sábado, 30 de novembro de 2019

Resumo do mês - novembro/2019

198,7km em 25 treinos
11 sessões de fortalecimento muscular
11km de caminhada com mochila de 10kg
10000m de remada

01 - 4,5km rodagem + fortalecimento, de 361 Famton
02 - 11km rodando no Ibira, de Kalenji Kiprun Race.
03 - 4km de caminhada com 10kg nas costas (o Rafael)
04 - 4km de rodagem/aquecimento + fortalecimento, de 361 Fantom
05 - 4,5km de rodagem/aquecimento + 5km ritmado progressivo. Total 9,5km, de Kalenji Kiprun Race
06 - 4km de rodagem/aquecimento + 2000m remada + fortalecimento, de Altra Escalante
07 - 4,5km de rodagem/aquecimento + 4km intervalados (24min: 2min médio-forte/1min caminhando). Total de 8,5km, de 361 Fantom
08 - 3km rodagem aquecimento + 2000 remada + fortalecimento, de Altra Escalante
09 - 14,8km rodando tranquilo no Ibira (5m58/km), de Saucony Kinvara
10 - 8km de trote a 6m26/km na Aclimação e 4km de caminhada com 10kg nas costas (o Rafael), de Kalenji Kiprun Race
11 - off
12 - 4,5km rodando/aquecendo + 4,3km intervalado (28min: 2m30 médio-forte/1min caminhando). 8,8km, de Kalenki Kiprun
13 - 3km rodando/aquecendo + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
14 - 4,5km rodando/aquecendo + fartlek piramidal (4km). Total de 8,5km, de Fila KR3
15 - 10,3 km rodando no Ibira + fortalecimento muscular, de Kalenji Kiprun
16 - off
17 - 22km rodando no Pq da Independênca/Ipiranga, com o Loucos por Desafio, de Kalenji Kiprun race.
18 - 4,5km aquecendo + fortalecimento muscular, de Kalenji Kiprun Race
19 - 4m5km rodando/aquecendo + 4km fartlek. 8,5km, de Adidas Adios
20 - 5km corrida+circuito de fortalecimento no Pq Independência, de Kalenji Kiprun + 3km de caminhada com 10kg nas costas (Rafael)
21 - off (tosse)
22 - 3km aquecimento + 3000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
23 - 6,8km no Ibira, com rampas, de Altra Escalante
24 - 18,5km rodando, de 361º Fantom
25 - off
26 - 4,5km aquecimento/rodagem + 4,5km de tiros de 3min/caminhada de 1min. 9km, de Fila KR3
27 - 3km de aquecimento + 1000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
28 - 5,5km de aquecimento/rodagem e 5,5km no fartlek (1min a 5min/km, 1min a 6min/km). 11km, de Saucony Kinvara
29 - 4km de aquecimento/rodagem + fortalecimento muscular
30 - 5,5km no Jardim Botânico, no lançamento do Olympikus Corre 1

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Maratona de Tartu - 2019

A escolha da Maratona de Taru obedeceu a critérios simples: o primeiro foi a escolha de provas que encaixassem no meu período marcado de férias. Havia uma quantidade razoável de provas, então refinamos a busca por provas que parecessem interessantes. Uma das mais promissoras, próxima a Las Vegas, infelizmente caiu fora porque já tinha esgotado as inscrições. Outra, na Eslováquia, apresentava problemas de estadia, praticamente todos os hotéis já reservados. A partir daí passei a analisar também o fator turismo, excluindo algumas provas que se realizariam em lugares que não me pareceram lá muito interessantes neste momento, e fiquei com algumas opções de escolha: Twin Cities, Portland, Sparkasse (Alemanha, Suíça e Áustria), Lago Ness e Tartu, na Estônia.

EUA eu excluí porque fazia um tempo que eu não ia à Europa. Lago Ness eu excluí porque já conheço o Lago Ness da época em que corri o Drambuie Pursuit. Restaram Sparkasse e Tartu. No final das contas, acabei escolhendo a Estônia por um motivo simples: eu estava sozinho e possivelmente a Estônia é um país para o qual dificilmente conseguiria arrastar a patroa para viajar junto, ao contrário da Europa Ocidental.

Puro desconhecimento dela, lógico, já que a Estônia é um país bastante desenvolvido e amigável a turistas do mundo todo. A língua estoniana é um treco absolutamente incompreensível (pra ter uma ideia, tem parentesco com o húngaro e o finlandês!), mas boa parte da população fala inglês fluentemente. Deslocamento fácil, excelente rede hoteleira, boas atrações turísticas, ótimo desenvolvimento social, apesar de ser uma ex-república soviética, sempre foi a república mais ocidentalizada da URSS (até porque Helsinque fica a menos de 100km pelo mar e por isso sinal de TV e rádio era facilmente captado em Tallin, a capital, sendo um dos "buracos" da Cortina de Ferro). Na verdade, o país não tem nada de exótico, é bastante ocidentalizado, é uma das nações mais avançadas do mundo em termos de tecnologia e tem como pontos fortes a segurança e a limpeza nas ruas. Além disso, os preços não são exorbitantes apesar de adotar o Euro, e não é um lugar superlotado de turistas, apesar de ter essa boa infraestrutura para o turismo.

Tartu é a segunda maior cidade da Estônia e a capital universitária, já que lá foi fundada a primeira universidade do país, ainda na época em que era dominada pelos suecos (também pertenceu aos russos, aos alemães e a eles próprios, lógico). A inscrição na prova foi muito fácil, com site em inglês, preço bom (uns 50 euros) e de tempos em tempos e-mails eram enviados com informações, mostrando que o pessoal lá é bem organizado.

A prova em si, pelo menos na distância da maratona, é pequena, teve pouco mais de 500 participantes. Na meia haviam mais uns 1250 participantes, que se misturavam com os maratonistas no trecho final, já que largavam um pouco mais tarde. E os 10km, corridos à tarde, tiveram 1750 atletas, somando cerca de 3500 atletas no evento todo. Bastante, se considerar que a cidade tem cerca de 90 mil habitantes (quase 4% da população). Na proporção, é como se um evento de corrida em São Paulo tivesse 45 mil atletas. E é uma prova internacional, tinha letões, lituanos, russos, finlandeses, bielorussos, franceses, chineses, ingleses, um catariano, um espanhol, um indonésio e eu.

Apesar de proporcionalmente grande, é uma prova pequena em tamanho. Retirada do kit em umas barracas (aquecidas) montadas no centro da cidade, kit apenas com número (com chip) e propaganda. Na noite de sexta-feira que antecede a prova rolou uma corrida noturna de uns 6km que parecia ser bem bacana, mas eu não corri, preferi ficar no quentinho comendo um schnitzel e bebendo uma cervejinha.

Com tanto frio, a prova não precisa largar muito cedo. Marcada para 09h30, eu saí do hotel 09h20, cheguei na Arena umas 09h23 e não tinha ninguém na linha de largada, todo mundo estava no banheiro ou se aquecendo. De fato, ficar parado não era uma opção a 0ºC. Faltando uns 3 minutos, a organização puxou aquele tradicional aquecimento/alongamento, a largada encheu rapidinho (não tinha muito problema numa multidão de 500 pessoas) e partimos exatamente às 09h30. Vale observar que apesar de ter pouca gente, haviam baias para separar os corredores mais rápidos dos mais lentos!!

Considerando o ciclo horrível de treinamento que fiz para essa prova (com caganeira e laringite no meio), larguei colando no marcador de ritmo das 04h00 (sim, 500 atletas e tinha marcador de ritmo) e fiquei com esse pelotão até mais ou menos o km20. No começo senti muita dificuldade porque tava difícil aquecer e respirar, mas depois de um tempo foi tranquilo. O pacer era um reloginho, ritmo certinho o tempo inteiro. Como a cada posto de hidratação o pelotão zoava um pouco a distribuição de água, resolvi ultrapassá-los para pegar água e isotõnico com sossego a partir do km 20. Só que comecei a abrir bem lentamente do pelotão.

Correr no pelotão era bem agradável porque ele te protegia do vento frio. Sozinho eu estava mais exposto ao frio. Só que justamente nessa parte da prova, ela entrava em um parque com pouco vento e com o sol brilhando, tornando a corrida bem agradável. A partir do km 30 mais ou menos, passamos a ter a companhia dos meio-maratonistas (eu não sei direito em que ponto, mas comecei a perceber que tinha mais gente na prova) e aí passou a solidão. Também a partir desse ponto, a prova reentrou numa região mais central, mais povoada e com isso havia mais público incentivando.

Sim, publico incentivando num calor de uns 2ºC na rua!! Lógico que para eles isso deve ser tranquilo e lógico que também não era uma multidão a cada esquina como nas majors. Mas era bem agradável e tinha mais gente do que na maior parte das provas de São Paulo! 

No final da prova, algumas subidas e descidas na parte mais antiga da cidade e uma chegada com tapete vermelho! Não só para dar as boas-vindas aos maratonistas, mas também porque a rua da chegada é calçada com pedras grandes e antigas, bem desniveladas, e o tapete ajuda a nivelar um pouco o piso.

3h54m54s. Bom tempo para um ciclo tão ruim. Prova progressiva, terminei inteiro, sprintando no final, e com poucas dores pós-prova. Correr numa temperatura bem baixa ajudou bastante no desgaste, embora tenha me dificultado um pouco no começo da prova. A cerveja no final tava bem mais quente que a temperatura ambiente e confesso que, apesar de parecer um chá por causa disso (e por ser sem álcool), desceu muito bem. A prova é bem organizadinha, redondinha, não tem luxos mas teve camiseta de finisher, certificado impresso na hora e uma medalha bem bonita, cujo único problema é não distinguir os maratonistas dos meio-maratonistas. Valeu a experiência!!







sábado, 2 de novembro de 2019

Resumo do mês - outubro/2019

125km em 13 treinos e uma maratona
5 séries de fortalecimento com 6.500m de remada

01 - off (viajando)
02 - 6km em Frankfurt, só pra soltar as pernas, de Adidas Adios
03 e 04 - off
05 - Maratona de Tartu. 3h54m54s, de Adidas Adios
06 a 17 - off total (até porque gripei e ainda fiz uma cirurgia na boca)
18 - 4km levinhos + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
19 - 8km ainda levinhos, de Kalenki Kiprun Race
20 - 5km trotando, de Adidas Boston
21 - 4km + 2000m remada + fortalecimento, de Fila KR3
22 - 9km ainda levinhos, de 361 Fantom
23 - off
24 - 9km leve progressivo (até 5m15/km), de Skechers Go Run
25 - 4,5km leves + 2500m remada + fortalecimento, de Altra Escalante
26 - 12,5km rodando solto no Ibira (5m44/km), de Skechers Go Run Ride
27 - 5,1km regenerando levinho... pela dor no joelho, não regenerou porra nenhuma! (Altra Escalante)
28 - off
29 - 4,2km leves de aquecimento + fortalecimento, de Adidas Boston
30 - 5,5km rodando fartlek + fortalecimento, de Altra Escalante
31 - 4km rodagem + 5 tiros de 250m com 150m recuperando. Total de 6km, de Fila KR3

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Resumo do mês - setembro/19

191,1km em 20 treinos
2 séries de fortalecimento muscular


01 - 14,1km, rodando leve, de Adidas Adios+
02 - 3km aquecendo + fortalecimento muscular, de 361 Fantom
03 - 2km aquecendo + 10 tiros de 500m/200m pausa ativa + 1km desaq. 10km, de Fila KR3
04 - 3km aquecendo + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
05 - 3km aquecendo + 8km de fartlek piramidal (variação a cada 1m30s). Total de 11km, de 361 Fantom
06 - off
07 - 30km de longuinho leve, com o 361º Fantom
08 - 5km regenerativo, de Kalenji Race
09 a 11 - off forçado (gripe, febre etc)
12 - 5km rodados que não deveriam ter sido rodados, porque a coisa foi bem ruim + 2000m remo, de  Altra Escalante
13 - off - gripe
14 - 5km na Festa dos 200 mil inscritos do Corrida no Ar. Não, não dava pra correr ainda, a gripe tá ruim, mas de alguma forma corri, mal e porcamente, de Skechers Go Run
15 - off - gripe
16 - 7km rodados, tentando voltar a correr. A tosse tá muito braba ainda, mas pelo menos o corpo não tá tão mole (Fila KR3)
17 - 7km fartlek, de Altra Escalante
18 - 5km aquecendo + 8 tiros curtos de 400m, c/100m de intervalo + 1km desaq = 10km, de Kalenji Race
19 - 5km rodando leve + 2500 m de remo, de 361º Fantom
20 - 3km aquecendo + 10 tiros de 200m. 5km, de Kalenji Kiprun Race
21 - off
22 - 25km na Aclimação, leve, de Adidas Adios
23 - off
24 - 4km aquecendo + 2x 3km ritmado, a 5m20/km. Total 10km, de Fila KR3
25 - 6km rodados + 2,5km transport + 2,5km de remo. Altra Escalante
26 - 3km e treino abortado. Joelho esquerdo, 361º Fantom
27 - off (joelho esquerdo, aiaiai)
28 - 20km ritmado a 5m13/km, de Adidas Adios. Talvez o único treino bom do ciclo...
29 - off
30 - 7km rodadinho leve na esteira, fartlekando sem muita intensidade, de Adidas Boston

domingo, 1 de setembro de 2019

Resumo do mês - agosto/19

221,1km em 21 treinos
9 séries de fortalecimento muscular

01 - off
02 - fortalecimento muscular
03 - 5km no Ibira, de Under Armour Infinite (sem meia deu bolha...)
04 - 15km rodando na rua, de Under Armour Infinite (com meia, ok)
05 - fortalecimento muscular
06 - 10km na esteira (6x 1000m), de 361º Kroozer
07 - fortalecimento muscular
08 - 10km rodando no Ibira, de Mizuno Wave Sky3
09 - off
10 - 11,6km na USP, (parte com o grande Caloi), calçando Skechers Go Ride
11 - 12km rodados, de Kalenji Kiprun Race
12 - 3km aquecendo + fortalecimento muscular, de Skechers Go run
13 - 10,5km rodando fartlek, de Saucony Kinvara
14 - fortalecimento muscular
15 - 5km aquecendo + 30 minutos intervalados (2min forte/1min fraco) + 1km desaquecendo. Total 11km, de Fila KR3
16 - off (doação de sangue)
17 - 7,4km levinho no Parque da Independência, de Kalenji Kiprun Race
18 - 23km de longuinho, no Ibira, sentindo um pouco a doação de sangue, de Adidas Adios
19 - 4km aquecendo + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
20 - 3km aq + 6km intervalado (1km ritmo/500m trote), total de 9km, de 361 Fantom
21 - 4km aquecendo + fortalecimento muscular, de Skechers Go Run Ride
22 - 4km aquecendo + 10 tiros de 400m/200m trotinho. 10km de Skechers Go Bionic
23 - off
24 - 26km de longo na USP, de Skechers Go Bionic
25 - off (pé esquerdo doendo)
26 - 3km aquecendo + fortalecimento muscular (361 Fantom)
27 - 3,5km aq + 4km fartlek + 3km desaq - 10,5km no total, de Adidas Adios
28 - 5km aquecendo + fortalecimento muscular (Altra Escalante)
29 - 2km aq + 4x 1500m ritmo/ 500m recuperação, 10km de Nike Streak LTZ
30 - off
31 - 21,1km no Parque da Aclimação (era 30k, mas abortei sentindo o calor e a secura), de Kalenji Race


sábado, 3 de agosto de 2019

SP City 2019

Finalmente a SP City Completa! Na estreia, em 2016, eu fui para o cruzamento da Brigadeiro com a Paulista para torcer e animar a galera. Nos 2 anos seguintes, quando a prova mudou para subir a 23 de maio, eu estava lá, mas apenas inscrito na Meia Maratona. Somente neste ano eu resolvi encarar a maratona inteira.

Por que? Não sei. Afinal, a SP City é uma prova que eu geralmente não escolheria para tentar me preparar para correr, pelo calendário e também pela altimetria pesada, que atrapalha a tentativa de bons tempos. Talvez porque depois das dificuldades que enfrentei para me preparar para Montevideu, meio que desisti de tentar melhorar marca neste ano de 2019, porque percebi que está sendo complicado conciliar trabalho e criança em casa. Além disso, já ter conseguido baixar tempo em uma distância neste ano me deu uma sensação de "dever cumprido" para este ano.

Então, já que a SP City não iria de alguma forma atrapalhar a preparação para outras provas e eu nem teria mesmo a expectativa de baixar tempo, resolvi corrê-la inteira. Lembro que em 2017 eu fiz 33km durante a prova, então até dá pra dizer que conhecia boa parte da prova, até mesmo porque os km que não fiz ocorrem em um trajeto que eu estou careca de conhecer, na USP e na Av. Politécnica. Mas uma coisa é conhecer (ainda que muito bem) o trajeto, outra é correr a prova inteira. 

Neste ano a SP City ainda me reservou uma agradável surpresa, tendo sido convidado a mediar um bate-papo durante a Expo com dois grandes nomes da prova, o então bicampeão Laurindo Nunes Neto e a campeã Conceição de Oliveira. O Laurindo eu não conhecia, e foi bem legal conhecer um corredor jovem, promissor, já com bons resultados na carreira e vindo do sul, que geralmente revela grandes atletas de fundo pro Brasil. E a Conceição é aquele exemplo de vida, corredora sensacional que já era corredora de elite quando eu comecei, e ainda continua se mantendo competitiva mesmo tendo a minha idade, além de ser um excelente papo!

Para a prova em si, a intenção era a de simplesmente utilizá-la como um treino para ganhar volume. Um volume que tava difícil de fazer durante a semana, mas que tava saindo aos trancos e barrancos e com baixa intensidade nos finais de semana. Nenhuma intenção de correr perto do limite ou sequer chegar perto disso. Ao contrário, em princípio, quanto maior o tempo de atividade, melhor seria para mim. 

E foi isso o que aconteceu. Larguei bem devagar e até a 23 de maio os bpms foram mantidos na casa de 125 a 130. Durante a subida da 23 encontrei o Ricardo, que era da Nova Equipe e fomos conversando até mais ou menos o túnel do Rio Pinheiros, onde ele parou para um pit stop. O meu ritmo possivelmente até caiu um pouquinho, em prol da resenha. Depois do túnel, bem no local onde a pista divide para a chegada da meia e a continuação da maratona, encontrei outro amigo corredor de bom papo (na verdade, acabei esquecendo o nome dele) e fomos até o retorno da Politécnica conversando sobre corrida, onde mais uma vez perdi o colega para o banheiro. A partir daí, km 34 mais ou menos, voltei a seguir meio que sozinho, mantendo um ritmo muito tranquilo, mas percebendo os efeitos do cansaço, já que o pace era o mesmo do começo de prova, mas os bpms já começavam a subir acima de 150. 

Final de prova é sempre aquela festa, encontrei vários outros amigos já bem próximo à chegada, na avenida do Jockey, peguei uma cervejinha no km 41 e terminei a prova sprintando só pra me sentir vivo, apesar do lentíssimo tempo de 4h37. Apesar de lento, posso brincar e dizer que foi a minha melhor maratona sem treino, já que tinha feito 4h46 em Paris/09 e 4h41 em SP/11. Mais ainda, posso dizer que é minha melhor maratona "em casa", já que além dos 4h41/11 eu tinha um 4h46/09, quando fiz a Maratona de SP como treino para Urubici.

Ou seja, fiz tempo nessa porra!!! U-huuuuuu!!







Meia Maratona de Campinas (Plus) 2019

O título tá certo. É meia maratona de Campinas "plus" mesmo, porque na verdade eu fiz 26,6km, para rodar um pouco mais como treino. Afinal, a própria prova acabou sendo um treino. O Corrida no Ar foi convocado a participar da Maratona de Campinas, que conta com várias distâncias, então deu para encaixar direitinho o treino na prova.

De fato, com as distâncias de 7, 14, 21 e 42km, dava para escolher. Eu escolhi os 21km e ainda me propus a rodar mais uma volta de 7km, que não deu isso porque eu passei errado por um desvio (isso após ter terminado os 21km, então não fiquei com nenhum drama de consciência).

Uma prova bem organizada, simples mas muito bem-feita, mais plana do que se poderia esperar numa cidade como Campinas, onde só tem morro, e em um dia excelente, o famoso solzinho com frio. 

Quando digo que era mais plana do que se poderia esperar, não quis dizer que a prova era plana. Mas haviam muitos trechos planos. E só uma subidinha pesada, o resto das inclinações era bem tranquilo. Mas também como disse, fui para a prova para treino, nada mais do que isso, até mesmo porque ainda tava meio ruim da caganeira crônica que me abateu por todo junho e boa parte de julho, adquirida no México. No próprio dia da prova eu acordei estranho, mas quando cheguei em Campinas, o intestino parecia estar estabilizado. O problema era o enjôo que largou comigo e ficou durante os 5 primeiros kms da prova. Depois, estranhamente, ele passou. 

Eu fiz a prova inteira controlando bpm para que ficassem inicialmente abaixo de 140, só deixando de ligar para isso depois do km 20 mais ou menos. Com esse ritmo bem controlado, de baixa intensidade, passei a meia para 2h04 e fechei os 26,6km para 2h36. Um bom treino longo, tranquilo, calçando o bom Kiprun Race da Decathlon.

E apesar de ser uma prova relativamente pequena, foi muito legal encontrar muitos amigos: os Comradeiros que não conseguem parar de correr depois da Comrades (incluindo o Nilson Lima que não consegue parar de correr em nenhuma hipótese...), o Décio da D-Run, meu velho salvador da UTMB, o seu atleta Leo Kenichi, a galera da Decathlon (em especial o Julio), e vários outros amigos fãs do canal. Foi divertido.





Resumo do mês - julho/19

190,4km em 12 treinos e 2 provas
3 séries de fortalecimento muscular

01 - off
02 - 11km leve no Ibira (5m51/km - bpm 136)), de Adidas Adios
03 - fortalecimento muscular
04 - 7km na esteira, levinho, de 361 Kroozer
05 - off
06 - 26,1km de longuinho leve no Ibira (5m53/km - bpm 148), de Kalenji Kiprun Race
07 - off
08 - 2,5km aq + 10 tiros de 400m/200m recup + 5 tiros de 200m/100m recup. 10km na esteira, de Kalenji Kiprun Race
09 - off
10 - 7km na esteira, prgoressivo médio, de 361 Kroozer
11 - fortalecimento muscular
12 - 10 km rodando leve no Ibira (5m33/km - bpm 143), de 361 Kroozer
13 - off
14 - 26,6km na Maratona de Campinas (inscrito nos 14km, dei uma esticadinha), levinho (5m55/km - bpm 142), de Kalenji Kiprun Race
15 - off
16 - off
17 - 7km na esteira, rodagem progressiva, de Adidas Adios
18 - fortalecimento muscular
19 - off
20 - off
21 - 20,3km de longo leve no Ibira, de Adidas Adios
22 - 8,2km voltando do trabalho para casa, de 361 Kroozer
23 - off
24 - 8km na esteira, rodagem a 6m/km, de Adidas Adios
25 - off
26 - off
27 - off
28 - SP City Marathon, a 6m36/km, de Adidas Adios
29 - off
30 - Treino-teste do Under Armour Infinite, com educativos e vários tiros curtos. Deve ter dado uns 2km no máximo.
31 - 5km na esteira, de Under Armour Infinite

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Resumo do mês - junho/19

3 sessões de fortalecimento muscular
2000m de natação
92,1km em 11 treinos, em um mês com três semanas de caganeira e férias...

01 - off
02 - 3km na esteira (Altra Escalante) + fortalecimento muscular
03 - off
04 - 1300m natação
05 - 7,2km na orla da Riviera Maya (Altra Escalante)+ fortalecimento muscular
06 - 700m natação
07 - 3km na esteira aquecendo (Altra Escalante)+ fortalecimento muscular
08 a 10 - caganeira e dor de estômago
11 e 12 - viagem
13 - 10km na esteira, de Skechers Go Run Bionic
14 - off
15 - 15,3km leves, até o Ibirapuera e voltando (6m06/km), de Kalenji Kiprun Race
16 a 18 - Off forçado. Virose Rafael Kenzo
19 - 5km me arrastando com muito esforço no Pq Independência, de Kalenji Kiprun Race
20 - 9km na esteira de Mizuno Be (um pouco melhor)
21 - off
22 - 12,6km no Museu do Ipiranga e no bairro, de Kalenji Kiprun Race
23 e 24 - off (a virose voltou)
25 - 5km na esteira, bem mal, de Skechers Go Run Bionic
26 - off
27 - 9km no Ibirapuera, levinho, de Kalenji Kiprun Race
28 - off
29 - 13km no Ibirapuera, com duas paradas para o banheiro, de Saucony Kinvara 9
30 - off




quinta-feira, 13 de junho de 2019

10 km da Tribuna

Era uma completa vergonha que eu, com mais de 15 anos de corrida nas costas, nunca tenha corrido antes a Tribuna 10km, a mais importante e rápida prova de 10km do país. Uma vergonha!! E por que isso não tinha ocorrido antes? Porque a partir de 2007, quando eu comecei a focar em provas longas, as provas de 10km dificilmente encaixavam nos meus treinos, já que eu geralmente estava fazendo longos muito maiores nos finais de semana nessa época do ano. Tanto que dessa época para cá, as poucas provas de 10km que fiz geralmente ocorreram no final do ano, ou em momentos em que eu estava voltando de ciclos de treinos, férias etc.

Em 2007, justamente após minha estreia em maratonas eu corri uma prova da Corpore, a Nike 10k e mesmo sem compromisso, por estar ainda aproveitando o hipertreinamento da maratona, fiz o meu melhor tempo na época, de 48m e uns quebrados. E desde então nunca mais tinha baixado essa marca, que era totalmente incompatível com os meus tempos em outras provas. Eu, inclusive, já tinha feito 10km melhores durante provas mais longas, como a meia-maratona na Colúmbia Britânica onde fiz o meu melhor tempo de meias. Mas nunca numa prova de 10km.

Aí neste ano, uma vez realizada a maratona de Montevidéu, vi que dava para fazer a Tribuna, finalmente. E fui para a prova. Não, não treinei direito depois da maratona, apenas dei umas rodadinhas e mantive estímulos. Mas como estava ainda me beneficiando dos efeitos do treinamento da maratona (que não foi bom, mas foi um treinamento para maratona, né?), e não tinha engordado muito depois disso, acabei me dando bem.

Nem fui para a prova com a intenção de fazer tempo. Primeiro porque ainda estava voltando de uma "ite" (rinite, sinusite) de outono que tinha me pegado bem, ainda tossindo um pouco (aliás, na Wings For Life ano passado, na mesma época, a mesma coisa tinha me acontecido). Segundo, porque haviam me dito que era uma prova muito cheia, tipo São Silvestre, onde seria muito difícil desenvolver ritmo. E, de fato, a prova é cheia, mas tem largadas escalonadas e muitas das pessoas que realmente vão lá só para participar largam nos pelotões mais atrás. E eu larguei em um pelotão de corredores mesmo, ainda que isso admitisse corredores de vários níveis. Passamos pelo portão de largada com pouco tempo, mais ou menos uns 3 minutos e logo que começamos a correr, percebi que tinha pista relativamente livre. Ziguezague aqui, ziguezague ali, dava para ir costurando sem perder tempo e comecei a desenvolver a corrida.



Corria só na sensação de esforço, até mesmo porque nem fui com relógio, de tão desencanado que estava. Mas o fato é que a prova é rápida, os quilômetros passavam rapidamente e à medida que ia progredindo e alcançando corredores de minha categoria, era menos necessário ziguezaguear para ultrapassar. Mesmo tendo parado no km 09 para tossir - e foi uma bela tosse, tive que parar mesmo, respirar um pouco porque quase botei os bofes pra fora - fechei a prova rapidamente. O tempo? Não tinha ideia, algo entre 45 e 50 minutos. Afinal, estava sem relógio...

A confirmação só veio mais tarde, 46m46s. Não é um temporal, mas pelo menos finalmente baixei meu RP nos 10km, depois de 12 anos! Mas se eu soubesse que estava tão perto de largar na Elite B (sub-46), acho que dava pra ter ido buscar esse tempo...


Resumo do mês - maio/2019

12 treinos de fortalecimento muscular
102,4km em 15 treinos

01 - 5,4km levíssimo, de 361º Biospeed 2
02 - fortalecimento muscular
03 - fortalecimento muscular
04 - 8km leves, de 361º Biospeed 2
05 - 3km, de  361º Biospeed 2 + fortalecimento muscular
06 - 5kmfortalecimento muscular
07 - 8km leves, de 361º Kroozer
08 - fortalecimento muscular
09 - off trabalho
10 - off gripe
11 - off gripe
12 - 7km + fortalecimento muscular, de Mizuno Be
13 - fortalecimento muscular
14 - 3,5km prog + 6,5km prog. 10km de Saucony Endorphin
15 - off
16 - 2km aq + 10 tiros de 1minuto intenso (16 a 18km/h)/1min descanso (3km). Total, 5km, de Kalenji Kiprun Race
17 - off
18 - off
19 - Tribuna 10km de Santos. Uma boa prova, recorde pessoal em 46m36s, de Saucony Endorphin.
20 - off
21 - 9,3km de rodagem/fartlek, de Saucony Kinvara 9
22 - fortalecimento muscular
23 -  fortalecimento muscular
24 - off
25 - 8,5km de trote sem rumo, no Museu do Ipiranga, de 361º Biospeed
26 - 2,9km aquecendo + fortalecimento muscular
27 - 8,3km do Centro até a casa, de Kalenji Kiprun Race
28 - 9km fartlekando no Ibira, de Kalenji Kiprun Race
29 - fortalecimento muscular
30 - 3km + fortalecimento muscular, de 361º Biospeed
31 - off


terça-feira, 21 de maio de 2019

Maratona de Montevideu 2019

Não foi uma boa maratona... não foi um bom dia para mim e o vento da prova não tava ornando com esse meu dia ruim. Se ao menos uma das duas condições acima não estivessem presentes, talvez fosse melhor. Mas dia ruim e clima ruim ao mesmo tempo acabam resultando uma prova bem complicada, fechada em 4h11, com quebra do ritmo desejado no km 12 e quebra mesmo, feia, a partir do km 30. 

Mas é uma prova a se pensar. Muitos trechos planos, subidas leves, uma logística ótima (hotel a poucos metros da largada/chegada), organização simples mas bem feitinha, prova onde dá pra correr bem se o corredor estiver bem e uma cidade bem legal para passear, turistar, encher a cara de parrilla depois da prova etc.


terça-feira, 30 de abril de 2019

Resumo do mês - abril/19

157,6km em treinos + Maratona. Total: 199,8km
2 séries de fortalecimento muscular.

01 - 2km aq + circuito de fortalecimento com corrida (4x 750m). 5km, de Altra Escalante
02 - 3km aq + 3x 1km prog/1km forte (4m20). 9km, de Adidas Adios
03 - 5km aq + 10x 1min forte/1min caminhando (3km). Total de 8km, de Saucony Endorphin
04 - off
05 - 17km na esteira. Era pra ser 32, mas esteira é insuportável... Adidas Adios
06 - off
07 - Mais 17km pra fechar o fim de semana, de 361º Bio Speed 2
08 - off
09 - 4km aq + 6 x 1000m (média de 4m25/km). 10km de Saucony Kinvara 9
10 - fortalecimento muscular com peso móvel (Rafael)
11 - 2x 15min progressivo/15min regressivo (11,3km), de Fila KR3
12 - off
13 - Uns... 4km no evento da Decathlon de apresentação da linha de performance dos tênis Kalenji, a linha Kiprun. Tudo usando o novíssimo Kiprun Race
14 - 22km pelas ruas de SP, usando o Kiprun Race, a 5m36/km
15 - off
16 - 1km aq + 12x 400m (entre 1m37 e 1m27) com 2min intervalo + 1km desaq: 6,8km de Adidas Adios
17 - off
18 - 2,5km aq + 4km puxado + 2,5km desaq. 9km, de Kiprun Race.
19 - off
20 - 16km a 5m13/km no Ibirapuera, de Adidas Adios
21 - off
22 - off
23 - 15min aq (2,6km) + 5x 5min ritmo/1min leve (6km) + 5min leve (0,7km). Total: 9,3km, de Fila KR3
24 - off
25 - 1,6km aq + 13 tiros de 2min por 30s de descanso (5,5km) + 0,9km. Total, 8km, de Adidas Adios
26 - off
27 - off
28 - Maratona de Montevideu. Péssimo, quebrei no km 12 e fechei com 4h11. (Adidas Adios)
29 - off
30 - 35min levinhos (5,4km), de 361 Bio Speed 2.


terça-feira, 16 de abril de 2019

IGT Igaratá 23km 2019

A prova de Igaratá não estava no radar. Já tinha corrido em 2016 e, portanto, a conhecia. Mas a Decathlon, patrocinadora da prova, resolveu fazer uma ativação com o Corrida no Ar (e o Mania de Corrida e o Canal Corredores), então acabei indo, até mesmo porque o Sérgio não poderia ir por conta de outro compromisso (ele estava em Aracaju).

O problema é que para mim não estava muito fácil também, porque tinha uma festa de família no mesmo dia. Assim, acabei não indo com o ônibus da Decathlon porque teria que correr e depois... correr de volta pra festa. Para piorar um pouco mais, por conta de um incêndio na região do Bresser, eu me atrasei bastante com a Radial Leste interditada às 06 da manhã. Resultado: cheguei na cidade de Igaratá com pouco menos de 20 minutos para o início da prova, enfrentando um mega-trânsito e problemas para estacionar... a prova ficou enorme em relação à pacata e pequena Igaratá!

No final das contas, deu tempo de pegar meu número, gravar uma coisinha aqui e ali e já partir!! Nem aqueci, larguei numa muvuca enorme bem pra trás e acabei enfrentando um mega trânsito monstruoso na largada. Muita gente ali estreava em provas fora do asfalto e não sabia muito bem como correr nesse ambiente natural, cheio de morros. Na real, sem muita dificuldade, já que a prova inteira é em estradão de terra, mas mesmo assim, algumas pessoas foram "armadas" com mochila de hidratação, bastões de caminhada etc... outras, no primeiro trecho de terra um pouco mais inclinada, refugavam achando que iam escorregar.

Não liguei muito, já que para mim aquilo era um treino. Mas um pouco angustiado com o início lento, quando arranjei brechas, acelerei. E essas aceleradas e desaceleradas acabaram me custando um pouco caro, já que me desgastei demais e acabei sentindo o cansaço e o sol, que tava forte, já lá pelo km 15. 

Daí em diante, corria/trotando onde era possível, andava nas subidas, tava realmente bem fora da minha performance normal. A subidinha quando chega na cidade foi um terror (lembro de ter feito aquele trecho correndo na prova anterior, ainda que devagar), mal andava direito... mas cheguei, com 2h41, bem distante das 2h23 que fizera em 2016.

De qualquer modo, a prova foi legal, me fez sentir de novo o ritmo de competição - não participava de uma prova desde dezembro do ano passado - e é sempre interessante correr fora do asfalto, né? mesmo que o joelhinho não esteja lá essas coisas, esse tipo de prova, menos técnica e mais corrível, eu ainda consigo fazer bem!




terça-feira, 2 de abril de 2019

Resumo do mês - Março/19

176,5km em 13 treinos
5 treinos de fortalecimento muscular

01 - off
02 - 7,5km leve na estrada, de Adidas Ultraboost
03 a 05 - off Carnaval/viagem
06 - 1,5km aquecendo + 10 tiros bem fortes de 300m com 100m de pausa - 5,5km de Altra Escalante
07 - 7km a 5m18/km e 6km a 4m44/km. 13km de Nike Streak LTZ
08 - off
09 - 28km num longo na marra, a 5m46/km passando mal por causa do strognofe do jantar, de Saucony Kinvara 9
10 - 6km levinhos, rodados na tempestade, de Adidas Adios Boost
11 - fortalecimento muscular
12 - 10km da esteira (4 x 1,5 rodado a 5m30/km e 1km ritmo 4m55/km), de Saucony Endorphin
13 - off
14 - off
15 - Fortalecimento muscular
16 - Longo de 32km, que virou 22km, por conta de uma indisposição estomacal após o gel da Decathlon. Mesmo desacelerando muito no final, ainda bate 5m32/km, com o Adidas Adios 18
17 - 10km de rodagem leve a 5m51/km, de Saucony Kinvara
18 - fortalecimento muscular
19 - 11km rodando a 5m27/km
20 - 3km aq + fortalecimento muscular. Descalço
21 - 1,5 km aq + 4x 1,5km c/2min de pausa (4m48 a 4m30/km). 7,5km, de 361 BioSpeed
22 - fortalecimento muscular
23 - off
24 - 23k na IGT Igaratá 23k - 2h41minutos, de Kalenji Kiptrail TR
25 a 29 de março - off, tentando domar a inflamação
30 - Longo de 30km a 5m21/km, de Adidas Adios
31 - off

quinta-feira, 7 de março de 2019

Resumo do mês - fevereiro/19

167,2km  em 15 treinos
7 séries de fortalecimento muscular

01 - off
02 - 8km levinhos, de 361 Bio Speed 2
03 - Longo de 22km a 5m38/km, de Altra Escalante
04 - off
05 - 9km fartlek, de 361 Bio Speed 2
06 - fortalecimento muscular
07 - Mais 9km na esteira, progressivo (1min a 7,5km/h, 2min a 8km/h...). De Nike Streak LTZ
08 - fortalecimento muscular
09 - 16km a 5min10/km, de Altra Escalante
10 - 5,5 km rodando bem levinho, de 361 Bio Speed 2
11 - off
12 - off (tentando desinflamar a canelite)
13 - fortalecimento muscular
14 - 2km leves, 6x 400m a 5m20/400m a 4m45) + 1,2km leve. 8km no total, de Saucony Kinvara
15 - off
16 - Longo de 24km a 5m18/km, de Altra Escalante
17 - off
18 - 5,2km de corrida + fortalecimento muscular em circuito, descalço.
19 - 9km na esteira. 2 x 3km ritmo (5m15/km) e 1,5km Tempo Run (4m55/km), de Skechers Go Run Ride 6
20 - fortalecimento muscular
21 - 9km na esteira. 3km aq + 15 x 400m, de Skechers Go Run 7
22 - off
23 - 25km num longo totalmente estragado, de Saucony Kinvara 9.
24 - off
25 - 3km aq (Skechers Go Run Bionic) + fortalecimento muscular
26 - Tempo Run, 10km em 49m54. E 2,5km de desaq. Total 12,5km, de Adidas Adios
27 - fortalecimento muscular
28 - Rodagem: 11km a 5m18/km, de 361º Biospeed 2

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Resumo do mês - janeiro/19

207,5km em 20 treinos
2.500m natação em 2 treinos
9 sessões de fortalecimento muscular

01 - Personal Capri Run. Não fio na oficial, mas foram 10km rodados em 1h02 embaixo de chuva no bairro, de Saucony Kinvara 9
02 - 4,4k aq + 12 x 1m30/1m descanso + 1km descansando. 9,6km, de Altra Escalante
03 - fortalecimento muscular
04 - off
05 - 8,5km a 5m41/km c/subida, de Saucony Kinvara 9
06 - 10,2km rodando leve com subida, de Altra Escalante + 1400m natação
07 - fortalecimento muscular
08 - 12km a 5m29/km, ritmo médio-leve, de Altra Escalante
09 - off
10 - 2km aq + 20 min leve (5m38) + 15 min médio (5m21) + 10 min tempo run (5m03) + 10 min desaq. Total: 12 km, de Saucony Endorphin Racer 2 (muito calor!!)
11 - fortalecimento muscular
12 - 16km a 5m41/km com subidas, de Saucony Kinvara 9
13 - 8,2km no trote (calor das 11 da manhã!!) com subidas, de Altra Escalante. E 1100m natação
14 - 3km aquecendo (Altra Escalante) + fortalecimento muscular
15 - 2km aq + 6 tiros de 600m com intervalo de 3min + 2,4km desaq. 8km, de Saucony Endorphin
16 - fortalecimento muscular
17 - 1h em ritmo médio (que parecia pesadíssimo por causa do calor). 10,8km, de Skechers Go Run
18 - off
19 - 16km a 5m24/km, segurando o ritmo nos primeiros 8km e dando uma acelerada no final. Altra Escalante
20 - 8km com subidas, na Osvaldo Aranha, suando muito no sol de 11h30 da manhã... de Saucony Kinvara 9
21 - fortalecimento muscular
22 - 2km aq + 3km leves (5m38) + 2km médio (5m08) + 2x 1km forte/1km trote (4m45 e 4m24). 11km no total, de Nike Streak LTZ
23 - 5km + fortalecimento muscular, descalço
24 - 1,5km aq + 30 min leves (5m36 - 5,4km) + 30 min médios (5m06 - 5,9km). Total de 12,8km, de Skechers Go Bionic Ride
25 - off
26 - Longuinho de 18km, a 5m19/km, Altra Escalante
27 - 7,5km bem leves (6m46/km), da 361º Chaser 2
28 - fortalecimento muscular
29 - 1h10m, 12,4km a 5m19/km, de Saucony Endorphin
30 - fortalecimento muscular
31 - 1km aq + 7,5km variando entre leve (5m40) e médio-forte (4m55/km). 8,5km de 361 Kroozer.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Resumo do ano 2018

2018 foi um ano conturbado. Logicamente, o maior fator foi o surgimento do Rafael Kenzo e tooooodo o trabalho que ele nos dá. É ótimo, mas objetivamente atrapalhou um pouco a vida esportiva, né?

Na única prova foco do ano, não tive sucesso. Quebrei na Maratona de Chicago lá pelo km 28 e terminei com 3h39, um tempo ainda bom, mas longe do sub 3h30 que queria. Não teve ultra e as outras provas do ano foram todas participativas.

O Timão todo desmanchado ainda conseguiu ser campeão paulista e vice da Copa do Brasil. Muito para o elenco que tinha, mas o Brasileiro foi bem complicado, porque até o treinador perdemos. Mas ele voltou, vai Carille!!!

O Corre 89 FM acabou, depois de mais de um ano e meio mais ou menos. Os motivos? Só a rádio sabe, já que ocupávamos um horário morto da rádio, mas o fato de não ter fechado patrocínio ajuda, né? De qualquer forma, foi um prazer fazer o programa, algumas edições só com o PH, outras só com o Sérgio. Ouvimos muita gente boa, algumas figurinhas repetidas (com o Serginho Xavier, o Wanderlei Oliveira, PG e o José Virgínio de Moraes), alguns amigos com ótimas histórias (Ricardo Almeida, André Zumzum, Domingos Ferronato), atletas como o Vanílson Neves, a Animal, treinadores com o Zeca, o Nelson Evêncio, e muita mais gente boa!! Além disso, mais um sonho realizado: ouvir uma música minha tocando na Radio Rock: ok, na verdade, não é bem uma música minha, mas uma versão de Surfista Calhorda dos Replicantes, com o nome Corredor Calhorda, extremamente bem executada pelo Sérgio (guitarras, baixo e vocais) e pelo PG (batera e backing vocals). Por causa da agenda, ainda bem que eu não toquei nada (certamente iria piorar a execução), mas a composição da versão é minha!! U-huuuu! Os Intervalados!!!




Os running crews da Adidas e Nike continuam firmes, mas acabam sendo um fenômeno aplicável apenas a Rio e SP. As assessorias de corrida mantém o seu tamanho de mercado, crescendo em cidades menores. Muitos corredores começam a correr sozinhos, usando treinos on-line, por aplicativos e pegando dicas na internet, onde há muita informação boa (e é isso o que queremos fazer no Corrida no Ar), mas também muita informação ruim. Como em tudo que se relaciona à internet, o grande desafio é separar a informação que presta e a que não presta.

Falando em Corrida no Ar, continua crescendo. Fechara o ano passado com 110 mil inscritos, e neste ano com 170 mil inscritos. Não é mais o maior canal de corridas do mundo, ultrapassado pelo The Running Experience. Mas isso já era esperado, impossível competir com um canal em inglês e com diversos treinadores em seu staff, né? Surpreendente era um canal em português ocupar essa posição!

No final do ano, o Youtube fez uma limpeza, cancelando inscrições irreais, compradas por meio de bots ou assinantes irreais e o Corrida no Ar não perdeu inscritos, assim como o Tênis Certo, o Mania de Corrida, o Canal Corredores e o Corrida Simples, demonstrando honestidade e ética em suas praticas e ações. O Instagram, onde a "compra de seguidores" é ainda mais disseminada, também tem realizado limpezas periódicas e vemos alguns perfis perdendo um número significativo de seguidores #naocompramosseguidores

O ano em números:

2000,8km em 178 treinos (1813,1km) e 10 provas (1 maratona, 1 trail de 30k, 2 meias-maratonas, 1 Corrida Vertical e outras distâncias - 187,7km no total)
10,18km/treino e 18,7km/prova
84 sessões de fortalecimento muscular
2600m de natação
30 min de rolo na bike

Resumo do mês - Dezembro/2018

142 km em 15 treinos, 2 provas de corrida e uma Corrida Vertical
8 sessões de fortalecimento muscular
2600m de natação

01 - fortalecimento muscular
02 - O Rei da Montanha 21km, de 361 Overstep 2. 2h20
03 - off
04 - 6,4km de trote no Museu do Ipiranga, de Skechers Go Run ride 7
05 - fortalecimento muscular
06 - 6,5km na esteira, fartlek e asma, de 361 Chaser2
07 - off
08 - off
09 - 18km na Volta da Pampulha, em 1h37 (com muitas bolhas), de Skechers Go Run 6
10 - off (bolhas da Pampulha!)
11 - só 5km porque as bolhas da Pampulha doem... de Olympikus Pride
12 - 3km aquecendo + fortalecimento muscular, de Mizuno Hitogami
13 - 10km no Ibira, rodando com o Jorginho e a Enjoy Running, de Altra Escalante
14 - fortalecimento muscular
15 - Treinão da Olympikus no CEPEUSP. Foram mais ou menos 6km, usando o /Olympikus Pride
16 - Corrida Vertical no Farol Santander (o velho Banespão). 5m53s e a nona colocação na minha bateria. Não foi tão ruim como nas outras corridas verticais em que quase desmaiei no final... (Altra Escalante)
17 - fortalecimento muscular
18 - 1 aq + 3km subindo + 7 tiros de 400m (c/100m descanso ativo) + 500m soltando. 8km atrapalhados por uma ligação do trabalho, de Altra Escalante
19 - off
20 - 2k aq + 8 tiros de 3m15 c/45 s descanso. 8,5km na esteira, de novo de Altra Escalante
21 - fortalecimento muscular
22 - 7,9k leve em hipoxia (ah, maldita asma) indo comprar protetor de tomada. Altra Escalante
23 - 5,1k no Ibira queimando a ressaca do churrasco dos Youtubers, de Altra Escalante
24 - 11km no Ibira no fartlekão, de Altra Escalante
25 - fortalecimento muscular
26 - 5,7km leves com a Ribeiro Lacerda no meio, de Skechers Go Run Ride 7
27 - 1100m de natação e 2km de corrida na esteira descalço.
28 - 1500m de natação e 5km de corrida na esteira, progressivo até 4m40/km, de Altra Escalante
29 - fortalecimento muscular
30 - 12,9km rodando até a retirada de kits da São Silvestre, de Altra Escalante
31 - OFF!!!! Ajuda na hidratação do km 14/41 da São Silvestre!!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Corrida Vertical Farol Santander 2018

Fazia 7 anos que eu não participava de uma corrida vertical, desde a época da corrida no prédio da Abril, quando o Prédio da Abril ainda era da Abril. Nesse período de tempo... não creio que tenha mudado muita coisa na minha performance escadatória.

Na verdade, até acho que melhorou algo. Afinal, usei bastante as escadas do meu prédio para treinar  caseiramente para provas de trail. Na falta de longas inclinações onde pudesse treinar, fiz treinos para Mont Blanc e outras provas nas escadarias dos 28 andares do meu prédio (24 pisos normais + 3 garagens + 1 lance de casa das máquinas), muitas vezes vestindo um infame colete com 10kg de peso.

Mas depois que eu deixei um pouco de lado o mundo do trail por causa do joelho, os próprios treinos de subida de escada passaram a ser mais esporádicos e geralmente vinculados ao fortalecimento muscular. E sempre sofridos, mesmo sem o raio do colete de 10 kg.

Só que desde aquela época das Corridas Verticais na Abril e na Nestlé, eu ouvia os mais antigos falarem que tinham feito a primeira prova ocorrida dessa forma, no Banespão, no ano 2000. E eu morria de inveja, lógico. Assim, quando apareceu a prova deste ano, organizada pela Track and Field, não hesitei em me inscrever. Aliás, esquisito, mas é a primeira vez que faria uma prova da Track and Field, um dos circuitos que mais tem provas de rua no Brasil...

O antigo Banespão passou por umas reformas e mudanças e passou a ser o Farol Santander. Não foi só a óbvia mudança de nome, mas uma série de inovações buscando tornar o prédio histórico com uma verdadeira atração turística. E eu acho que deu certo. Afinal, que prédio tem uma pista de skate no 21º andar? Lembrando que o Banespão é o segundo prédio mais alto de São Paulo, com 161 metros e é lindo, lembrando o também icônico Empire State Building. O salão de entrada tem um lustre absurdo, e agora existem diversos espaços de visitação, não só possibilitando a ida ao mirante, como também lugares onde se conta um pouco da história do prédio. Há, inclusive, um apartamento no 25º andar que pode ser alugado para estadia, via Air BnB, pela bagatela de R$ 3.500,00...

Mas o que interessa é que estávamos lá para subir 26 dos 35 andares do prédio, na maior velocidade possível. Ao contrário das corridas na Abril e Nestlé, largaríamos de 2 em 2 (e não todos juntos), porque boa parte da escadaria, do tipo caracol, seria muito estreita para comportar um monte de gente disputando posição. A luta real seria basicamente contra o relógio. No meu caso, mais ainda, já que larguei com o Acerola, que já me deixou pra trás nos 10 metros entre a linha de largada e o primeiro degrau...

Foi intenso, mas incrivelmente menos estafante do que as corridas anteriores. O fato de a escada ser em caracol, sem grandes platôs planos como costuma ocorrer em escadas "quadradas", fez com que subíssemos meio rápido. A cada andar, logicamente, incentivos e atentos monitores para eventuais problemas com os participantes. Lá pelo 16º andar, um trombonista! Aliás, tinha água no 14º andar, mas passei batido, só queria chegar logo, mesmo com o coração na boca. E cheguei em 5m53, mas sem quase desmaiar (ao contrário do que aconteceu na Abril, onde lembro ter ficado bem mal...) e sem ser um dos últimos da bateria (como ocorrera nos anos anteriores).

Mas dava pra fazer mais rápido...







domingo, 16 de dezembro de 2018

Volta da Pampulha 2018

A Vola da Pampulha 2018 foi finalmente uma Volta da Pampulha de verdade, depois do fiasco em 2016, quando parei duas vezes para visitar as casinhas químicas e terminei andando com o Edu, que estava com o joelho totalmente detonado (eu achei interessante andar, para evitar mais movimentos peristálticos)

Dessa vez não exagerei na comida na véspera (e nem na cerveja) e ainda fiquei mais "leve" antes da prova, visitando os banheiros do Mineirão. Aliás, isso só foi possível porque a largada e chegada neste ano foram no Mineirão, o que significa uma Vola da Pampulha mais longa e com uma descida  íngreme na largada (que é a subida equivalente na chegada). O sentido da volta na lagoa também foi invertido, mas isso não fez muita diferença.

Outra diferença foi ter largado em um pelotão especial lá na frente, o pelotão Polar. Basicamente largamos com a elite. Isso significa caminho livre à frente, lógico. Mas também significa risco de atropelamentp na largada. Afinal, mesmo saindo a 4m00/km, isso significa ser muito mais lento que os caras mais rápidos largando no povão. Especialmente porque a largada é em descida, aí é que o pessoal solta o freio e larga desgovernado!

Nos primeiros 2km minha preocupação foi só não ser atropelado e não tomar algum encontrão que me fizesse derrubar a câmera. Após um 1º km a 4m40/km sendo ultrapassado como se fosse uma velhinha num andador, estabilizei o o 2º km a 5min/km tentando correr no canto. Logicamente continuei sendo ultrapassado como se fosse uma velhinha num andador... Aliás, largar na frente significa ser ultrapassado o tempo inteiro, o que não é exatamente bom para o psicológico. A sensação é a de que você está fazendo força pra cacete e isso não adianta porcaria nenhuma, todo mundo te ultrapassa. É uma sensação de estar muito mais cansado do que realmente deveria estar.

Mas de alguma forma e dando umas paradas estratégicas para filmar boas tomadas, acabei terminando a prova em 1h37m, num ritmo de mais ou menos 5m15/km. O clima estava bom pra correr, fresquinho e o sol que apareceu não esquentou muito a manhã. Mas a subidinha no final foi de xingar a mãe do organizador...

O link do vídeo da Pampulha está abaixo e já vai direto ao ponto:


Mas para se for preferível, basta ir no vídeo abaixo até o 4m57:



terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O Rei da Montanha 21k

As provas d'O Rei da Montanha são uma espécie de introdução aos corredores de rua que querem começar a experimentar como é correr fora do asfalto. São provas que não têm muita exigência técnica, com a maior parte de seu percurso em estradas de terra, sem trechos difíceis ou exigentes de single track. 

Isso não quer dizer que sejam provas fáceis. A altimetria é bem mais exigente do que se costuma ver em provas de asfalto, mas como o trajeto é praticamente todo feito em estradas de terra, são provas em que o atleta corre o tempo inteiro se conseguir aguentar a altimetria exigente. O chão não representa um impeditivo, como acontece em provas trail mais técnicas, onde se enfrentam barrancos, trilhas fechadas, picadas, poços de lama, rochas e outros obstáculos que não permitem correr o tempo inteiro.

Considerando minhas condições físicas, fui para os 21km. Correr os 42km sem estar treinado seria puro sofrimento e nas distâncias menores talvez não tivesse a possibilidade de sentir o máximo possível da prova. Foi uma boa escolha, a prova foi exigente, mas não extenuante. Exigente pela altimetria, mas sem a necessidade de muita técnica. E deu para testar o tênis que a 361 me mandou, o Overstep 2, um tênis de trilha mais leve, quase intermediário, de cravos baixos e perfil bem adequado para a prova.

A minha preocupação é que tinha chovido muito nos dias anteriores, mas isso não transformou as estradas de terra em trilhas lamacentas, como imaginei. A prova estava bem corrível e rápida e a umidade no solo foi até melhor porque não levantava muita poeira. Além disso, o clima estava bom para correr, um solzinho discreto que logo se foi, mas sem indício de chuva e uma temperatura amena para dezembro em SP.

Nessas condições, meu joelho esquerdo não sentiu a prova trail e aguentou bem. Mesmo sem fazer extrema força, fechei a prova em 2h21, um tempo de meia-maratona muito razoável para as condições, especialmente se considerar que o vencedor fez 1h28. 43º lugar em 109 homens, bom para quem foi pra se divertir.





sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Resumo do mês - novembro/18

108,7km em 16 treinos
7 treinos de fortalecimento muscular
30 min de escada

01 - 6,5km na esteira, com tirinhos curtos, de Skechers Go Run Ride 7
02 - 5km na esteira, intercalando com fortalecimento muscular, descalço.
03 - 8km rodado no Ibira, de Skechers Go Run Ride 7
04 - off
05 - 8,5km rodados no Ibira, de Skechers Go Run 7
06 - fortalecimento muscular
07 - off
08 - 5km levíssimos (caganeira, dor de garganta...), de Mizuno Hitogami
09 - off (caganeira, dor de garganta)
10 - NB Mile Challenge - 6m40, 42seg mais rápido que no ano passado... e mesmo assim foi ruim pra cacete! (e sim, ainda estou com um pouco de caganeira, dor de garganta)
11 - off (caganeira, dor de garganta)
12 - fortalecimento muscular
13 - 9,6km, rodando no Ibira, com alguns estímulos curtos, de Skechers Go Run Ride 7
14 - off
15 - fortalecimento muscular
16 - 8km em São Roque, com o 361º Overstep 2
17 - 10km em São Roque, com o 361º Overstep 2
18 - off
19 - 5km rapidinhos no Ibira, usando o Skechers Go Run Ride 7
20 - 4km aq + 4 km intercalados (tudo na esteira e descalço) com fortalecimento muscular. 8km
21 - Treino de escada de 30 min
22 - off
23 - 1,5km aq + 5 tiros d/e 500m na esteira intercalados com fortalecimento muscular. 4km, de Skechers Go Bionic Ride
24 - 7,5km levinhos, de Skechers Bionic Ride
25 - fortalecimento muscular
26 - 10km progressivo leve, de Mizuno Hitogami
27 - off
28 - off
29 - 3km aq + 4km progressivo na esteira. 7km de  de Saucony Kinvara 9
30 - 5km bem levinhos, na esteira, de Saucony Endorphin

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Maratona de Chicago 2018

Foi um ciclo de treino meio complicado. Filho bebê não é fácil, mesmo quando a maior parte do trabalho fica com a mãe, já que muitos treinos que eu faria no parque viraram treinos de esteira para eu ter a oportunidade de ver o filhinho. Além disso, vários longos foram feitos em estado zumbi, já que passamos por algumas fases em que o moleque dormia pouco, acordava muito durante à noite. Esquece aquele sono repousante, contínuo!

Mesmo assim consegui perder algum peso e na fase final dos treinos, já no polimento, deu pra perceber que embora não tivesse feito a quantidade de longos bons que queria, estava pelo menos correndo fácil na velocidade que queria. Foi um ciclo também com menos dores. O joelho esquerdo que tem o menisco zoado não incomodou muito, assim como o tornozelo esquerdo torcido. E a velha dorzinha no isqueotibial do lado esquerdo também (esse meu lado esquerdo é mais zoado que os partidos brasileiros de esquerda) apareceu só de forma discreta em alguns momentos.

A sexta-feira foi o dia mais pesado pré-prova, o dia da Expo. Passei o dia inteiro lá, batendo perna. E corri na esteirona que montaram na feira, no ritmo do Kipchoge. Confesso que tava sentindo um pouquinho os posteriores da perna por causa dessa brincadeira, mas no domingo da prova tava tudo nos trinques. 

É impressionante o tamanho de uma major. A quantidade de gente, o tamanho do evento, os controles de segurança tudo isso demandam que o corredor tenha que se programar para chegar bem cedo para a prova. Porque demora demais passar pelo pré-portão de segurança, pelo controle de bagagens e sacolas, para andar e achar sua baia, para ir ao banheiro... e olha que eu nem uso os guarda-volumes. Se tivesse que fazê-lo, possivelmente chegaria em cima da hora na largada! Chegando na região da largada com uma hora e dez de antecedência, consegui entrar na minha baia faltando 10 minutos, e sendo um dos últimos a largar ali.

Mas como todo mundo tem mais ou menos o mesmo ritmo, não teve problema algum largar na frente ou atrás na baia. Tudo fluiu direitinho, toda essa preparação é componente da mega-gestão de multidão, que funcionou bem.

Meu problema na prova é que larguei na baia C, mas descobrir que o pessoal dessa baia era um pouco mais rápido do que gostaria. Os pacers em que gostaria de grudar (3h30)estavam atrás de mim, na baia D, e na minha frente estavam os pacers de 3h20, muito rápidos para eu tentar ir junto.

E sendo o pessoal um pouco mais rápido do que eu tentaria, acabei largando um pouquinho mais forte do que gostaria, fazendo as passagens do km5 e km10 ligeiramente mais rápido do que deveria. Depois estabilizei, mas senti que deveria estar um pouquinho mais fácil correr do que realmente estava. Passei a meia certinho para 1h44 alto, e só precisava repetir essa meia-maratona. Porém, no km 28 comecei a sentir que estava mais difícil correr no mesmo ritmo. E no km 30 percebi que tinha perdido o ritmo e que o 3h30 tinha ido pro espaço. E a partir daí, o angu deu caroço.

No km35 abandonei até mesmo a meta de baixar o meu tempo e aí passei apenas a seguir para terminar a prova. Deu 3h39. Nos 14km finais dessa quebra, perdi 9 minutos no pace. E ainda torci o pé esquerdo (justo esse?) num buraco no asfalto lá pelo km 33 ou coisa do tipo. A partir da meia-maratona choveu bastante, ventou bastante e eu não tava enxergando muita coisa de óculos.

Mas foi uma boa prova, apesar de tudo. Sabendo que o ciclo de treino não foi perfeito, tentamos arriscar o que dava e o que não dava. Não deu, mas pelo menos não fiz um tempo de passar vergonha. E o registro ficou aqui, no Corrida no Ar:










Resumo do mês - outubro/2018

141,1km em uma Maratona de Chicago e 98,9km em 11 treinos
6 sessões de fortalecimento muscular

01 - off
02 - 3,5aq + 2x 1500 progressivos + 2x 750 progressivos + 600m desaq. 10,1km, de Skechers Go Bionic Ride
03 - off
04 - 10,1km rodados no North Shore em Chicago, de Skechers Go Bionic Ride
05 e 06 - off
07 - Maratona de Chicago. 3h39m03s, de Skechers Go Bionic Ride
08 a 10 - off
11 - 5km na esteira, de Saucony Endorphin Racer 2
12 - off
13 - 8,2km no Treinão da comemoração das 50 maratonas do Diniz - Loucos por Desafio, no Ibira. Saucony Endorphin Racer 2
14 - 6,4km de rodagem leve com subida, de Olympikus Pride
15 - fortalecimento muscular
16 - 9km no Ibira, com subidas e Bienais, de Nike Streak LTZ
17 - fortalecimento muscular
18 - off
19 - fortalecimento muscular
20 - 6km, de Saucony Endorphin Racer 2. Contratura na panturrilha...
21 - fortalecimento muscular (com cuidado por causa da panturrilha)
22 - off
23 - 6km levinhos, por causa da contratura na panturrilha, de Skechers Go Run Ride 7
24 - fortalecimento muscular (com cuidado por causa da panturrilha)
25 - 8km na esteira, leves, mas com estimulos curtos de velocidade para testar a panturrilha e também o Skechers Go Run 7
26 - off
27 - fortalecimento muscular 
28 - 21km, de casa até o treino do Loucos por Desafio e de lá para votar em Santana, de Skechers Go Run 7
29 - off
30 - 9,1km em ritmo leve na percepção, sem olhar o GPS. Saiu a 5m21/km. Skechers Go Run Ride 7
31 - off


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Resumo do mês - setembro/2018

3 sessões de fortalecimento muscular
241,7km  em 19 treinos + Beer Mile. Total 243,3km

01 - 27km a um ritmo conservador de 5m33, de Fila KR3
02 - 3km rodando com o Rafael de carrinho, de Skechers Go Run 600
03 - 2km aq + 3x 3m (1km leve a 5m35/ 1,5km ritmo a 5m05 e 500m forte a 4m35), com pausa de 1minuto + 1km desaq. 12 km, de 361 Chaser 2
04 - off
05 - Fortalecimento muscular
06 - off
07 - 10 km. 3km aq + 5 x 1,2km progressivos + 1km desaq, de 361 Meraki
08 - Longo de 30km. Os primeiros 19km fluíram fáceis a uns 5m10/km. Mas o tênis meio frouxo na amarração deu bolha e aí tudo ficou complicado nos 11km restantes. Média de 5m30/km, de Skechers Bionic Ride
09 - off
10 - fortalecimento muscular com corrida descalça nos intervalos (4km)
11 - 10km. 2x 5km progressivos, de Skechers Gio Bionic Ride
12 - 4,5km com 10 minutos de subida, descalço
13 - 1km aq + 8 tiros de mil médio-forte (4m40) + 1km desaq. 10km de Fila KR3
14 - off
15 - Longo de 32km, divididos em 21km a.c. (antes da cagada) a 5m32/km na USP e 11km d.c. (depois da cagada) a 5m13/km no Ibira (Skechers Go Bionic Ride
16 - off
17 - 2km aq + 12 tiros de 500m - 2km desaq. 10km de Fila KR3
18 - fortalecimento muscular
19 - 6,3km descalço na esteira
20 - 1km aq + 7km ritmo (4m40/km de média). 8km de Fila KR3
21 - off
22 - 5km (deu ruim) + 3,5km (com o carrinho). 8km, de Skechers Bionic Ride
23 - 19km de volume, de Skechers Bionic Ride
24 - off
25 - 2 x 4,5 Progressivos na esteira. 9km, de 361 Chaser
26 - 8,1km, voltando da rádio para a casa, de Skechers Go Bionic Ride
27 - 3km aq + 6x 5min ritmo/2m30 trote, dando 9,4km. Total 12,4km, de Fila KR3
28 - off
29 - Longo de 20,4km, a 5m28/km, de Skechers Go Bionic Ride
30 - Beer Mile 150 mil inscritos!! (Skechers Go Bionic)

terça-feira, 4 de setembro de 2018

V Corrida do IV Batalhão de Bauru 2018

E mais uma Corrida do Batalhão de Bauru!! Mais uma vez fomos convidados pelo grande Ronaaaaaaaaaaaldo Mascetra para participar de sua simpaticíssima corrida em Bauru, um evento muito bacana, feito com muito carinho pelo IV Batalhão da PM de Bauru. Não é só uma corrida, é um evento, com bandas, com muitos food trucks, 40kg de costela feitas no mais tradicional fogo de chão e exposição de diversos equipamentos da PM. Além disso, desta vez fomos nós, youtubers de corrida, em peso pra lá. 

Se no ano passado já tinha sido legal com o Edu Suzuki do Tênis Certo e o próprio Sérgio, desta vez ainda foram o Mayco, do Canal Corredores e a dupla Marcel e Marcão, do Mania de Corrida. Demos entrevista para a rádio 94 FM, demos palestra no Shopping Bauru, fizemos uma bagunça lá no Hotel Intercity (aliás, ótimo hotel!!) e comemos o melhor churro do mundo, lá do trailer Oba-oba (não é exagero, o Lucas, meu colega de Procuradoria que é de lá e que não tem nada que ver com corridas, confirma isso!) de propriedade do seu Benê, o rei dos trocadalhos...

Ah, lógico, dentro de tudo isso nós ainda corremos. 

Pois é, o problema é que a prova foi à tarde, mas nós tínhamos um pequeno tempo morto entre o almoço e a corrida. E resolvemos dar um rolê pela cidade até encontrarmos um boliche, onde o Mayco resolveu comprar uma torre de chopp. O boliche foi legal, mas chegamos para correr meio zoados. O Mayco tava ok, mas eu e o Marcel estavamos bem zoados e o Marcão nem correu a prova inteira.

No ano passado a prova tinha sido noturna e a gente não via os estradões onde a gente tava se metendo. Neste ano, no final da tarde, deu pra ver o monte de subida que enfrentamos. Como agora a prova tinha também a opção de 15km, e como fomos para essa distância maior, isso significou correr em mais um trecho em relação ao ano passado, que foi o kartódromo. Surreal, você corria num estradão até chegar num kartódromo que parecia Interlagos (um monte de sobe e desce) e pra depois voltar. 

Os 15km foram sofridos, com essa cerveja toda zoando o estômago. Passei os 10 primeiros km só controlando a vontade de vomitar. Depois disso, deu uma melhorada, mas ainda assim só saiu 1h25m39s.

Mas ainda ganhamos um trofeu de "honra ao mérito", entregamos troféus pros vencedores e até conseguimos comer o bauru de Bauru no Skinão. E sendo sincero, esse bauru foi a única coisa mais ou menos do final de semana. O resto foi demais!!




Resumo do mês - agosto/2018

224,9km, dos quais 15km em uma prova e 209,9km em 18 treinos
7 séries de fortalecimento muscular

01 - fortalecimento muscular
02 - 10km: 4 x 1,5km leve/ 1km ritmo (4m30/km), de 361 Chaser, na esteira
03 - off
04 - V Corrida do IV Batalhão da PM de Bauru: 15km complicados (quem manda tomar cerveja 1h antes da prova?) em 1h25m em um percurso razoavelmente exigente, de Adidas Adios
05 - off
06 - 3km aq + 7km ritmo (média de 4m52/km) + 1km desq: 11km de Saucony Kinvara
07 - 2km aq + fortalecimento muscular
08 - off
09 - 10km na esteira: 2x 1,3km leve/1,2km forte/1,2km leve/ 1,3km forte, de Nike Streak LTZ
10 - off
11 - Longo de 25km a 5m20/km, de Skechers Go Run Ride, e 5km na Wine Run à tarde, de Skechers Go Run 600
12 - off
13 - 9km. 3x 500m leve, 2km médio, 500m fortes, de Nike Streak LTZ
14 - fortalecimento muscular
15 - off
16 - 2km aquecendo + 4 x 2,5km progressivos, com intervalo de 3min. 12km no total, de Mizuno Hitogami
17 - fortalecimento muscular
18 - 7,5km regenerativo prévio do longo (se é que isso existe), de 361 Chaser
19 - Longo de 30km a 5m20/km, de Olympikus Pride
20 - fortalecimento muscular
21 - Aq + 2x 12min leve/ 10min médio/ 4min forte. Total 13,7km, de Fila KR3
22 - fortalecimento muscular
23 - 1,5 km aq + 3x 800m forte/ 200m trote/ 600m forte/ 200m trote/ 400m frote/ 200m trote/ 200m forte/ 200m trote  /km progressivo - 9,9km de Mizuno Hitogami
24 - off
25 - Longo de 24k falhou. Deu só 20km e quebrei. Saucony Kinvara
26 - Regenerativo de 17,6km a 6m10/km. Mizuno Hitogami
27 - 3,5km aq + 2x (1km leve/ 3km ritmo/ 500m forte), com pausa de 3min. 12,5km, de Saucony Kinvara
28 - off
29 - Fortalecimento muscular com 3km corridos nos intervalos (descalço)
30 - 2km aq + 4 tiros de 1000m (deu ruim, eram 08, mas travou). 6km, de 361 Chaser
31 - 5,7km de rodagem leve, de Olympikus Pride

domingo, 5 de agosto de 2018

SP City Half Marathon 2018

Mais uma edição da SP City Marathon. De novo fui de Half Marathon, já que a maratona não era um objetivo e eu poderia usar a meia como treino.

A prova em si continua excelente. A organização mantém-se atenta a detalhes. No ano passado, falamos, por exemplo, que o posto de água do 8º km esta colocado em um lugar ruim, por ser em uma descida íngreme no final da Brigadeiro, antes de entrar na 23 de maio. Havia uma explicação para isso, a negativa de permissão da própria Prefeitura em admitir a instalação de posto de água na própria 23 de maio. Pois bem, neste ano, a organização parece ter conseguido domar a Prefeitura e o posto estava logo no início da 23 de maio, em um lugar correto, plano, e visível.

Outra prova da atenção da organização: ventiladores no túnel sob o Rio Pinheiros, um lugar abafado e que atrapalha a vida de muita gente. Aliás, não eram só ventiladores, mas também havia um DJ animando o local, tentando tornar mais agradável um local que reconhecidamente não é tão agradável.

Houve problemas? Sim, mas questões menores. A distribuição de água no Minhocão era feita só na pista da esquerda porque a prova foi desenhada para ocorrer ali. Mas logicamente que, estando a pista da direita também livre, muita gente foi por ali e acabou não pegando água. Também houve um problema de distribuição de isotônico na Praça da República, o staff que enchia os copinhos tava sofrendo para manter o ritmo e dar vazão à demanda. E a velha reclamação da retirada dos kits ocorrer no distante Transamerica Expo, local bem distante e com estacionamento a preço proibitivo.

E pode ter havido uma ou outra reclamação pontual (como sempre, algumas reclamações procedentes, algumas duvidosas, e algumas patéticas), mas em geral a prova foi muito bem organizada. Não por outro motivo a SP City Marathon vem se transformando em uma das provas mais desejadas de São Paulo e do Brasil.

E eu? Até o km 16 vim num ritmo bom, a uns 5m20/km. Ali encontrei o Giovanni Provolone, um cara com quem corri e puxei na NB 15k, e diminuí o ritmo tentando levá-lo para um sub-2 na meia. Infelizmente não deu pra ele, que fechou em 2h00m49s. Na passagem da meia eu segui reto e fiz mais 3km adiante, para depois voltar esses mesmos 3km e completar 27kms. Algo deu errado nos meus cálculos e fechei esses 27km no km 40 da maratona. Nesse tempo encontrei um outro corredor que acompanhei um pouquinho (ele queria um sub-4 na maratona e fez 3h59m58s!!) e depois o Mayco. No final das contas, saiu 27,6km e um pace de 5m28/km, razoável para quem tirou o pé algumas vezes e terminou o treino inteiro.

Foto do Tião Moreira

NB 15K 2018

Mais uma participação na NB 15k. Acho que fiz todas as edições dessa prova, mesmo que isso nunca tenha sido um objetivo em si. Mais uma vez, repete-se o percurso super veloz da Marginal Pinheiros, plano, uma ida e volta simples, e em uma época do ano em que geralmente a temperatura está baixa, boa para correr.

Outras edições já tiveram temperaturas até mais baixas, mas a edição de 2018 estava com uma temperatura bem confortável e não tão frio no pós-prova

Não foi uma prova onde quis correr rápido. Usei-a apenas para treinar e, por isso, corri com o pacer de 5m30/km, o Marcelo, treinador da MB Runners. Foi bacana, bom para bater papo e para ajudar a marcar o ritmo de outros corredores. Por isso, deu 1h22, em um ritmo tranquilo, pouco desgastante e gostoso.