domingo, 28 de fevereiro de 2010

Era pra ser um fumo do Santos. Virou discussão sobre o "vou te pegar" ou o "vem me achar"

Num falei que a molecada da Vila ia dar trabalho? Tomamos um vareio de bola totalmente esquecível no primeiro tempo. Mas o juiz estragou o jogo de tal forma que quase conseguiu tirar a legitimidade da vitória do Santos. As duas expulsões injustas do Timão, além de darem a desculpa que queríamos, ainda revelou um dos pontos fracos desse time santista: a imaturidade. 

Jogando nove contra onze os caras tomaram uma bola na trave inacreditável do Tcheco. Não fizeram mais nada quando poderiam ter feito 3, 4, 5 gols. E com as firulinhas bestas (drible não é firula; firula é ficar petecando e penteando a bola bobamente na intermediária, como o Mádson fez, contra ninguém), conseguiram criar uma chance de nós desviarmos a atenção da sua vitória para a polêmica.

E magia por magia, embora o Santos tenha jogado muuuuito melhor, o momento mágico do jogo foi a jogada do Dentinho, globetrotter do futebol corinthiano, levantando a bola de voleio dentro da área e dando uma bicicleta de 27 marchas aro 29... tem lance que a defesa do goleiro é um pecado, por melhor que tenha sido (e foi uma belíssima defesa do Felipe do Santos). A bola tinha que entrar e o gol tinha que passar nas TVs de todo mundo. Pena!

Agradecemos a falta de respeito, porque a utilizaremos como combustível contra eles e porque um raio não cai duas vezes no mesmo lugar.

Cruce de los Andes 2010. Não estive lá, mas não deu vontade neste ano!

O Cruce de los Andes é uma daquelas provas que pouco a pouco começam a se consolidar no pensamento dos corredores brasileiros no que diz respeito a "corridas extremas mas em situações controladas". Basicamente trata-se de uma corrida de montanha que atravessa os Andes, sempre feita em dupla, e que se realiza em 3 etapas em um final de semana no começo do ano, no verão austral. É uma prova radical de corrida de montanha que atrai muitos brasileiros por ter a fama de ser bem organizada, próxima ao Brasil e que oferece uma situação de corrida que não achamos em terras tupiniquins. Além disso é organizada por corredores, o que em princípio garantiria condições de corrida, já que a idéia é a de que corredor conhece corredor e sabe o que um corredor extremo procura em uma prova.

O trajeto, em princípio, não se repete. Um hora se cruza da Argentina pro Chile pela região de Mendoza, outra se cruza pela Patagônia e por aí vai. Isso vai ao gosto dos organizadores, que têm por trás patrocinadores fortíssimos, como a Columbia e a Gatorade entre outros. 

Além disso tudo, é uma prova da qual amigos participam constantemente. O Leal e o Nílton já têm 05 participações e nos últimos tempos sempre na elite (não há exatamente essa divisão, mas todos sabem que mbriga pra valer lá!), chegando entre os 30 primeiros. Embora os argentinos sejam fortíssimos nessas provas, os brasileiros não deixam a desejar, tanto que neste ano ganhamos na categora mista, com a Cris de Carvalho faturando. Também temos o Caco Alzugaray, o Zé Caputo entre outros brasileiros que deixam os gringos de cabelos em pé.

Feitas as apresentações, passemos ao Cruce deste ano, que merece resenha neste blog porque: a) no ano passado não dava pra resenhar porque não existia; b) foi um Cruce diferente, marcado justamente pela desorganização.

Desorganização? Sim. Como a prova se realiza em lugares ermos no meio dos Andes, a logística, logicamente, é muito complicada. Então, alguns problemas são muito compreensíveis. Chuva nos três dias, como ocorreu neste ano, é absolutamente incontrolável e segue a linha do corredor extremo, de "quanto pior, melhor". Trilhas estreitas, onde só passa uma pessoa de cada vez? Hum... talvez desse para evitar, mas isso depende muito do território escolhido e das próprias condições climáticas. Falo isso porque houve trechos no Cruce deste ano em que os corredores ficavam por 2 horas em fila para atravessar uma ponte (onde somente passavam duas pessoas por vez), criando um gargalo monstro. E isso não ocorreu uma vez só...
Mas o problema sério foi o fato de no acampamento do segundo dia, ter ocorrido problema com o transporte dos caminhões que trariam os contâineres (cada dupla tinha o seu, transportado a cada dia para cada acampamento, onde carregam equipamentos alimentação e outras coisas que porventura queiram usar na prova) e os víveres do próprio acampamento, forçando a organização a dividir o acampamento em dois. Um, o original, para onde 20% dos contâineres conseguiram ser transportados. Outro, montado às pressas no local onde os caminhões ficaram presos, a 5 km de distância. O pessoal acampou em um campo de esterco de vaca, com problemas sérios de abastecimento para quem ficou no acampamento originário.

Problemas climáticos acontecem e o que é impossível é, obviamente, impossível. Os caminhões não passam? Arranja-se uma solução de emergência, fazer o que? O problema desse problema foi o fato de que nem os organ izadores sabiam o que fazer. O Diretor da prova sumiu. Rolou rebelião, motim, um grupo acampado não sabia o que acontecia no outro grupo, muita gente não comeu nada, uma zona.

Há algo a ser repensado no Cruce. Que se aprendam com os erros, mas o mais importante a ser dito para os organizadores de uma prova extrema é: NÃO SE OMITAM! Porque ali já tá todo mundo estressado, sem saber o que fazer, a maior parte desorientado. Quando a organização some... aí é que o caldo entorna mesmo!

Mais da prova oficialmente aqui. E um bom relato com fotos aqui. Porque tudo o que eu tô dizendo eu só escutei e li, não vivi.

Resumo do mês - fevereiro 2010

 Em comparação com janeiro corri mais, pedalei mais, competi mais (o que é fácil já que em janeiro não competi), mas puxei menos ferro. Musculação é chato, fiz circuitos e o mês  é mais curto por causa do número de dias e do carnaval. Essa explicação deveria me convencer...

Resumão do que foi feito de treinos:
- 127km de corrida (126,5km a gente arredonda, né?)
- 60km de MTB (1 prova de 25km em Itu) + 1 série de spinning de 45min
- 1,5km natação
- 6 circuitos
- 5 séries de musculação

Teste de 5km

Ao invésdo indefectível longão, teste de 5km hoje, rodando no Zerinho do Villa-Lobos. Eu odeio esses testes. Basicamente porque eu não gosto de correr no L2 ou além dele tanto tempo, como um corredor de distâncias longas, prefiro correr sempre no L1. Mas, enfim, é com esse tipo de estímulo que se consegue expandir limiares e ter uma medição do estado físico do atleta.

O ruim é o piso do Zerinho do Villa Lobos, concretão. Mas em São Paulo as opções são mínimas, em especial com a dificuldade de se utilizar pistas de atletismo. Geralmente usávamos a pista do Centro Olímpico do Ibirapuera, que estava em más condições mas era, pelo menos, uma pista. Agora, nem isso mais é possível. E pensar que quando estava em Toronto, via pistas de atletismo lindas, públicas, no meio de praças, super bem-cuidadas e disponíveis para qualquer um. Era só chegar e usar...

O Zerinho não tem uma medição perfeita, mas no GPS teria dado 555m. Na prática era um pouco mais, porque a o teste teve 09 voltas, e eu acabei fechando os 5km no GPS um pouquinho antes do final da última voltas, já que o total de uns 5.150m mais ou menos. Mas tem aquele negócio de correr por fora, ultrapassar, etc. Baseado no GPS, fiz 05km em 22min53, e fechei as 09 voltas em 24m01, que vamos considerar como o tempo oficial. Foi terrível, tentei correr as primeiras 3 voltas forçando um pouco mais, fazendo as 3 seguintes em um ritmo de manutenção e ver o que rolava nas 3 finais. Até a 7º volta acompanhei a Edith nos calcanhares dela. Daí pra diante,  faltando mais ou menos 1km, quebrei total. Depois de escutar o bip dos 5km no GPS, então... foram os 150m mais longos da minha vida...

Tempos dos quilômetros:
1º - 4min32
2º - 4min30
3º - 4min32
4º - 4min35
5º - 4min43

Depois soltei mais 08km levezinho, com o Xile, o Du França e o Marcel, dando um total de 13km. Como cheguei cedo em casa, resolvi ir para a academia dar uma soltada de mais 45min no spinning, até porque não pedalei na semana.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Primeiro treino bom e o último circuito.

Depois de dois meses e depois de um dia de trabalho terrível, saiu o primeiro treino bom que fiz no ano. Não sei se foi por causa da temperatura (baixou pra caramba, ontem tava mais de 30ºC e eu dormi de ventilador ligado, hoje tava uns 17ºC com garoa e vento, sensação de uns 15ºC), mas o fato é que o treino saiu!

Circuito ainda, o último, seguido de um fartlek de 5km, dos quais 3km em ritmo fortinho (14min55) o 4º km em ritmo fortão (4min05) e o 5º km leve (5min10). Total de 24min10s Depois, mais circuito e outros 5km de fartlek, desta vez com 3 kms em progressão (15min15), o 4º ainda forte (4min10), e o 5º levezinho (5min), total de 24min25s. Ou seja, 10km em 48min35s. E 11km no total, somando o km de aquecimento.

Tênis Nike Structure Triax.

1º passo. Suado!

Primeiro passo na Libertadores. Time nervoso, torcida nervosa, bola nervosa, até a grama tava nervosa. Roberto Carlos não acertou um único cruzamento. Ronaldo como sempre, gordo, quase imóvel, mas com a sua genialidade quando pegava na bola (aquela jogadinha no 2º tempo, quando ele passa no meio da zaga, foi brilhante), a zaga batendo cabeça, Defederico perdido na frente...

Mas os gols saíram em duas jogadas idênticas, certamente treinadas. O Ronaldo sai lá da frente e vem armar jogo de frente pro gol, de meia. Quando faz isso, alguém troca com ele na frente dos zagueiros, fazendo o pivô. E o Elias entra em projeção, por trás da zaga. Deu certo porque as duas jogadas dos pivôs foram brilhantes. No primeiro gol, o passe de calcanhar do pivô Tcheco foi coisa de cinema. No segundo, o pivô de ofício Souza protegeu bem a bola e esperou a passagem do Elias, passando a bola no meio das pernas do zagueiro.

Agora é acalmar um pouco. Botar os nervos no lugar pro próximo jogo. Porque nessa sofremos por causa de nós mesmos, o time uruguaio é que nem um Mirassol ou um Monte Azul. Time armadinho, mas limitado. Não era pra sofrer tanto. Mas ganhamos!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Parar para continuar.

Tem horas que não dá, tem que dar uma parada pra continuar!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Não acabou o circuito???

Poxa, não acabou o circuito... caramba, não aguento mais esse negócio de ficar fazendo exercício e depois correr... 

Hoje foi um circuitão com uns 300 exercício e depois 2km em um ritmo que deveria ser moderado, mas foi no pau (9min26s). Depois, mais uma série de circuito e, enfim, um fartlek de 4km, com 2k em ritmo tranquilo, 1km em ritmo forte e o km final em ritmo leve (uns 21 minutos). Somado com o aquecimento, deu 7km. Tênis Nike Equalon 3+.

Mas o grande esforço do dia foi limpar a bike de toda lama. Demorei quase duas horas, fora a dor nas costas e o cheiro de graxa e lubrificante que ficaram impregnados na mão. Mas acho que ficou, pelo menos, médio. Deixou de estar horrível, mas tá longe de estar limpinha. Não vai ter jeito, depois de algumas pedaladas vou ter que levar pra manutenção, pagar limpeza, lubrificação e regulagem...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

GP Ravelli MTB - 1º etapa 2010

Pós-treino de sábado doloroso, cansaço geral, desânimo e eu pensando à noite: será que eu vou pra Itu fazer o Ravelli? Pô, primeira prova de MTB e eu em condições lastimáveis. Mas uma noitezinha de sono bastou pra acordar muito mais bem disposto, embora longe de estar 100%. E ainda tinha que dirigir até Itu...

Eu me inscrevi por impulso no último dia de inscrições. Ainda fui menos desajuizado e me inscrevi na categoria Sport, em que só cobriríamos 25km (a Pró tem 48km) Afinal de contas, eu não tinha a mínima idéia de como era uma prova de ciclismo. E a categoria Sport, justamente por ser indicada para iniciantes, seria um lugar bom pra não passar vergonha. Além disso, como é que eu, que tinha pedalado 3 vezes na minha vida toda, ia inventar de fazer uma prova de MTB de 48km?

E 25km já foi bastante. Um sol do cão na moleira, alguns problemas de organização (eles ficaram devendo a camiseta da prova para um monte de gente, inclusive eu), talvez justificados pelo enorme número de inscritos: mil. Eu não sabia que poderia ter tanta gente assim numa prova de bike!! O duro é alinhar essa galera toda. E o pessoal derretendo no sol até a largada.

Saímos no asfalto, encaramos uma descidinha rápida, mas um quilômetro depois já veio terra e morro. Umas subidinhas leves, pra ser sincero, nada que assustasse um ciclista mais experiente, mas eu, que nem sabia trocar marcha, fiquei penando ali pra achar a cadência e a marcha certa. Mas o bom de ter saído bem devagar foi o fato de ter ultrapassado um milhão de ciclistas. O ruim é que a falta de experiência me fazia ficar um pouco pra trás nas descidas e ter uma pouco mais de dificuldade nas ultrapassagens, especialmente em trechos mais estreitos, onde a estrada de terra não estava tão uniforme. Mas a prova, no geral, não foi puxada, exceto o calor. Nenhuma subida de assustar ou de fazer desmontar da bike. Uns três ou quatro trechos de lama empoçada, mas sempre no plano, sem dificuldade, só sujeira. Barro pra tudo quanto é lado!

Mas é lógico que apesar de ter achado fácil, eu caí. Só que a culpa não foi minha (ou toda minha). É que em uma das subidas mais fortes, eu tentei passar do volante médio pro volantinho e a corrente soltou. Resultado: tombo! Pelo menos sou constante: ralei o joelho exatamente onde já tinha ralado antes.

No final, provei que eu sou mesmo é corredor. Nas curvinhas finais, eu vinha no pau, na marcha mais pesada e quando entrei nas últimas curvinhas em descida pra depois subir, passei marcha mais leve quando, de novo, a corrente soltou. Eram uns 50 metros que faltavam pra chegada. Oras, peguei a bike no muque e cruzei a linha de chegada com ela nos braços... mais fácil do que tentar colocar corrente de novo, pô!

No final, deu mais ou menos (a confirmar, porque eu esqueci de travar o cronômetro na chegada) 1h25m11s para os 25km, 70º na categoria (entre 125). Lógico que cheguei cansado, mas longe de estar exausto. A sensação era a de ter terminado uma corrida de 10km. E devo dizer que foi muito gostoso, curti pra caramba esse negócio de MTB sem ups e downhills violentos.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

24 na USP

Longão de final de semana às 6h45 da manhã é isso aí: acorda com o dia escuro, mas corre sem calor. Hoje a programação era de 24ks em 3 voltas de 08k progressivas. Ainda não tá saindo legal, mas hoje eu me dou uma desculpa, que foi o fato de me atrapalhar todo com o Garmin. É que eu tinha deixado ele na função bike, já que a última vez que tinha usado tinha sido no sobe-e-desce do carnaval em São Roque. E quando saí hoje de manhã, saí na função bike, o que era um problema no meu treino porque não tinha os batimentos cardíacos. Quando percebi isso, depois de um quilômetro e alguma coisa, mudei ele para função corrida e continuei. O problema é que no visor passou a contar o tempo da corrida a partir daquele momento e eu comecei a me atrapalhar todo. Calculei errado o tempo das voltas e na última, que deveria ser a mais rápida, eu achava que tava "sobrando" e diminuí o ritmo... patetice total. Lógico que ajudou o fato de estar cansadão, mas poderia ter forçado mais e feito um treino com ritmo mais progressivamente redondo.

Acabei marcando os 24k, que na verdade, no GPS, deu 23,3k em 2h08. Um ritmo real de 5min29/km, que é um ritmo de maratona. A primeira volta foi em 44min50, a segunda em 42min30 e a terceira em 41min, mais ou menos. Nada excepcional, até meio ruim e, pior, saí cansadão. Mas espero estar "construindo" uma boa forma física a partir daqui. Tênis Nike Equalon 3. Aliás, ele, acompanhado da meia nova da Mizuno, me deram duas belas bolhas em cada um dos pés...

Hoje também teve entrega das novas camisetas da equipe e sorteio de um rack para carregar bikes no carro. Faz 5 anos que participo desses sorteios da equipe. E há cinco anos não ga nho nada. Hoje, pra variar, não ganhei de novo...


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A última noite-dia

Quinta-feira foi o último treino sob o horário de verão desse início de 2010, ou seja, o último treino à noite sob a luz do dia. Na semana que vem voltamos à rotina de correr no escuro mesmo, uma noite-noite. E tava uma lua... consegui chegar às 18h30 no Ibirapuera, e o sol de quebrar coco, mesmo nesse horário, tava difícil. Também estamos chegando, finalmente, ao final da base e dos malditos circuitos.

O de ontem foi simples. Aquecimento de 1km; Circuito + 2km em ritmo médio-forte (9min55); Circuito + 6km progressivo a cada 3km (17min10 e 15min55). Total: 9km. 

Hoje de noite, mais musculação.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Saldão de Carnaval

Depois que casei, virei uma pessoa respeitável e coisa e tal, sempre volto do Carnaval com o fígado inteiro. Não sei se isso é bom ou ruim, mas o fato é que pelo menos não preciso regenerar meu sistema hepático. E neste aqui eu até treinei. Carnaval em retiro, em uma bucólica cidade do interior rodeada de verde e serras, significa subir, descer, subir, descer... até pra ter alguma coisa pra fazer!

O sábado foi relax. Afinal, é Carnaval, né? Fiz uma caminhadinha de alguns quilômetros que nem dá pra contar. Mas no domingão fiz um treininho leve de 15km subindo e descendo (mesmo!) morros em estradas de terra batida charmosas e repletas de cachorrinhos e cachorrões, em 2h00 corridas. E com tênis Nike Strutcture Triax. E na segundona fui de bike, rodar os mesmos 15km na metade do tempo (e não foi fácil).

Nada desgastante, mas alguma coisa a ser contabilizada. Melhor ainda foi a Quarta-Feira de Cinzas, com os porquinhos caindo de 4 e a gente ressuscitando o Souza e o Morais! Dá até pra esquecer a inundação que rolou no meu apartamento. A chuva de quarta foi tão forte que o meu apartamento, que fica no 19º andar, foi inundado!! Lógico que alguém esqueceu a janela aberta, mas pelo menos agora eu tenho um bom motivo para comprar um notebook novo (o antigo ficou parecendo brinquedo do Bob Esponja) e uma impressora nova (a não ser que a antiga utilize tinta a base d'água, já que tá cheinha de água dentro dela...).

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Gordinho da Honda

Putz, adoro esse comercial...

Academia vazia

Vazia, vazia... também, numa sexta-feira à noite véspera de feriado de carnaval, quem estaria ali? Só nego viciado em puxar ferro. Não exatamente o meu caso, mas... bom, musculação é ruim mas é bom.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Não faço jus?

Não tô fazendo jus ao "ultramaratonista" aí do lado, na minha descrição. Cada vez eu corro distâncias menores!! Hoje o treino foi o tradicional circuito queimador de músculos intercalado com tiros curtos de 500m. 3 séries dessas, de doer. E depois um fartlek de 20min, com 5 leves, 10 fortes e 5 leves de novo. Total 4km. Somado com os três tiros curtos, 5,5km. Em termos de quilometragem é pouco, né? Pois é, mas cansooou...

Tênis Nike Structure Triax. E nem vou falar que na hora que acabou o treino, exatamente após o alongamentozinho, caiu uma chuva de transbordar piscinão, com direito a raios, trovões e um louco na marquise  do Ibira, que cantava num cabo de vassoura, agarrava os pobres cachorrinhos de madame que foram pegos pela chuva e ficaram presas embaixo da marquise, e ainda deu uma bicuda na bola de uns caras lááá pro meio do aguaceiro...


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hoje foi feio

Vixe, hoje foi feio. O circuitão com explosão pegou. A série de circuito foi pesada e depois a gente saía para um tiro de 500m no pau. Chegava enfartando. Aí depois da terceira série, um fartlek matador, 4 séries de progressão de 5 minutos (total de 20 minutos), saindo de um ritmo médio até a porrada e voltando pro médio (ou seja, sem descanso). Aí, 20 minutos mais leve. Fazer esse fartlek forte depois do circuitão me matou. Doeu a canela, pegou a porcaria da canelite, que sempre dá as caras nessa fase de readaptação para treinos fortes.

Ou seja, vou ter que pegar um pouco mais leve nos treinos. Como eu tava lendo, tava correndo como se estivesse em forma, e quebrando no final de quase todo treino. Uma rara exceção foi o treino deste último sábado, que foi certinho, de acordo com a programação. Agora, além de quebrar, doeu. Pega mais leve, Nishi., para de correr com os triatletas, que já estão quase em polimento pro Internacional de Santos. E perde peso, pô!

Ahn... estimo que fiz uns 06km hoje + o circuito. Nem dá pra contabilizar o tempo, já que isso foi todo quebrado. Tênis Mizuno Nirvana

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dois moleques

Robinho e Neymar... saco, esses dois moleques vão dar trabalho...

Não choveu!!

Depois de quarenta e tantos dias de chuva contínua hoje NÃO CHOVEU EM SÃO PAULO!! Por volta das 3 da tarde até apareceram algumas nuvems, mas pelo menos onde eu estava não choveu e a tarde caiu com um azul lindo no céu! UUUUFFFFFAA!!!

Hoje um dia atípico. Como eu simplesmente não consegui dormir á noite, suando por causa do calor e com um filho da puta de um pernilongo rondando meus ouvidos, quando deu 6 da manhã eu simplesmente desencanei e fui pra academia, adiantando o meu treino de musculação. Até que não senti muito o cansaço, foi mais o sono durante o dia que pegou. E à noite aproveitei o clima pra nadar um pouco, soltei 1.500m em uns 34 minutos, tranquilão, alongando o corpo. Apesar de não ter dormido, o dia foi bom, daqueles dias em que o stress que rolou no trabalho simplesmente foi ignorado.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sááábado de sol

Esse final de semana demorou pra chegar... parece que eu tive uns 10 dias úteis entre um final de semana e outro, arre! Mas chegou, e com treino bem cedo, às 6h45 da manhã na USP. Uma avaliaçãozinha do estado físico do pessoal.

A idéia era rodar 16km na USP, duas voltas de 08km, sendo a primeira em um ritmo mais lento, e a segunda em um ritmo um pouco mais rápido do que o desejado na maratona, com split negativo. Segui à risca as instruções, a primeira volta saiu pra 44min18s (5min40s/km) e a segunda a 41min15s (5min17s/km). No total, 16km em 1h25min33s, com ritmo de 5min30/km (considerando que não foram exatamente 16k, mas 15,5km).

Apesar do sol e calor, queimando forte mesmo bem cedinho, o treino de corrida não foi bom. Os resultados foram exatamente aquilo que era planejado, mas a segunda volta a 5min17/km deveria ter sido mais tranquila. Eu fiz bastante força pra chegar nesse resultado e o pessoal que costuma correr no meu ritmo fez mais rápido do que isso (o que é um erro em termos de treinos, mas também mostra que estavam "sobrando").

Mas depois ainda rodei 20km na MTB, com média de 26,5 km/h, o que acabou sendo uma progressãozinha, especialmente porque pedalei cansado da corrida. Essa parte do treino se salvou em termos de resultado.

Na MTB, sapatilha, obviamente. E na corrida, Nike Equalon 3+.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Semana estranha

Essa semana tá meio estranha, dei uma desligada em foco pra treinos e corridas. Se na segunda eu treinei meio dolorido, fazendo força, na terça não deu pra fazer nada, tive que viajar a Brasilia e nisso gastei meu dia inteiro. Já na quarta rolou um contraclímax interno meu. Dormi muito mal de terça pra quarta, tomei chuva o dia inteiro, tava meio ruim no trabalho, e acabei simplesmente deixando passar o dia até chegar a hora do jogo do Timão, que também foi uma bosta. Não treinei, não trabalhei direito e meu time perdeu.

A quinta também foi meio estranha. Meio lento pra fazer as coisas do trabalho, fui pro treino otimista achando que não teria problema de trânsito para chegar, já que saí com 40min de antecedência e não chovia mais. Engano total! É um absurdo sair do Centro Velho de São Paulo às 18h50 e chegar no Ibirapuera às 19h55! É um absurdo demorar mais de uma hora em um trajeto de pouco mais de 5km. Depois soube que um monte de lugar ficou sem luz, caiu árvora na região do Ibirapuera (na Av. República do Líbano) e mesmo sem chuva isso tudo transformou SP mais uma vez em um caos no tráfego.

O treino também foi meio esquisito, o pessoal da quinta-feira chegou mais cedo e no horário das 19h30 só tinha corredores mais lentos do que eu. Sem ninguém com um ritmo parecido com o meu, corri sozinho e fiz um ritmo que talvez tenha sido mais lento que o que poderia.  

Treino de circuito, com 2km entre a primeira e a última série e um farlek de 30min, com 2min médios, 2min fortes e 2mins em ritmo de VO2, e 4 min lentos, recuperando. 3 séries dessas, e mais 5min no final soltando e desacelerando. No total esse fartlek saiu a 7km em 35min (ou seja, 5min/km, média boa considerando que desses 30min, 12min foram bem lentos). E a quilometragem total deu 9km. Tênis Nike Structure Triax

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Alagou mas secou

Já perdi a conta de quantos dias seguidos de chuva em São Paulo, mas hoje foi mais um. Chuva braba, feia mesmo, alagou um monte de lugar. Mas, estranhamente, consegui chegar sem muito problema no Ibirapuera. vaziozíssimo por causa da chuva. E logo parou de chover, só gotejava um pouco, mas a gente se molhava mais por conta das poças e do chão molhado do que por caus da água que não vinha mais de cima.

Quatro gatos pingados apareceram por lá pra treinar. Um cara novo, eu, o Carlão Aveline e a Mari. Para surpreender o Gabriel, que achou que não ia aparecer ninguém e que ele ia pra casa sossegado sem precisar dar aula... hehehe.

Bom, o treino foi pesado porque eu continuo pesado. Fartlekão de 2km fracos, 2 km em ritmo de 10km (super) e 1km forte (super-alto); depois repetia tudo isso, sem parar, totalizando 10km. Com o 1km de aquecimento, 11km. Aguentei com o Carlão até o 9º km. Aí arriei, no último km mais forte... de 8 treinos no ano, esse deve ser o 6º ou 7º em que eu quebro. Minha cabeça ainda tá correndo como se eu estivesse no auge da forma e 4 kg mais leve. Mas o corpo não está e não aguenta... de qualquer modo, fevereiro começou forte!
 
Tênis Mizuno Nirvana

Resumo de Janeiro - 2010

95 km corridos + 4 circuitos
7 treinos de musculação
1 treino de MTB de 40 km no asfalto.