quinta-feira, 30 de junho de 2011

Resumo do mês - Junho/2011

Voltando a rodar um pouco mais:

3 míseras séries de musculação
155 km em treinos e 42,2km em uma maratona. Total: 197,2km

E eu odeio química...

Um dos problemas de fazer uma prova maluca, do nada, é que você não pode deixar a maluquice alterar muito o seu ciclo de treinamento. Fazer a maratona de SP e se estropiar todo significa que no próximo treino de tiro, você vai fazer tiro. E que no final de semana que vem, ao invés de rodar relaxando, você vai ter que arranjar um jeito de fazer o longão, mesmo cansado.

Longão no sábado de feriado, então... aiaiaiai, preguiça da porra! Mas fomos e encontramos uma USP dos anos 90: pouca gente, tranquila, sem disputa de espaço entre bikes, veículos e ônibus, sem balada terminando e garrafas de bebida espalhadas no chão, enfim, tava acolhedor. E o clima estava bom, sem frio nem calor. Mesmo o treino prometia cansaço, já que eram 3h15 de rodagem prevista, e a maior parte na região dos desníveis: biologia, química, física... me senti no colegial, me preparando pro vestibular. "Não saco nada de física, literatura ou gramática, só gosto de educação sexual, e eu odeio química, química..."

Eu até saí ousado, correndo com Edith, Grazi, as meninas superpoderosas da Trilopez. O Marcel, efetivamente regenerando, foi junto com a gente. Mas na primeira biologia já tava poupando o máximo que dava, deixando as meninas irem na frente... depois de algum tempo encontrei alguém à minha altura: o Brunetti. E com ele fiz o resto do treino, num ritmo muuuuito mais adequado para quem tinha feito uma maratona despreparado na semana anterior, contando 25km em 3h00 no meu Mizuno Nirvana Acho que tá bom, né?

Na segunda-feira, retorno à musculação e às inevitáveis dores musculares na terça. E no dia mais frio do ano, correr à noite no Ibirapuera só não foi pior do que correr de manhãzinha. Já corri em lugares frios, mas não sei porque, em SP, embora a temperatura absoluta nem seja tão absurda, a sensação de frio é monstruosa. Mesmo com o broncodilatador, treinei com uma asma desgraçada, uma dificuldade pra respirar infernal. O Gabriel ficou passando tiros sem velocidade, de ritmo, em percursos de 800m, intercalados com educativos. Foram uns 12 tiros, que somados ao aquecimento e desaquecimento, devem ter dado uns 12 km no total.

No final do treino senti uma dor no músculo sóleo, que fica abaixo da batata da perna, um dos músculos da panturrilha (o menos exposto). Achei que ia passar mas não passou. Na quarta o dia foi meio manquitoleante e hoje, quinta, não deu pra treinar. Fiz só o primeiro trecho de 3,5km (Nike Free) e abortei o treino. Tava fácil correr hoje, a dor não é incapacitante, e nem retira a possibilidade de correr, mas e o medo de piorar? Coincidentemente, a última vez que tive dor no sóleo foi justamente depois de um treino em que tive falta de ar pela asma. Será que falta de ar dá dor na perna?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Tem gente que treina...

... no feriado só pra poder comer depois!


Eu sou um desses casos... 09km em 1hora, mais ou menos, subindo e descendo o Bosque do Morumbi, usando o meu North Face trilheiro. E dá-lhe piquenique!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Papo rodado

Terça-feira pós maratona é regenerativo. Até botei meu Nike Free, levíssimo, porque sabia que ia rodar tão lento que nem ia sentir a falta de amortecimento. Só que hoje também tinha um treino fartlek pra quem já se prepara pra Bombinhas, que é o meu caso, com 3 séries de 3km em progressão. Bom, como o 1º km de todos era o mais leve, fui com o Cassiano. Depois eu continuaria com o meu regenerativo, e o papo tava indo mesmo, né? Começou a progressão. Doía bastante, mas dava pra seguir e o papo tava indo... Na subida pro ritmo mais forte, deixei o Cassiano pra lá, achei que ia ser temerário pra minha condição. Ele abriu uns 5 metros na minha frente, mas só. Ele mesmo não tava forçando tanto e... já que ele não tá forçando, acho que pelo menos essa primeira série eu termino junto, né? Enfim, fechamos, com o papo indo... e como uma nova série se iniciaria em ritmo leve, começou a ficar confortável de novo. Deu pra manter o papo, que tava  indo... 

Enfim, rodei os 09km, quebrado, moído mas... sabe que depois do treino tô até melhor? Saiu em 50min, ou seja, uma média de 5min33/km. Nada muito rápido. Mas forte pra quem só ia trotar, regenerando, né? Coisa pra se comentar depois do treino. Afinal, aí chegou a Edith, o Paulinho, a Ana, Fred... e o papo continuando...

domingo, 19 de junho de 2011

Maratona de São Paulo 2011 - correndo na experiência

A motivação para me inscrever na Maratona de São Paulo de 2011 foi puramente econômica: ganhei a inscrição. Mas é evidente que correr uma prova dessas tava completamente fora do calendário. Primeiro, um mês atrás, fiz uma prova duríssima em Salta, com quase 09 horas de duração. Depois, saí de férias e não fiz absolutamente nada. Por fim, teria 2 ou 3 semanas de treino, o que depois das férias é retorno e base, e nunca preparação pra maratona. Mas, como me inscrevi, fui na louca.

Sabia de antemão que meu ritmo teria que ser lento. Além de destreinado, estou pesado e, pior, com algumas dores decorrentes do retreinamento. Também sabia que mesmo assim ia sofrer na prova, então o ritmo lento serviria só pra amenizar isso. Diante das dores na lombar dos últimos dias eu nem sabia se ia conseguir correr...

Larguei com o Tersildo, que ia tentar manter um ritmo lento de 6min30/km. Na minha cabeça mesmo esse ritmo era rápido, já que tava sonhando com um 7min/km e quase 05 horas de prova. Isso serviria, de qualquer modo, como treino para longuíssimas durações, o que me faltou um pouco em Salta e certamente ocorrerá em Bombinhas. Mas, na real, o ritmo lento é mais necessidade do que planejamento mesmo.

Já no 3º km o Tersildo e seu amigo Marcio, tavam rodando em 6min15/km. Embora obviamente estivesse fácil pra acompanhar, isso fugia do plano. Fiquei pra trás. Não sei se eles perceberam, porque logo depois eles diminuíram também. Mas como abriram, e eu não mudei o ritmo, ficamos numa distância constante de uns 20, 30 metros. Isso se manteve até eu encontrar o Alexei no caminho. Papo aqui, papo ali, ele tentando fazer um sub-4, e sem perceber aumentei o ritmo e encostei nos dois de novo, ali no Jockey. Tá tava começando a fazer calor, mas eu nem suava, de tão leve o ritmo. E também porque o ar tava seco e o suor que eu produzia evaporava rápido. 

No 14ºkm, o Tersildo ficou pra trás, pra ir no banheiro. Ficamos eu e o Marcio, que ia só pros 25km. Encontramos o Martinho estourado, com a panturrilha ruim (recomendei a ele que parasse, mas aparentemente não rolou...) e o Du França, acompanhando a prova de bike. Até lá, tudo bem. O ritmo começou a ficar mais forte e eu parei de me importar com isso. Nada de muito absurdo, mas já rodávamos a 6min/km. No 22ºkm encontrei a Cynthia, que havia me passado logo na largada. Ela ia pros 25km e tava quebrada também. Eu tava começando a cansar, mas o Marcio tava num ritmo bom e eu segui. Na raia da USP acelerei tentando puxar o cara e ele seguiu. Fomos assim, a 5min30/km até a chegada dele, na Politécnica. 

Ali, depois de deixá-lo, diminuí o ritmo. Ao mesmo tempo, senti imediatamente a falta de alguém para me puxar ou motivar e comecei a me sentir cansado. Entre o 26 e 28, um muro desgraçado, foi difícil correr naquele deserto da Politécnica. Comecei a sentir um pouco de hipertermia, mas a ótima organização da prova providenciou água gelada em todos os postos, que eram fartos (inicialmente a cada 3km, depois a cada 2km) e eu consegui abaixar a temperatura do corpo jogando a água na cabeça. 

A reentrada da USP foi um alívio, por causa das sombras. Mas ali, depois de uma parada rápida para ajeitar o meu tênis (pegava no peito do pé e estava incomodando muito), já mantinha um 7min/km bem conservador. De vez em quando sentia uma onda de energia e voltava pros 6min30. De vez em quando batia o desânimo e o cansaço e subia pra 7min/km. Comecei a caminhar nos postos de água e isotônico. Aliás, o do 30ºkm foi o melhor gatorade da História da Humanidade!

No 32ºkm, encontro o apoio do Gabriel que me deu coca-cola. Infelizmente a parada acabou fazendo com que eu perdesse o contato com duas corredoras gostosíssimas que me serviam de inspiração nos últimos metros. Mas a coca desceu bem e fui tocando. Na saída da USP começavam os temíveis túneis da volta. Corria nas descidas e caminhava nas subidas. No túnel da Juscelino encontro o Fred e o Diego que davam apoio de bike. O Fred veio comigo e me disse como estavam os colegas. Antoniazzi, Navarro, Gregório e Filipe foram bem, mas pra minha surpresa o Marcel, que tentava um sub 3h30, quebrou. O Alè também vinha devagar, mas no caso dele era compreensível, já que "só" carregava 2 ultras no último mês...

Com o Fred fiz os últimos quilômetros, me arrastando. Mas ainda corria. Já passe por perrengues piores, até que não tava tão ruim. Caminhei na República do Líbano, onde um leve aclive parecia uma escalada ao Everest. E depois, no Ibirapuera, fechei a prova, sem sprint sem nada. Não queria arriscar sentir cãimbras, algo, aliás, que não me vitimou na prova, pra minha surpresa. 4h41min e alguns segundos. Depois que sair o tempo oficial, confirmo. De qualquer modo, meu melhor tempo na Maratona de Sao Paulo (o que não quer dizer absolutamente nada, já que a outra eu fiz como treino, parei no 30ºkm e terminei caminhando, de propósito, sem estar quebrado) e minha 6ª melhor marca (ou a 3ª pior, dependendo do referencial). Enfim, oitava maratona feita, desempatando o placar com as ultras (tava 7 a 7). E de Mizuno Nirvana, que tá com um chulé...

Amanhã as escadas serão meu calvário. Mas hoje, no pós-prova, até que estou bem. Felicidade pela Alessandra ter me buscado no final da prova, já que ela nunca faz isso...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pros boxes

Sabe quando você vê na F-1 aquele carro que já passou fazendo um barulho estranho na reta e logo depois o bicho vem recolhendo, lentamente, pros boxes? Meus treinos foram assim nesta semana. Me senti uma Osella, uma Forti-Corsi ou, para tempos atuais, uma Hispania. Na terça tava tudo esquisito. Cheguei meio aborrecido e atrasado no treino depois de enfrentar a porra de um trânsito que não tinha me tocado que haveria no Ibira: a São Paulo Fashion Week. Aqueci 3 km me sentido pesadíssimo. Fiz um treino técnico de tiros curtos (onde sou bom, explosão pura) em que todo mundo me deixou pra trás. E na série principal de 2 tiros de 3km, nem cheguei a conseguir correr perto do Gaspa e da Grazi, fiquei pra trás mesmo! Os tiros em fartlek, com progressão, nem foram tão ruins, um a 15min50s e outro a 15min30s, especialmente porquev descobri depois que fiz um caminho errado e maior... mas o pessoal tava bem mais rápido do que eu, senti-me bem travado, dores musculares, até a velha dor de corno do diafragma... de qualquer forma, 9km pra conta, de Saucony Glide.

Hoje, quinta-feira, então... um horror. Tava bem mais disposto, aquecemos 2km e saí pra série de 3km leve, 5km forte e mais 3km leves. Os 3km leves saíram a 16min10, ou seja 5min23/km. Não é tão leve assim, e o pessoal me deixou beeem pra trás. Nos 5km fortes, travei no 2ºkm. Dor na lombar, de novo. E desta vez do outro lado da lombar, e um pouquinho mais abaixo. Um incômodo muscular, mais do que dor mesmo. E aí me enchi e desencanei. Ou seja, só rodei 7km, de Nike Structure.

Quando a SPFW for embora do Ibira, tudo melhora. Eu preciso botar a culpa em algo, né? Agora, vamos nos concentrar no nosso trabalho nos boxes pra consertar a máquina.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O sentido das coisas (ou o teste)

Existem determinadas ações na nossa vida que não fazem nenhum sentido se não forem explicadas devidamente. Ok, ok, existem coisas que mesmo sendo explicadas continuarão a não fazer sentido, mas nesses casos já é meio claro que a falta de sentido faz até um pouco de sentido, uma vez que se trata de uma coisa que obviamente não faz sentido mesmo, né?

Mas não é sobre isso que falo. Eu estou falando de coisas que não fazem sentido, mas que podem fazer sentido se explicarmos o sentido que elas fazem. Até porque, essas coisas, quando passam a fazer sentido, obviamente saem da categoria de coisas que não fazem sentido. Arquimedes definiria isso como eureca! Eu não iria tão longe neste caso, porque a idéia aqui é apenas tornar um post absolutamente sem sentido em algo com sentido. Ainda que seja só um pouquinho.

A verdade é que o único sentido para um post tão sem sentido como este é a necessidade que tive de fazer um teste. Um teste desse breguete aí do lado, um sistema de notificações via e-mail dos novos posts do blog que a Corredora Zen me estimulou a adotar. Pra fazer o teste precisava de um post novo. Mas eu não tenho nada de novo pra contar, pelo menos até essa noite, onde posso esperar de tudo do treino de musculação que acho que vou fazer. Então, tive que inventar um post que era sem sentido. Mas que agora eu talvez possa falar que é só um post Zen sentido.

E.T.: Musculação feita. Aparentemente, tudo bem. Amanhã descubro se tá tudo bem mesmo ou não...

domingo, 12 de junho de 2011

Cafe na Fast Runner - Treinão Mizuno

Sabadão seria mais um dia de treino diferente, treino da equipe junto com a Fast Runner e Mizuno. Teríamos café da manhã na loja e descontos na loja nos produtos da Mizuno, patrocinadora da equipe. E seguiríamos todos da loja, que fica em Moema, para o Ibirapuera, onde o treino seria menos puxado (ou menos comprido). 

Como a minha idéia é correr atrás do "volume perdido", mais uma vez saí de casa a pé até lá, rodando o odômetro e "gastando" a mochila de hidratação. Garmin no pulso, cheguei lá depois de 5km. Fizemos a nossa social, pegamos mais uma edição da camiseta marca-texto da equipe (um laranjão bem brilhoso) e fomos pro treino técnico, com direito a aquecimento e tudo. Eu marquei tudo no Garmin, inclusive esse deslocamento da loja até o parque. Lá no Ibira, o treino em si: me encaixei no grupo que iria rodar uma hora a 5min15/km, justamente o liderado pelo Diego. Por sorte, o grupo, além de homogêneo, também tinha um visual bom, cheio de mulheres... 

Depois de uma horinha correndo nesse ritmo um pouco mais forte que o confortável, mas confortável o suficiente para não ser chamado de forte, e conversando sobre viagens, línguas e etc, fechamos quase 12 km (o pace médio foi um pouco mais forte que o previsto, na casa dos 5min10/km), e voltamos pra loja, onde enchemos a pança. E depois de mais um bom papo, volto pra casa, meio barrigudo, pra terminar o dia: 23,5km no total, registrando um pace médio de 5min50/km (Mizuno Nirvana, né, afinal era um treino Mizuno...). Lógico que os quilômetros corridos não foram contínuos, mas de qualquer modo foi um voluminho razoável, que não desgastou muito e, o melhor de tudo, feito sem dor na lombar, mesmo com o leve sobrepeso da mochila. Só que ao contrário do que esperava, a dor não sumiu sozinha não. Um cataflanzinho básico acabou tendo que ser usado para dar um empurrãozinho básico no sumiço dessa dorzinha. Nada muito drástico, dose única, pra diminuir inflamação mesmo.

Acho que dá pra fazer São Paulo, num ritmo bem lento, sem traumas.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Odeio lesões

Odeio quebras. É insuportável você saber que pode correr de um determinado jeito, mas não o faz por conta de uma lesão. Na segunda-feira voltei à musculação. Até foi leve, não puxei muito forte, mas o tempo distante pode ter me dado uma lombalgia que eu não senti na hora. Foi depois, em casa, que comecei a sentir um desconforto. O desconforto é leve, mas enche o saco. Na terça fz fisioterapia de manhã e ia correr assim mesmo à noite, mas a tempestade-vendaval quase não permitiu que eu chegasse em casa, quanto mais aparecer no Ibira... na quarta, ainda dolorido, fui ao massagista. Melhorou um bocado, mas o negócio continua me enchendo, especialmente quando passo muito tempo sentado. Hoje, quinta-feira, fui treinar e apesar do desconforto, até vinha razoavelmente bem. O treino era um fartlekão médio/médio-forte/fraco trocados a cada 3 minutos, durante 45 minutos. Arreguei no 23º minuto, as costas doeram bastante. Ainda trotei mais um pouco, mas no total devo ter rodado só uns 7km (Nike Structure Triax) no máximo.

Fiquei irritado. Uma semana praticamente zerada por causa disso. Mas ao mesmo tempo sei que por ter corrido as costas vão melhorar. É sempre assim, corrida é o melhor remédio.  

sábado, 4 de junho de 2011

Em território inimigo

Inventaram um treino hoje no Estádio do Morumbi... ao mesmo tempo em que o reconheço como território inimigo, o Cícero Pompeu de Toledo também é palco de algumas das melhores coisas que eu já fiz na minha vida. Vi o primeiro título brasileiro do Timão lá. Vi os shows do Rusd e do Rolling Stones. Mas apesar disso, não dá pra se sentir confortável num lugar onde nem dá pra beber a água de lá... e como tudo que é são-paulino, ô lugarzinho fresco. Lá os vestiários parecem um lounge. Resultado: posso dizer que pela primeira vez na minha vida caguei num lounge.

De qualquer modo, diante da escassez de pistas de atletismo utilizáveis na nossa cidade (e em Toronto eu via várias pistas, em praças, parques, abertas para uso de todos, que inveja!!) não dava para perder a oportunidade, então fomos. No entanto, ao mesmo tempo em que tínhamos esse treino técnico, eu tinha também um longão a fazer. Como compatibilizar? Resolvi o negócio economizando combustível: fui correndo de casa até lá, fiz o treino técnico, e voltei correndo pra casa. Somando tudo, deu 30km (Mizuno Nirvana), até mais do que esperava. Mas exceção feita á parte técnica, o ritmo foi lento e tranquilo, com camelback nas costas, pra ganhar volume e tempo em atividade mesmo. Foi bom. Depois desse treino especial, tivemos diversos sorteios e café-da-manhã. O café foi ok, muito light pro meu gosto (não tinha bacon ou coxinha???), mas saudável. Já os sorteios... como sempre, saio de mãos abanando!

Cabe aqui registrar também o treino de quinta, fartlek de 10km (Nike Structure Triax) dividido em quatro variações de 2,5km. Acabei fazendo num ritmo um pouco mais leve que o normal para acompanhar o Gaspa e o Felipe, e não me arrependo, já que esta é a semana da volta e eu já tinha me arregaçado todo no treino de terça.

Em busca do volume perdido!!!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Resumo do mês - maio/2011

Mês de férias e prova braba

65 km em provas (Salta e Corpore Libbs) e 37km em treinos. Total: 102km.

Mais um retorno

Mesma ladainha de sempre: retorno = perna pesada, dores... a gente sempre volta com a cabeça correndo no ritmo em que paramos, e o corpo correndo em outro. Ok, até deu pra fazer os 15k no final de semana num ritmo decente. Mas fiquei dolorido na segunda por causa de 15 km! O corpo desacostuma a correr muito fácil!!

O treino foi de estímulos de qualidade, tiros de 2km admininstrados com o 1º km mais leve e o 2º km puxando mais. A pausa era de 2minutos e após a pausa tínhamos ainda mais 30 segundos de estímulo no educativo. Os dois primeiros foram terríveis, parecia que eu tinha um anão pendurado em cada perna. O terceiro e quarto melhoraram, mas no quinto cansei e os anões voltaram com toda a família. No final das contas, com as 4 pausas intermediárias, deu 58 minutos pros 10km (Nike Structure Triax), ou seja, forte, já que as pausas em si consumiram 10 minutos. Treino passado, treino cumprido. E comprido, dadas as minhas condições físicas.
Daqui a 3 semanas tem Maratona de SP (inscrição de graça!) e começo a preparação para mais uma pedreira em trilhas, o K42 de Bombinhas!