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domingo, 22 de julho de 2012

Pacote completo

Acho que finalmente fechei todos os itens obrigatórios para o CCC-Mont Blanc. É luva impermeável, jaqueta impermeável com capuz, calça impermeável, canivete, 2 headlamps, faixa, camiseta manga longa reserva, mochila nova (porque na outra não cabia tudo)e sei lá mais o que... acho que falta só um copinho, mas esse é o tipo de coisa que não preciso testar antes.

Os treinos com mochila estão chegando no peso aproximado que vou carregar nos Alpes. Acredito que será algo entre 4,5kg e 5,5kg, fora os bastões, considerando a capacidade máxima da bolsa de água (2 litros=2kg). E neste final de semana já comecei a carregar essa tralha toda nos longos.

Agora percebe-se nitidamente como é "fácil" correr sem peso. Nos treinos de qualidade da semana, uma bela sensação de leveza. Na terça, de Nike Free, numa chuva pesada e um frio congelante, só eu apareci no treino das 19h30. Resultado: coach Gabriel Portuga resolveu correr comigo. Achei que estava fudido, mas nosso fartlekão acabou sendo mais pesado pra ele do que pra mim. 12km em 01h00 cravados. Na quinta, com o Mizuno LSD, três tiros de 3km intercalados com uma série curta de exercícios (afundos, educativos). A rodagem na corrida, que deveria ser média, ia se intensificando durante a volta, já que o pessoal do pelotãozinho que fizemos realmente não sabe brincar. Pro Du tava fácil, já eu, a Edith e a Grazi íamos acelerando um pouquinho aqui, ali... e no final do tiro a gente estava no ritmo "normal" do Du, na casa dos 04 min/km. Considerando que acompanhar a Edith ultimamente é pra poucos, tenho que comemorar ter até conseguido puxar a chilena papa-léguas e terminar os tiros um pouquinho na frente dela. 9km pro odômetro

Na quarta, mais um treino testa-joelhos, rodagem+escada+musculação, já com a mochilona pesada. Rodei menos, uns 5km, com a esteira na academia nos 15º de inclinação. A escada foi a do aparelho da academia, onde não tem descanso e sobe-se o tempo inteiro: 140 andares. E a musculação com o que restava dos músculos... (Asics GT-2160).

Sábado teve treino no Reflorestamento Melhoramentos. Eu, com a minha mochilona e bastões, me arrastei atrás do pessoal. O meu estado entérico tampouco me ajudou muito, já que a pizza da sexta não caiu bem. Foram 20km em 2h50, mas essa contagem considera as paradas técnicas do "pra onde vamos?" do Gabriel, e também a tentativa de interação com o Bob, um pitbullzinho que apareceu no meio do caminho tentando fazer amizade. Meu treino previa 05 horas, mas não dava pra ficar sozinho por lá, e quando todo mundo começou a voltar, voltei junto. Calçando os tênis de trail Patagonia.

No domingo, de novo com a mochilona, mas sem os bastões, rodei mais 20km subindo e descendo pelas ruas paulistanas (Asics GT-2160) Saí de casa, fui até o Ibira, voltei, fui até a Cursino e voltei de novo. Mesmo seguindo a mesma lógica do longão na trilha, correndo só no plano e na descida, e caminhando nas subidas, o tempo foi bem menor, 2h20. O asfalto e o piso regular fazem muita diferença. Além disso, na cidade dificilmente encontro ladeiras como as do Melhoramentos... 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Nos descontos

Por causa do meu Corinthians, meus treinos ficaram prejudicados na primeira semana de julho. Não deu, na quarta da final não conseguia pensar ou fazer mais nada. E na quinta, a ressaca. Na sexta, aniversário da Alessandra. Então ficou meio de semana de regeneração. Vamos aos registros:

Terça, 03 de julho, 13 km com 6 rampas da Bienal e o resto do tempo num ritmo de 5min/km (Mizuno LSD). No sábado, 07 de julho, longão USP-Bosque do Morumbi-USP, sempre com a mochila. Foram 4 voltas na Circular do Bosque, 5 voltas internas, retorno num sobe-e-desce no Butantã e 2 biologias, pra 3h32 e 30km (Nike Alvord). Na segunda, tudo volta ao normal, fazendo a série de 1 hora (8,5km) + 30 minutos de escada e musculação (Nike Alvord), com a mochila. Terça, 10 de julho, foi o dia das rampas da Bienal: 30 rampas, intercaladas em séries de 05 rampas e uma corrida curta na volta de 1,5km, além do circuito de abdominal e lombar. No total 12km (Nike Free). Quinta foi dia de intervalados com volta no Ibira e séries de afundos, totalizando 10km estreando o North Face Double Track. E no sabadão, longão na Aldeia da Serra, 4h30 com mochila e bastões, subindo e descendo por 33km com o Doubel Track.

Vai Corinthians!!!

Ninguém parou meu time. Ninguém. Ninguém era capaz de fazê-lo. E sempre que eu fraquejo, sempre que penso no difícil, no impossível, lembro do meu time. Um time que treinou muito. Que trabalhou. Que chegou no fundo do poço e saiu de lá, da forma mais espetacular possível. Que soube que nada se decide num único momento, mas que sabe que são os vários momentos únicos que forjam um campeão. 

Se eu penso em desistir, lembro que o Cássio não desistiu quando ficou sozinho cara-a-cara com o Diego Souza. Que o Julio Cesar não é de desistir e até já jogou com o dedo fora do lugar. Que o Alessandro chegou a ir pra reserva, mas foi o capitão que levantou a taça da Libertadores. Que o Edenílson não desistiu de tentar um lugar no time, e foi até de lateral. Que o Weldinho não esmoreceu quando perdeu a vaga de lateral para um volante improvisado. Que o Chicão chegou a abandonar a concentração, mas mesmo assim foi homem pra voltar. Que o Castán nunca desistiu de nenhuma bola. Que o Marquinhos não ficou com medo de jogar Libertadores com 17 anos. Que o Paulo André nunca desistiu da idéia de que é possível ser boleiro e ser culto. Que o Wallace não desistiu nem quando se estourou e foi jogar de centroavante com uma perna só. Que o Fábio Santos não teve medo de vir pra ser reserva do Roberto Carlos. Que o Ramon não desistiu de vir pra ser reserva do Fábio Santos, que em tese seria o reserva. Que o Ralf não desistiu quando foi pra área marcar o gol contra o Táchira. Que o Paulinho não desistiu quando fez o gol contra o Vasco nos acréscimos. Que o Cachito Ramires nao desistiu quando fez merda contra o Tolima no ano passado e se manteve no grupo. Que o William Arão não desistiu mesmo sabendo que dificilmente iria entrar em um jogo. Que o Danilo não desistiu quando falaram que ele era lento e não combinava com o Timão. Que o Alex não desistiu de vir para um clube mesmo já sendo um campeão consagrado. Que  o Douglas não desistiu de voltar para um clube de onde saiu no melhor momento do time. Que o Jorge Henrique não desiste de nenhuma bola, seja na defesa ou no ataque. Que o Emerson Sheik não esmoreceu quando teve que sair do Flu pela portas dos fundos. Que o Liédson não desistiu mesmo depois de fazer uma cirurgia no joelho e não conseguir mais correr direito. Que o William não desistiu de tentar brilhar mesmo sendo o mais novo dos atacantes. Que o Elton não desistiu quando veio pra ser reserva do reserva do Adriano.E o Romarinho, que no primeiro toque na bola, na primeira partida da Libertadores, uma final na casa do adversário, fez um gol de Romário? Esse nem pensou em ter medo.

Porque eu iria desistir de tentar correr depois do que o meu time fez?

sábado, 30 de junho de 2012

Resumo do mês - junho/2012

232km em 17 treinos + 15km em uma prova = 247km (maior rodagem mensal desde que comecei a registrar isso neste blog)

08 treinos de musculação
1h30 de escada.

Shot in the dark

O melhor comentário feito foi o da minha amiga Bia: "e além de tudo o cabelo do Romarinho é muito mais legal que o do Neymar". Cabelo, bola, o moleque é iluminado. Ninguém que não tenha estrela estréia no time titular num clássico contra os porcos e faz dois golaços, um de letra e outro tirando o zagueiro pra dançar. Mais ainda é entrar no final do jogo, estreando em final de Libertadores e na primeira bola que pega, sai na cara do gol, espera o goleiro cair e dá um toquinho por cima, estilo Romário, frio e matador.

Mas tem o segundo jogo ainda, calma. Nada de contar vitória antecipada. É que nem os treinos pra corrida. Depois de ter corrido surpreendentemente bem no domingo, mesmo após um longão de 3 horas, na terça tinha tudo de novo. 4 séries de tiros de 1.500m e 900m. Pra ajudar, a parte de baixo do circuito do tiro tava escura, sem luz. Mas duro mesmo era destravar as pernas... os de 1,5km, em ritmo controlado, saíram a 7m24, 7m04, 7m15 e 7m03. Os de 900m, mais fortes, a 3m56, 3m57, 3m53 e 3m36 (o último é aquele onde gasto o que resta). Bom? Bom, muita gente que fez São Roque ainda não conseguia correr na terça. Mas cansou. 11km, considerando o aquecimento, com Nike Free.

Quarta, teve o treino das escadas, pré-jogo do Timão. Dessa vez fui pra academia, rodei 1 hora nas ruas do bairro, encarei 30 minutos na escada rolante (ou seja, só pra cima) e fiz o treino de força do jeito que dava, tirando um pouco a carga, especialmente nos exercícios de perna. Só o Corinthians mesmo pra me manter acordado depois de um treino desses. 8,5km usando o Patagonia, pesadaço, e a mochila com 4kg.

Quinta, um tormento. Dois treinos seguidos fortes e o cansaço do final de semana bateram. Foram 3 voltas de 3km, fartlek. Primeira volta em ritmo médio, em 15min35s. Segunda volta mais forte, a 14min20s (e foi beeem difícil). Terceira em progressão, saindo lento e fechando mais forte, a 15min20s. 10km, com o aquecimento, de Mizuno LSD. Os tempos não forma extremamente ruins, mas a canseira que deu...

E por fim, um longo de 3h45m no sábado, pra acabar de quebrar... basicamente saí de casa, fui até a USP, fiz umas biologias e fui voltando, optando por subir a Bela Cintra e ficar na Paulista, já que pelo tempo não daria pra chegar em casa de volta. Parei na estação Brigadeiro, com 3h45 em cima (32km) e peguei o metrozão, meio zureta... foi muito, mas muito difícil, tudo travado, tudo duro, doía as costas, as pernas... nem dá pra comparar com o do sábado anterior, mais corrido, mais plano e mais descansado. Mas fiz, usando o Nike Alvord. E assim o mês acabou. E eu também acabei.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Corrida de Montanha São Roque 2012 - Ski Mountain Park

Amanheceu e tava frio. Mas até dava pra aguentar. O duro era olhar pro relógio e saber que não eram 5 da manhã do domingo e eu já acordando. Não sou o cara mais dorminhoco do mundo, mas normalmente eu dormia nesse horario no sábado. 

Mas carona combinada é carona dada. Fui buscar a Lenise no Morumbi e aproveitei pra conhecer Paraisópolis na madrugada. Pelo menos não fui quem ficou esperando um japonês perdido na rua, passando frio. A Ana também passou um pouco de frio na rua me esperando, mas tudo bem, o carro tava quentinho e saí vivo de lá. Chegamos rápido, 7 da manhã e a viagem foi tranquila. Só que se em SP dava pra aguentar o frio, em São Roque, depois de uma hora com o aquecedor do carro ligado, era quase impossível abrir a porta...

Desafio do carro vencido, subimos até a largada (e já cansou, os 28km do sábado pesaaaavam!!) e encontramos todo mundo. Grazi, Navarro, Du e Isa Brunetti, Bia, Guedes e Bruno à paisana, Gabriel, Edith, Erica e Fred. A Day e a Rosi, arregonas, não foram, mas tiveram alguma serventia: a Ana esqueceu o número e o chip e a Rosi, sem saber, correu pregada no peito e no tênis dela. 

Foi uma prova muito mais fácil, em termos de terreno, do que Mairiporã e Paranapiacaba, ou mesmo de outras provas do Circuito, pelo que me falaram. Na verdade, a dificuldade foi mínima nesse sentido, correndo quase o tempo inteiro em estradas de terra batida. Foram poucos os trechos de single track e acabaram sendo curtos. As únicas dificuldades foram uma pinguela curta no meio da prova e, no final, uma trilha com bosta de cavalo.


A altimetria foi o que mais pegou na prova. Ela começa lá em cima, no próprio Ski Mountain Park e desce por cerca de 5km. Uma descida longa e quase ininterrupta, bem veloz porque o terreno era bom pra correr, bastante estável, e a inclinação na maior parte do tempo não era extrema. O problema é que a volta era pelo mesmo caminho. Assim, a segunda metade da prova foi um subir eterno, cansativo, de queimar as panturrilhas. Quase no final, ao invés de seguirmos direto pra chegada, viramos à esquerda numa trilha e passamos pelo trecho mais técnico da prova. Uma das subidas mais íngremes tinha uma corda pra auxiliar, mas como o terreno não estava molhado, deu pra subir sem grandes dificuldades (exceto a inclinação). Nisso tudo somamos praticamente 15km de prova, e não fosse o campinho com bosta de cavalo bem no finalzinho, o tênis sairia limpinho, limpinho. Quando exigido, o Nike Alvord se saiu bem, mas a prova realmente não pediu muito dele.

Fiz a prova com a mochila, continuando a minha "aclimatação" ao peso extra nas costas. Isso evidentemente não ajudou na performance. Os 28k do longo de sábado muito menos, mas do meio da prova pro final estava até mais disposto do que no começo, quando ainda tava meio dolorido e com as pernas pesadas. Fiz 1h45m, um tempo até bom, se considerar esses senões.


Foi interessante correr cansado, pesado e ainda ter alguma performance. Com o terreno bom eu realmente percebi que tenho boa desenvoltura pra descer. A dificuldade é mesmo descer em terreno instável. E minha caminhada em subida tem melhorado. Quanto mais íngreme, melhor é o meu desempenho no trekking em subida. Acho que ficar subindo escadas deve estar fazendo alguma diferença...

domingo, 24 de junho de 2012

Finalmente na final

É nóis! Timão na final da Libertadores!! Quarta-feira foi o dia da redenção, time consistente, sólido, frio e experiente, 1 a 1 com gol de Zidanilo e mostrando que não basta um craque pra vencer um TIME! Duro foi assistir o jogo todo dolorido, quarta foi dia do treino da corrida + escada: 1 hora correndo com a mochila pesada (8,5 km) e depois mais 30 minutos de escada, com o Asics GT-2150. Na chuva, pra ajudar um pouco. 

Chuva que também travou um pouco o treino de terça: o Paulinho pediu pra gente rodar 1 hora, sendo que  25 minutos desse tempo seria de rampa da Bienal. Normalmente seria tranquilo, mas na chuva pouca gente apareceu e me vi na condição de fazer o treino com a Andréia, uma morenona que tem uns 3 metros de perna e maratona pra 3h15... rodando a 4min40/km, ela contava as coisas, conversava, e eu tentava responder  monossilabicamente entre uma respirada e outra. Afff... Nos 35 minutos, rodamos uns 7,5km e com as rampas, essa hora passou de 10km. Dia de Nike Free

Mas se a chuva travou o treino de terça, inviabilizou o de quinta, o trânsito tava monstruoso e não fui. Aliás fiz um off involuntário, mas bem vindo, tava cansadão. Na sexta repeti a musculação da segunda (série nova, boa pra ficar dolorido) e no sabadão rodei 3 horas, 28km num ritmo mais leve, com a mochila pesando nas costas e o Nike Structure pesadão nos pés.. Uma semana bem aproveitável, porque no domingo teve Corrida de Montanha em São Roque, mas isso é um outro post.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

11 semanas e meia de "amor"

Amor aos treinos, amor ao cansaço, amor à dor. Começou o ciclo específico de treinos para o CCC e acho que vou ter algum trabalho. Mas não creio que vá ser pior do que outros ciclos de treinos que já fiz.

Segunda foi off. Uma boa forma de começar o ciclo de treinos... na terça, tiros, 9 tiros de 900m, 1 minuto de intervalor sem estourar, sem chegar no limite. 4min17, 4min12, 4min10, 4min07, 4min05, 4min03, 4min05, 3min55 e 3min32. Foi um treino interessante, puxei o ritmo do pelotão o tempo inteiro e só nos dois últimos o Geter tentou puxar, mas consegui acompanhar e chegar junto. Com o aquecimento, deu 10km, de Nike Free

Quarta foi o dia de um treino intermediário específico. Rodagem de 1 hora, que fiz com a mochila cheia e tênis de trilha da Nike (Nike Alvord), dando voltas nos quarteirões perto de casa, um belo sobe-e-desce constante. Deve ter dado uns 8,5km. Depois, 30 minutos subindo e descendo os 29 andares do meu prédio. Por fim, já bem cansado, o treino de musculação. O resultado é que assisti o jogo do Timão bem menos empolgado do que o normal, mesmo com a exibição de gala!!

Na quinta achei que fosse treinar meio mal, mas não imaginava que ia ser tão ruim. Não porque estava cansado (embora estivesse), mas porque a asma me travou total. Fiquei limitado em alguns momentos a 6min/km sofridos. Depois de uns 40 minutos, como sempre, começou a liberar, mas aí o treino já era. De qualquer modo, 11km, de Mizuno LSD

Na sexta, mais um treino de musculação. E no sábado, o longão de 2h45 (que deu 2h40...) do lado do Brunetti, conversando, falando sobre a possível campanha eleitoral dele (porque vai conhecer gente assim lá na USP, toda hora era um "oi", "opa", "e aí!"... caminhamos nas subidas, foi um treino com desgaste baixo e rodagem por tempo, de mochila pesada, Nike Alvord... 21km, bem lento e tranquilo. 

domingo, 10 de junho de 2012

Acaba a moleza

Essa semana foi a última de moleza. A partir da semana que vem começam os treinos específicos da CCC e não espero mais do que um pouco de sofrimento... vamos aos registros: Musculação na segunda, musculação na sexta, com série nova, em circuito e de deixar com a língua de fora por causa do descanso curto entre as séries. Na terça, o blecaute total no Ibira me forçou a ir pra academia e lá inventei um mini-específico: 10 minutos de bike só pra aquecer, 20 minutos subindo escada na máquina (112 andares) e os outros 30 minutos na esteira, na maior parte do tempo em 15º de inclinação e zerando de vez em quando, botando velocidade em tirinho curto, a 15, 16 km/h por 200, 300 metros. Em quilometragem deu muito pouco, uns 5km, mas foi um bom esforço tentando "alisar" ladeira (Nike Free). Quarta foi off, e quinta de feriado fui pro Ibira num horário não usual (16h00) e fiz os 6 tiros de 1,5km, com a aceleração somente nos 500m finais. Parciais de 7m08, 7m01, 6m53, 6m47, 6m52 e 6m46 (Nike Free de novo). Achei bom, segurei bastante nos 1000m ritmados e só fiz força mesmo no final e mesmo assim os tempos foram razoáveis. Com os 3km de aquecimento, deu 12km. No sábado, 12km rodados, com os primeiros 6km em ritmo lento e só acelerando nos 6km finais, fechando em 1h02 (Mizuno LSD). O sprint final foi bom, 1,5km em 6min20. E no domingo, rodei 16km devagar na ladeiragem aqui perto de casa, subindo, descendo, subindo, descendo... foi bem difícil até o 08ºkm, mas depois parece que acordei e corri melhor (Nike Structure).

domingo, 3 de junho de 2012

Pharmaton - 1º Cognitivo


Sabadão foi o dia do primeiro treino cognitivo Pharmaton. Dentro da esquematização da patrocinadora, treinos sem relógio, onde teríamos que alcançar um determinado resultado no feeling, e outros treinos de estímulo para verificação de cadência de passada e de impulsão. Aí deu pra ver que o Nishômetro tá descalibrado. Uma volta no CEPE (2,3km) deveria ter sido feita em 15 minutos, em um ritmo bem lento. Fiz em 15m15s, não tão ruim. Na outra, a 13m30, fechei em... 12m06. Bem distante, mas pelo menos parece que a distância tá passando mais rápido... Enfim , no total foram 10,5km de Mizuno LSD.


Por fim, domingão de sol, acordei cedo, limpei o xixi e o cocô da cachorrinha e saí pra rodar. Encarando os longos como duas peças de final de semana e fazendo subir a quilometragem com base na soma dos 2 treinos de fim de semana, fiz 16km em 1h28 (5min28/km), parei no hospital pra ver minha avó, e voltei trotando mais 2km até chegar em casa. 18km no total, de Nike Structure

Resumo do mês - maio/2012

08 treinos de musculação
158,4km em 14 treinos e uma prova (21,4km da Corrida da Ponte)

Voltando a ser gente

Tá começando a passar a ressaca pós-férias. Semana boa de treinos. Musculação na segunda, musculação na sexta e treinos bons na semana!!

Na terça foi uma rodagem com alguma variação altimétrica e de terreno no Ibira. Com Paulo Elias e Fred, saímos pra rodar na pista de cooper e nas poucas rampas que o Ibirapuera nos oferece (Bienal e a rampinha da Sabesp). Uma hora rodando, na maior parte do tempo conseguindo acompanhar o PEG (lógico que ele diminuiu um pouco o ritmo pra isso)!! Deu 11,5km e 4 rampas da Bienal. Somado ao aquecimento, 13 km de Nike Free. Na quinta, um fartlek piramidal: 1,8km forte (duas voltas de 900m), 6,4km mais rodados (aproximadamente) e outros 1,8km fortes de novo. 10km em 49 minutos, calçando o Asics GT-2160 e  conseguindo acompanhar a Edith, vejam só!! Dois treinos na semana feitos com parceiros mais fortes!

domingo, 27 de maio de 2012

Aqui ou ali

Semana recomeçou, pesadíssima no trabalho, duas pessoas saíram da nossa unidade e ficamos hipercarregados. Mas tenho que me virar pra treinar pra CCC. A fase específica de treino ainda não começou, mas eu não posso perder muito treino, tenho que fazer onde dá.

Dito isso, registro que na segunda... off forçado, perdi o treino. Fiquei sem carro, perdi muito tempo no trabalho e sem carro (na revisão) fiquei sem agilidade pra ir para um lugar ou outro. Como era pós-prova, relevei. Mas na terça, dei um jeito (peguei o carro!) e fui correr. Foi um fartlek de 2km médios e 900m lançados, em velocidade. 3 repetições, com intervalo de 2 minutos entre as séries. Nesse intervalo teve educativo, o que fez com que o intervalo fosse mezza parada total, mezzo recuperação ativa. Corri mal, pernas pesadas, cabeça cheia, mas dei tudo o que conseguia no treino. O resultado foi ruim, mas pelo menos me esforcei. Com aquecimento, uns 10km, de Nike Free.

Na quarta, mais enrosco no trabalho. Um dia terrível em SP, greve dos metroviários, acho que foi um dia em que passei umas 04 horas dentro do carro. Cheguei tarde em casa, mas consegui improvisar a musculação, usando uns pesos dentro de uma mochila para fazer os agachamentos, e subindo as escadas do prédio. Só faltou a bolona pra conseguir fazer um treino muito parecido com o que faria na academia.

Quinta e mais enrosco. Não fui correr no parque, acabei na academia. Subi uns 15 minutos de escada na máquina que tem lá, pedalei meia hora e corri na esteira, alternando muita inclinação e alguns tiros curtos. No máximo de inclinação, 15º, eu só conseguia andar a 5km/h, mas foi válido, sentia o coração na boca. Na esteira deu 7km, com o Asics GT-2160


Sexta foi um dia esquecível (esqueci o celular na Prefeitura, tive que voltar pra pegar, paguei todos os meus pecados), e no sabadão, um curtão. 14km em 1h14m, fazendo uma subida da biologia e dando 4 voltas no bosque da Física. Não foi nem um treino leve, nem um 100% de esforço. No domingo, corri ao léu aqui no bairro, tentando fazer o circuito com mais sobes-e-desces possível. Rodei 09km em 1 hora, mas foi uma variação altimétrica considerável, e usei um tênis trail bem pesado (Patagonia), pra sentir qual a dele. Interessante, mas não sei se vou usá-lo pra correr.

domingo, 20 de maio de 2012

Corrida da Ponte 2012

No ano passado participei da primeira edição da retomada Corrida da Ponte Rio-Niterói e foi um show de horrores pra mim, já que enfrentei uma comoção intestina. Faltou muito pouco pra eu não dar vexame e essa prova ficou marcada em minha memória por causa disso e também pelo calor que fez.

Resolvi ir este ano de novo. Eu me inscrevi no impulso e resultou que fui pra Ponte 2012 sem qualquer preparo, dias depois de voltar de férias, sem volume de treino nem nada. Aliás, na semana, depois de terça só consegui correr na sexta, um 7km de sobe-e-desce aqui no bairro, usando o Asics GT-2160.

Mais uma vez tava lá pra me divertir e diversão, pra mim, não tem cólicas e suores frios. Portanto, fui pro Rio pensando em fazer tudo certinho pra não enfrentar o perrengue do ano passado. E chegando lá fui almoçar... uma feijoada. Sei lá, né? A esposa tava a fim, eu também fui com a cara da feijuca do boteco onde a gente foi. Já o jantar foi bem escolhido, um bistrozinho charmoso onde eu comi omelete e salada. Ótimos, exceto pelo fato de não ter carboidrato no meu prato. Mas tudo bem, meu corpo tava cheio de carboidrato da feijoada do almoço. 

Antes de chegar na parte digestiva em si, registro que fui sozinho pro Rio, só com a esposa. Talvez encontrasse um ou outro conhecido, imaginei. Só não imaginei que isso ia começar já no aeroporto, com o Vicent Sobrinho trazendo a tiracolo o mito Edson Bergara, um dos maiores fundistas da história deste país. Sensacional, tive a chance de conversar com o homem, escutar suas histórias e descobrir que atrás de um grande atleta havia também um grande homem, simples, humilde e muito simpático.


Lá na retirada dos kits, outra lenda: Jorge Cerqueira e seus dez mil amigos! Logo depois chegaram o próprio Vicent com o Bergara e também o Iuri Totti, pra fazerem ali uma mini mesa redonda com craques das corridas.


No dia da prova, tô lá, sonolento e sozinho na Barca e de repente aparece um membro do Baleias me perguntando se eu era do Blog Correria. Era Sérgio Melo, outra figura mais do que assídua do blog da Runners, com um amigo. Esperamos a largada ali, na beleza do caminho Niemeyer, onde ainda encontrei o Paulinho Trota.


A largada em ondas foi uma excelente decisão. Mesmo assim, houve um pouquinho de tráfego na entrada da Ponte, onde havia um pequeno afunilamento. Mas, de longe, um probleminha pequeno, perto da zona que seria se todo mundo largasse junto!

Larguei sem muita convicção do que iria fazer. Só não queria correr com vontade de cagar. Por isso, saí levinho, querendo evitar maiores desvios da irrigação sanguínea do sistema digestivo para a musculatura, com conhecidos prejuízos à função entérica. Os primeiros quilômetros - onde ainda encontrei o Rodolfo Lucena e sua caracterizada camiseta "Eleonora eu te amo" - foram praticamente a 6min/km, um ritmo mais do que confortável. Cheguei no ponto mais alto do vão central e quase não percebi a subida. Na descida, um cuidado extremo para não correr rápido, vejam só! Cruzei a ponte toda e cheguei na perimetral bem inteiro, só com um medinho de quebrar por causa da falta de volume.

Mas tava tudo tão tranquilo, tão simples que passando o 15º, achei que dava pra ir sem medo de ter piriri. Aí fui subindo o ritmo aos poucos até chegar a bons 4min45/km no 18º km. Como saí devagar e assim fiquei um bom tempo, quando acelerei parecia que eu era o Usain Bolt. Afinal, o pessoal daquele bloco mantinha os originários quase 6min/km. Ziguezagueei pra lá e pra cá, feliz por não sentir vontade de ir ao banheiro e cheguei firme em 2 horas e uns quebrados.


No pós-prova ainda encontrei o Felipe Carino e a Deb Seefelder, que tinha feito o seu primeiro longão de 15km e estava feliz da vida. Já o Carino, se preparando pra Maratona do Rio, fez uma boa marca de 1h49. O Dr. tá no caminho certo!



A prova foi bem organizada. Além da largada em ondas, havia água bem geladinha a cada 3 quilômetros, dois postos de gatorade, a sinalização de quilometragem estava adequada e havia um chuveiro no meio da prova, um aspersor de vapor d´água já quase no final da prova e duchas e massagens na chegada (havia massagem também na retirada dos kits). Apesar do sol, não fez o calor saarico da prova anterior e isso aliado a uma preocupação ainda maior com a hidratação pela organização, fez com que o número de pessoas quebrando e desidratadas certamente tenha sido bem menor. Os amigos cariocas ainda me disseram que houve uma exaustiva campanha aos motoristas pra lembrar que a Ponte ia ter o tráfego comprometido pela prova e que a Perimetral e o Aterro estariam fechados. De fato, não haviam tantos na Ponte como da outra vez, e os que passavam aparentavam não estar com nenhum grau de irritação.

Enfim, é com prazer que digo que só fui ao banheiro, sem grandes sobressaltos, depois de chegar no hotel. Mas algumas coisas não mudam: sempre me dá vontade de ir logo depois de tomar banho. Nunca é antes, que saco!!!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Desafio Pharmaton

Ano passado o Desafio Pharmaton tinha apenas a Run & Fun e a MPR, as duas maiores de São Paulo pelo número de atletas. Neste ano, a empresa resolveu ampliar o desafio e chamou mais 6 assessorias, e a Trilopez tá no meio: 35 atletas de cada assessoria vão fazer diversos treinos conjuntos e uma prova final, a Volta da USP, em outubro, além de sorteio para correr na Disney. Então temos Run & Fun, MPR, Trilopez, 5Ways, Z-Track, Race, Saude&Performance e DLB. A pedra fundamental foi lançada e lá fui eu, um dos 35 da Trilopez, no primeiro treino de apresentação no sábado, uma rodada de 06km na raia da USP (Mizuno LSD), onde fui um dos marcadores de ritmo a 5min30/km. Confesso que falhei na minha tarefa, impossível segurar o Ronaldo e a Grazi. Acabamos fechando com uma média de 5min20/km, sem suar muito, num sabadão nublado, quase chovendo.



Nos outros treinos da semana ainda sinto os efeitos das férias. Na quarta-feira fiz, de manhã, o ergoespirométrico necessário pra participar do CCC e à noite parti pra musculação e pra uma rodagenzinha rápida na esteira, com algumas subidas. No dia deu uns 08km, de Nike Free. Na quinta, treino no Ibira, chorado: fartlekão composto por uma saída em 1,8km forte (duas voltas de 900m), rodagem por todo parque, mais uma volta de 900m forte e uma volta de 3km rodada. No total, 11km, de Asics GT-2160. Na sexta, mais musculação, no sábado o citado treino da Pharmaton e no domingão, diante do pequeno volume do treino do sábado, saí pra mais 12km no Ibira, em duas voltas da cerca. Era pra ser mais, mas saí com o tênis da Timberland de trilha e me ferrei, deu bolha e a parte de cima dos dedos do pé direito ficaram em carne viva. O tênis é muito durão, meio plástico e depois de ter sido lavado após a lamaceira de Paranapiacaba, ficou pior. Já era...

Na segundona teve mais musculação, já que tenho que ficar forte pra esse tal de CCC. E hoje, terça, no Ibira, mais um treino de qualidade sofrido. Foram duas séries de 3,5km com 1 minuto de intervalo. 1ºkm forte, 2ºkm rodado, 500m forte, 500m rodado e fechando com 500m forte de novo. Fiquei pra trás, sofri pra cacete e senti muito a falta de ritmo, ainda mais treinando com um pessoal que tá no topo do treinamento. 9km (somado os 2km de aquecimento) de Asics GT-2160.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aos poucos

Fim de férias, volta aos treinos. E nos próximos 4 meses vou ter que treinar muito pro CCC. Mas a escalada dos treinos tem que ser gradual, aos poucos. Após o feriado, treino de musculação na quarta que me deixou todo dolorido. Mas o dolorido não impede que treine corrida, portanto na quinta voltei ao velho Ibira. Rodei 11km, sendo que durante esse treino tive duas acelerações de 900m. A primeira a 3m54 e a segunda a 3m49 (era pra baixar 5 segundos mesmo). Na sexta, problemas familiares pra resolver (idem no domingo), mas no sábado deu pra treinar e me senti até meio mirim, com o Diego me passando um treino longo de... 08km!! Acabei desobedecendo de leve, fiz 14km, mas em um ritmo beeem tranquilo com o Brunetti, a Rose e o Fred, mesmo tendo duas biologias. 1h31 pra 14km dá a dimensão da tranquilidade. E nessa segunda-feira, volta pro batente da academia: mais musculação e depois rodei ainda 5km na esteira, levezinho, mas botando alguma inclinação na esteira, com a intenção de correr devagar, mas com a musculatura cansada, situação que vou encontrar no CCC.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Resumo do mês - abril/2012

76 km em 8 treinos
21,1km em 1 meia-maratona
1h30 de bike

e uma pirâmide de 48 metros escalada

O pé e o sol

Férias na praia. Cancun. Eu tiraria férias em algum lugar onde pudesse fazer uma prova, mas desta vez foi a patroa quem escolheu. E tirando o IM de Cozumel, certamente não rolaria nenhuma prova lá. Então foi férias-férias mesmo, atividade física zero. Falar que eu tentei seria hipocrisia. Eu dei umas corridinhas por lá sim. Mas por sentir falta. Três, pra ser sincero, e que foram curtas, embora na areia fofíssima da praia. Em uma, de tênis (Nike Free), não deu 30 minutos, corri com a patroa e ela não aguentou 7 minutos correndo na areia fofa. O resto do tempo eu fui trotando em ziguezague do lado dela, até voltarmos pro hotel. 3,5km, no máximo. Depois teve uma no asfalto até o shopping. Mais 4km. E teve uma sozinho, que deu uns 7,5km, descalço. Só isso. 15 km em duas semanas. Mas não dá pra dizer que não fiquei dolorido nas férias, mas não teve nada que ver com corrida. Fiquei com a perna esquerda imprestável depois de descer de ladinho a íngreme pirâmide de Cobá, que tem 48m de altura e com o dedão esquerdo inchado depois de jogar bola com o pessoal do hotel na areia fofa. Prendi o dedo na areia numa dividida. Na hora nem senti, mas depois... tá escuro até agora. Só não sei se é por causa do trauma ou do sol...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Eppur si muove

Aí você tira férias mas ainda tem uns dias pra treinar, só que não sabe o que fazer. Bom, aí o negócio é fazer algo simplesmente para fazer algo. Assim dito, assim feito. Segunda-feira: 45 minutos de spin bike. Terça: de casa até o Ibirapuera, umas voltinhas por lá e voltar, fazendo 18km de Nike Free em 2 horas. Quarta: 45 minutos de bike no rolo. Quinta: 30 minutos em fartlek no Ibirapuera esturricando ao sol das 11 da manhã, para acompanhar a irmã e a esposa semi-sedentárias (6km de Nike Structure). 

sábado, 7 de abril de 2012

Os cacos

Depois da quebra na Golden Four, junto os cacos e toco em frente. A meta agora é não deixar a peteca cair demais durante as férias e iniciar o novo ciclo de treinamento sem estar no zero absoluto, ao mesmo tempo em que não posso deixar de descansar o corpo. Sinto o cansaço de ter tentado baixar o tempo na GF-BH mesmo não estando no "dia" pra isso. Na terça, apareci para dar uma rodada leve, mas junta fulano, aqui, cicrano ali, e treino coletivo lá, acabei fazendo uma bela sessão de força na rampinha do banheiro, educativos com medicine ball e muita risada... Depois, 40 minutos progressivos pra galera. Pra mim também seria, mas simplesmente busquei fazer um regenerativo leve, rodando entre 5min30 e 6min/km, e mesmo assim mais rápido do que deveria. No total, com o aquecimento, 08km, de Asics GT-2160.

Na quinta, uns intervalados que eu também fiz com meio pé no acelerador. Aquecimento de 2km e, depois, série composta por uma volta de 2,5km e 2 voltas de 900m, estas duas mais fortes, mas sem hiperventilar, sem ultrapassar o limiar anaeróbico. 13min15, 4min14 e 4min04, na primeira série, 13min20, 4min20 e 4min09 na segunda. E cansando, ainda pagando o preço da GF-BH. Em termos de ritmo e velocidade, não era pra cansar, era pra ser um belo treino médio, mas na prática deu até cãimbra... 11km no total, contando uma soltadinha no final, calçando o Nike Structure.

E o longão de sábado, no Ibirapuera porque havia a previsão de USP fechada (e não estava!!), eu planejei já começar a adaptação para o CCC, correndo num ritmo muito lento e por tempo. Era pra ser 2 horas rodando a tartarúguicos 7min/km. Mas é óbvio que não deixaram e inventaram uma rodagem a 5min/km, seguida de fartleks e o escambau. Bom, o pessoal saiu e eu fiquei tartarugando a 7min/km lá atrás .. depois entramos no fartlek (30 minutos na pista de cooper, com 2minutos fortes, 2 trotando e 1 caminhando, em 6 repetições) e eu até fiz os 2 minutos mais fortes, acompanhado da Luana e do Zizi, mesmo não dando tudo. Depois ainda teve rampa da Bienal (onde tartaruguei de novo) e o treino acabava com 1h30, pra quem fez direitinho. Eu resolvi não terminar aí e completar minhas 2 horinhas planejadas, fechando com 18km, o que dá quase o planejado (6min40/km). E assim começa abril...

Resumo do mês - março/2012

151km em 13 treinos e 12km em uma prova (Paranapiacaba) = 162km
4 séries de musculação

Uma quilometragem 50% maior que o mês passado, embora março seja um mês longo e fevereiro um mês curto e com feriado. Resultado refletido de forma boa e ruim ao mesmo tempo: ganho de performance, mas cheguei um pouco cansado para a prova-alvo, a Meia da Golden Four de BH. Acho que faltou dormir melhor (o que nem sempre foi possível, diante de idas e vindas ao hospital) e talvez não fazer a prova de Paranapiacaba. Mas não me arrependo, Paranapiacaba foi ótimo, divertido e fez um bem danado pra minha cabeça.

domingo, 1 de abril de 2012

Asics Golden Four BH 2012 . O recorde que não foi.

Primeira vez que ia correr em BH e aparentemente fiz tudo certo pra prova. Não esqueci nada na bagagem, o que por si só era um milagre. Mas sempre tem uma merda. No meu caso, deixei o Garmin ligado na mala e quando fui botar no pulso, ele ainda estava ligado com o alarme de "bateria fraca". Não ia durar 1km na prova, useless total! Mas o resto tava certo, roupa, tênis (Mizuno LSD), acordei com boa antecedência, café na medida certa, coisas devidamente eliminadas no banheiro, o negócio era o seguinte: matar ou morrer. Sairia pra baixar de 1h40 como plano A e baixar o meu tempo de 1h44 como plano B. Sem plano C. E nesse plano kamikase, se quebrasse, quebraria de verdade. Sem cronômetro, optei por seguir os pacers na marra.

Saí na baia do pessoal de 1h50, mas na frente via e alcancei rapidamente os pacers de 1h40. O ritmo era bom, forte, mas plenamente suportável. Danilo Balu tava junto ali, dando força, para ele era um ritmo de trote. Tanto era tranquilo que estava disfarçado de jogador de futebol. 

O problema é que o clima não estava do jeito que eu gosto. Senti o corpo esquentando demais, temperatura de 23, 24ºC, solzinho, e mesmo a hidratação perfeita não estava conseguindo baixar minha temperatura corporal. Senti que estava suando demais, e embora o ritmo não estivesse difícil e a respiração tranquila, tava fazendo cada vez mais força pra segui-los. No 6ºkm, tomei um gel e diminuí um pouquinho o ritmo, mas mantive o bonde da 1h40 na minha visão. E assim foi até o retorno do 10,5km. No 12km, no entanto, estava quebrado, lutando contra minha mente e minhas pernas que simplesmente se recusaram a continuar. O fim, estava oficialmente fora da 1h40. Pior, essa quebra quebrou também o plano B. Ainda tentei continuar levinho e pegar o bonde da 1h45. Quem sabe não conseguiria acelerar no final e baixar o meu tempo? Mas esse bonde informal, puxado pela Juliana Caixeta, passou por mim e eu não acompanhei 20 metros até andar de novo...

O negócio era simplesmente terminar a prova e me recolher à minha insignificância. Quebrei. Pensei se não deveria ter saído com um pace mais leve, de 4m55/km, pra depois pensar em acelerar, mas tava sem cronômetro e a opção pelo bonde mais forte foi quase impositiva. O fato é que arrisquei e deu errado. Poderia ter dado certo, mas não deu, paciência. Quando o bonde da 1h50 me alcançou, no 18ºkm, achei que seria ruim demais fechar acima de 1h50 e fui com eles. E cheguei a abrir um pouco no quilômetro final, fechando quase 1 minuto na frente deles.

Quando cheguei no hotel é que percebi que estava sem o chip. Perdi em algum momento na prova. Sob esse ponto de vista, até pensei que pelo menos não fiz uma prova sensacional que ficaria sem registro. Prova medíocre, sem registro, sem problema. Só que... horas depois, recebi um SMS da prova informando que meu tempo tinha sido 1h42m35s???? Como assim??? Recorde pessoal, se tivesse feito esse tempo. Só que não fiz!! Aí vi no blog Senta a Bota comentário do Nelton, dizendo que também perdeu o chip, mas percebeu e o pegou com a mão. E que viu diversos outros chips perdidos jogados no chão. Aparentemente o sistema utilizado para prender, com um plástiquinho encaixado, não deu certo. Como devem ter ocorrido muitos brancos nos registros dos corredores por causa disso, imagino que eles tenham pego a parcial (havia um tapete no 10ºkm e eu passei mais ou menos com 48 minutos) e estimado um tempo pros competidores. No meu caso, se seguisse no ritmo desejado, ia dar algo parecido mesmo, pelo plano B. Mas quebrei, então o resultado acabou sendo bem errado.


O problema é que outros corredores que perderam o chip devem ter tido um tempo estimado que pode não corresponder à realidade, o que tira um pouco a credibilidade do resultado. Pra mim acabou não fazendo a menor diferença, mas será que não fez para outras pessoas, considerando resultado de categoria, etc?

De qualquer forma, fora isso o evento foi sensacional. Muito bem organizado, tinha até lanchinho na hora de retirar o kit. Lembrei até do Júlio César, que vive a defender a Yescom e que num comentário sobre a São Silvestre chegou a dizer que um dos diferenciais da SS era o fato de ter ambulância até mesmo na retirada do kit. Uma coisa inútil e que não redime os graves erros da organização da SS. Mas que agora nem é mais diferencial, já que a Golden Four (que o mesmo Julio Cesar adora falar mal) também tinha ambulância na retirada do kit... além disso haviam palestras, medalha e camiseta são de primeira qualidade (não é isso que me faz querer fazer ou não uma prova, mas é impossível não notar a qualidade), hidratação perfeita, enfim, um baita cuidado com o corredor. A sensação é de que ali você é o cara, e não um boi no meio da boiada. Já tinha lido vários reviews positivos sobre a prova, mas agora, tendo a vivido, posso dizer que ela realmente é muito bem organizada mesmo.Só ficou faltando a minha parte. Mas mesmo assim eles corrigiram esse problema meu...


Molinho

Semana pré-prova é semana de alívio. E mesmo que não fosse, seria assim mesmo, dadas as complicações da vida pessoal. Deu pra correr duas vezes, na terça e na quinta. E mesmo assim, o de quinta foi "meio-treino", já que tive que sair rapidinho pra ir pro hospital buscar minha mãe. Na terça, aquecimento de 2km, e 3 séries de 2km ritmados entremeados com um tiro forte de 900m. Deu pra fazer quase tudo com a Edith, mas no último tiro a mulher sumiu na minha frente. Acelerou pra fazer o tiro a 3m45, enquanto eu me arrastava a 4m15. Por fim, uma rodada de 1,5km e 12,5km no total, de Asics GT-2160. E na quinta, com o tempo limitado, fiz uns tirinhos curtos na esteira. 5 tiros de 400m, com 400m de descanso rodando leve. Depois, 5 tiros de 200m, com o mesmo descanso. 7km de Mizuno LSD. Apesar do pouco treino, me senti um pouco cansado...

domingo, 25 de março de 2012

12km Paranapiacaba 2012

Lama. Barro. Água barrenta. Mato, troncos, galhos, raízes e cipós. E pra ajudar, neblina. Paranapiacaba é assim. Mas tava pior neste ano por causa das chuvas fortes que caíram nos dias que antecederam a prova. Neste ano também tinha mais gente, as corridas de montanha estão fazendo sucesso e isso se reflete no calendário extenso, e no fim das inscrições de forma antecipada. Como no ano passado, fomos com uma baita delegação, liderada pelo Liédson do atletismo, o Prof. Paulinho Santana, louco pra conseguir mais um trofeuzinho. Dizer que o Brunetti, o Giglio, o Edélcio, o Ricardinho, a Dani Collagiovani, a Márcia e o Pastor estavam lá era chover no molhado, se hà lama, eles estão lá. Mas tinha estreante na lama (Lígia, Pacheco, Erika, Fernando, Rodrigo Mocotó), tinha corredora que ficou com o 4º lugar do ano passado atravessado na garganta (Priscila), gente que estava com saudade da lama (Grazi, Rosi, Fred,  Edith, Alê, Hugo), gente voltando (Frédson)...


Largamos e os 2,5km de pavimentação foram tranquilos. E decisivos, porque se ficar muito pra trás pega trânsito na trilha. Tentei forçar um pouco, rodei em alguns trechos a 4min15/km e entrei na trilha. No ano passado a pior parte vinha depois do rio e da cachoeira, num lugar onde o pessoal faz motocross. Entrei na trilha confiante em um ritmo razoável no single track e... blosh! Logo no início uma piscina de lama. O cara na minha frente já perdeu o tênis aí. Eu, quase, mas já tava até o joelho na lama. E outra. E outra. E depois de sair da lama, o tênis não tinha grip nenhum, escorregava demais. Quando tava limpando... blosh, de novo! E outra. E outra. Atravessa rio, "limpa" o tênis, e lama de novo. Fila abre, fila se desfaz e chegamos no rio. Sabia que eram uns 100 metros dentro do rio e depois saíamos pra subir a cachoeira. Só que neste ano, os 100 metros viraram um trecho enorme. Pelo menos uns 10 minutos chapinhando dentro da água barrenta, tropeçando em pedra e raízes encobertas, atravessando troncos na horizontal... pelo menos aquilo não é single track, mas cheguei a pensar que estava perdido, que tinha perdido a entrada e que ia acabar no Rio Tamanduateí...



Vale lembrar ainda que fui com os meus óculos especiais pra jogar basquete, por conta da segurança que dão, já que se fixam com elástico na cabeça. Idéia ótima exceto pelo fato de embaçarem o tempo inteiro. Além de tudo estava correndo meio cego, e a trilha não estava nem um pouco clara...



Então saímos do rio, pegamos outro trecho de trilha, mais piscinas de lama e a cachoeira a ser escalada. Subi bem, mas no final da cachoeira um obstáculo de tronco que passei sei lá de que jeito (teve impulso de orelha e cheguei a assustar quando vi meu tornozelo do lado da minha orelha) e a pista de motocross. O problema é que cheguei lá já cansado. E o terreno ali não era mais lama, era barro vermelho bem escorregadio. Sensação de estar em cima de um chão de mármore cheio de óleo. Andei bastante ali, e percebi que estava cansado quando me vi andando no plano. Encontramos um pessoal do motocross ali tendo bastante problema com as motos nas voçorocas formadas pela chuva e pela própria erosão que seus pneus causavam. Agora também tinha piscina de barro vermelho, blosh, blosh. Fui indo desse jeito, até chegar, finalmente, na estrada. Ali dava pra desenvolver velocidade, até porque era plano ou descida, mas eu já não tinha mais perna.



Cheguei com 1h49minutos. Só pra comparar, 10 minutos a mais que no ano passado. E neste ano eu sei que estou melhor condicionado, embora cansado. E sujo, obviamente, muito sujo...



Competi com a Rose, pra ver quem estava mais sujo

Os pés


Sintonizando ondas curtas

Quando eu era criança tinha um rádio em casa que sintonizava ondas curtas. A transmissão era sempre ruim, se comparada com as AM e FM, de sons límpidos e claros. Nas ondas curtas era só chiado, ruído, mas aí você ia mexendo bem de levinho no dial e ia aparecendo alguma coisa. O rádio era simples, um 3 em 1 velhão, nada profissional, mas com muita sorte pegava umas transmissões em outras línguas, ou de lugares bem distantes, mesmo sem antena. Só que tinha que ter um dedo super leve, não havia um botão de sintonia fina, então qualquer errinho, um espirro na hora de mexer no tuner e... tchau! Adeus sintonia.

O treino de sábado foi meio assim. 2 semanas pra meia da Golden Four de BH e eu queria me testar. Mas não poderia passar do ponto. 18km onde eu iria simular o ritmo da meia, mas sem me desgastar a ponto de comprometer a própria prova. Também ia testar um tênis leve, o Mizuno LSD. E acho que acertei, mas só saberei na data da prova. A USP estava com uma temperatura ótima, e saí pro treino com o Orlandini, num ritmo bem interessante pra mim. Não marquei as parciais, acompanhava só o pace caindo... as 3 voltas de 6km foram completadas com pace de 5min01/km (a primeira passei com 5min06/km, na segunda 5min03/km - esse é o pace geral, então a volta foi mais rápida), o que significa um ritmo progressivo e forte. Ondas curtas sintonizadas, vamos ver se deu certo. Foi um grande treino e o tênis tá aprovado.

Deixei a musculação de lado nessas duas últimas semanas e na terça saímos em um treino de força, subindo rampas "carregando" um colega, a segurar um elástico. Foi absolutamente estafante fazer isso por 10 minutos. Depois, 4 tiros de 2km, em ritmo progressivo, saindo fraco e terminando forte. Talvez pelo cansaço, foi terrível. 10min01, 9m55, 9m53 e 9m36, ritmos mais fracos do que o próprio longão. Nike Structure nos pés e 10km na conta (somado aquecimento e rampa)

Na quinta, rodagem variada com rampas, 1h15 pra mim, 1 horinha só pro resto do pessoal. E eles fariam uma ou duas rampas, enquanto eu ficaria 20 minutos na rampinha da Sabesp e mais 10 minutos na da Bienal. Triste... 15 rampas da Sabesp e 5 rampas da Bienal depois, 13km depois, treino terminado. Nike Free.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Acabo esquecendo 2

Quinta-feira, treino parecido com o de terça: 2km de aquecimento e 6 voltas na pista de cooper, progreesivo. Só que dessa vez, sem pausa. Portanto, ritmo bem mais controlado. Voltas: 7m58 (5m18/km), 7m17 (4m51/km), 7m03 (4m42/km), 7m01 (4m40/km), 6m56 (4m37/km) e 6m47 (4m31/km). 43m02 pra 09km (4m47/km). Pior, choveu também, só que hoje foi ainda mais forte, a pista ficou ainda mais pesada e completamente invisível pra mim, não só pela água acumulada, como também por causa do total encharcamento de meus óculos. Difícil, mas lavou a alma. Treino bom pra quem ia pegar leve por causa da canelite. Que, por sinal, não doeu nada. Mas não deu pra acompanhar o ritmo da Edith e do Paulão, fiquei na cola do Ronaldo o tempo inteiro e passei na última. 11km, de Asics GT, totalmente pesado e encharcado. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Acabo esquecendo

Vamos lá, treino de ontem quentinho no blog, porque senão acabo esquecendo: 2km aquecendo e 6 tiros na volta de 1,5km da pista de cooper do Ibirapuera: 7min09 (4m46/km), 6m53, 6m39, 6m37, 6m34 e 6m32 (4m21/km). Progressivo, mas quase fundindo o motor no final. Começou a chover durante os tiros e a pista, de terra e pedrisco, começou a ficar pesada. E a gente com tempo pra tirar, e a canelite apitando... o Nike Structure novinho, branquinho, foi devidamente batizado e agora tá da cor de burro quando foge dos meus outros tênis. Total, 11km. E musculação na segunda-feira.

domingo, 11 de março de 2012

Canelittis concretus

Será coincidência? Só sei que o regime de treino não sofreu grandes alterações e nem o volume. Mas logo após o teste de 5km do Villa Lobos no sábado, além da dorzinha no joelho ter voltado, senti a canelite voltando. De leve, sem causar nenhum grande problema, mas com a apreensão de saber que a canela tá levemente dolorida. Saco!

No domingão, mesmo assim, pra fazer volume eu fui correndo de casa até a largada da Meia da Yescom. Não fiz a prova porque continuo não fazendo provas dessa empresa, mas fui lá ver os amigos. Ademais, passaria na tenda da Trilopez e me reabasteceria pra volta pra casa. De casa até lá, no Mapmyrun, daria 10.03km. No GPS, deu... 10.03km! A distância de 10km aproximada até tá ok, mas acertar até mesmo a casa depois da vírgula (os decâmetros) é coincidência, lógico. Aproveitei ainda para testar o novo Nike Strucuture 14 (aposentei o velho), branquinho, branquinho! O problema é que fiquei tempo demais lá (até porque cheguei a tempo de ver a chegada dos vencedores no feminino e masculino, e depois os amigos vieram chegando...) e na hora de voltar deu uma preguiça... até corri a Major Natanael acima, mas aí pensei no metrô com ar condicionado... bom, desci na estação Imigrantes e corri mais uns 2km até minha casa. Com o km da Majo Natanael, deu uns 13 km no total, a confortáveis 5min50/km.

Segunda e quarta de musculação. E na terça fiz um dos treinos mais puxados de semana na minha história de Trilopez. A série era de 3km bem rodados (sem moleza, mas sem hiperventilar), seguida de 06 rampas sprintando, exercícios de agilidade com escada horizontal e cones, exercícios com o elástico e 3 tiros de 850m (a voltinha curta do lago), com intervalo à la carte (recuperou? Porrada!), e em progressão, mas sendo o primeiro já forte. Depois, repete tudo. Foi doído, fiz força, não amoleci nos intervalos e acabei o treino extenuado, mas com a sensação de dever cumprido. 14km, rodando com gente bem mais forte que eu, usando o Nike Free.

Na quinta, aliviaram, e fizemos vários educativos (e foram vários mesmo, deixei o Garmin ligado e deu quase 2km). Depois, 30 minutos leves de rodagem. 7km no total, com o Nike Structure.

No sabadão, um longão de tune-up. 16km, nos quais usei a primeira volta pra ver como andava o meu ritmo com os bpm (corri abaixo de 160bpm, o que significou quase caminhar nas subidas...), e completei a primeira volta em 5min22/km. Mas na segunda volta, onde esperava rodar abaixo de 4min55/km, acabei sentindo um pouco e não baixei tanto assim o ritmo. No final os 16km (na verdade, 15.7km, as voltas de 08km da USP não são exatamente 08km...) foram fechados no ritmo médio de 5min14/km. Ainda aquém do que gostaria, mesmo considerando o ritmo mais lento do início do treino. No final, por pura provocação do Ronaldo, fizemos mais a volta do CEPEUSP levezinho pero no mucho (começa com 7min/km, mas termina com 5min20/km...), completando 19km. De novo de Nike Structure.

Não gostei muito de ter sentido algumas dores na lateral externa do pé esquerdo depois do treino. Mas Nike nunca me deu dores, o que me fez estranhar um pouco. Aí percebi que tanto o Asics quanto o Nike são tamanho 07 enquanto os outros tênis mais confortáveis são 7.5. Ou seja, 38 e 39 no padrão brasileiro, mas essa conversão varia um pouco de marca a marca. E eu calço 37. Não estão nada apertados quando calço os tênis, mas passo a desconfiar que em longas distâncias o meu pé vai se "esparramando", e sendo pressionando pela forma do tênis. Será o mesmo problema do Asics? Só vendo, vou ficar atento.

sábado, 3 de março de 2012

Enroscado

Apesar de ter conseguido ir à musculação na segunda e na quarta, os enroscos extra-corrida continuam a comprometer os treinos. Na terça, tudo pronto para ir correr, vontade e pique a mil e... uma ligação põe tudo a perder. Pior é que o enrosco acaba sendo à toa, mas família é família, fazer o que? Pelo menos consegui correr na quinta. tava com vontade, gana represada de vários dias sem correr, mas mesmo assim cheguei atrasado no parque e não peguei o aquecimento. A série consistia em um progressivo de 1.500m, seguido de 4 rampas subindo forte e descendo leve e, por fim, exercícios de agilidade com marcação da escada na horizontal ("amarelinha") e slaloms nos cones. Entre as séries, um descanso que nós mesmos deveríamos gerenciar de acordo com o cansaço. E tudo a ser feito em 01 hora.

O tiro de 1.500m tava saindo a 7min baixo, uns 4min40/km, saindo a 5min30 no primeiro terço e depois acelerando pra chegar com o coração na boca.. Com as rampas e os exercícios, fazia a série total por volta de 13 minutos e meio. Os meus descansos é que foram curtos, o que fazia com que chegasse depois, mas saísse junto ou próximo ao pessoal da frente. Acabei tudo em 55min e ainda deu tempo de rodar um quilômetro soltando. Treino com intensidade alta e que me deixou meio dolorido. Deixei o Garmin ligado o tempo inteiro, o que contabilizou os trechos corridos e, também, os deslocamentos para os exercícios. Deu 10,5km, de Nike Free.

Tava me sentindo forte, cada vez mais rápido, mas o teste de 5km no sábado abaixou minha bola. Sei lá, o calor tem atrapalhado pra dormir, tava meio cansado... só sei que deu 5.35km naquelas 09 voltas do zerinho do Villa Lobos, em 23min57s, um pace de 4min29/km. Ruim, esperava, no mínimo, um sub 4min20 de pace. (23 baixo) No Garmin, a marca de 5 km bateu em 22min34s. Com esse pace nos 5km, vai ser difícil bater 1h40 na meia (4min44) ou mesmo baixar pra 1h42 (4min50). Deve ser meu melhor tempo nesse teste, mas caí muito no final e me senti pesado. Tomara que tenha sido só um dia ruim.

Resumo do mês - fevereiro/2012

06 séries de musculação (incluindo as séries de 27 e 29/02)
102,5 km em 09 treinos

Apesar de ter sido um mês ruim fora da corrida, o que me levou a perder alguns treinos, até que não ficou tão distante da média esperada.