domingo, 19 de agosto de 2012

A reta final

Nessa reta final de treinos pro CCC, algumas constatações: a) minha unha do dedão, ferrada desde os treinos pra Golden Four-BH em março, finalmente parece estar prestes a cair. Lógico que tinha que ser perto da prova; b) é esquisito terminar longões de 4, 5 horas inteiro, exceto as dores nas articulações; c) mais esquisito é perceber que a dor muscular mais profunda depois desses longões é nos ombros; d) castanhas em geral me caem bem nesses treinos em que o ritmo cardíaco é baixo; e) não posso esquecer de carregar papel higiênico.

Essas duas últimas semanas de agosto foram de treinos na média do que vinha fazendo. Na terça 07 de agosto esqueci os tênis e acabei rodando meio tranquilo (tava vindo da meia Golden Four) uns 07km nas ruas do bairro, com todo o sobe-e-desce possível (Asics GT-2160). Quarta 08/08 teve o de sempre, corrida, escada na academia, musculação... mais 06km na conta (Nike Structure Triax), já que na corrida foram uns 3km rodando nas ruas perto da academia e mais 03km botando a esteira no máximo de inclinação. Na quinta 09, 3 voltas de 3,3km, em fartlek, alternando médio, médio-forte e forte. 10km com o Mizuno LSD. Sexta foi de musculação e no sábado 11 de agosto, dia do advogado, abri o Bosque do Morumbi às 06 da manhã e fiz umas dez séries de rampas em trilha, com os bastões, seguidas de uma volta na Circular do Bosque. Fui correndo até a USP, fui direto pra Rua do Matão, fiz 06 biologias e depois voltei pro Bosque do Morumbi: 30km carregando a mochila e os bastões, calçando o Patagonia

Semana vem e recomeça tudo de novo. Terça veio com mais um fartlekão dividido por ritmo progressivo em 3 níveis. 09km pras contas (Nike Free). Na quarta fiz uma série mais simples de esteira em subida com mochila + musculação, sem a escada. 05km, de Nike Structure. A quinta veio com outro tipo de fartlek, desta vez com a variação fraco-médio-forte por tempo (4min/4min/2min). Em 50 minutos deu quase 11km, de Mizuno LSD.

E neste sábadão, fui fazer um longo técnico no Jaraguá, conhecendo a trilha do Pai Zé. É uma trilha razoavelmente pesada, 300m de desnível em menos de 2km, com alguns bons trechos de pedras grandes e escadarias feitas na terra, nada muito técnico, mas com uma inclinação que dá pra brincar. Subi o Pico 3 vezes em 3 horas, sempre mantendo um ritmo que vai do leve ao médio, sempre usando as subidas para caminhar e diminuir o estresse muscular. Correr só no plano e nas descidas leves. 16km com o Patagonia, que machucou um pouco o pé nas descidas mais exigentes. É um tênis duro, pesado, mas que achava confortável apesar disso. Mudei um pouco a opinião.


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