prova ia ser dura pra ele, tava sofrendo o coitado. Ele e muita gente sentiam o sol ardido.

Renato Izidoro - Zizi

Naquele ritmo eu andava bem. E assim foi durante toda a ponte. A descida do vão central foi ótima, inclusive. Quando a ponte propriamente dita terminou e virou o elevado da Perimetral, contornando o cais é que começaram os problemas para mim. Eu não estava exatamente sentindo o calor, mas comecei a sofrer de cólicas intestinais. Acelerava bpm, apareciam as cólicas. Depois de um certo tempo, desapareciam, mas aquilo foi me minando e tirando as forças, psicológicas inclusive, por conta da minha sinusite. Será que era o meu corpo dizendo pare? Será que eu vou terminar? Mas tirando as cólicas, me sentia muito bem, com um pouco de limitação orgânica mesmo, fraqueze por causa da sinusite. Administraria com facilidade esse ritmo até o final, mas as cólicas vinham e iam. E eu acelerava e freava, de acordo com as dores e a vontade de abaixar a bermuda ali na frente de todo mundo mesmo e me aliviar... acho que muita gente gostou que eu não tenha feito isso.


Após uma trégua boa desde o 17º km, as cólicas vieram forte no 19º km. Ouso dizer que ali eu estava quase cagando e andando. Trotei, mais impulsionado pela vontade de chegar a um banheiro do que outra coisa. Depois do viaduto do Santos Dumont elas diminuíram, faltavam menos de 500 metros, mas eu nem arrisquei sprintar pra elas voltarem. Fui no trote, sem provocar o meu intestino. Cheguei com 2h08, um tempo ruim, mas interessante porque eu simplesmente não estava cansado. 

O grande momento da prova, após a chegada!!!
Durante a prova, talvez concentrado em meus problemas intestinos, não percebi algumas coisas da prova. Muita gente reclamou de falta de água no 12ºkm, onde só tinha isotônico, ou seja, não dava pra jogar na cabeça, e no 15º km, onde foi feita a distribuição de gel. Pelo que me lembre, tinha água logo depois, mas o pessoal reclamou... sei lá. Só sei que não senti falta de nada. E  a chegada, outro problema: os ônibus guarda-volumes simplesmente não chegavam. Só chegaram 2h30 depois da largada, acho que por causa do óbvio e previsível tráfego na ponte. 

Bom, o sol e o calor eu já esperava, sabia que iriam ser duros. E foram mesmo, mas lidei bem com isso, até porque corri num ritmo abaixo do limite, então o radiador não ferveu, não deu overheating. Mas acho que muita gente superaqueceu, tava quente mesmo. O que eu sei é que se não fossem as malditas cólicas, terminaria tranquilo abaixo de 02h00. Não seria prova pra baixar tempo de meia-maratona (até porque não é meia), mas se eu estivesse inteiro, talvez até desse pra brincar bem perto de 1h50. Só que de "se" a vida está cheia. O que eu sei é que fechei com 2h08 2h06m55s (tempo líquido oficial, 5min55s/km), inteiro, e depois de visitar o caminhãozinho da foto acima, diria que nem parece que eu corri hoje...

Portanto, mais 21,4km pra contabilidade. De Mizuno Nirvana, que só teve o problema de ser preto (esquentou bem...)

domingo, 10 de abril de 2011

Retorno de Portugal

Voltei na terça e gostaria de ter treinado na terça-feira mesmo, pra tirar um pouco das toxinas, mas preferi ir para a minha casa, mostrar as fotos e contar histórias da viagem para minha esposa. Cheguei em casa e... cadê ela? Tinha curso... devia ter ido treinar, saco!!

Acabei treinando só na quinta mesmo. E foi um treco meio maluco. Tiro na rampa da Bienal. Mas tiro mesmo, velocidade pura em subida. O treino inventado pelo Diego foi o seguinte: 1km de aquecimento, 2,5km de rodagem leve, e primeira série de 5 tiros na rampa da Bienal, na qual a gente teria 3 minutos para fazer cada tiro: se terminarmos em 1 minuto, descansaríamos os outros 2 minutos, se terminarmos em 2min30, descansaríamos apenas 30 segundos. Foi um treco absolutamente maluco, dada a largada a cavalaria saía subindo as rampas da Bienal que nem uns malucos. Sempre o Hugo na frente, seguidos de uma disputa pessoal entre Fred e Neto, acompanhados de perto por mim, pelo Cassiano, pela Priscila, etc... treino bom pra quem tem explosão pura. Depois dessa primeira série, uma outra rodada de 1,5 km e mais 5 tiros. Quebrei fragorosamente no último, quando tentava chegar em primeiro lá em cima pela primeira vez, tentei acompanhar o ritmo da Priscila e quase infartei... depois disso, uma rodagem final de 2,5km. No total, uns 09km somando tudo, estreando o Minuzo Nirvana novo.

No sábado, um longo que prometia ser duro, com o cansaço acumulado da viagem. Mas surpreendentemente fui bem. Era um treino de 03 horas, com camel back, e diversas subidas da Biologia. Tive que sair mais cedo, então comecei o treino mais cedo. Quando os colegas de treino iniciaram (Jacó, Edith, Fred, Alê e Cassiano) já estava com 48 minutos rodados, mas consegui fazer 3 das 4 biologias com eles. No final da 3ª biologia eles continuaram em direção à Física e eu emendei uma 4ª biologia pra ir embora. Foram 27 km em 2h53, e saí bem inteiro do treino. Saucony Glide nos pés
No domingo, um curtinho rodado de 1 hora. Aproveitei para estrear o novo tênis trilheiro, North Face Prophecy II. Um tênis confortável, solado Vibram que parece ter muito grip, mas que também é bastante rígido e um pouco pesado. No limite entre um tênis de corrida em trilha e um tênis da caminhada. Mas rodei tranquilo com ele, 10km em 56min.

Mais fotos dos Trilhos do Almourol

Como estas foram tiradas por outras pessoas, eu apareço melhor!







terça-feira, 5 de abril de 2011

Trilhos do Almourol - 39k

Trilhos do Almourol. 39km. Achei que seria uma leve prova rural, com alguns percalços mas sem um grande nível de dificuldade Enganei-me profundamente, foi das provas mais complexas que eu já fiz, até mesmo porque meu nível de preparação física atual não é o ideal. Além disso, os dois dias em que me pus a fazer turismo no Porto não foram exatamente o que se recomenda como prévia de uma prova longa.

Após o turismo portense, peguei um trem ou comboio, como eles dizem em Portugal e fui até a cidade de Entroncamento, a 2 horas de lá. Uma cidade que é o que é por conta das ferrovias, aparentemente. Pequena, cerca de 20 mil habitantes, sem grandes atrativos na cidade em si, mas que é um importante hub ferroviário no centro de Portugal. É lá que se sedia o CLAC, que organiza a prova, e é lá onde peguei o meu kit no sábado, no Pavilhão Municipal de Desportos, um bom ginásio. A prova, apesar de muito simples e pequena, contou com patrocínio da Asics e algumas outras empresas da região e teve até uma feirinha. Com o ginásio, a infraestrutura da organização foi bastante facilitada, apesar de um clima de festa entre amigos, distante dos megaeventos esportivos que por aí grassam.
Às 08h30 da manhã do domingo partiriam os ônibus (ou autocarros como eles dizem em Portugal) para a largada em Aldeia do Mato, uma vilazinha pequenina. Para a prova maior, dos trilhos, constavam 242 inscritos, mas não sei quantos efetivamente largaram. Sei que fomos em 5 ônibus. Ao mesmo tempo, o pessoal dos Mini-Trilhos (21 km) ia para outro lugar, já no meio do caminho de nossa prova de 39 km, o mesmo acontecendo com os caminhantes. 


Era um clima diferente, de camaradagem, parecia que todos ali se conheciam. Eu encontrei alguns laranjas no caminho, da equipe Run 4 Fun de Lisboa (que nada tem que ver com qualquer equipe homônima aqui do Brasil!) que estavam lá como eu, para participar, ver qual a encrenca nos esperava e tirar algumas fotos da paisagem. Todos maratonistas já experimentados, à busca de outras emoções na corrida.

Esquerda pra direita: João Ralha, Teodoro Trindade, Luisa Ralha e Miguel San-Payo, os Run4Fun.
No Porto, nos dias de passeio, estava um clima até quente para correr, com muito sol e céu azul. Mas na hora da prova estava bastante frio, especialmente de manhã. Uns 08 graus, melhor para correr. Como não choveu, menos problemas com poças de barro e lama. Meu tornozelo torcido agradecia. 

Início da prova, já com uma subidinha pra aquecer o corpo
Um contratempo antes da largada foi meu Garmin que simplesmente se recusou a se ligar no hotel, quando me vestia para a prova. O mais intrigante é que chegando em casa, no Brasil, ligou de primeira... mas esse não foi o único. O outro problema foi mais grave e me ocorreu logo no começo de prova. O cordão do meu tênis direito se rompeu. Os tênis da Salomon usam um sistema de amarração muito prático, onde você precisa apenas puxar o cordão e prendê-lo na posição, com uma presilha. O problema é que quando ele se rompe, já era. Foi o que aconteceu comigo com uns 2, 3 quilômetros de prova. Sem o cadarço, o tênis ficou totalmente solto no pé e sem nenhuma estabilidade. Torcia para que o terreno não fosse muito ruim, senão estaria fodido.

Pois então, rapidamente percebi que estava fodido. O começo da prova foi bastante duro, mas ali, ao menos, tínhamos energia de sobra. Mesmo assim, passei no primeiro posto de abastecimento, no 5º km, com quase 40 minutos. Um sobe e desce danado, em trilhas de single track, mato baixo, mato alto, pedras. Só não tinha lama, mas o piso era sempre irregular. O meu tornozelo esquerdo torcido não gostava muito. Ele está num estágio em que não dói para nada quando corro, exceto se piso numa superfície torta lateralmente. E para tristeza do meu tornozelo, acho que durante a corrida toda não tivemos mais do que uns 3 trechos de piso liso lateralmente...


As paisagens, no entanto, eram lindas. E a corrida foi muito variada, dentro dessa nossa vida "no meio do mato". Teve até trecho no asfalto!!

Abastecimento no km 14, num raro trecho asfaltado
Aqui, a ponte estava ótima, mas haviam outras bem mais precárias no caminho...

Apesar de boa sinalização, o negócio de correr o tempo inteiro olhando para onde pisa, ainda mais com um tênis frouxo num pé e um outro torcido, me fizeram perder o caminho algumas vezes. A pior foi um pouco antes desse abastecimento, quando segui reto numa trilha e levei dois coitados comigo... parei para beber água e eles foram. Como vínhamos num grupo razoável, esperei os outros que simplesmente não vieram. Aí percebi que há muito não via as fitinhas identificadoras e voltei. E achei o caminho à esquerda, numa saidinha  em descida logo depois de uma pinguelinha de madeira... quase 2 km a mais entre idas e vindas!

Não tinha passado nem metade da prova e eu já estava exausto. As subidas eram íngremes, e me doíam as panturrilhas, mas as descidas eram piores, também porque sempre fui cagão em descidas, ainda mais com um tênis solto. Mas o que fazer? A prova teve momentos como um mini-rapel, numa descida de barranco onde havia uma corda para que descêssemos na horizontal, ou um belo trecho de lama em que para nos poupar da sujeira, os organizadores colocaram umas plataformas de step... duro era ficar de pé naquele treco liso cheio de lama!

Quando já duvidava da minha capacidade de terminar a prova no tempo-limite, eis que surge o glorioso Castelo do Almourol, belíssimo, em uma ilhota no meio do Tejo, com alguns visitantes de caiaque, outros em trajes civis, não entendendo direito de onde vinham aqueles seres sujos saídos do meio do mato.


Mas eu me arrastava, morto... o pessoal que ali montara um posto de abastecimento, assegurava que eram só mais 13 km a percorrer. E que o pior, o trecho mais técnico, já tinha passado. Era verdade. O problema é que eu não tinha mais pernas nem para correr no plano. E apesar do pior já ter passado, de vez em quando havia alguma "diversão" no caminho. 

Tá vendo os pontinhos pretos lá em cima? O de azul, tranquilo, é da organização da prova.
Fora os outros momentos em que me perdi na prova... pelo menos foi rápido e num deles, no meio de uma cidade (acho que Constància), os próprios organizadores me viram e chamaram a minha atenção para o meu erro. Mas o momento mais complicado foi logo depois do último abastecimento, quando finalmente o corredor vassoura da organização trouxe o último colocado, Mario Lima. Parti rápido do posto tentando ganhar alguma coisinha mínima de tempo, mas quando errei mais um caminho, desconcentrado tentando correr com algum ritmo, me vi em último lugar na prova! Nunca fui lá um grande corredor, mas em último? 

Já estava conformado, pensando no tempo que tinha "perdido" tirando fotos, quando o Mario errou um caminho na descida (talvez pelo mesmo motivo que eu). Percebi e avisei o Vassoura, que o chamou e ficou a esperá-lo. Ganhei um último fôlego e corri, manquitolei, fui de algum jeito tentando me arrastar o mais rápido... até alcancei o antepenúltimo, Antonio Franco, mas como já não via o Mario atrás de mim, fui seguindo-o sem muita pressa (ele também parecia estar sem pressa naquele momento...) até chegarmos, fi-nal-men-te! 6h17m59s no tempo oficial.

Penúltimo... puxa... conformei-me um pouco quando soube que o Antonio Franco, era um maratonista muito melhor do que eu, na faixa de 3h35m, assim como seu colega, ante-antepenultimo, Carlos Maia, ambos do Porto.

Da esquerda pra direita: Mario Lima, o "Vassoura" da organização, Antonio Franco, Carlos Maia e eu.
Mas essa é a segunda prova na Europa onde não ganho uma medalha. Aqui o prêmio pela participação era uma... cumbuca! Simpático e diferente. Parabéns para o CLAC, para o Brito e pra todos da organização. Uma prova dura, mas longe de ser impossível. E bela, recomendo-a para quem gosta de corridas longas, mas não-extenuantes (apesar de eu ter ficado extenuado!)


terça-feira, 29 de março de 2011

Resumo do mês - março/2011

214 km rodados em 13 treinos e 3 provas (39km).
1.000m de natação recreativa.
4 treinos de musculação.
1 circuito

A quilometragem quase dobrou, mas diminuí os outros treinos...

Corri do lado do Hugo o tempo inteiro!!

Sim, é verdade! No treino de hoje corri do lado do Hugo o tempo inteiro e em alguns raros momentos até puxei o ritmo! É mole? Quem conhece o Hugo Amano sabe do que eu tô falando, um cara que roda fácil a 4min/km... mas tinha prometido hoje pra minha fisioterapeuta, a Tati, que ia fazer isso. E fiz!

Bom, o treino de hoje, pra quem fez Paranapiacaba, era de 50 minutos rodando leve... não só eu, como o Fred e o Fernando fizemos isso... último treino antes do embarque pra Portugal, deu uns 08k. Trilhos do Almourol, aí vou eu!!

domingo, 27 de março de 2011

Longo, suado e queimado

2 horas de longo depois de Paranapiacaba? Cacete... pelo menos era para intercalar corrida e caminhada. Mas era pra fazer muita subida também. Bom, como o dia tava muito, muito quente, nadei 1.000m. Resfriei pra tentar correr. Lógico que não saiu grande coisa. Subi, desci, subi desci, foi punk, se marcasse altimetria ia dar uns 300m de plano e só. No final 1h40 e 14km até chegar na casa da mamãe para o almoção de domingo... mais Saucony Glide.

12 km de Paranapiacaba

Fog. Neblina em que não se vê um palmo além do nariz. Isso é Paranapiacaba, alto da Serra do Mar, ponto onde as nuvens encontram as montanhas, se acumulam e ficam lá paradas, decidindo se chovem ou sobem até o Planalto. Paranapiacaba também deve ser o lugar mais úmido do Brasil, uns 200% de umidade relativa.

Lá rolou a primeira etapa do Circuito de Corridas de Montanha. As informações eram desencontradas. Alguns diziam que essa é a etapa mais difícil, outros, que é a mais fácil. Talvez não exista resposta. Mesmo assim, a prova estava lotada, 600 pessoas loucas para um programa de índio. E diante do matagal onde a gente se meteu, isso não era uma mera expressão. Na largada, até mesmo o internacional Roberto Shigueo, diretamente dos EUA só para fazer a prova!

A equipe tava presente com muita gente. Tanta que eu nem me arrisco a citar todos. Mas Brunetti, Edith, Cassiano, Ana Miriam, Márcia, Pastor, Ricardinho, Laura, Isabel, Priscila, Jeane, Guedes, Bia, Alê, Giglio, Fred, Hugo, Fernando, Dalva, Wilsinho e o técnico Paulinho estavam lá, laranjando a prova. 

A largada foi nesse clima de "não vejo porra nenhuma". Mas a gente saiu da Vila e pegou uma estrada de terra em subida que tava tranquila. Errou quem achou que a prova seria assim. Depois de 1,5km mais ou menos, um desvio direto pro meio do mato. Trilha fechada, single track mesmo, cheia de troncos em cima e em baixo. E o piso que ora era escorregadio, ora era liso. Só não dava para deslizar nos poços de lama, onde o pé ia lá dentro na lama, às vezes levando perna, joelho e coxa juntos. Ainda bem que para limpar a lama tinha uns riozinhos no caminho, uns 4. Desce barranco, entra no rio de água barrenta, sobe barranco e single track de novo. Rotina só quebrada na hora em que a corrida não atravessava o rio, mas era no próprio rio. Água que chegou à altura da cintura, um trecho curto de uns 60, 80 metros, perfeito para um mergulho barrento. Sobe barranco, mais single track e um paredão para escalar. Uma cachoeira que teríamos que escalar pra chegar na trilha do motocross. Aí o problema era a estrada de barro vermelho, também liso, molhado, e cheio de vossorocas e valões. 

E lógico, em subida, subida, subida... mas a subida era menos perigosa que a descida, onde o risco de escorregar era uma desgraça. No final da prova, um estradão de terra e pedras, prontas pra te fazer torcer o tornozelo. Como aconteceu comigo, auaiaiauaiaui! Mas deu pra chegar correndo, sprintando. E sujo, muito sujo...

1h39m39s. Para efeito de comparação, a outra corrida de montanha que eu fiz, também de 12k, terminou em 1h23m. Acho que essa era a etapa mais dura mesmo...

sexta-feira, 25 de março de 2011

São Paulo Restaurant (and lost) Week

Ah, esses nomes em inglês num país que fala português... bom, ao menos o conteúdo é legal. Comi no Bassi (Templo da Carne), comi no Carlini... mnham, mnham! E cercado de restaurantes em um dos bairros onde trabalho, só não fui mais por falta de tempo e porque mesmo sendo mais barato, ainda é mais caro do que o almoço comercialzão do dia-a-dia!

Com um post assim, evidentemente fica claro que os treinos ficaram prejudicados nesta semana. Ficaram mesmo, eu tava meio mole, meio sem garra... na terça eu ainda fui pro Ibira e puxei forte o treino de 08k, fartlek que fiz em 39 minutos. Como esses 08k tinham mais do que 08k, posso dizer que o ritmo foi forte. Variação progressiva-regressiva por quilômetros, corri firme, de Nike Free. Acho que tava adivinhando que era treino de velocidade.O problema é que na quinta eu até tentei chegar no Ibira, mas confesso que desanimei com tanto trânsito. Como tinha Risadaria na Bienal, ficou pior ainda. Acabei puxando só a musculação nessa sexta.

Bom, de qualquer forma acho que foi a minha primeira falta no treino no ano. Até que não tá mal, né? E amanhã, Paranapiacaba, pra virar Indiana Jones...

domingo, 20 de março de 2011

Treino com medalha . 15Km de Barueri

15 km de Barueri? Muita gente torceu o nariz quando soube que eu ia fazer essa prova. Seria pelo menos em Alphaville? Não? Então por que resolveu fazer essa prova?

Respondo: pelo preço... prova gratuita. E minha planilha previa pra esse dia justamente um treino de 1h30, o que daria os 15km se eu puxasse um ritmo tranquilo de 6min/km. Achei interessante e fui. E não é que a prova é boa?

O acesso é bico: Castello Branco e centro de Barueri. Na frente do Ginásio de Esportes, moderno, com uma profusão de vagas de estacionamento e bastante espaço para aquecimento, além da estrutura de banheiros do próprio ginásio. Distribuição de chip e número tranquila, bem dividida por baias. O clima também ajudou pacas, nublado, com garoa de vez em quando e uns 19 graus. Ainda bem, porque alguns dos trechos do percurso seriam bem complicados sob sol intenso, já que eram avenidas largas e descobertas de qualquer sombra. 

Não é a prova mais rápida do mundo. A largada e os primeiros quilômetros são bastante planos, mas quando se toma a direção sul, aparecem umas subidas curtas e médias, com bom grau de inclinação. Perfeitas para quebrar o ritmo de quem segue no limite. Como eu tava tranquilo, nem mudei o ritmo de corrida, que seguia em sossegados 5min45/km. Depois que voltamos pelo mesmo sobe-e-desce, a prova fica mais plana e mais rápida.

Abastecimento de água perfeito, a cada 2,5km. Apoios durante todo o percurso e sempre animados. Tapetes de leitura de chip nos pontos mais extremos da prova, evitando fraudes. Trajeto super bem sinalizado e com ótimo bloqueio de trânsito. Enfim, nenhum ponto a se identificar como falha para a prova. E a gente ainda passava do lado de um campo de várzea onde rolava uma pelada e onde dava pra assistir um pouco do jogo. Mas não valia a pena, porque tava ruim pra cacete.

No final da prova, mesmo meio dolorido e cansado, me dei o luxo de dar uma acelerada de leve pra fechar em 1h23m25s, ou seja, alguns minutos a menos do que o meu treino de 1h30. Sem problemas. A dispersão também foi ótima e eficiente, e o kit da prova veio com uma medalha simples e uma camiseta idem, além de água e isotônico. Foi legal, foi um bom treino e no final ainda ganhei medalha... mais 15k pro meu Nike Structure Triax!

sábado, 19 de março de 2011

Semana Buraco

Semana boa, semana ruim, essa é minha rotina de treinos... em uma semana, tô voando, noutra tô me arrastando. E depois da semana passada em que tudo correu (com trocadilhos) bem, nesta aqui o bicho pegou.

A terça começou com um cansaço grande após o longão de sábado e a Abertura Corpore no domingo, quando não aliviei, corri forte dentro do possível. Na segunda o off não foi suficiente para eu descansar, especialmente com o treino de terça. Basicamente uma série de tiros curtos e intensos entremeadas por descansos ativos e, no final do tiro, um exercício de força com bola. Foi foda, no primeiro tiro eu já fiquei pra trás, e isso porque esse é um tipo de estímulo em que me dou bem. Cada série tinha 4 tiros curtos e a gente tinha 5 séries. Logo, ainda tinha 19 tiros pra me arrastar... de qualquer modo, consegui, de alguma forma, manter o ritmo inicial e inercial, fechando as séries em tempos parecidos. A rodagem deu, mais ou menos 11km, somado o aquecimento. Nike Structure Triax velho.

Na quarta, fracasso total na musculação. Nem consegui ir. Passei pra quinta onde pelo menos o treino de corrida foi leve e coletivo. Uma rodagem com todo mundo junto, revezando peso nas mãos, durante mais ou menos 1 hora. Uns 09km.De Nike Structure Triax novo.
O cansaço gradativamente estava caindo, mas ainda assim dei off de novo na musculação... e parti para o longo do sábado, de 28km, me sentindo relativamente renovado. Tanto que resolvi fazer um longão qualificado e com agravante: quando cheguei na Biologia, resolvi subir e descer várias vezes. Fiz 4 vezes. Aí me mandei pro Bosque da Física e dei 3 voltas por lá. Quando completei a primeira volta do circuito, o GPS já marcava 19km. O duro foi fazer a segunda volta, porque o cansaço pegou. Não sei se das biologias em sequência ou da semana, ou os dois. O fato é que nessa segunda volta, planejada para ter uma biologia simples, andei na subida. Cansaço total. E sofri pra terminá-la, com 27km, calçando o velho Saucony Glide, meu tênis dos longões. Simplesmente faltou perna!

Vamos ver se ao menos o corpo começa a se adaptar a esse stress...

domingo, 13 de março de 2011

Abertura Corpore 2011 - 12k

Lá no blog Correria percebo que tem gente que se irrita quando eu cito a Corpore como boa organizadora de corrida, mas o que eu posso fazer, se em toda prova que eu faço deles eu dificilmente encontro uma falha? E quando encontro, é uma falha menor, ou subjetiva, nada que seja efetivamente sério. Hoje ela não é mais soberana nas provas de rua de SP como era algum tempo atrás, já que diversas outras organizadoras de corrida - algumas de qualidade ou nem tanto - surgiram e ganharam espaço. Mas o maior legado da Corpore para o mundo das corridas de rua foi ter estabelecido um padrão de qualidade. Muita gente reclama de outras provas porque se acostumou com o bom tratamento dado pela Corpore nas provas.

Veja só como foi a Abertura Corpore. Voltaram à distância consagrada de 12km, uma das poucas provas na USP (com os seus prós e contras), com patrocínio do WalMart. Entrega de kits no supermercado, que fica a 700m do metrô e em uma avenida conhecida de SP, num local com estacionamento. Ponto pra Corpore. Kit simples, com camiseta que aparenta ser boa, o jornalizho do Lozada e uns torrones. Largada marcada para as 08 da manhã, horário normal para uma prova curta. O problema da USP aos domingos é que, com a ciclofaixa aos domingos, o trânsito se estreita mais e perde alguns acessos. Vitória das bikes, derrota dos carros. Para mim, que já tô com o saco cheio de trânsito para ir a provas, ir de bike foi muitíssimo mais fácil. Mas para quem tava de carro, não foi bolinho não. De qualquer modo a Corpore informou isso no site e incentivou o uso de bikes, com um bicicletário no local e a possibilidade de utilização do serviçe de aluguel do Instituto Parada Vital. Mais um ponto pra Corpore.

O percurso teve algumas mudanças, com chegada e largada na Avenida da Raia, não havendo mais Arena no Zerinho, como antes ocorria. Quem tava de carro teve que estacionar um pouco longe. Eu, na minha bike, cheguei faltando 20minutos, sossegado, e parei pertinho da largada...

A prova, em si, é rápida, apenas com a subida do cavalo pra quebrar o ritmo, e alguns cotovelos. E como sempre, a Avenida Politècnica, ensolarada, um deserto. Apesar de hoje não ser um dia excessivamente quente, fez um certo calor pra gente. Mas ele era bem aliviado com os postos de água a cada 2,5km, e sempre com água geladinha. Coisa que só a Corpore faz... Também havia 2 postos de gatorade (contra um só na Meia de SP da Yescom ) e nesses postos, ora vejam,. havia gatorade para corredores mais lentos como eu. Na Meia da Yescom não tinha não... eu até acho que o sistema de distribuição em saquinho utilizado na Meia da Yescom é mais interessante do que os copinhos abertos da Abertura Corpore, mas mais interessante é ter Gatorade... mais ponto pra Corpore. 

Na dispersão, frutas decentes mas normais, medalha interessante (formato de coração, nome do patrocinador, distâncias e data), mas que podia ser diferenciada pro corredor de 5 e de 12km, uma garrafa de gatorade e nenhum tumulto.

Apesar de meio cansado do longão de ontem, corri razoavelmente bem, fechando em 1h02min20seg. (5min11s/km) Se eu não me engano, meu segundo melhor tempo na distância nessa prova. Aliás, cheguei em casa, liguei o computador, entrei no site da Corpore e o resultado tava lá... Mais um ponto pra Corpore. Os resultados não são oficiais porque há uma distorção causada por corredores sem-noção que se inscreveram pros 12k e fizeram só 05km. Nada que não possa ser corrigido com calma, inclusive porque a chegada foi filmada. 

Enfim, uma boa estréia em provas no ano, já que a Meia eu fiz na pipoca, como "observador". E aí fica a questão: o preço mais alto que se paga nas provas da Corpore (e que não é tão alto como outras provas, como o Circuito das Estações ou a Track and Field) vale a pena? Bom, a maior parte das provas da Corpore não são meu alvo nas corridas, já que são curtas, mas eu acredito que sim. O corredor parece ser respeitado e bem tratado como tal, e não desprezado ou visto como um comprador qualquer de um produto "em promoção".

A melhoria da capacitação fìsica com o treinamento constante, ou...

... só treinando pra melhorar! É assim, não tem jeito. Depois de um Carnaval onde o que eu mais fiz foi correr - se eu não me engano foram 43k, a maioria em subida e descida - os treinos continuaram sem moleza. Acabou a base, acabou esse negócio de correr e parar fazer polichinelo ou coisa do tipo. Agora é corrida, corrida e corrida.

E musculação, na quarta e na sexta. O peso tá subindo, 135kg no agachamento (também, são só 3 repetições por série, é força máxima) dentre outras doideras. Mas lógico que também teve corrida. Na quinta os famigerados intervalados com velocidade. Aquecimento de 1km e 3 voltas de 3km a cada 20minutos. Ou seja, se você fizer a volta de 3km em 14, descansa 6, se fizer em 18, descansa só 2... e nessas voltas, variação de velocidade progressiva, com o último quilômetro além do L2, em VO2, na terminologia trilopeana. Minhas voltas foram 14min56s, 14min48s e 14min41s. Tá de bom tamanho, já que na progressão o primeiro quilômetro era mais leve. Total, 10km, de Nike Structure Triax novo.

E no sábado, segundo longão do ano. De mochila de hidratação, pesada, com quase 3kg nas costas, saí pra fazer 24km, em 3 voltas de 08km. O ritmo foi de 5min52/km, em mais ou menos 2h18. Foi puxado, cansativo, doído, como em toda fase de retomada de quilometragem alta. Mas nada de mais a registrar, ritmo bom, "conversativo", de Saucony Glide.

O odômetro tá girando...

terça-feira, 8 de março de 2011

São gualter

Quem foi São Gualter? Pelo treino de hoje ele foi o santo das ladeiras. Hoje foram 12km indo lá do City Boaҫava até a pracinha no final da subida da São Gualter . E pra que? Pra descer de novo e aí depois subir de novo! Coisa de louco... 12 k desse sobe e desce, da seguinte maneira: a cada 10 minutos, a gente tinha que dar uma volta de 1.3 k. Eu demorava entre 6 e 7 minutos. O resto do tempo pra dar os 10, era de descanso. Por isso, quanto mais rapido, maior o tempo de descanso.

A influência do peso foi marcante. Fiz todos os intervalados com o camel back, sofrendo pra cacete na subida. A ultima vez eu fiz sem esse peso: 30 segundos mais rapido nesse tiro de 1.3k, o que e uma enormidade!
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domingo, 6 de março de 2011

Piquenique

E não é que tinha piquenique hoje no Bosque do Morumbi. Eu nem sabia, não li o e-mail direito, sei lá. Boa surpresa, mas se eu soubesse não tinha ido correndo de casa até lá (10km exatos!). O treino foi um sobe-e-desce interminável, fadiga total nas pernas, técnico de subida e descida. Deu 9k, que somados com os 10 km da ida, resultaram em um longo de 19k hoje. Mas cansou como se fosse um de 32... Usei o Salomon X-Wings pra ir readaptando o meu pé pro tênis trail e bolhas apareceram, inclementes, doloridas, mas já devidamente drenadas.

Mas gostoso mesmo foi o piquenique... pão de queijo, sanduichinho, nutella, requeijão, enroladinhos, suco de uva... a gente corre também porque a gente come!

sábado, 5 de março de 2011

Ziriguindum, puf puf.

Carnaval... eu não sou um folião de primeira, não sou chegado num samba, e embora goste de festa, ando mais do que tranquilo, depois de casar com o meu personal bichinho preguiça. Como estou em plantão telefônico no trabalho e o meu bichinho preguiça está em plantão internético, nenhuma viagem. Pelo trânsito das estradas e pela chuva, nem foi tão ruim, tô precisando relaxar um pouco.

Relaxar do trabalho, é claro. Porque na corrida, os treinos são necessários. Estou inscrito no´s Trilhos do Amourol, prova de trail no interior de Portugal, de 39 km, altimetria não muito agressiva, promessa de lindas paisagens e boa preparção para a prova-alvo desse semestre, que é a North Face Endurance Challenge de Salta, na Argentina, na versão 50k. Espero conseguir fazer algumas maratonas brasileiras também, apenas por treino, para outra prova que pretendo fazer, que é o K42 de Bombinhas. Só mato nesse começo de ano. Ainda mais com a inscrição também já feita na primeira etapa do Paulista de Corridas de Montanha, em Paranapiacaba.

Por isso, o treino de quinta, que foi dureza. Primeiro, um trote coletivo de 40 minutos aleatório nas alamedas do Ibira, entremeado por intervalos regulares para atividades de circuito. Um porre. Dói, cansa, mas deve ser bom. Nesse pára e vai, devem ter sido uns 4,5km, pelo Nishômetro (ou seja, chute). Depois, 3 séries de fartlek mais pesado. 3 minutos médios, 3 minutos fortes, 2 minutos fortíssimos, acima do L2 (ou no VO2, na terminologia trilopeana) e 2 minutos trotando no descanso. O problema é que os intermediários eu fiz seguindo Diego, Paulo Elias, Fernando e Ronaldo. Então não teve nada de intermediário, já estavam fortes pra mim. E o tiro de 2min em VO2 então... foi um inferno, me quebrei todo. Nesses 30 minutos foram uns 6 km, também no Nishômetro.

Sexta, musculação. Apesar do cansaço, tô aumentando peso. E no sábado de Carnaval, esquindô, esquindô, olele, fugi do treino no Villa Lobos (tinha teste de 5km...) e fui rodar sozinho no bairro. Foram umas 6 Osvaldo Aranha, fora a ladeira da Bosque da Saúde, pra chegar até lá. Sobe-desce constante, plano só na hora de atravessar a rua. 12,5km em 1h20, não é uma performance memorável, mas a idéia é menos intensidade nesses ladeirões (Nike Structure Triax novo)

E no carnaval tem mais treino...

terça-feira, 1 de março de 2011

Quase abri mão

São Paulo, dia nublado, até meio frio para fevereiro, chove-para-chove-para, e eu "de a pé", já que o carro tá na funilaria. Na hora em que saí para o treino a vontade de ir até o parque, de ônibus, era praticamente nula. Fui porque sabia que se fosse pra casa e inventasse de treinar na esteira ou nas ruas do bairro... não iria treinar de jeito nenhum. Cheguei no parque com a chuva caindo e eu xingando São Pedro. Gosto de treinar na chuva, mas não gosto de tomar chuva com roupa social...

Fui pro treino meio amarrado, emburrado. E então, começando a correr, senti que tava fácil hoje. Se tivesse desistido, teria aberto mão do meu melhor treino no ano. Corri solto, leve, e num treino pesado. Por causa da chuva, optaram por abrir mão do circuito e puxar um fartlek mais forte. 10 minutos rodando antes e depois da série principal, que eram 10 séries de variação de velocidade: 1 minuto e meio rodando em um ritmo que não deveria ser leve, 1 minuto rodando forte e mais 30 segundos na porrada, velocidade mesmo. A série teve 3 minutos portanto. E a gente repetiu isso 10 vezes. Foi punk. Corri muito forte nos 30 segundos de aceleração plena e o minuto e meio de rodagem em ritmo normal não era suficiente para descansar, até porque a rodagem não era leve. A turma foi se desfazendo, desfazendo... na terceira série já éramos só Cassiano, eu, Ronaldo e Geraldo. O pessoal foi ficando, ficando e na sétima série, só tinha eu e o Ronaldo. E no nono, restei eu. No décimo e último, ainda fizemos juntos a série, porque o Cassiano e o Ronaldo deram uma cortadinha numa curva fechada, e rodamos os 10 minutos finais juntos (que na verdade acabaram sendo 8...). Foram 48 minutos e uns 10km. Vale lembrar que o meu recorde pessoal em prova de 10k é 48 minutos! Por isso o treino foi forte!!

Vamos ver como vou estar amanhã, mas agora é só endorfina e sensação de dever cumprido, ainda que molhado. Mais molhado ainda ficou meu Nike Structure Triax velho...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Resumo do mês - fevereiro/2011

117,5 km em 12 treinos de corrida
6 treinos de musculação
8 treinos de circuito
1 série de educativos

domingo, 27 de fevereiro de 2011

As dores do fim de semana

Sem carro, sem poder me locomover até City Boaçava, local do treino de sábado, optei por fazer o treino de força que havia perdido na semana e puxar o longo durante a Meia maratona da Yescom. E o treino de força acabou me deixando com dor na lombar, embora no domingo ela já fosse uma mera lembrança.

O problema é que no sábado à noite os sogros inventaram de fazer pizza. E eu jamais como pizza antes de uma corrida, por conta de seus efeitos no meu aparelho gastrointestinal, se é que me entendem. Mas o que eu ia fazer? Iria numa pizzada para me recusar a comer pizza? Ia ser uma desfeita, ainda mais porque o longo do domingo era só um treino. Arrisquei e torci pra nada der errado. Mas na volta da casa dos sogros já percebia que iria ter problemas.

O domingo amanheceu com duas idas ao banheiro, eliminando uma massa considerável de dejetos. Achei que estaria tudo bem. Fui pra prova de metrô, com o meu camelback barato que comprei em Andorra (2 euros!!) já que sem estar inscrito na prova, beber a água dos inscritos seria uma coisa reprovável. 

O clima que parecia que seria ameno mais cedo, logo se revelou num belo de um sol, e um calor de derreter miolos. Meu primeiro longo do ano deveria ser modesto e tranquilo e eu tentei me manter na casa dos 6min/km. Mas já no Elevado, no quarto quilômetro, o primeiro contratempo: o meu camelback barato também se revelou vagabundo, a cinta peitoral estourou e tive que correr o resto do tempo com o negócio solto, chacoalhando nas costas. Mais adiante, encontro o Paulo Trota e acabo seguindo imprudentemente com ele, em um ritmo confortável de 5min40/km, mas mais rápido do que eu havia marcado para mim, ainda mais naquele sol, com 2 kg a mais nas costas (do camelback) e fazendo o primeiro ajuste de longo do ano. Tava ainda sentindo umas cólicas leves da pizza.

Resultado, quebrei na segunda passagem do Elevado. Ali inexistem sombras, o sol bate forte e reflete no asfalto, tornando tudo ainda mais quente. Foi um inferno, trotei de lá (16º km) até a marca do 20ºkm, quando simplesmente parei o cronômetro e segui andando até o final. Foram 20km em 2h00, exatinhos, de Saucony Glide. E um sofrimento atroz, com cólicas intestinais que me davam vontade de agachar ali na via pública mesmo e me aliviar...

Cheguei na tenda da equipe e o negócio passou. Até relaxei um pouco, fiz massagem, mas quando fui voltar pra casa... minha nossa senhora, o metrô nunca demorou tanto!! Vim trançando as pernas até a minha casa!! E assim passei o dia, entre buscopans, idas ao banheiro e assaduras... e xingando o tempo, que foi do quente esturricador mais cedo para um clima mais ameno à tarde, com uma chuvinha leve, que só causou mais de 50 alagamentos na cidade...

Ricardo José Neif, ou melhor Ricardo José Neis

Esse é o nome do proprietário do veículo Golf preto que fez essa barbaridade aí embaixo:


Em tempo: houve alteração no nome do suspeito pela imprensa. Agora figura o nome de Ricardo José Neis, funcionário de carreira do Banco Central, e que teria fugido do local para proteger o filho adolescente e para não ser atacado pelos ciclistas.

Comentário: Se não tivesse atropelado barbaramente todo mundo antes, não teria que ter esse tipo de temor...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Headache

A semana começou punk. Dor de cabeça esquisita, forte, mas diferente das que eu já senti na minha vida. Não doía com som, com luz, mas quando eu mexia a cabeça. Qualquer movimento mínimo. Para caminhar, então... vixe, a dor irradiava pelo pescoço e descia até os ombros e peito. Um segunda tenebrosa, onde eu só consegui trabalhar porque sou metido a besta. Treinar então, esquece. 

Na terça continuava, mas com menor intensidade. Deu pra ir na fisioterapia e pra treinar, mas foi meio estranho. Não rendi bem. E o treino teve um circuito de pliometria pesado, intercalando com corrida. Um circuito meio estranho inventado pelo Diego, que no Map my run deu por volta de 1,9km. Errei o trajeto no primeiro tiro, mas nos outros acertei, fazendo tempos que giraram em torno de 9min15s, ou seja, 4min50/km de média. Como foram 4 tiros, temos 7,6km. Como teve aquecimento nesse mesmo circuito, dá 9,5km.

Correr me fez bem, durante o treino a dor de cabeça incomodou um pouco, mas depois do treino tinha sumido. E assim está. Na quarta, musculação com direito a acertar o movimento do agachamento. Tive que tirar peso, agora tô fazendo com 90kg (sem contar a barra) e deu no limite. Na quinta, mais circuito e mais corrida. Agora o circuito foi mais leve e o trecho de corrida mais curto. No total foram 6 repetições (contando o aquecimento) num trechinho de 1.35km. Nesse trechinho os tempos variaram de 6min38 a 6min16, ou seja, rodando a mais rápida a 4min32/km e a mais lenta a 4min54/km. Corri bem mais solto. Lembrando sempre que não eram tiros de velocidade plena, mas de ritmo, sem hiperventilar, já que estamos no trabalho de base. No total das contas, 8 km de treino, arredondando pra baixo.

Pior que é tanto número que tá dando dor de cabeça de novo...

Obs: os dois treinos de Nike Structure triax

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Trail no asfalto

Bom, vamos lá: quarta-feira, uma nova série de musculação, de pura potência. Pouquíssimas repetições e peso máximo. Agachamento com 125kg, extensora unilateral com 45kg, o bicho pegou. Não saí nem um pouco cansado do treino, mas na quinta, pra correr... putz, a perna tava pesadìssima. Com chuva, então, parecia que eu não saía do lugar. Com circuito antes, então... dessa vez foi um circuito só, longo, com várias repetições, e 45 minuto de fartlek, 10min/5min, forte-fraco. Rodei 8,5km em 44 minutos (5min10/km), o que indica que o ritmo do forte devia estar mais forte do que o esperado, já no fraco eu trotei bem lento. (Nike Structure Triax novo).

E o título do post. Não, não é porque o Ibirapuera continua recapeando e a pista tá meio bizarra. É porque neste sábado teve treino em Aldeia da Serra. E a cada treino que faço lá tem cada vez mais asfalto e cada vez menos terra. Lentamente os administradores vão asfaltando as estradinhas do lugar, o que deve ser bom para os moradores (e obviamente o interesse justo é deles!), mas ruim para os corredores. Quando comecei a treinar por lá, em 2006 ou 2007, o asfalto terminava logo após a entrada do Condomínio que dá nome ao lugar. Logo após, asfaltaram um bom trecho de uns 2km até a Igrejinha. Ali começa a terra e ainda continua sendo assim. Mas lá no meio, mais asfalto, surgido do nada. Lógico que continua sendo duro, um sobe e desce de cabrito, mas tá cada vez menos trail. Bom, hoje, sem travar o cronômetro nas pausas que fiz para tomar água, e contando ainda o trotinho final, foram 13km em 1h19, o que dá un 6min04/km. Se fosse líquido, seria um pouco mais rápido, já que o Gaspa, com quem corri o tempo inteiro, marcou uma ida de 36min e volta de 37min, para trechos com 6.27km. Foi um treino doído e em que senti muito. Mas fiz... de Suacony Glide.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Histórias de Cruce

Hoje, pra variar, tempo bom pra correr. Chuva, pistas vazias e o asfalto do Ibirapuera aos poucos sendo recapeado. Tá ficando bom...

Foi um treino decente, de circuitos duplos e tiros longos. Feito o primeiro circuito, o tiro era de 3,3 km, progressivo. Deu 16min40s, um ritmo de 5min03/km. Mais um circuito e o segundo tiro, de 4 km, fraco-forte. Saiu 21min cravados, 5min15/km. Foi bom, forte sem exagero, corri gostoso. Como aqueci quase 2km, vou arredondar pra 1,7km e totalizar 9 km.

Mas o mais importante foi reencontrar o pessoal que foi pro Cruce e escutar as histórias deliciosas deles. Um gostinho disso tá no vídeo oficial do 2º dia... o vídeo inteiro é legal (e tem outros para o 1º e 3º dias), mas nesse daí, aos 3min43, aparece um pouco do que foi a prova pros malucos da Trilopez... Boraê, Day!!!


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Pra sempre Fenômeno


Sou novo, 35 anos, mas vi muitos craques jogando bola. Porém gênios, só seis: Zico, Sócrates,  Maradona, Zidane, Romário e, agora, Ronaldo. Porque só me atrevo chamar de gênio quem já encerrou a carreira, quem já escreveu sua história. E o Fenômeno acaba de se transformar em gênio, se retirando do futebol. Não foram tantos gols como Pelé, Romário, ou mesmo Tulio, Dadá Maravilha. Mas a média é alta , a maior parte deles foram feitos em campeonatos de nível alto ou altíssimo e, mais importante que isso, é como foram feitos e em que momentos foram feitos esses gols. 

Chegou a hora. Já tinha chegado em 2010. O Fenômeno não tinha nenhuma condição física. Mas a habilidade dele era tanta que mesmo assim era capaz de entrar em campo e preocupar os adversários. Imóvel, parecendo um jogador de pebolim, sempre atraía dois zagueiros. Afinal, ele também já não era mais "o" Fenômeno em 2009, já estava gordinho, e mesmo assim deu dois títulos pro Corinthians. E em alguns momentos, os lampejos de gênio ainda apareciam, numa letra, num toque rápido, num corte, num corta-luz pro Elias... mas cada vez mais raros, cada vez  mais esparsos. Ronaldo entrava em campo cansado do aquecimento. O esgotamento físico de simplesmente estar em campo era evidente. Corria menos do que o tiozinho do churrasco. 

Dizem que o melhor é sair no auge. O Fenômeno conseguiu isso. Não foi no auge do seu futebol, mas saiu no Corinthians. Lá sentiu o amor e o ódio da paixão corinthiana. E isso é Corinthians. Não há meio termo. O ódio, na verdade é frustração, e o amor é paixão que nunca se esvai. Ronaldo não seria completo como jogador se não tivesse provado esses dois lados da mesma moeda. 

Ronaldo sai dos campos para ser História. Aliás, essa é a diferença dos craques para os gênios. Craques ajudam a escrever a História, gênios são a própria História.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Bosquímanos

Descobri que não somos os únicos Bosquímanos do Morumbi. Outra assessoria estava lá, com um bom número de atletas. É comum encontrarmos um pessoal treinando por lá, mas geralmente são 3 ou 4 malucos, como o Flávio Freire, por exemplo. Além de nós, é claro. Mas hoje estavam lá os caneta marca-texto da Run & Fun liderados pelo Renato Dutra. E quando aparece Run & Fun ou MPR no lugar, o lugar crowdeia, porque é muita gente! Felizmente não houve congestionamento, eles apareceram mais cedo, e nós fizemos os treinos técnicos na rampa do portão. Quando saímos pra rodar eles já estavam terminando.

A rampa do Portão do Bosque do Morumbi merece um destaque. É uma das subidas mais cruéis que eu conheço. A subida em si não tem nada de mais, são 200 metros em um aclive bem inclinado e com um terreno bem irregular, o que a torna mais difícil. Mas não tem nada de mais. O problema é que toda vez que inventam de fazer treino por lá eu tô meio fora de forma. Daí a crueldade... hoje foram 7 rampas daquelas. Subindo e descendo dá 2,8km de queimação nas coxas e falta de ar. E surdez temporária, já que o Paulinho grita o tempo inteiro...
Depois, rodagem no Bosque. É pesado, mas depois de encarar a rampa, tava até plano... Em 45 minutos foram 7 voltas e meia, ou seja, uns 7,7km. O arredondamento é essencial para chegarmos a 10,5km de treino. Somado com o 1,5km de aquecimento, um número redondo: 12km!! Tô quase virando a Yeda com tanto número... ah, sim, fui de Salomon X-Wings, meu tênis trilheiro.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ronaaaaldo!

Homenagem deste blogueiro. Afinal, tô pesado que nem ele... a minha cara durante o treino deve ser parecida com a dele, de exaustão, depois de cansativos 5 minutos de jogo.

Mais uma sessão de musculação na segunda. Academia lotada, verão, tem gente que ainda acha que dá pra entrar em forma até o carnaval, enfim, todas aquelas coisas típicas de academia... na terça, um treino bom com a turma do Fred. 3 circuitos longos entremeados com 2 tiros de 750 m e uma última volta de 5km. Total do dia, 6,5km, de Nike Free. Na quinta, um treino em que me senti o próprio Ronaldo. Também foram 3 circuitos. Só que os tiros foram de 2km e a última volta, de 3,5km. Total do dia 7,5km, de Nike Structure Triax. Esses estímulos curtos com circuitos é tudo o que eu não gosto de fazer. A corrida sai torta, cansada do exercício e ainda tem que ser forte porque é curta. Como é base, espero que em longo prazo isso seja bom. Mas a curto, tem me feito correr que nem um marreco. E sem treinos longos, a coisa tá ficando complicada pra minha resistência. Ou seja, por enquanto tô ficando lento, pesado e com pouca resistëncia. Como o homenageado do post...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Tentando manter o ritmo

A semana começou difícil, mas completei bem o ciclo. A base é sempre complicada, é difícil treinar com as pernas pesadas. Na quinta-feira, o treino no Ibira foi bem razoável. Circuito e fartlek com 3 séries de 5 minutos leve e 10 minutos progressivos (a cada 2 minutos). Nos 2 minutos mais fortes fiz bastante força, e com todos os cotovelos do circuito do Ibira, estimo ter rodado uns 8,5km, de Nike Free. Na sexta, musculação. Tô pegando cada vez mais pesado, tá saindo 90kg no agachamento com barra livre, mas na cadeira extensora senti uma fisgada na coxa direita. Felizmente só fisgou e parece não ter acontecido nada, tô correndo normal. No sábado, o treino foi na Praça Vinícius de Moraes. Vários educativos de subida e descida e 5 voltas na praça. Essas 5 voltas dão 7,5km, mas somando aos educativos chuto mais 8,5km, de Nike Structure Triax novo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Resumo do mês - janeiro/2011


11 treinos de corrida, com 104km.
7 séries de musculação
5 treinos de bike, com 2 rolos de 1h15 min e 84 km rodados
1 série de educativos.

Típico registro de base!

Início de semana pesado

Pesado mesmo. Pedalei no rolo na segunda-feira por falta de tempo. O problema é que faltou disposição também. De qualquer maneira, 30 minutos, uma poça de suor enorme no chão e uma minutagem que entra pras estatísticas do mês de janeiro...

Na terça, de manhã apareci na musculação. Pesaado... série nova, ramela no olho, o bicho pegou. Mas fiz, de um jeito ou de outro. Aí pra fazer circuito e corrida à noite (Nike Structure Triax velho) foi punk... era uma série de 3 exercícios de core seguida de corrida de 800m. Fizemos isso três vezes. No final da última, o Gabriel liberou a gente para um fartlekão progressivo, pelas minhas contas, um 4,1km finalizando em ritmo forte. Foi difícil, tava pesado, fiquei pra trás... mas fiz. Assim, o mês começa com 6,5km + circuito. A distância percorrida é pequena, mas o esforço foi bem alto, especialmente porque tô todo travado...