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domingo, 4 de agosto de 2013

Golden Four São Paulo 2013

Não, não estava no planejamento. Nem remotamente. O máximo cogitado era fazer parte do meu treino pelas ruas onde a Golden Four passaria, já que nesses treinos ultra longos é normal que eu acabe mesmo passando pela região do Villa Lobos e Jockey. Mas na quinta, no dia da fatídica contusão no cúceps (algum músculo da bunda, possivelmente os isqueotibiais), tinha justamente acertado com o Gabriel que iria correr com a inscrição de uma menina que não iria mais (sem dramas de consciência, já que, obviamente, não tenho performance pra brigar por classificação por faixa etária ou coisa do tipo; a Patricia Bellintani "ficou" com a 32ª colocação na faixa etária e na 2.349ª colocação no geral...). E agora?

A maré não tava pra peixe. No sábado, o treino "teste-do-vestiário" até que tinha ido bem, mas à noite fui assaltado num farol e tive que trocar o jantar de massas com os amigos pelas diversas providências de cancelamento de cartões-delegacia-mudanças de senhas do celular. E logicamente rolou uma sensação ruim, uma baixa na motivação. Pensei em não ir, mas no final das contas me forcei a ir, imaginando que ia ser melhor fazer uma coisa que gosto muito, ao invés de ficar remoendo essa merda de assalto onde, em perspectiva, até tive sorte, já que ninguém saiu machucado, apesar do susto de ter uma arma apontada para você.

E acabou sendo bom mesmo. Porque a Golden Four, além de tudo, é uma prova em que todo mundo vai, encontrei vários amigos por lá. Larguei com o Frotinha, a Flavinha (Frotinha de pacer pro primeiro sub 2h00 da Flavinha), a Etienne e o Serginho Rocha, que estava com sua Go Pro filmando a prova e pegando matéria para o Corrida no Ar.

E com o Bruce Willis de Jundiaí passei os 13 primeiros quilômetros, conversando, rindo, falando besteira, relaxando. Como ele estava filmando, o ritmo não era rápido mas, previsivelmente, os iniciais 6min/km rapidamente começaram a baixar... 5min45, 5min20, 5min00... uma média de 5min10, que estava confortável para nós conversarmos, mas que começaram a incomodar a bunda.

Eis que encontro o Comandante Bruno Gelmi e sua camisetinha do Galo Mineiro. Ele tinha saído num ritmo mais forte e agora tentava manter um pace honroso, mas já diminuindo o ritmo. Resolvi ficar de pacer do Bruno e deixar o Serginho seguir adiante. E nisso fui tentando levar o Bruno abaixo de 6min/km (em algumas parciais não consegui, ele estava bem cansado) até o final. Nesse pace mais tranquilo para mim a bunda deixou de doer e o fim da prova foi bem tranquilo, fechando com 1h55m40s, um tempo ruim se pensar nas minhas meias anteriores, mas bacana, porque o músculo bundal acabou resistindo bem, mesmo tendo sofrido uma contratura 3 dias antes. O Brunão, por pouco, mesmo com a quebradeira no final, não baixou seu tempo, fechando em 1h58 (a diferença é porque larguei bem atrás).

Nike Free no pé. Primeira vez que corro mais de 20km com um tênis tão leve


E falando da prova em si, estava ótima para correr. Tava bem frio - tanto que fui de calça - e no ritmo mais leve que fiz isso acabou sendo ótimo, porque não aqueci muito o corpo. A prova teve alguns pequenos erros (acho que duas marcações de quilômetro um pouco erradas), estava bem cheia (cerca de 5.000 pessoas), mas a organização mandou bem no restante. O traçado também mudou em relação ao ano passado, e ficou mais rápido, já que sobrou só um único cotovelo dentro da USP. E por conta disso, muita gente baixou tempo nessa prova. Abastecimento impecável como sempre e recorde das Golden Four, com um queniano chamado Mutai (Mutai deve ser Silva no Quênia), fazendo 1h03m41.

Por fim, o vídeo da cobertura da prova, em que faço uma apariçãozinha rápida por volta de 1min40:





O bundceps

Rotina de treinos: segunda, 22 de julho, musculação. Na terça-feira chegou a frente gelada que bateu recordes de temperatura, fez nevar em Curitiba... num Ibirapuera beeem frio, fizemos exercícios e rodamos 50 minutos, algo em torno de 08km (Skechers Go Run). Na quarta, rodei aqui no bairro e foi um treino sensacionalmente gostoso. Foram só 45 minutos, sem compromisso com quilometragem (algo em torno de 7km (Mizuno Prorunner), com muita subida e descida), mas me senti excepcionalmente bem, mesmo numa noite gelada e chuvosa. 

Na quinta, só eu e o Voka no Ibira. Estímulos e voltas de cerca de 2,5km, com várias rampas do banheiro. Tudo ia bem até a terceira série, quando na aceleração curtíssima de 20 metros, o estalo na bunda... a mesma contusão que senti em Barcelona, brincando de desafiar o Usain Bolt no Museu Olímpico. Só que, deste lado, na banda direita. Continuei o treino moderadamente, com o corpo aquecido parecia só uma puxada. Mas quando cheguei em casa... na sexta eu mal conseguia andar. Contratura muscular! O pior é que eu tinha pegado naquele mesmo dia a inscrição da Golden Four de uma menina que não ia mais. Tava planejando fazer o meu treino longo com uma G4 no meio. E agora? De qualquer forma, 10km (Nike Free)

No sábado, arrisquei rodar com a equipe no Ibirapuera, um treinão coletivo de promoção de uma loja, coisa leve. Fui de mochila e rodei os 10km em uma hora (Mizuno Prorunner). Sim, a bunda doía, mas era possível correr sem maiores problemas. Era ruim apenas na hora de forçar um pouco mais a velocidade. 

A G4 é uma outra história, um outro post, mas meu treino longo foi só a prova e foi legal, a contusão me ajudou a não inventar de querer baixar tempo e acabei fazendo uma prova onde corri o tempo todo ao lado de amigos. 

Por causa da bunda, deixei de lado momentaneamente a musculação. Por isso, o próximo treino foi na terça, 30 de julho. Por conta da Golden Four, foi um 50 minutos rodando bem levinho mesmo, cerca de 7.5km (Skechers Go Run). E na quarta, o último treino do mês, mais um testezinho. Mochila nas costas, 50 minutos de esteira a 12 graus de inclinação, caminhando de Mizuno Prorunner, deu uns 4,5km, complementado com um sobe-escadas no prédio. A bunda ainda doeu um pouco a cada degrau, mas aparentemente já tá tudo bem... 

domingo, 21 de julho de 2013

Renishizando

Aos poucos a gente vai voltando à rotina de treinos duros e descansos... duros também. 

O descanso de 12/07 foi duro. Porque foi um descanso forçado, trabalhei um pouco mais do que queria e não treine, na verdade, porque não deu tempo. Mas no sabadão fui pra USP. Inventei de botar uma anilha de 4kg pra fazer peso na mochila (uns 6,5kg no total, se contar os 2 litros de água, o peso da mochila, géis, celular, carteira, chave...). Foram 3h30, 26km (Mizuno Prorunner), subindo e descendo a biologia (7), a química (3) e umas voltas no bosque da Física (2). E a porcaria da anilha ficou batendo nas costas e me fez um shiatsu forçado nas costas... 

Domingo: 1 hora rodando no sobe e desce da Bagiru. Fui até lá e voltei de bike, então somo uns 09km corridos (Skechers Go Run) e 35km de bike com muuuito tráfego na ciclofaixa. Segunda: musculação. Terça: até fui treinar, mas... fiquei fazendo entrevistas pro Pangaré também é gente com o pessoa da assessoria do Jorginho e... perdi a hora, não treinei. Quarta: 40 minutos bem lento no sobe-e-desce do bairro (6,5km - Nike Free) e um fim de treino com a escadaria do prédio. Quinta: não inventei de entrevistar ninguém e fui pro treino de verdade. Circuito de exercícios e rodagem com rampas da Bienal em aceleração, sem pausa, durante 1h05min. Vi pontinho preto no final do treino, tentando acompanhar o grupo (todos com performance semelhante à minha quando estou no auge, situação que NÃO é a que acontece agora), mas fiz. Nessa brincadeira toda a rodagem girou mais ou menos uns 09km (Mizuno Levitas)

Sabadão, novo treino longo, dessa vez 04 horas e eu desencanei da anilha. Além do shiatsu involuntário, não devo carregar tanto peso assim no Half Misión. Saí de casa, fui até a USP, socializei um pouco na Trilopez e no Branca, sobe biologia aqui, sobe química ali, achei umas escadas perdidas em algumas faculdades, fui atacado por dois cachorros dos vigias, e voltei pra casa. 32km de Mizuno Prorunner. Cansaço, tendão de aquiles direito inflamando um pouco (gelo aliviou na hora), mas sem estar extenuado. Bom. E no domingão, fui fazer compra no supermercado, a pé. 7km em 44 minutos, de Nike Flex (testando pra ver se dói o pé de novo. Não doeu).

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Apertando os parafusos

Ciclo iniciado, a primeira fase, ainda subindo volume, não tem sido tão ruim. Mas as dores começaram a pipocar aqui e ali...

Musculação em 01/07, com a série que gera efeitos por três dias (passo os três dias seguintes dolorido). Treino na terça com repristinação de fortalecimento, com circuitos de exercícios e voltas com subidas com estímulo de progressão em inclinação. Foram mais ou menos 08km em 50 minutos, e teve o aquecimento de 2 km, pra somar 10km no total, (Nike Free). Quarta fiz os treinos de tiros de 1km intercalando forte-fraco em esteira. Um saco. O mais forte dos fortes saiu a 4min20, o mais forte dos fracos a 4min55. Com o aquecimento, 11,5km de Mizuno Levitas para a conta. Na quinta não consegui treinar e na sexta fiz uma série de musculação inesquecível, porque logo depois da série a musculatura da lombar pinçou um nervo e eu fiquei, literalmente, descadeirado e manco.

Mesmo todo ferrado, tentei e consegui fazer o treino de sábado, um longo não muito longo, de 16 km de rodagem, com mochila pesada e Mizuno Prorunner nos pés. Mas domingo não deu, e na segunda, o planejado treino acabou indo pro beleléu, embora tenha conseguido fazer uma musculação leve, ainda sentindo a lombar. 

Na terça de feriado em São Paulo, fui à pista de cooper do Ibirapuera, puxando uma série de tiro leve de 3,6km e tiro forte de 1,5km. Duas séries dessas, mais uma rodagem de aquecimento e desaquecimento deram 12km de volume no Skechers Go Run. Na quarta, rodei cerca de 50 minutos no sobe-e-desce do bairro, com a mochila nas costas, além de subir a escada do predio em complemento, um volume de cerca de 08km no total. E na quinta, mais treino de circuito, com exercícios entremeados por rodagens no plano e estímulos nas subidas. Aqueci 3,5km (rodei 1,5km antes do treino e mais 2km de aquecimento "oficial") e nessa brincadeira de circuito aqui e ali, foram pelo menos 08km, totalizando cerca de 11,5km no Mizuno Levitas.

Pelo menos a dor nas cadeiras diminuiu. Tô com uma canelitezinha leve aqui, um incômodo no velho tendão ali, as pernas meio travadas... mas no geral, na sensação orgânica, tudo indo bem, especialmente após a organização da Mont Blanc ter, finalmente, colocado os 80km de Campinas como qualifying.


sábado, 29 de junho de 2013

Pies descalzos

Ou quase. Shakira que o diga. Depois da primeira experiência com o Levitas veio a segunda, a terceira... por enquanto, tudo ok.

Na sexta-feira, 21 de junho, rodei mais um pouquinho com o Levitas, fui até a academia correndo com ele, dá uns 4km na ida-e-volta, com subida e descida. E lá puxei a série de musculação, que foi muito mais dolorida e traumática do que rodar com um tênis amortecimento quase zero. No sabadão, a volta à USP depois de tanto tempo. Mata-borrão nos pés (ou seja, o Skechers) e 1h30 rodando tranquilo, readaptando um pouco o corpo para um volume um pouquinho maior, cerca de 15km. Na segunda, mais musculação, com uma corridinha leve de 2km para aquecer (Levitas de novo, mas nem conto como treino de corrida) o corpo. 

Na terça, um primeiro teste de Levitas um pouquinho mais puxado. Fizemos um fartlek consistente em séries de 5 minutos. As ímpares vinham com 3 minutos em ritmo de rodagem, com 1 minuto de trote e outro de caminhada. As pares eram feitas com 3 minutos em progressão (a cada minuto) e o mesmo minuto de trote seguido por outro de caminhada. As séries se repetiram 4 vezes cada uma, no total de 08 (ou seja, 40 minutos) e tiveram 5 minutos antes e 5 minutos depois de trote, totalizando 50 minutos, ou 8,5km nas minhas contas. Com os 2 km de aquecimento deu 10,5km no total. A série foi leve, mas não tive nenhum problema com o tênis, foi bem gostoso correr com ele.

Depois disso dei um descanso pra ele. Na quarta foram 55 minutos levemente rodados com o Mizuno Prorunner (8,5km de novo) aqui perto de casa, com direito a uma passada na padaria e finalzinho do treino equilibrando os pães na sacola. Na quinta, mais um treino de qualidade, com 3,5km rodados na volta mais alongada do Ibira e, depois, no mesmo ritmo, dando um rolê por um circuitinho descendo a rampa do banheiro, voltando pela Sabesp e subindo a Bienal duas vezes. Em 59 minutos, estimo conservadoramente ter feito uns 10km, que somados ao aquecimento dá 11km no total. Nessa estreei o Nike Free 3.0 novo, que também foi bem.

Por fim, e fechando o preguiçoso mês de junho, o primeiro longo do ciclo: 2h30 na USP, com a mochila pesando uns 6kg, e caminhando nas subidas. Além disso peguei o meu tênis mais pesado, o Mizuno Prorunner. O ritmo foi bem lento, e o começo foi bem complicado, tava pesado demais, sô! Mas depois deu uma estabilizada. Com essa intercalação corrida e caminhada, deu 20km, praticamente 7m30/km, bem lento mesmo. Mas era essa a intenção, já que subir quilometragem e ainda forçar muito aumentaria exponencialmente o risco de lesão. Aparentemente tô bem, então... que venham os próximos, muito mais doídos!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Minimalmente

Testando um minimalista pela primeira vez, peguei o Mizuno Levitas que ganhei num concurso cultural e que chegou em casa durante minhas férias e resolvi experimentar, pegando leve. Subi na esteira do prédio e rodei uns 35 minutos, inicialmente bem devagar, subindo a velocidade aos poucos até chegar a 5min/km. Ao contrário do que esperava, não foi algo de outro mundo. Talvez porque já esteja acostumado com tênis leves e de pouco amortecimento, como o Mizuno LSD, o Skechers e os Nike Free, não me senti em um outro mundo. O zero drop não me afetou aparentemente, embora a passada estivesse naturalmente mais curta e rápida. 

Percebi ainda que usava efetivamente os dedos do pé, levantando-os e usando-os para tracionar, que é o que a gente faz quando corre descalço na praia, por exemplo. Mas terminei a experiência tranquilo, sem nenhuma dor ou sentindo algo diferente. Lógico que a quilometragem foi baixa (cerca de 6,5km), o ritmo tranquilo e ainda foi em esteira, que por si só é amortecida, mas inicialmente me parece que existe boa possibilidade de adaptação a esses tênis. De mais a mais, achei o tênis muito legal, superleve, como não poderia deixar de ser, mas a sola é um pouco menos flexível que a do Nike Free, o que me surpreendeu, pois achava que seria algo extremamente mole. Não é, mas isso não interferiu na corrida, acho. Tenho um outro minimalista que comprei na viagem, um Skechers Go Bionic. Quando estiver mais adaptado e quando usá-lo, talvez mude minha opinião.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Corre québécois

Nas férias em Québec, até deu pra correr dois diazinhos. Interessante pra sentir a vibe run da cidade, onde, aliás, o que não faltava era gente correndo. No meu olhar de corredor, algo natural, já que a cidade é extremamente convidativa, com os seus inúmeros parques, trânsito tranquilo, ruas largas e sossegadas...

No primeiro dia, uma terça-feira, saí da casa da minha irmã, desci em direção à Boulevard Champlain pela Gilmour Cote e continuei até as pontes que ligam a Levis, numa ciclovia/via de pedestres excelente. Tava um vento do cão e um friozinho que me inchou os brônquios, e senti isso bem na hora da subida íngreme da volta. 50 minutos, algo em torno de uns 8,5km, acho.

E no outro dia em que corri, sexta-feira, o clima estava igualmente frio, mas ensolarado, fim de tarde bacana. Sai para rodar no Parc du Bois du Coulonge, dei toda a volta e fui pro Parque vizinho, o Champs de Bataille (Battlefields Park), onde dei umas voltas no Zerão em frente ao Museu e depois voltei pra casa. 1h05, uns 11km e um banho quente rapidinho, porque o solzinho gostoso já tinha ido embora! E em ambas fui de Nike Free run, meu único tênis na viagem, então era ele ou ele...

Resumo do mês - maio/2013

105km em 13 treinos e 7,5km em 1 duathlon = 112,5km
4 séries de musculação
50 min + 20km de bike

Fim de maio

Maio foi uma feira. Ou melhor, uma xepa, fim de feira total, mais esperando férias do que qualquer outra coisa. 23 de maio foi o dia da avenida... lotada. Cheguei, treinei num ritmo meio tartuguento, 08km de rodagem aleatória no parque, com algumas rampas, calçando o Nike Freerun. Sexta foi "perdida" no trabalho, sábado rodei 10km na USP sem muito compromisso, 55 minutos (Mizuno Prorunner). A última semana antes das férias foi mais lamentável ainda. Terça foram 05km na esteira, dando uns tirinhos curtos, de Skechers Go Run, quarta puxei musculação e rodei mais uns 3km também de esteira, só pra dar um voluminho a mais (Nike Freerun) e na quinta, feriadão, saí de casa e fui até o Ibira correndo, voltando na mesma toada, uns 14km em 1h25, de Mizuno Prorunner, bem tranquilo. Depois disso, nada más e praticamente encerro o meu "ciclo-sem-ciclo" pós Campinas, já que nas férias correr vai ser algo bem eventual...

domingo, 19 de maio de 2013

Novos registros de treinos: 07 de maio, terça-feira: rodagem num circuito com duas rampas da Bienal, durante 1 hora mais ou menos. Deu uns 11km no total, de Mizuno Prorunner. Quarta de musculação e sexta de rodagem no bairro, 40 minutos da volta do quarteirão da Bosque da Saúde, sobe-e-desce constante, cerca de 07km, de Nike Alvord Azul. Os encaixes de treino "quando dava" jogaram minha rodagem de fim de semana pro domingo, onde fiz 10,5km em uma singela horinha, de Nike Free Run. 

Na terça, 14 de maio, tiros! 3 tiros de 2,5km, de rodagem média e aceleração no km final. Os três sairam em 13m14s, 13m16s e 13m20s, mas a sensação de cansaço foi bem progressiva. Pra quase igualar os tempos, quase morri!! Com aquecimento, deu 8,5km, de Mizuno Prorunner. Quarta de musculação com série e dores novas, e sexta, o que deu pra fazer foi montar no rolo e pedalar 50 minutos. No sábado, rodei 10km na USP, em ritmo tranquilo, 58 minutos, mas contando as pausas para xixi, subida de Biologia e conversinha rápida com o Edu no ponto de água (Skechers).

A musculação de segunda, 20 de maio, foi fueda. Depois da série de pliometria com 20 saltos em sequência vi tudo ficar meio preto, o mundo tava desligando e... vixe! Melhor deixar os abdominais de lado, acho que o agachamento foi puxado demais! Na terça, quatro tiros de 2 km. O primeiro em ritmo leve (11m30s), com pausa de 1 minuto. O segundo começando no mesmo ritmo do primeiro, mas acelerando no 2º km (9m50s), com pausa de 1m30s. O terceiro foi inteiro puxando no mesmo ritmo em que terminei o segundo (9m25s). E o quarto começando nesse mesmo ritmo, mas acelerando no final (8m55s). Uma boa progressão, mesmo com a lombar um pouco dolorida da musculação e o tendão de aquiles ainda doendo: 8km de Mizuno Prorunner.

Eco Duathlon Guarulhos 2013

O que eu tô fazendo aqui? Sim, já fiz essa pergunta pra mim mesmo várias vezes durante as provas, mas dessa vez era real. O que eu estava fazendo, num domingo de manhã, em Guarulhos, levando minha bike-totica de rodas 650 (certamente a única da prova) para uma transição? Pedalar nunca foi exatamente a minha, mas pedalar com transição era algo que realmente... deixa pra lá. O que sei é que o Paulinho Lacerda participava da organização da prova e eu achei que deveria prestigiar. 

5km correndo, 20km pedalando e 2,5km correndo de novo. Ou seja, duas transições e três tiros curtos e fortes, tudo o que um corredor de longas distâncias não costuma fazer... em especial nessa fase de baixo treinamento e alto percentual de gordura. Mas se é justamente nessas fase que eu costumo entrar em provas diferentes para me divertir, não poderia reclamar, né?

Trilopez reunida no aquecimento
Arrumei tudo do jeito que achava certo na transição, aquecemos e fomos para a largada. Saí a 5min/km, um pouquinho mais lento do que meu ritmo de cruzeiro pra distância, e todo mundo me passava... mas quando estabilizei nos 4min30/km, mais aquecido, até passei um ou outro, o que não adiantou muito já que na transição da bike foi aquela lerdeza. Todo mundo no automático, tira-tênis-capacete-na-cabeça-sapatilha-no-pedal-pé-encaixando-em-movimento e eu lá, botando capacete do lado contrário, sapateando com as sapatilhas no pé até a saída, e rodando meio quilômetro a uns 3km/h até conseguir clipar no pedal.

Pisada de capa da Runner´s World, entrando de calcanhar... 
Mas clipado não melhorou muito não. Meu pedal full é ligeiramente mais rápido do que um queniano correndo com as próprias pernas. Duro foi ser ultrapassado por uns MTB, que largaram 10 minutos depois. Mas surpreendentemente eu não era o último da equipe, se é que isso serve de consolo...

Pedala, Nishinho!!
43 minutos depois, fechei os 20km, com algumas poucas ultrapassagens, praticamente zero de vácuo (era liberado, mas difícil achar alguém do meu ritmo), e tomando volta de muita gente! Aí, nova transição, enrosco pra desclipar sapatilha, desmontar da bike, botar tênis de novo e sair pros 2,5km de corrida. Eu estava de novo no "meu território", mas sair pra correr depois de pedalar me fez me sentir bem "estrangeiro". Corria todo duro, todo travado, pisada curtinha... na verdade, quando tava quase conseguindo voltar a correr que nem gente, embora cansado, os 2,5km terminaram. Foi rápido mas demorou pra caramba, entende?

Não peguei os tempos justos, mas foi algo do tipo 23 minutos de corrida, 43 minutos de pedal e 12 minutos de corrida de novo. 1h18 de "líquido" e uns 3 minutos de transição, pra totalizar 1h21. Missão cumprida! E o primeiro duathlon da vida. Eu já nadei, nadei e corri, corri e pedalei, só pedalei, só corri... só falta juntar tudo pra virar triathlon, mas acho que isso vai ser difícil, pelo menos no meu ritmo de vida atual, por falta de tempo. Uma pena, porque até acharia legal a sensação de competir sendo ruim em três esportes, e não só em um!!


E embora não manje muito do assunto, achei a prova bem legal, organizada, gostosa e de ótimo astral. Talvez faça a segunda etapa, talvez não, mas foi bacana!

sábado, 11 de maio de 2013

Ultrapouco

Feriado de 1º de maio e apesar do tendão, deu pra ir na academia aproveitar o dia livre e puxar uma série de musculação e rodar 40 minutos na bike spin, além dos 4 km rodados indo e voltando correndo até lá (Nike Free). Na quinta resolvi não forçar o tendão e peguei a sexta para rodar pouco volume e mais velocidade, na esteira mesmo. 7 tiros de 1min30s, 5 tiros de 1min, acelerando progressivamente, com pausa ativa de 1min. O primeiro saiu a 4min15/km e o último a 3min/km. Sprint, né, porque foi curtinho. Deu pra suar, nesses 6km. (Mizuno Prorunner)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Resumo do mês - abril/2013

133km em 14 treinos
4 treinos de musculação
40km + 30 min de bike

Bolinha

Engraçado como demora um pouco pra comida fazer efeito... vamos dizer, cinturo-circunferencial. Não voltei exatamente redondo da sessão empanada das férias, mas agora, passadas algumas semanas... todo aquele excesso se consolidou num acúmulo vergonhoso. Continuo treinando, mas sem muito foco e como não tenho me esforçado na dieta, a coisa tem ficado bem redondinha...

Vamos aos registros de treinos: quinta-feira 11 de abril foi dia de rodagem tranquila. Que fiz à base de 50 minutos, uns 8km, calçando os Skechers. No sábado 13, dia de chuva e USP vazia, corri com Gaspa, Neto e um corredor novo, que ia fazer pela primeira vez um longo de 16km, em preparação para a primeira meia. O ritmo foi tranquilo, conversei sobre sorvete e... no final, puxei esse rapaz novo que tava feliz da vida com os primeiros 16, feitos direitinho, negativando ritmo, em 1h26, de Nike Free Run.

Abri uma nova semana na segunda com um fartlek com o Ono, a Edith, a Bia e o Sidirlei. Quebrei, os 4 tem marcas melhores que as minhas e ainda estão em plena forma... 1 hora, 11km (Skechers). Terça teve musculação e na quinta 18, outro treino forte, rodando 2,5km em ritmo médio (4min50/km) e com 5 rampas do banheiro em aceleração, durante 1 hora. Dessa vez não quebrei, mas foi bem difícil acompanhar o Sidirlei, a Edith e o amigo do Paulão (esqueci o nome dele, mas o moleque estreou em meias igualando o meu melhor tempo, ou seja, mais um pra me deixar pra trás...). Total de 12km,  calçando o Nike Free Run.

No sabadão, mais uma vez servi de guia para outro novato, um triatleta do interior que está voltando, ainda acima do peso. Puxei 11 km com ele, ensinando a volta de 08km e a volta do CEPE, num ritmo bem tranquilo, na casa dos 6min/km. A volta final fiz acelerando, a 4min25/km, e como muita gente só me viu nessa volta, ilusoriamente acharam que eu tô correndo pra caralho... rs... justamente o oposto!! Depois, rodei mais 20km de bike (Skechers).

Segunda feira, 22, mais uma semana. Mais treino esquisito, sem foco. Foram 09 tiros na volta de 900m, fraco-médio-forte. Os fracos na base de 4min40. Os médios entre 4min20 e 4min05. E os fortes entre 3min45 e 3min40. Tô mais lento do que no começo do mês, a aerodinâmica abdominal começa a fazer um efeito drástico (10km com o aquecimento e trote final, Skechers), mas o tendão de aquiles voltou também a incomodar. Na quarta, um fartlek de 10min médio, 5min forte, durante 1 hora. Nesse treino, como há muito tempo não fazia, deixei o pessoal pra trás. Até o Ono, o que me surpreendeu. Mas foi só um dia de treino bom, não dá pra me iludir. 12km com o Nike Free Run. Mas nessa semana o que doeu mesmo foi a nova série de musculação, que só fiz na sexta. Ainda bem que tive evento da Mizuno no sábado e não teve treino, porque mal tava andando...

Achei que ia tirar a nhaca no domingo, mas me enganei. Corri horrivelmente, ainda com dores, mas sentindo também o clima seco e um cansaço de pouco sono. 10km em 58 minutos e estava incrivelmente esgotado (Nike Free Run). Ainda encontrei pique pra rodar 40 minutos de bike no rolo, mas foi absurdamente cansativo... ainda bem que o Corinthians ganhou pra garantir o domingo esportivo!!

Por fim, o último treino do mês foi... uma nhaca também. Eram seis tiros bem puxados na volta de 900m do Ibira, com pausa de 2min30s. Estreando o Mizuno Prorunner que ganhei. Ou seja, tinha que doer. O primeiro já saiu a 3m40s. O segundo, 3m34s. E tava indo bem, até que... no terceiro tiro, mais rápido até que o segundo, senti o tendão, o velho tendão do pé direito. Nada demais, dava pra continuar mas... pra que? Pra que correr o risco de agravar uma lesão pequena sem motivo? Não estou treinando para nada, para que forçar. E assim, o último do mês teve meros 3km. Pelo menos deu pra sentir que o Prorunner, apesar de ser mais pesado e alto do que eu gosto, é bem rápido, tem boa resposta. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sempre a mesma coisa

Volta de férias é sempre um treco esquisito. Você volta cheio de vontade de correr, mas algo não tá lá. É a pulga que te pica lembrando que você tem uma prova a fazer. A disciplina mental não é a mesma. E aí os treinos ficam meio irregulares. Eu não tenho nenhuma prova por perto, por isso fico meio "perdido" nessa história de motivação. Corro porque gosto, mas fico sem sangue nos zóio.

Na segunda 01 de abril, não é mentira: 50 minutos leves, coisa de 8,5km (Skechers). Terça de preguiça, quarta de musculação, quinta com um rodado estranho (porque cheguei atrasado), com séries de 2,9km + 3 rampas de Bienal. Fiz duas séries e meia em 55 minutos, o mesmo volume do pessoal mais forte que eu e que fizeram em 1 hora (portanto, mais lentos). 9,5km (Mizuno LSD). Sexta de preguiça (na verdade, muita coisinha pra resolver fora das corridas) e no semilongo de sábado, um problema: dores estomacais. Rodei 08km em 43 minutos (Nike Free Run, estreando) e parei, meio mal. Mas estava com a bike no carro, então rodei 45 min com a speed, na ridícula média de 26km/h (20 km) e a sensação que sou mais rápido com a MTB, além das dores bundais. Ô banquinho duro, ô bike dura dos infernos!

Segunda-feira rodei 30 min de spin, puxei a musculação e ainda fiz uma aceleração na esteira, coisa rápida de 2km progressivando (no final tava a 3min45/km) pra esticar um pouco as pernas (Mizuno LSD). E na terça um treino de tiro que até acho que foi bom, considerando que tive que lidar com a asma que me pegou (sei lá, a temperatura baixou nesse dia). 08 tiros de 900m, com parciais de 4min06, 3min35, 4min07, 3min40, 4min05, 3min47, 4min02 e 3min50. O que atrapalhou realmente foi a respiração, tanto que os tiros lentos, no limiar anaeróbico, em que o débito de oxigênio era administrável, saíram fácil. Mas quando ultrapassava o limiar, a asma atacava e ficava difícil acelerar, como é visível pela progressão dos tempos dos tiros rápidos. Enfim, 09km pra conta, com aquecimento (Nike Free run)


Resumo do mês - março/2013

Após a Ultra de Campinas e após as férias, voltei ainda em março para registrar um último treino no mês: 14km em 1h10, de Skechers, puxando o Franklin. Nada mal, talvez seja o oxigênio da altitude da Argentina...

Março foi assim:

124km em 08 treinos
80km em uma ultramaratona
Total: 204km

1 série de musculação

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ultramaratona 50 milhas Campinas - 2013

Lá fui eu pra Ultra 50 milhas de Campinas. A estratégia era simples: ir devagar no começo e me preservar para aguentar firme a segunda metade da prova, sabendo que as piores subidas estariam entre o 20º e o 60º km e prevendo a possibilidade de bastante calor, algo comum na região.

Prova bastante "corrível", na maior parte do tempo em estrada de terra (99,8% estrada de terra, 0,1% asfalto, 0,1% single track) e dá pra fazer em umas 10, 11 horas. O problema é que eu não acordei bem e logo que comecei a correr senti um calor excessivo, batimento cardíaco muito alto pro ritmo leve que vinha mantendo. A primeira urinada indicou o problema: mijei coca-cola, urina escura, os rins estavam meio ruins, sei lá porque. Não estava me sentindo 100%, mas não tinha nenhum problema maior, só que a prudência me fez diminuir ainda mais o ritmo (de leve para mais leve ainda). Pior, o pé direito doía muito no dedão e por causa desse problema no rim, eu não tomei nenhum remédio, nenhum antinflamatório.

A "sorte" (na verdade azar dele) era que o Gustavo Abade também não estava bem por causa do resfriado dele e fomos os dois, junto com um outro atleta do Branca, André Zumzum nessa toada levíssima. Algum alívio veio no posto do km 32, onde deu pra tomar uma ducha e beber uma coca-cola, além de encher a cara de isotônico e água de coco, mas mesmo assim ainda me sentia com calor. A temperatura não estava alta (no máximo, 29 graus), mas tava muito abafado. Mesmo assim a estratégia de se poupar tava dando algum resultado e a urina tava saindo mais clara, embora pouca.


O Gustavo abandonou rapidinho os bastões...
No posto de retorno, km 41, uma decepção: não tinha água. Voltamos praguejando, mas 2 km mais adiante, possivelmente avisado pelo pessoal, o organizador da prova, o Fernando Nogueira, apareceu de carro com o líquido salvador. A partir daí o Gustavo, já se sentindo melhor, e o Zumzum, que tava inteiraço, seguiram mais forte. Eu continuei na minha toada, até porque embora a urina indicasse melhora, continuava sentindo muito calor. Entre o 43 e o próximo posto, no 59ºkm, gastei minha água inteira molhando o corpo.

O posto móvel salvador!!!
Nesse posto, o último, até cogitei parar. Pior, as nuvens no céu indicavam chuva. Mas nesse posto encontrei o Gustavo e o Zumzum, descansando há quase 12 minutos, e achei que a possibilidade de a temperatura baixar fosse me ajudar. De fato, não deu 2 minutos e começou a pingar. Reabasteci e saí. 500m adiante cai um temporal daqueles, e o calor virou frio. Dava até medo, de tanto raio e trovão Trotava pra tentar me manter aquecido. Mas passei a me sentir bem, o organismo voltou a reagir!! A sorte é que apesar da água, na maior parte do tempo a estrada de terra aguentou firme e não virou lama. No máximo, uma água empoçada até a canela, uns rios de lama descendo, mas nada que fosse absurdo. Quando as piores subidas da volta passaram, deu pra desenvolver uma velocidade até boa. No 66ºkm, quando vinha numa descida a 5min/km, mesmo com o pé doendo pra cacete, encontro o Casal Coyote, Cynthia e Oswaldo. Aleluia!!

Eles, em dupla, já tinham terminado e voltaram pra dar um help pros amigos que ainda estavam na prova. Gatorade salvador, água deliciosa e eu até cheguei a pensar que daria pra chegar ainda de dia. Eles ainda me deram mais um help no 72ºkm. Ali eram 11 horas de prova e faltavam 08km. No ritmo que eu estava daria pra fazer abaixo de 12? Cheguei a pensar nisso, mas aí começou a escurecer. Quer me sacanear? Me coloque pra correr de noite, na chuva e com um piso irregular. Eu sou cego à noite!! Diminui muito o ritmo, até porque headlamp e boné (obrigatório para não molhar os óculos) não combinam. E no que diminuí, os músculos esfriaram e começaram a doer muito.

Bom, era só terminar então fui pianinho. A 3km da chegada encontro o portão de entrada do canavial e ali o piso tava ruim. A terra virou barro, escorregava na subida... o pequeno trecho de single track não foi melhor, tinha umas descidinhas onde não conseguia ficar em pé. Mas tava muito perto. Saio no asfalto, contorno a Decathlon (e lógico que tinha subida nessa hora... ai minhas pernas!!) e chego, mancando, todo torto, 13h12m55s de tempo oficial e mais de 2 horas pra fazer os 08 km finais!!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Lapidação ou polimento...

Não importa o nome, após um fevereiro duro, os últimos treinos de março foram de manutenção do preparo obtido. Em duas semanas, o negócio era administrar e tomar cuidado com lesões, especialmente o tendão de aquiles direito, um pouquinho dolorido.

No sábado 02, treino USP-Villa-Lobos-Boaçava, com caixa de areia, subida... os 25km em 3 horas não refletiram o esforço feito, bem alto, com o Nike Flex Trail. No domingo, mais 3h15 e 24km, levinho, só rodando e acumulando volume, de novo com o Flex Trail. Na terça, até por conta da chuva, bati 09km ritmado, em 44 minutos (Nike Free). E na quinta, fechando a semana, 6 tiros de 1,5km, começando com  o primeiro a 7min44s e terminando o último a 6min20s, somando 10k no total, com o aquecimento (Mizuno LSD). A última série de musculação foi na quarta.

O último longo foi mais tranquilo, 3h20, rodando 27km na USP, com bastante subida (07 biologias, 4 físicas), calçando o Flex Trail, que provavelmente será o tênis da prova. Finalmente tive um domingo livre, o que permitiu treinar na segunda um rodado de 10km em uns 53 minutos, de Sketchers, na chuva. E o último treino foi uma rodagem bem leve, aqui nas ruas do bairro mesmo, de Nike Free, coisa de 5km em 35 minutos. Pronto! Agora é descansar pros 80km de sábado!!


quarta-feira, 13 de março de 2013

Resumo do mês - fevereiro/2013

285,5km rodados em 13 treinos
6 séries de musculação

Maior rodagem mensal desde que comecei a registrar isto no blog, média de quase 22km por treino!

sábado, 2 de março de 2013

Fervereiro

Fevereiro ferveu. Sol, chuva, umidade, o radiador aqui várias vezes deu sinal de que ia ferver. Mas a carroça ainda tá rodando, vamulá...

Após os seis parques, fiz os meus treinos de qualidade da semana sem sentir muito, exceto um pouco o tendão de aquiles direito, em constante manutenção na Fisiorun. Terça foi uma puxada de 15 tiros de 400m, com descanso ativo de 1 minuto. Na falta de uma marcação decente, converti o treino para tiros de 1m30. Saiu bem, ritmei, com o aquecimento e rodagem desaceleradora no final deu 10k, de Skechers. Na quinta, foram 12 tiros de 1000m, também com descanso de 1 minuto (desta vez parado). Ritmado também, começando a 4min40/km e terminando a 4min20/km. Somado o aquecimeno, 13k, de Nike Free. Na quarta e na sexta segui minhas religiosas séries de musculação e no final de semana tava esgotado, perfeito pra fazer uns longos...

No sábado fui com a expectativa de uma rodagem lenta, mas o coach Lopez deu uma alterada no treino (até porque eu tinha um almoço de família). Acabei fazendo 30k em 3horas, na volta de 10k da USP. Considerando que nas 3 ramponas da Biologia andei, o ritmo médio na fase corrida até que foi bem razoável, em especial porque tava com a mochila bem pesada nas costas, além de estrear o Nike Flex Trail, depois dos Alvord me darem dor no tendão. É um tênis trail bem leve, flexivel e baixo, com cravos leves, ótimo para correr em estrada de terra, com menor demanda por grip. 

Duro foi acordar no domingo pra fazer 06 horas de treino, meio dolorido do puxado no sábado. Rodei num ritmo beem mais lento e como estava com "insegurança entérica", resolvi ir para um lugar com estrutura banheiral: o Ibira. Mas como precisava fazer subidas, fiquei rodando bastante nas rampas da Bienal. Basicamente foram 69 rampas, de todos os jeitos: subindo correndo e descendo andando, subindo andando e descendo correndo, subindo forte, descendo forte, alternando e até 2 delas de costas (a 33ª e a 66ª). 2 litros de água de coco nesse fervereiro quente e sem o acontecimento intestinal, voltei pra casa, lentinho, com 36 km registrados no Garmin, um dado pouco confiável já que a leitura ali é bem ruim. Deve ter sido mais. De qualquer sorte, se a rampa tiver no total uns 15 metros, dá mais de 1.000m de desnível. Nada mal.

Por fim, e pra fechar fevereiro, os dois treinos de qualidade na semana. Esses foram sofridos, o corpo tá meio implodido. Na terça, sob uma chuva intensa, 09km num ritmo que começou forte com o pessoal, mas que depois... fiquei pra trás mesmo, senti (Nike Free). Na quinta, 20 tiros de 200m, com recuperação ativa de 45 segundos. Mais uma vez sem marcação, fiz 45seg de tiro, 45seg de pausa. Com os 20 minutos de aquecimento e 10 de desaceleração, 10,5km, de Skechers. E tive uma sessãozinha de musculação na quarta ainda, pra fechar fervereiro.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

F...

Carnaval na avenida! Segunda de manhã, desfile das escolas de samba terminando, desfile dos corredores malucos de laranja começando!! Treininho marcado para o Bosque do Morumbi, onde nada é simples e, já que tava f... mesmo, resolvi ir a pé, pra me f... de vez. E me f... Me f... tão f... como poderia me f... enfim, a palavra certa é que o treino foi verdadeiramente f...!!

Porque a gente deu volta por dentro do bosque e deu volta por fora. E eu, de mochila e perna cansada, tentando seguir aquela patotaiada toda. E ainda tive que ir correndo pra casa. Enfim: 29,5 k calçando os Nike Alvord.

E se na terça tentei juntar os caquinhos que restavam de dois longos tão próximos, na quarta de cinzas fui eu e as cinzar pra rodar de manhã no Ibira. Rodando com o pessoal que gosta de correr mais forte, rodando pra fazer Bienal... 13k de Mizuno LSD. Finalmente na quinta um treino mais comportado. Basicamente porque caiu uma tempestade em SP e o Gabriel ficou preso no trânsito. Sem ninguém pra inventar coisa, rodei 09k ritmado, 4min54/km, de Nike Free. 

Na sexta, musculação. No sábado, saí pra subir a Pedra Grande na Cantareira, mas uma surpresa desagradável: por causa das chuvas, tava fechado, o pessoal tava tirando as árvores que caíram, e tive que me contentar em rodar no Horto. O contratempo me deixou meio bolado e acabei, depois de 11km, parando, sem pique mental (Nike Alvord).

Aí no domingo resolvi inventar um longo com menores chances de chateação por parque fechado. Resolvi fazer 06 parques e quase deu certo. Mochila nas costas, saí de casa pro Pq. da Independência, fui pra Aclimação subindo e descendo a Cel. Diogo, subi pra Paulista pra passar no Trianon, segui pela Heitor Penteado e Cerro Corá até a Diógenes, descendo pro Villa-Lobos, segui pela Fonseca Rodrigues, Pedroso e Faria Lima até a Cidade Jardim onde virei pro Parque do Povo, voltei pra Faria Lima e Hélio Pellegrino até o Ibira e só no Ibira não consegui dar volta alguma porque tava lotadaço e eu cansadaço. 40km em 5 horas, calçando o Nike Alvord azul. Semaninha f...

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Agora pegou!!

Foi um bom janeiro, mas nenhum treino tinha sido exatamente exaustivo. Mas foi só virar fevereiro que o negócio começou. Ainda meio balançado por causa da sinusite, fomos à Aldeia da Serra para um longo bão no final de semana. Cheguei mais cedo, saí antes que todo mundo chegasse, e fui encontrando o pessoal no final do treino, na volta do percurso, já morto. Comecei com a volta do vago e depois fui pra fora do condomínio, sempre em um ritmo leve, exceto quando atacado por cachorros, até chegar em Santana do Parnaíba. Aí voltei. Mas nesse início do ano frio e chuvoso, peguei um dos poucos dias de calor e o radiador esquentou. Foi duro, difícil, 3h35, 30km e cerca de 650 metros de subida acumulada (Nike Alvord) terminando com hipertermia. Pegou mais a sensação orgânica de calor do que a musculatura. Tanto que zerei no domingo. 

Segunda e quarta fiz minha velha e boa musculação. Na terça, circuito e um treino intervalado de 4 minutos em progressão + 4 minutos trotados + 4 minutos em ritmo + 4 minutos de trote de novo. No total rodamos uns 9km, de Nike Free. Na quinta, o treino passou a ser séries de 1.500m com subidas nas duas rampas, Bienal e banheiro, além de circuito de afundo e elástico no meio das voltas, durante 1h05 minutos. Acabamos terminando antes por ordem do técnico, com 56 minutos (era pra lamentar?), e 10 km rodados, de Skechers Go Run.

A progressão continuou no longo do sábado de carnaval. Em 4 horas de rodagem com muita subida da biologia, física e rodagem no Bosque da Física, deu 35,5km, igualmente em um ritmo confortável, mas dolorido no final, calçando mais uma vez o Nike Alvord. Desta vez me mantive bem organicamente, até porque não estava calor, mas a musculatura sentiu bastante. Agora pegou!!!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Resumo do mês - janeiro/2013

208km em 16 treinos
7 séries de musculação
8 circuitos de fortalecimento

A primeira do ano

Esse talvez seja o janeiro mais forte que já fiz. Parte porque vim de dezembro um pouco melhor fisicamente, parte porque ao mesmo tempo estava um pouco gordito, parte porque sabia que viria para uma prova pesada já em março.

Por causa do feriado de 25 de janeiro na sexta, antecipei os treinos de qualidade. No domingo, rodei 14km em 2 horas, um ritmo bem lento pra dar volume (Nike Alvord). Já na segunda tava lá rodando de novo, circuito + 8,5km intervalando fraco e forte e coisa e tal (Mizuno LSD), sentindo um pouco o volume. Na terça, musculação. Na quarta, outro treino de qualidade, com mais circuito e 9km de rodagem com rampinha do banheiro e sentindo mais ainda o volume. Mas foi um treino forte, corri bem (Sketchers). Quinta teve mais musculação e na sexta parti para o longo antecipado, saindo de casa, entrando sem querer no meio da Corrida de Aniversário de SP, saindo para acompanhar o Ricardinho até a casa dele, voltando pela Dr. Arnaldo e Paulista até em casa. Foram 25km de mochila nas costas e 2h35min, sem pensar tanto no ritmo (Nike Alvord)

Sábado e domingo foram de off, finalmente. Na verdade era pra ser só o sábado, mas no domingo comecei a sentir a primeira crise de rinite/sinusite do ano. E isso me travou na segunda e na terça, sem conseguir dormir direito, sem respirar direito, enfim, sem viver.

Na quarta consegui voltar a correr. Tava com fome de corrida, mas não tinha lá muita convicção sobre minhas condições. Rodei 4km sozinho pra ver se dava. E deu, mas segurando o ritmo. Nessa semana, os treinos de qualidade mudaram, passamos a fazer tiros com exercícios no meio. E na quarta foram voltas de 1,5km entremeadas de circuito de afundo, pliometria + exercícios de costas e ombro no elástico até dar o tempo. No total, 12km. (Skechers) E na quinta voltei a correr, à busca do volume perdido. Enquanto o pessoa fazia a mesma série que eu já tinha feito, rodei 11km em 1h00, com o pesadão Asics Neo, fechando janeiro

sábado, 19 de janeiro de 2013

Carregando o japa

Sabadão de longo sem planilha é assim: na base da surpresa. E essa de ir da USP até a Vinícius de Moraes pegou muita gente desprevenida. A ida e volta foram tranquilas, com direito a parada no banheiro do Bosque do Morumbi para rearranjos técnicos, mas lá na Praça o treino técnico principal foi puxado, fiz as 4 voltas fazendo força. Mas teve recompensa no final:

Treino assim vale a pena
19,5km e dever mais que cumprido, calçando o Skechers. Somando isso com os 16,5km que fiz no domingo (Nike Alvord), dessa bem levinho (2h00!) e de mochila de hidratação, o volume já começou a ficar razoável.

O problema do volume é que com ele vem também a canseira... os treinos da semana não foram, nem de longe, tão bons quanto os da semana passada, naquela já conhecida variação "semana boa-semana ruim". Na terça, circuito + 45 minutos no trajeto da volta de 1.500m e duas rampas da Bienal. Deu 3,5  voltas pra mim, já que na última volta pulei a rampa para não estourar o tempo. No total, uns 8,5km sofridos, com o Nike Free. Na quinta, também circuito + 45 minutos, desta vez intercalando 5 minutos fortes/5minutos fracos. Fui com o Orlandini e os últimos 5 minutos fortes não rolaram propriamente, mas deu de novo 8,5km (Skechers). E na segunda e sexta, musculação, com o off na quarta.

Neste sabadão, o treino "deslocamento" foi da USP direto pro Bosque do Morumbi. Lá fizemos 6 voltas internas mais leves (ou seja, sem a ladeira do portão, no circuito convencional) e 2 voltas externas. Pra completar, quando voltamos pra USP ainda fiz 2 voltas do CEPE com o Ricardinho, pra quebrar de vez: 23,5km, com o Nike Alvord Azul. Extenuado, já que puxei forte as voltas no Bosque e depois tive que lidar com isso... mas é bom, correr cansado também é treino e a volta final do CEPE, mesmo absolutamente esgotado, foi a mais ou menos 4min40/km, naquela tática "quero terminar logo essa merda".

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Começo do ano: fechando calendário

Acho que comecei a definir finalmente o calendário 2013: 50 milhas de Campinas, XTerra Ilhabela, North Face Charlevoix, 6hs da Praia Grande e Bertioga-Maresias solo em outubro. 5 4 ultras pensando na pontuação da Mont Blanc e no treinamento específico de sofrimento mental e físico. Remanescem como alternativas a Ultra Trail de Barcelona ou a The Trail de Sens. E algumas provas menores do Circuito de Corridas de Montanha, as provinhas da Trilopez etc.

Começando o ano com uma rodagem leve na quinta, 03 de janeiro: 09km em uns 50 minutos, com direito a uma social no Ibira com o Gus Fiedler, Edith, Rosi, Grazi e Paulinho Elias (Nike Free). Sábado, 5, foram mais uns 10km com algumas subidas em rampa, forçando mais no ritmo do que na distância, porque acompanhar o Jacó magrinho e cheio de energia não é fácil... (Mizuno LSD). No domingão, rodei uns 15km leves, papeando no final com a Cinthia e o Osvaldo, que estavam na "base" do Branca, rodando meros 30k! (Skechers Go Pro)

Na terça começou a famosa aporrinhação necessária da base no meio da semana: circuito + 40 min correndo em rodagem, embaixo de uma chuva torrencial com a Edith, uns 7km pelo menos, 8km com o aquecimento (Nike Free). Na quinta, 10/01 idem: circuito + 45 min, em que puxei bem, até porque subi 16 vezes a rampinha do banheiro: 09km, 10km no total, com o aquecimento. (Mizuno LSD)

E dentro de tudo isso, o fortalecimento: 3 séries de musculação feitas, com todo o sofrimento que é peculiar a um bom começo de ano. Welcome, dores musculares!!!



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Resumo do ano

Rodagem total de 1896,7km, dos quais 1620,2km em treinos.
43 séries de musculação
4 horas de escada
1 Corrida Vertical
1h30 de bike
276,5 km em provas assim divididos:
60km em 1 Ultramaratona não completada
42,2 km em 1 Maratona
42,2 km em 2 meias-maratonas
21,4 km na Corrida da Ponte
e os 110,7 km restantes em 09 provas (14km em Mairiporã, 12km em Paranapiacaba, 12km em São Roque, 14,1km em Affotern am Albis, 10km da Volta da USP, 19km na Green Race, 4,6km na Integração Trilopez, 10km na Mooca e 15km na SS Joseense)

Pior mês em termos de quilometragem: abril, pós-férias, 97,1km
Melhor mês em termos de quilometragem: agosto, com 252,6km

Competi menos, treinei mais (a quilometragem total subiu em relação ao ano passado, mesmo com menos provas), bati recordes pessoas na meia e na maratona, mas não completei a Mont-Blanc, principal objetivo do ano. Em compensação, com os treinos para a Mont-Blanc atingi a melhor forma da minha vida (tanto que vieram os recordes pessoais) e não tive nenhuma lesão série. Uma dorzinha aqui, outra ali, nenhuma que tenha durado muito ou que tenha me impedido de treinar. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Resumo do mês - dezembro/2012

125 km em 12 treinos
2 sessões de musculação
29,6km em três provas (Integração Trilopez, Mooca e São Silvestre Joseense)

Total: 154,6km

A Sáo Silvest... a Corrida da Virada Joseense 2012

No almoço de final de ano veio a ideia. Correr a São Silvestre eu não iria mesmo, não iria pagar para ser mal-tratado e seria até incoerente reclamar tanto da organização da prova e depois simplesmente me inscrever e correr a prova deles, bovinamente. Adoro a São Silvestre, ela representa muito para mim, foi, inclusive, um dos motivos que me levaram a correr, mas desse jeito não dá. Se um dia melhorar, volto, sem dúvida alguma. Gostaria até de completar meus 10 anos de corrida em 2014 na SS. Mas pelo andar da carruagem...

Enfim, a ideia era correr a Corrida da Virada Joseense. Era, na verdade, a São Silvestre de São José dos Campos, mas a Fundação Cásper Líbero, numa atitude absolutamente antipática (pode até estar amparada juridicamente, mas é antipática e chata) notificou a organização da prova de São José e eles tiveram que trocar tudo o que fosse possível às pressas. A medalha e a camiseta já estavam prontas e ficaram com o nome do santo. Mas a corrida não poderia ser oficialmente chamada de São Silvestre. Então que fique Corrida da Virada. Contudo, para mim, "Corrida da Virada" era a própria São Silvestre desde que começaram a desvirtuar por completo a prova. Além disso, vale lembrar que o preço da inscrição de São José era de R$ 45,00, quase três vezes menos do que os R$ 120,00 da corrida famosa.

Lógico que não era para ser nada competitivo, até porque não foi nada planejado e os treinos vem sendo feitos bem nas coxas. Aliás, registro do treino de chuva da quinta, com 12km rodados, boa parte em trote na companhia da Day e suas histórias malucas (Asics Neo), e o treino de sábado de manhã, rodando de casa até o Ibira e voltando, mais uns 12 km (Mizuno LSD) também lentos, sofridos por causa do calor.

Enfim, dia 31 de dezembro, 4h20 da manhã e eu acordando, pra pegar o Alex e ir pra São José. A viagem foi tranquila e o bom papo deixou o sono pra trás, embora eu sentisse estar meio pregado. Chegar lá foi muito simples, tanto pelas boas informações prestadas pelo Fábio Namiuti, como tambem por ser um local de simples acesso. O estacionamento no local da largada, o clube Luso-Brasileiro, era de R$ 10,00, mas não foi cobrado. Chegamos cedo, retiramos o kit em mais ou menos 46 segundos (os dois, uma pequena diferença em relação à São Silvestre, não?) e encontramos o Fábio por lá. A corrida teve mais ou menos 1.000 participantes e parecia estar redondinha. Banheiros químicos em número mais do que suficiente para os corredores e acompanhantes e tudo bem informado. Além disso, apesar de ser uma prova muito menor que a SS, a simpatia e o clima de festa imperava.



Primeiro saiu o pessoal dos 5km. Com espaço de tempo suficiente e no horário, soltaram depois as handbikes e, por fim, o pessoal dos 15km. Apesar da festa, o pessoal não parecia estar pra brincadeira. Saí no fundão a 5min50/km e em menos de 500m estava entre os últimos. Epa! Deixa eu dar uma soltadinha aqui!! Comecei a acelerar aos poucos e acertar o meu ritmo para algo um pouco abaixo dos 5min/km, depois desse começo lento. O Alex já saiu forte, mas lá pelo 5ºkm eu o alcancei e  ele reclamou um pouco do calor. De fato, também achei que ia dar chuva, mas ao menos a hidratação estava mais do que adequada, a cada 3km.


Até o 10ºkm consegui manter os 5min/km. Aí, no retorno, quebrei. E os últimos 5 km foram meio complicados, bastante calor e a falta de preparo para esse ritmo, que já foi fácil pra mim... Fechei com 1h19min34s e logo a seguir a mensagem de SMS no meu celular confirmando o meu tempo. Que beleza, isso eu só tinha visto no exterior e na Golden Four! Premiado com uma bonita medalha de participação, esperei o Alex cruzar a linha, fomos para a hidratação pós-prova e... espumante para o final de ano! Ok, não era uma Veuve Cliquot, mas o organizador quis fazer esse agrado e conseguiu agradar!! Para uma hidratação mais adequada tinha também água de coco (e o coco verde sendo aberto na hora, o que justificava a fila de quase 5 minutos, onde a gente poderia se reabastecer de frutas). Também tinha piscina com água gelada para crioterapia, massagem, os resultados sendo divulgados rapidamente, um bom locutor... olha, se for pra reclamar de algo, talvez só do sistema de afixação do chip, o mesmo da Golden Four BH e que resultou em alguns chips soltos pelo caminho.



Saí de lá extremamente satisfeito. Ao contrário de outras provas, não me senti como se estivesse fazendo um favor por corrê-la. Ali eu era um verdadeiro e desejado participante, num lugar simpático onde todo mundo sabia que dava para festejar e correr forte (cada um no seu limite) ao mesmo tempo. Ao contrário da nossa SS, quase não existiam "aventureiros". Quem estava ali, queria correr forte e terminar o ano forte. E com esse espírito que 2012 terminou pra mim, um ano com bons e maus resultados, recordes pessoais na meia e na maratona, mas também a desistência da Mont-Blanc. Mas inteiro, sem lesões graves e pronto pra outro ano correndo!!

domingo, 23 de dezembro de 2012

Os treinos do fim do mundo

É o fim do mundo treinar desse jeito. Gordo, suarento, cansado, embuchado. Mas fui, até porque imagino que pra subir pro Paraíso tem uma escadona enorme e neste ano eu não treinei pra Corrida Vertical.
No 11 e 13 de dezembro, treinos rodados, de 50 minutos, invariavelmente com 09 km cada um. Na terça fui de Asics GT-2160 e pesou pra cacete. Na quinta fui de Nike Free e tudo melhorou, exceto a sujeira no tênis por causa da chuvona que deu. Não fiz longo algum no sábado por causa da concentração pelo Corinthians (apesar de ter pintado uma sala na casa da prima) e no domingão, já com o Timão BiMundial, rodei uns 7km na pracinha perto de casa, treino interrompido bruscamente por necessidades fisiológicas. Oras, encheu a cara de manhã assistindo o jogo e ainda quer ficar inteirinho pra treinar à tarde. Tenha dó...
Na terça 18, tive o prazer de treinar finalmente com a Pati animal e com o Borges, dois ex-atletas da são franciscos e etíopes por afinidade. Apesar de estar há mais de meia década sem correr, a Pati deu trabalho e nos acompanhou firme no intervalado 1 por 1. Já o Borges, mesmo em recuperação de uma cirurgia, me detonou. Não dá pra acompanhar na velocidade um cara que tem 37 nos 10k e que sempre foi atleta de 1.500m. Ainda mais estreando tênis novo (o Asics Neo 33). Não sobrou nem o pó da rabiola, sofri como um condenado. Mas foi bacana correr com as estrelas. No final, uns 09km. No começo estranhei muito o tênis, ele não é tão leve como o Mizuno LSD ou Nike Free, mas no final ele começou a ficar mais confortável no pé.
Na quinta pós-hambúrguer de 450g, o treino foi rolando... nem sei como tive coragem de correr daquele jeito. Foram 7km sofridíssimos em uns 40 minutos, de Nike Free.

O problema é que o mundo não acabou na sexta (parece que adiaram pro dia 09 de janeiro, algum problema no orçamento ou coisa do tipo) e tive que ir na USP treinar no sábado. E lá, ao invés de treino, teve gincana, que o Diego resolveu chamar, de forma chique, de "urban challenge". Ok, vá lá, vários quartetos de 5 pessoas e o nosso foi o 4º colocado, o que não significou absolutamente nada, exceto a zoação de fazer parte de uma equipe com o Brunetti, Navarro e a Lenise. Mas pode por 10km na conta aí, com o meu Asics Neo33.
E no domingão teve o treino de Natal organizado pelo Antonio Collucci, no antigo percurso da corrida do dia 31 de dezembro cujo nome a gente não pode falar sob risco de ser processado. Segundo o Garmin do Marcel e da Yeda, com quem corri o percurso inteiro, deu 16km, já que saímos do prédio da Gazeta e chegamos no MASP, correndo um pouco mais na Paulista. Foi legal, reuniu bastante gente e indo num ritmozinho tranquilo não cansou quase nada (Nike Free)