domingo, 30 de maio de 2010

Dois desafios no final de semana

Duas provas marcantes neste final de semana: a Comrades e o Ironman Brasil. Torço pelos colegas e amigos de Trilopez no IM, a Claudete, Jeane, Lenise (de novo??), a Lu, o Batalha, Godoy, Carlão Aveline, seu Edélcio, Brunetti (mesmo com o ombro baleado), Gregory, Fernando, Betão, o super Jorge Cammarata, Paulinho Lacerda, Paulinho Navarro, Ricardinho, Ygor, Alberto Hemni, Alexandre Terzis, André del Negro e os coachs Daniel e Dieguito, este finalmente estreando no IM. Torço também pelos colegas de academia, Baca e Fabinho. Neste exato momento, só os resultados dos mais rápidos e já sei que o Cammarata fez um belo 9h39m38s, que o Colucci abandonou e que quem ganhou foi o Luke Mckenzie, com o Santiago Ascenço fazendo um belo segundo lugar (melhor tempo de um brasileiro, salvo engano).

Na Comrades, apesar de mais uma participação maciça de brasileiros, pelo que me lembre só o pernambucano arretado Julio Cordeiro. O cabra da peste teve problemas na preparação, conviveu com uma suspeita de fratura por stress no pé, parou de treinar, conseguiu voltar, correu a Maratona de São Paulo, correu a Maratona de Porto Alegre (ambas na casa das 3h40min), foi lá pra África do Sul e meteu um sub-10: 9h31min17s!!

O único problema disso tudo, pra mim, é não estar nem em Floripa, nem em Durban (ou Pietermaritzburg). Mas um dia o meu dia chega. Nas duas!

sábado, 29 de maio de 2010

Acabou-se o que era doce

Acabaram-se as férias... depois da temporada no Reino Unido e de uma semaninha na Bahia, acabou. Treinos? Bom, alem do Drambuie Pursuit eu corri apenas um dia, no Hyde Park e em Kensington Gardens. Nada pesado, muito cauteloso com o joelho, foi um 8k em mais ou menos uns 50 minutos, usando o Salomon Wings. Fora isso, andei pra caralho, a ponto de emagrecer 2kg, mesmo comendo junkie food. Na Bahia, Arraial da Ajuda, com nada pra fazer, treinei mais, ainda que mantendo a leveza nos treinos. 3 séries de musculaҫão e 3 treinos de corrida, de 7km cada, variando entre 40 e 45 minutos, 21km no total da semana com o Nike Free 3.0, tênis novo para ser testado.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Drambuie Pursuit 2010

No final de 2009 participei de uma promoção (ou concurso cultural, como eles chamam) da Go Outside que consistia em mandar uma frase sobre "O que você levaria para Escócia para participar de uma corrida de aventura", patrocinada pela Drambuie, um excelente e tradicionalíssimo licor de whisky. Não é que ganhei? Pois então, chegou a hora, 08 e 09 de maio, rumo à Escócia!!

A corrida é feita em equipes do mundo todo, convidadas pela Drambuie através de promoções locais e ao Team Brazil se juntaram o Danilo e o Rocha premiados como barmen profissionais por terem criado o melhor drinque Drambuie cada um. E o Ruly foi selecionado entre os parceiros-distribuidores da Drambuie, já que ele um dos donos de uma casa noturna, a Fly and Kiss. Todos nós ganhamos uma viagem, com estadia e alimentação paga, inclusive os passeios que conseguimos fazer (Mdm Tussaud, London Eye, Buckingham Palace), conduzidos pelo manager Nélson. Demais!

  Da esquerda pra direita: Rocha, Ruly, Danilo, Nélson e eu

Na sexta-feira fomos chegamos à Escócia, fomos apresentados ao Matt, o motorista de nossa van (e um legítimo sucessor do Jackie Stewart) e fomos levados a um almoço em um museu-castelo, inclusive com a presença de um ator que nos apresentava um pouco da história da Escócia, vestido a caráter. Após, fomos levados a uma mega casa de campo de algum lorde que foi transformada em restaurante (Achnagairn) e onde, pelo espaço que tinha, foi realizado o primeiro briefing-apresentação da prova e o primeiro estágio: arco-e-flecha. Essa foi a prova que obviamente menos exigiu fisicamente do "Team Brazil" e dos participantes. Somente dois atletas de cada time participariam e do nosso foram escolhidos o Danilo e o Ruly. Critério chute total. Após uma primeira rodada bem razoável, caímos na 2ª rodada e ficamos na 13ª posição entre os 15 participantes. Mal sabíamos que seria a melhor posição que ocuparíamos...
Ruly e Danilo. Não começaram mal.

No dia seguinte seriam realizadas todas as outras etapas, começando na Ilha de Skye, no extremo noroeste da Escócia e deslocando-nos até Inverness, no nordeste da Escócia, e maior cidade da região. Mas como a prova já havia começado, não haveria (muita) moleza. Após o arco-e-flecha fomos levados a um acampamento, onde barracas haviam sido montadas para os 15 times. Dormimos lá, à beira-mar, 4 negos enfurnados em sacos de dormir numa barraca. Mas havia algum conforto, já que à noite rolou um barbecue, a barraca eles deixaram armadinha e havia cerveja à temperatura ambiente (a mesma da geladeira de casa...).
Team Brazil á beira do Lago Ness
 
Acampamento congelante: Kyle of Lochalsh 

Rocha, Danilo, eu e Matt, o escocês voador.


Mesmo assim foi um frio do cacete, acordei às 4 da manhã com o pé gelado e a barraca toda coberta de gelo. Saímos, e apos um café da manhã coletivo, competição!! A primeira seria uma corrida da equipe toda até um lugar onde se pegaria uma caixa de madeira, contendo uma garrafa de Drambuie, a simbolizar a fuga com a receita do elixir. E voltaríamos pelo mesmo percurso, de mais ou menos 2,5km, com subidas e trilha em pedra. Curto e intenso. Antes do 1º km, o Rocha e o Ruly começaram a andar, totalmente fora de forma.

Como só valia com o time inteiro passando no portal, acabamos sendo os últimos. Havia uma visível diferença de preparação física e psicológica entre o pessoal do Team Brazil. Eu e o Danilo, com razoável preparo físico e prontos pra tudo. O Rocha com garra pra caramba mas longe das melhores condições físicas, pesado e com a perna machucada. E o Ruly, também sem  treinamento e sem grande vontade de encarar qualquer coisa que aparecesse, com medo de altitude. Eu, que também até tenho algum medo de altura (por ser meio cagão é que corro mal em descida, por exemplo), mas gosto da adrenalina, passei a ver a prova como oportunidade para fazer coisas que eu nunca tinha feito na vida, como rapel e rafting, já que na competição em si parecia que não teríamos muita chance.
 
Logo após fui pro Zapcat, um barco a motor dirigido por um profissional, onde o meu papel seria o de fazer o balanço do barco para ele ir mais rápido em 3 voltas em um circuitinho sinuoso. A gente teria que correr até o barco vestidos com roupa, capacete e salva-vidas. Me deram um roupa XXG e eu não conseguia correr com aquela merda. Já larguei em último e ainda não consegui montar rápido no barco!  Mas  ma vez esquematizado, o barco até foi, legal, rápido, embora eu não tenha entendido muito bem o esquema do contrapeso para o barco ir mais ou menos rápido. Revezei com o próximo colega após dar uma outra vacilada pra sair do barco e, com eles, o motor do barco do Team Brazil quebrou... último lugar!


Dali fomos para a MTB e corrida de montanha. Um dos atletas faria um uphill íngreme de MTB de uns 4km, chegaria no sopé de uma montanha e trocaria com os outros 3 atletas, que deveriam fazer uma corrida na montanha, subindo até o cume, onde fariam rapel numa parede no topo e voltariam descendo correndo pelo mesmo caminho. Nosso motorista deixou o atleta da MTB (que acabou sendo o Danilo, depois de o Ruly desistir de pedalar) e rumamos para a montanha. Acabei fazendo sozinho, porque o Rocha sentiu a perna e o Ruly não faria de jeito nenhum o rapel, pelo já citado medo de altura. O Danilo, mal-adaptado na bike regulada pro Ruly, foi o penúltimo a chegar, e me deixou com a tarefa de tentar tirar a diferença dos outros, que era monstruosa. Na subida, consegui alcançar os irlandeses e tirar os quase 10 minutos de vantagem que eles tinham, mas como fomos penalizados por estar só com um atleta, acabei sendo o último a fazer o rapel e descer. E na descida eu sou ruim e não consegui tirar a diferença. Mas pelo menos fiz rapel, foi um cagaço total e bem legal. Chacoalhei que nem um saco pendurado por uma corda, mas quando perdi o medo, peguei o jeito e foi!

 Uma montanhinha pra subir...
  
 
 Outra montanhinha pra descer...

A gente foi então para o rafting, onde pelo menos o Rocha conseguiria fazer, embora o Ruly  estivesse fora. Fizemos o rapel em 3, completando o time com um membro do staff só para o barco não ficar desequilibrado e fomos bem, dentro do possível. Aliás, foi o que eu mais gostei de fazer, sensacional, adrenalina pura! O difícil foi puxar o time, já que o Rocha e o Danilo não falam inglês e não entendiam as instruções do instrutor que vinha no bote conosco. Rafting com tecla SAP minha!! Foi bizarro e legal pra caralho, e chegamos em 11º no tempo, embora tenhamos sofrido desconto de pontos por termos raftado sem um membro do time.

O pior não era o rafting em si, mas a água mais do que gelada

E então fomos para a MTB. Um trecho de 7km, com 2km de uphill leve e, depois, downhill em single track. O Rocha não tinha condições de fazer a prova, então fomos o Ruly, Danilo e eu. Largamos e não deu 500m de subida, o Ruly travou. Desceu da bike e teve que empurrar, querendo desistir enquanto eu acompanhava tentando incentivar. Quando começou a descida, aí a situação se inverteu. Por não precisar fazer força, o Ruly se soltou e foi bem num downhill técnico. Bem "em termos", já que eu o julgo pela minha performance, tendo sido ele capaz de me acompanhar. De qualquer jeito, o percurso na descida não era exatamente fácil com muitas pedras, lama, raízes e obstáculos criados pela organização. Já o Danilo veio mais na segurança e ficou pra trás. Pagamos o preço da lerdeza no início e chegamos, pra variar, em último, e ainda penalizados por pedalarmos com um atleta a menos.

Isso acabou fazendo com que não conseguísssmos chegar dentro do cut-off da corrida de carrinho-gaiola, mesmo com esforço do Matt, pilotando a van como se fosse um carro de F-1. Juntamente com outros 3 times, não só não marcamos pontos como ainda fomos penalizados, mais uma vez! Por fim, os times todos se alinharam para uma canoagem no River Ness, descendo até o centro de Inverness, onde desembarcaríamos com a caixa que carregamos durante esse tempo todo e correríamos uns 800m até o castelo onde terminaria a prova. Os times largariam com uma diferença de tempo proporcional ao número de pontos que cada um marcou (depois descobri que o vencedor Team Salomon tinha 90 e poucos pontos e o nosso tinha incríveis -3 pontos!). Era algo do tipo, a cada ponto haveria uma vantagem de 5 segundos na largada, ou algo do tipo. E quem chegasse na frente, levava. Lógico que fomos os últimos. Eram 2 canoas com dois remadores em cada. A do Rocha e do Danilo, apesar da distância, quase pegou os russos na água. Mas a minha e do Ruly... faltou entrosamento, eu sentia que remava mais forte do que ele e a canoa ia virando, tínhamos que corrigir o rumo toda hora. Além disso, a gente não conseguia manter um compasso conjunto nas remadas.

Só conseguimos estabilizar depois que eu passei a remar com menos intensidade e aprendermos a fazer curva. Lógico que na hora de sair pra corrida, o Ruly e o Rocha travaram, e fomos andando até chegarmos aplaudidíssimos...  finalmente os atrasadíssimos brasileiros chegaram! A gente viajou até na hora de tirar foto, nós fomos a única equipe que não alinhou devidamente para as fotos... o que tivemos de entrosamento fora da competição, fomos desentrosados nela, minha nossa!! À noite fomos, ao menos, agraciados com o Troféu Colher... uma colher de pau pela última colocação e pelo incrível recorde negativo! Pelo menos me cumprimentaram pelo fair play, gostaram do fato de eu ter encarado a montanha sozinho (poderia ter desistido, que o resultado em pontos seria o mesmo), e ter feito todas as provas (como o Danilo), além de ter feito umas graças pras câmeras, terminar corrida dando cambalhota, pra não falar nos óculos ridículos que eu usava (um de jogador de basquete, com grau, tipo Abdul-Jabbar). Apesar do meu esforço para aparecer, a estrela no filme do Team Brazil foi o Danilo, com um capote espetacular saindo do Zapcat e a chegada, carregando a caixa e ajoelhando, uma bela cena.

Acaboooooouuuu...

Nós deveríamos estar fazendo pose pra foto?

Atletica e competitivamente não foi grande coisa, mas pelo conjunto e pela aventura foi muito, mas muito bom ter feito a prova. Só a vista do alto da montanha onde fiz o rapel valeu toda a viagem. E por uma mega exceção da natureza, apesar do frio, fez sol nos 3 dias que passamos na Escócia. Ok, tive que aguentar muita piadinha, ainda mais porque os brasileiros eram os últimos até na hora de ir para os lugares (nisso competimos e "ganhamos" dos russos, outro time que estava lá para se divertir e nos "compreendiam"), atrasando todo mundo e fodendo com a organização britânica... mas foi muito divertido, me despedi dos  outros integrantes do Team Brazil carregando muita risada, muita história boa, adorei conviver esses 4 dias com os caras. Talvez não fossem os mais recomendados para uma competição esportiva, (exceto o Danilo, que é formado em educação física), mas pra tomar umas num bar e relaxar... fácil!!

Team Brazil e sua van maravilhosa

 
Os drambuiers do mundo todo

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Maratona de SP no sofá.

Bem ruim a cobertura da Maratona de São Paulo pela TV. Muito embora não seja sensacional, prefiro a cobertura que a Globo faz pela Sportv, mais profissional, sem ficar perdendo tempo com micagens de ex-jogadores, intervalos inapropriados comerciais ou mesmo para cortar pro pessoal do estúdio do Esporte Espetacular. O que eu acho interessante é que às vezes, em grandes maratonas do exterior, de vez em quando o pessoal da TV reclama da cobertura das TVs locais. Mas eu fiquei imaginando o que pessoas de outros países achariam da cobertura da nossa TV, perdendo momentos capitais da prova. Eu só descobri quem foram o 4º e 5º colocados da prova bem depois, já que não tiveram paciência de esperar o coitado do Marcos Alexandre Elias, 5 minutos atrás do terceiro.

Sobre a prova, ficou clara a diferença técnica entre os quenianos e os demais atletas. Dos brasileiros, o único que tinha um tempo que poderia chegar perto do tempo deles era o Zé Telles, que fez o seu 2h12 em uma prova muito menos pesada que SP. Aliás, o Zé Telles é um cabra que não desiste, né? Terminou em 10º, com 2h25, mas ele não abandona a prova, vai na dele mesmo!!!

Já nas mulheres foi interessante ver a vitória da Marisete Moreira. Havia só uma queniana com marcas significativas, a conhecida Margareth Okayo, que já ganhou Nova York e tudo. De resto, a etíope tinha uma marca melhor que a das brasileiras, mas nada absurdo (2h30) e uma outra queniana com o mesmo nível técnico, na cada das 2h30 alto. Entre os homens a gente teve ao menos um passado recente com o Vanderlei Cordeiro e o Marilson atualmente, como atletas de elite-elite, capazes de ganhar maratonas fortes no exterior. Já entre as mulheres, o tempo delas está muito aquém dos melhores tempos das asiáticas orientais, das africanas e das européias. Entre o recorde da Paula Radcliffe (2h15) e o nível atual das nossas melhores brasileiras, há um caminhão de diferença. Entre os homens, o Marilson tem 2h08, mais próximo das 2h03m59 do Haile e um tempo apto a ganhar provas.

Mas o que importa é que a Marily quebrou porque se empolgou. Quebrou feio, coitada. Aliás, ela tem um histórico de problemas com camisetas, hein? Nas olimpíadas teve que correr com uma emprestada do Franck Caldeira, enorme pra ela. E ontem, passou a prova inteira incomodada com a camiseta. A cena dela cruzando a linha, cruzando as pernas e quase desabando (fiquei assustado quando a vi chegando, porque percebi que não tinha nenhum médico por perto pela TV e tinha certeza que ela ia desabar) foi impactante, assim como impactante a rateada que ela deu para quase andar na saída de um dos túneis. Lembrou a Sirlene Pinho na Meia do Rio alguns anos atrás.

Mas muito disso foi perdido com a cobertura do Ronaldão trotando, ou do Djalminha tendo que dar entrevista e correr ao mesmo tempo... aiaiaiaiai. E o horário, não precisa falar nada, né? Ontem, mais uma vez, fez diferença. Se a prova tivesse começado às 07h00, muita gente teria sofrido bem menos...
E parabéns a quem completou a prova e aos colegas da Trilopez que fizeram a prova! Parabéns aos estreantes Marcel e Paulinho Bueno! Parabéns ao Alê Fonseca, que mais uma vez fez um sub-04 em SP, nada fácil. Parabéns ao Alê Oliveira, que inventa de fazer uma maratona atrás da outra (acabou de fazer Santiago e me vem com SP...). Parabéns ao Rogério, que terminou a prova dentro do esperado, assim como ao Eduardo Arnoni. Parabéns ao Ronny, que tem uma constância impressionante para a idade. Parabéns à Grazi, que fez um belo 4h06, numa prova difícil. E parabéns ao Fábio, com as suas 3h40, tem-po-ral e uma marca que faz jus à capacidade dele (aquela marca do Rio não contava)!

E parabéns a quem começa o Desafio das 06 maratonas.  Por fim, parabéns ao Julio Cordeiro, que me para duas semanas achando que tava com fratura por stress no pé, consegue voltar, e me soca um 3h41!! Que é isso, o pernambucano vai voar lá na África do Sul...

08km!!!

Oba, consegui correr 08 km sem dores no joelho!! Ok, foi num lentíssimo 6min30/km, conversando com outros colegas baleados, mas fiz. O joelho não tá inchado nem nada, mas é engraçado, parece que há uma limitação no movimento, como se eu estivesse correndo de joelheira. Tá esquisito, mas não doeu. U-hu! De Nike Equalon.

domingo, 2 de maio de 2010

Resumo do mês Abril 2010

3 séries de musculação
112 km corridos
1 maratona

e só. Um mês de altos (maratona) e baixos (joelho). Nada de bike, nada de nadar, pouca musculação e muita enrolação. E maio será mais parado ainda, já que estarei de férias...