terça-feira, 30 de março de 2010

Vontade de correr

A última vez que corri foi na quinta passada. No sábado pedalei pra caramba, mas não corri. Logo, quase uma semana sem correr. Ia correr ontem, mas mais uma tempestade se abateu sobre São Paulo, com relâmpagos, ventos e inundações. Então, foi hoje.

Um pré-aquecimento de 1km, um aquecimento de 2km com 30 seg em progressão e outros 30 seg trotando, em sequência. E então, a série principal: 4 tiros de 2km, sendo o primeiro e o terceiro tiros em ritmo de meia-maratona, e os demais em ritmo de 10km. As parciais foram de 9min15s, 8min50s, 9min40s e 8min38s. Tudo ritmado abaixo de 5min/km, sendo a última com pace de 4m19s/km, muito bom! Como desta vez fizemos os tiros fora da volta de 1000 que não tem 1000, acho que os ritmos são mais reais.

Tava com vontade de correr. A dor de canelite não deu sinal e eu me senti leve correndo, com vontade. As coxas um pouquinho pesadas, não sei se o ritmo tava muito forte, ou se era por causa do pedal de 100k. Ou os dois. O fato é que foi. No final ainda um desaquecimento de mais 2km, pra soltar.

No total foram 13km, rápidos, leves, um bom treino. Tênis Nike Equalon 3. E no alongamento ainda me aparece a Tania Yuri macaqueando por lá. Ela parece um ninja, aparece, desaparece...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Morreu a poesia do futebol

Morreu a poesia do futebol. Não a poesia no futebol, como tantos craques fizeram, mas a poesia do futebol, o homem que enxergava versos em dribles e os escrevia em linhas tão finas como uma matada de bola do Zidane e ao mesmo tempo tão tortuosamente diretas, como os dribles de Garrincha.

Morreu Armando Nogueira. A última testemunha ocular da história do futebol. O homem que enxergava  mais do que Nélson Rodrigues via, apesar de sua imensa miopia. O jornalista que jogava no mesmo time do Saldanha mesmo sendo o seu oposto estilístico. O poeta que escrevia em prosa, que tornou o jornalista esportivo um escritor, que transformou o cronista, que mudou a vida esportiva do Brasil sem nunca entrar em campo.

Armando transformava um lenço de papel em um latifúndio de poesia sobre futebol.

domingo, 28 de março de 2010

210 de BPM.

Alcancei esse pico no Majestoso, hoje. Era pra ser um jogo fácil, 2 a 0 pro Corinthians, o primeiro na jogada manjada e incrivelmente eficiente do Ronaldo deixando o Elias na cara do gol, o segundo num golaço no ângulo do Danilo. Dentinho e Washington expulsos numa troca de gentilezas no meio-campo pra ajudar.  Mas na bobeada, tomamos um gol e já dava pra pressentir a pressão dos bambis no segundo tempo. Aí o Roberto Carlos solta uma bomba. A bola foi forte e com efeito, mas foi no meio do gol. Glu-glu, Rogério Ceni... Tava fácil, mas o Mano Menezes gosta de fazer alguns testes cardíacos com a torcida. Tirou os dois melhores jogadores do time - Elias e Danilo - pra colocar o Tcheco e o Jorge Henrique. Eu tava esperando que o Jorge Henrique fosse entrar mesmo, mas no lugar do Ronaldo!!! E aí tomamos o 3 a 3 em duas falhas bisonhas do Rafael... Ô moleque afobado! Como sai mal do gol, caramba!

Aos 42 do segundo tempo, finalmente ele tira o Ronaldo e coloca o Iarley. O coitado tem que comer grama durante 4, 5 minutos a cada jogo. E come!! 4 a 3 pra nós, aos 46 do segundo tempo, numa jogada que ele fez sozinho na esquerda, chutando forte na diagonal. Aquele zagueiro dos bambis, o Alex Silva, resolveu meter a cabeça na bola e desviou pro fundo do gol! Merecemos? Merecemos, mas não precisava ter essa emoção, pô!!

Hoje o time foi bem. O Ronaldo continua imóvel, mas deu o primeiro gol pro Elias. O problema é que o time fica com um a menos quando tá sendo marcado, ele não cerca nem os zagueiros. O Moacir tá jogando muito bem pela direita e o Roberto Carlos tá começando a parecer o Roberto Carlos de verdade. Marca, corre, apóia, dá saída de bola e o chute tá calibrando. O Danilo foi um monstro tático hoje, ajudando a marcar pela direita e dando a saída de bola. O Elias foi volante, meia e atacante, especialmente depois que o Dentinho foi expulso. Paulo André fez uma partida regular (e meteu uma bola na trave de cabeça, no começo do jogo) e o capitão William, desta vez, foi mais sólido. O Jucilei é aquele peladeiro, que consegue emendar um chapéu e uma caneta no Cléber Santana na mesma jogada, mas que às vezes dá espaço pro avanço dos volantes do time adversário. O Ralf não deixou o Dagoberto jogar e foi o cão de guarda na frente da zaga. Tcheco e Jorge Henrique jogaram pouco, o problema maior foi quem o Mano tirou para eles entrarem. O Iarley jogou menos ainda, mas merece nota 10. E ainda tomou um amarelo. Intensidade pura!

Tô rouco. E feliz. E atingi o meu BPM máximo pela primeira vez no ano hoje. Ôôôôôôôô, o freguês voltou!

sábado, 27 de março de 2010

3h57m50s!

Não, esse não é tempo de congestionamento. É o meu tempo oficial na Claro 100k. (No meu GPS registrei 3h56min15s, acho que o tempo oficial é o bruto) Foi melhor do que eu esperava, já que eu sequer tinha certeza de que poderia completar a prova ou que conseguiria fazê-lo no tempo limite de 5 horas. Ainda mais em uma MTB.

Foi meio na loucura e eu não recomendo pra ninguém. Eu nunca tinha pedalado mais do que 40 km na minha vida e invento de fazer 100k. Mas era em uma prova bem estruturada e eu estou em razoável forma física. Mesmo assim, não dá pra justificar alguém ir para uma prova sem treinar (porque eu pedalei umas 5 vezes com essa bike e falar que isso foi treino é demais). Ainda mais fazer uma prova de estrada em uma Mountain Bike com geometria para subida, como a minha. Digamos que é que nem como um corredor de 10k resolver correr uma maratona sem treinar especificamente para ela. Ok, o cara tá em boa forma e conhece o próprio corpo, maaaas...

Mas foi legal. Fui sem parâmetro nenhum para saber ritmo, etc. Só sabia que no Rodoanel tem trechos longos de subida e descida leves. Prudentemente saí longe de qualquer pelotão, o que não foi exatamente bom. Por puro medo e inexperiência, perdi a oportunidade de andar no pelotão, ainda que fosse por pouco tempo, e poupar energia. Mesmo assim, depois de uma largada em hairpin, saí pra pedalar acima de 30 km/h de média. Sempre de cara pro vento. Facilitou o fato desse primeiro trecho ter menos inclinações. Fui puxando acima de 30km/h até o km 20 mais ou menos, quando o ritmo começou a cair lentamente. Cada vez que olhava no GPS via um 29.9, 29.8, 29.7... a gente já tinha feito o retorno e passado de volta em frente ao pórtico de largada, indo agora na direção leste, no sentido de Mauá. Esse trecho tem inclinações mais acentuadas e longas e aí começou a faltar perna pra subir forte.

Pior era na descida. Faltava marcha. Eu queria pedalar mais pesado mas não vinha marcha. E a MTB, mesmo com pneu 1.50, prende, não desenvolve velocidade e é uma verdadeira barreira aerodinâmica. Vendo o meu GPS vejo que eu consegui atingir 2 picos de 50km/h, curtíssimos, em descida. Foram dois momentos em que eu me abaixei todo em cima da bike pra tentar melhorar a aerodinâmica. O problema é que na MTB você fica numa posição horrível para isso. É como correr de coturno.

Passamos de novo na região da chegada por volta do 65º km, onde eu já via muitos competidores com a prova terminada. Eram mais ou menos 2h35 de prova, os vencedores e o primeiro e segundo pelotões já tinham chegado. Agora entraríamos num trecho menos pesado, mas não fizemos o retorno no mesmo local do início da prova. Seguimos adiante. E esse seguir adiante significou mais alguns trechos de subida longa e mais inclinada. Nada absurdo, mas tive que baixar pra 4ª marcha do volantão, porque a porra da subida não acabava... quando fizemos o retorno, aí ficou mais fácil. Primeiro porque sabia que só faltavam 17 quilômetros. Segundo porque ia descer tudo o que subi. E tinha conseguido manter o ritmo médio acima de 25 km/h, ou seja sub-4 horas. Aí foi fácil terminar. E até que fiquei na frente de várias bikes speeds, algumas lindonas! Nada mal para uma MTB simplona, hardtail, pesada, ano 2004.

O que eu mais senti nessa prova foi a postura. Não estou acostumado a pedalar, então não foi fácil manter a posição em cima da bike. Meus tríceps ficaram bem doloridos por causa da posição, travando os braços no guidão. Minhas mãos toda hora ficavam dormentes por serem um dos pontos de apoio do corpo na bike. E de vez em quando eu me forçava a pedalar em pé para mudar um pouco a posição da pedalada. Tudo questão de adaptação. E tudo incomodando. 

Mas terminei bem a prova. A bike, por não ter impacto (ainda mais em estrada lisa), agride menos o corpo. As pernas cansam, lógico. A postura pega. Mas terminei a prova cansado e com fome, mas não exausto.

E a grande notícia foi saber que a Trilopez ganhou na categoria escuderia!! O Daniel é um puta ciclista, e estava super bem acompanhado do Jorge Nisinaga, que "só" é um Ironman classificado pro Havaí, do Chad, que é um monstro, e do Lucas, que eu não conheço mas que só pode ser fera. Parabéns!! E Parabéns aos demais trilopenses que completaram a prova!

quinta-feira, 25 de março de 2010

2h45!

Não, isso não é tempo de corrida. Isso é o tempo que eu levei para ir do escritório em Pinheiros até o Centro de São Paulo! Uma distância de mais ou menos 7 km. Correndo eu faria isso, trotando devagar, em uns 45 minutos. Mas quando rola uma tempestade como caiu hoje em São Paulo, com o tsunami das enxurradas travando esquinas, inabilitando faróis e deixando motoristas e CETs malucos, fica inviável sair do lugar. E se ela te pega em movimento, você simplesmente para. Estaca onde está e fica. 

É simplesmente inviável viver nesta cidade. Simplemente inviável. Adoro São Paulo, mas putaqueopariu de cidade complicada. Eu aguardo ansiosamente o dia em que inaugurarão a linha amarela do Metrô, um negócio que deveria existir há decadas, mas que tem sua inauguração adiada dia após dia.

Não quero sabe de culpa de quem ou responsabilidade de quem. Eu só queria viver numa cidade minimamente organizada e segura. Às vezes passeio em bairros bucólicos e horizontais, como a Vila Madalena ou pedaços da Vila Mariana e me sinto num outro mundo. Mas quando chego na primeira esquina da primeira avenidona que dá acesso a esses bairros, estou de volta à metrópole suja e agressiva.

Bom, por conta disso, não consegui ir treinar. Fui direito para a esteira. Corri 6km e fiquei de saco cheio. A planilha previa 10km, mas correr na esteira é uma chatice só. De qualquer modo, pelo menos suei e fiz alguma coisa. E descadeirei do formato do banco do carro. Tênis Nike Structure Triax.

E peguei o kit da Claro 100k hoje. Será a minha segunda maior distância em prova. Só que na bike é mais fácil do que a pé, né? Mesmo sabendo que às vezes eu sou mais rápido a pé...

terça-feira, 23 de março de 2010

Claudicante...

...o treino de hoje. Mas acho que era esperado. O importante é que a limitação de hoje já era conhecida: a canelite leve que me dá toda vez que eu subo um platô de volume nos treinos, como ocorreu neste final de semana, com o 32k do sábado e os 10,5k fortes do domingo. 
Hoje o treino era de 4 tiros de 2,5km no Ibira. Primeira volta em 13min45s, segunda em 13min01. Aí achei que tava incomodando demais e só fiz as voltas pelo volume, fechando a terceira em 14min15s e a quarta, com o Doni, em uns 15min. Preferia ter treinado bem, mas não estou chateado, acho que até tava bom, já que a volta mais rápida foi feita sem muito esforço abaixo de 5min/km. A limitação não foi aeróbica, o preparo tá um pouco melhor e eu sinto isso. Antes tarde do que nunca.

No final das contas, 10km rodados. E a musculação de manhã, que já está ficando mais leve. Tênis Nike Equalon 3, que não atrapalha em treinos curtos.

Deu recorde em Lisboa!

Deu recorde mundial com o Zersenay Tadesse, com 58min23s. 10s abaixo do tempo do Sammy Wanjiru em Haia! Uia!!

domingo, 21 de março de 2010

Enquanto em Roma...

... rola maratona, com vitória etíope - Siraj Gena, com 2h08min39s, completando a prova descalço para homenagear o grande Abebe Bikila, que há 50 anos vencia a maratona olímpica em Roma -, aqui em São Paulo muita gente na prova de Abertura da Corpore.

Hoje é 21 de março e esta foi a minha primeira prova de corrida o ano!! Quase um 1 quarto do ano se passou e só agora uma prova!! E, ainda assim, uma daquelas que você "vai pra fazer", já que não era objetivo de nada e, pior, rolou um dia depois de um longão fatigante de 32k.

Como o trânsito da USP fica absolutamente caótico nesses dias, fui de bike. Dá uns 15km de casa até lá. Ou seja, 30k pedalando, porque tem a volta. E vou contabilizar isso como treino de bike, regenerativa, até mesmo porque foi regenerativo. Apesar de sinais, faróis e trânsito, gastei uns 40, 45 minutos pra chegar lá, o que deve dar mais de 20km/h de média.

A prova em si, foi até legal. O clima de prova de sempre, muita gente, alguns com a expectativa de estréia, outros mais veteranos querendo fazer tempo, mas um astral muito bom, muito gostoso. A Abertura Corpore este ano ia ter 11km, mas por conta de obras na USP, na rua que sai da raia e chega no cavalo, acabaram reduzindo pra 10,5km, fazendo uns cotovelos na Av. Escola Politécnica, fora da USP. Resultou numa prova um pouquinho mais travada por causa dos cotovelos, mas ainda assim bem plana e rápida.

Ao contrário dos outros anos,  não fez um sol de esturricar. Ao contrário, choveu na Politécnica. Desde que eu corro por ali, acho que é a primeira vez que eu não pego um sol de deserto do Saara por lá! Isso acabou ajudando. Saímos bem devagar, eu, Pablo, Bota e o Gabriel, que disse que tava tão quebrado que quase se afogou ontem (imagino a manchete: "Professor de educação física e triatleta morre afogado em piscina com profundida de de 2m!"). Passamos o primeiro quilômetro já abaixo de 6min/km, mais rápido do que gostaríamos. O segundo foi a 5min25/km. O terceiro já bateu nos 5min17s e o Gabriel e o Bota já ficaram pra trás? Como tava bom de correr eu e o Pablo seguimos juntos, ele me empurrando no ritmo, que foi baixando, até chegar abaixo dos 5min/km.

No final, deu 53min44s, para 10,5km. 5min07/km. Bem forte pra quem mal andava no final do treino de ontem. Os últimos 500m a gente ainda fez em 2min, o que predizia um quilômetro na cada dos 4min. Duro foi voltar de bike embaixo da chuva, mas ela logo parou para dar lugar a um sol de doer... preferia a chuva!!

sábado, 20 de março de 2010

Ainda um panda

Continuo com a disposição e a desenvoltura de um panda pra correr. O longão de 32k, hoje, foi entremeado por idas ao banheiro, ritmo lento e, no final, caminhadas sofríveis.

Eram 4 voltas de 08km. A primeira ia bem, em ritmo lento mas controlado (6min/km, com bpm abaixo de 140) até a descida pro zerinho, quando comecei a sentir um borbulho no meu sistema entérico. Achei que fosse algo administrável, mas a situação ficou preta, quase marrom, rapidamente. Tive que andar para segurar as contrações e cólicas. Cheguei na tenda da Trilopez, peguei o carro e dirigi que nem um louco até o primeiro banheiro que encontrei, pensando que se não encontrasse, pelo menos tinha papel higiênico no carro e poderia tentar achar um matinho menos povoado na USP. Mas não foi necessário fazer uso da natureza.

Voltei, depois dessa pausa de uns 25 minutos, e recomecei. As duas voltas seguintes foram controladas e lentas, do jeito que eu queria. Na minha cabeça, quanto mais tempo correndo melhor, porque garantiria o volume e ainda submeteria o corpo a um esforço prolongado, ainda que mais leve. O problema é que mais uma vez os termômetros marcavam 31ºC e eu tava tostando nas alamedas da USP. A última volta começou devagar, com a contribuição do meu problema entérico que, se não atrapalhou mais, me fez me sentir fraqueza. Quando terminei a raia, o ritmo tava despencando e eu começava a correr como a Gabriele Andersen-Scheiss. Passei a andar nos trechos de sol e trotar na sombra. Tava horrível, mas eu ia acabar essa porra de treino nem que tivesse que mudar meu nome para Gabrielle.

Terminei. Continuo me chamando Nishi. Mas um Nishi em estado lastimável. Eu tava tão acabado que quando cheguei na tenda da Trilopez, tava tendo alucinações, vendo um tabuleiro de xadrez e o Daniel,  nosso técnico especialista em triathlon e ciclismo, desafiando a galera para um match ou um (xeque)mate.Se bem que, pensando bem, acho que realmente havia um tabuleiro de xadrez lá... bom, sei lá, acho que ainda tô meio zonzo.

As pernas doem de cansado, tenho cãimbras em momentos inesperados nas costas, um horror.  Perdi absurdos 4 kg nessa brincadeira (de manhã pesava 71,5kg; quando cheguei em casa, tava com 66,7kg) .Mas dessa vez não deu bolha no pé... fui de Mizuno Nirvana e vou de Mizuno Nirvana para Santiago. O Mizuno é um pouco mais rígido que os Nikes, mas tem segurado bem a onda. Ainda não me senti 100% com ele, mas é o tênis que eu usei pra fazer meu melhor tempo, em Amsterdã. E amanhã tem Abertura Corpore e acho que vai dar pra participar. Por ora, mais 32km para a conta


quinta-feira, 18 de março de 2010

Como um panda

Nhé, o que eu tava leve ontem tava pesado hoje. Tô com déficit de horas de sono, acordo sentindo que rolava dormir mais uma horinha pelo menos e passo o dia inteiro meio pastel. Correr assim é meio estranho, as coisas parecem meio devagar...

E com essa agilidade de panda que eu tava hoje - aliás ainda tô com um perfil físico de Kung Fu Panda que tá triste - fui pro meu 12k, 1k leve, 10k em ritmo de prova e 1k final leve de novo. Fiz os 10k na volta de 3k do Ibirapuera mas com todos os cotovelos (a volta passa a ter mais ou menos uns 3,4k). As parciais de cada 3,4k: 17min30, 16min55 e 16min30. 10k rodados com 50min55s, até que foi bom, considerando a minha sensação de estar dentro de um travesseiro... mais 12k pra conta. Tênis Nike Equalon 3, que tem sido o ponto negativo dos treinos: por que? Porque de novo tava começando a pegar... o Equalon 2 entrava no pé que nem uma luva. Esse aí é bonitão e também encaixa direitinho. Só que depois que passa um tempo, ele fica te lembrando que existe... eu ia usar ele em Santiago, mas já tô começando a pensar em dar uma última sobrevida aos meus Structure velhinhos para uma despedida digna. Afinal, eles me carregaram em parte das 24hs do RJ, além de Campos e na França. Honrosamente, sempre sem bolhas!



Devagar, devagar

Depois do treino de qualidade na segunda, ia rodar levinho na terça, mas o regenerativo foi pro saco por causa de uma reunião de trabalho. Não era o idela, mas passei essa rodagem leve pra hoje, ficando a terça em off.

08km em um geriátrico tempo de 50min. E na esteira ainda, pra ser mais chato. É pra ser leve, o treino forte mesmo é na quinta. Mas foi legal porque começo a me sentir leve. Não estou, mas me sinto leve, o que pelo menos é uma sensação.

E serviu pra tirar a tensão do jogo do Timão. Eh-oh, o Gordo voltou!! E por enquanto o Timão tem sido o time mais chato da Libertadores. Os caras devem odiar jogar contra o Corinthians, o jogo é lento, desacelerado, parece sempre no banho-maria. Aí o Danilo acha um calcanhar no primeiro pau e o Sr. Barriga entra no 2º pau pra fazer o que sabe. Marcar gols. 1 x 0, fatura fechada e o Cerro Porteño pra trás!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Tirando o ranço

Final de semana miserável para treinos e atividades físicas. Segunda-feira será diferente! E foi. Musculação de manhã, a mesma coisa chata (porém necessária) de sempre. E corrida à noite.

Ressabiado com a minha quebra no sábado, fui pro treino de 4 tiros de 3km meio conservador, meio olhando de lado... mas as voltas foram adequadas, não bati nenhum recorde mundial, mas terminei o treino bem, suficientemente cansado, suficientemente sem dores, sensação de ter acertado. Primeiro tiro a 15min07s, surpreendentemente fácil, achei que pela sensação eu tava fazendo pra 16min. O segundo a 14min54s, terceiro a 15 duro (atrapalhado por algumas barreiras de caminhantes) e o último a 14min42s. Pausas de 1 minuto entre os tiros. No total, 13km pra conta (com o aquecimento) e a sensação de estar correndo normal, meio longe da minha melhor forma, mas longe de passar vergonha.

Tênis Mizuno Nirvana.

domingo, 14 de março de 2010

Yo no creo en brujas, pero...

Deixei Itatiba de lado. Ontem à noite tava me sentindo meio esquisito, com dores nas pernas e um desânimo geral. O fato de ir sozinho após a contusão do Cassiano talvez tenha ajudado, já que fico sem aquele negócio de "só não vou se não der" para não furar com o colega...

E do jeito que tem uma bruxa solta em relação à Maratona de Santiago, tô achando melhor não dar sopa pro azar. Primeiro, obviamente, o terremoto. E depois o monte de contundidos da equipe. Cassiano que caiu de moto e bateu o joelho não sabe se vai. O Giglio, às voltas com o seu velho problema de panturrilha não vai. O Jacó, com fascite plantar diagnosticada idem. Mesmo o Leal ainda não deu certeza por causa do problema no ciático, apesar de feito 18min no teste de 5km (!). E eu, com essa quebrada no longo e a sensação de que não vou conseguir fazer uma preparação 100% pra prova, já tava com medo das dores que rolaram ontem.

Mas hoje as pernas estão melhor. Pelo jeito, é mais cansaço muscular mesmo. A semana foi pesada, fiz dois treinos de qualidade fortes, talvez tenha sentido um pouco. O jeito é me preparar para o próximo longão de 32km, que é o ápice do treino. Se não fize-lo, a maratona vai ser bem mais difícil. Já tive na França a minha experiência de maratona sem treino e sem longão, e sei a quantidade de cãimbras que rolam nos 10km finais...

sábado, 13 de março de 2010

Calor quebrador

Longo de 26km terminado no 20ºkm. Quebrei. Quebrei, inapelavelmente. Quebrei, simplesmente faltou energia para terminar a última volta de 6km. Simples. Eu não conseguia mais correr. Um cansaço que não era exaustão física, mas uma falta de energia para continuar se movimentando. Os bpm seguiam na casa dos 160 bpm e agora, em casa, não me sinto exausto, eu só não conseguia mais correr. Acontece. 

Quando saí para correr senti de imediato que não era o meu dia. Segui uns 2km em ritmo bem leve com a Edith e o Alê mas mesmo esse leva tava meio pesado. Reduzi e passei a correr nos bpm, pouco importanto o ritmo. Primeira volta, de 08km, a 150bpm e 45min. Segunda volta, de 06km, a 155 bpm e 35 minutos. Essa foi a volta mais tranquila. Abri a terceira pra 160 bpm, mas não ia. Também tive que dar uma paradinha em uma árvore para livrar-me de tanta água que tinha bebido, já que às 08h00 os termômetros na avenida dos bancos marcava 31ºC! No final dessa volta me sentia miserável. Fiz o zerinho achando que dava, mas o ritmo tava cada vez mais lento e os bpm na casa dos 160. Se a 160 tava daquele jeito, como seria subindo? E eu, na verdade, não conseguia subir o ritmo. Na curvinha sobre o riozinho da entrada da USP eu simplesmente parei. Eu me apoiei na mureta da ponte e fiquei lá, pensando na morte da bezerra uns 30 segundos. E resolvi parar, andando até a base da equipe, que ficava a uns 500m.

Tava com uma bolhinha chata no segundo dedo do pé direito, mas o que me fez parar mesmo foi a falta de energia pra correr. Não era aquele cansaço de não conseguir conversar, nada disso, só um cansaço pra correr. 

Só posso atribuir isso à minha noite mal-dormida da sexta pro sábado, um calor infernal que nem o ventilador ajudou a dissipar. Amanhã tem MTB em Itatiba, vamos ver como vai ser. O longo de 26 virou um semi-longo de 20km. Tênis Nike Equalon 3

sexta-feira, 12 de março de 2010

Tristeza

Luto pelo Glauco, um puta cartunista. Foda, muito foda.

quinta-feira, 11 de março de 2010

The heat is on

Calorzão brabo em São Paulo! Ave! Geralmente quando a gente corre o ventinho que bate no rosto refresca, mas hoje, mesmo à noite, o vento tava quente, parecia um secador de cabelo no rosto!!

Hoje o treino foi mais pancada, um fartlekão de 2km-8km-2km. Os trechos de 2km para serem feitos em ritmo de meia-maratona. O trechão de 08km, em ritmo de 10km. As parciais foram 9min45s-38m50s-9min30s. Um bom treino, com 12km em 58min05 no total. Somado ao km de aquecimento, tivemos 13km rodados hoje.

Tênis Nike Structure Triax.

Câmera lenta

Pois é, o jogo do Timão, hoje, parecia em câmera lenta. Será que era por causa da atitude? Mas os próprios colombianos escolheram jogar lá, fora de sua cidade!! 

A marcação, especialmente no meio-campo, tava muito boa. O Danilo cobria o lado esquerdo junto com o Roberto Carlos e o Elias saía mais na direita, ajudando o Marcelo Matos, improvisado. O lado esquerdo foi melhor, já que as melhores jogadas do Independiente saíram pela direita da defesa. Concordo com o Casagrande, foi a melhor partida do Roberto Carlos no Corinthians, se apresentando mais, sem fazer presepada e arriscando alguns chutes mais direcionados a gol. O ponto negativo é que jogamos com dez, já que o Ronaldo, mais do que nunca, foi um jogador de pebolim, com sérios problemas de mobilidade. Se ele se movimentou 3 km durante o jogo todo foi muito, impressionante como ficou parado! E o pior, quando a bola chegou nele, morria a jogada. Ou ele perdia ou atrasava o andamento.

O Corinthians dominou o jogo na defesa, mas o ataque tava lentíssimo, já que o Jorge Henrique jogava praticamente sozinho. O Jucilei tava um pouco desfocado no jogo, mas o Ralf marcou direitinho. O gol deles saiu meio que no acaso, um cruzamento que foi desviado pelo meia, tirando o Chicão da jogada e colocando o atacante em impedimento, sozinho, na cara do gol, já que o William, muito lento, não acompanhou. Aliás, o William não é um Ronaldo, mas está em vias de ser. O capitão também está muito lento, sem arranque e mesmo na sobra não tem conseguido chegar nas bolas. O Felipe é que andou fazendo a sobra no desespero, saindo no pé dos atacantes rápidos deles.

O Mano mexeu bem no time, mas eu tiraria o Ronaldo primeiro. De qualquer modo, quando tirou o Danilo (bem na marcação mas pouco efetivo no ataque) para colocar o Dentinho, rearmou o velho 4-3-3 que fez sucesso no ano passado. O lateral deles parou de descer. Depois tirou o Ronaldo para colocar o Souza, muito mais móvel e que ajudava a marcar a saída de bola. A entrada do Morais foi para o abafa mesmo. E o gol saiu numa jogada dos dois pequenos grandes do Timão. Um lançamento longo e praticamente perdido que o Jorge Henrique foi buscar lá na linha de fundo, evitando a saída de bola e buscando o Dentinho que entrava na diagonal. E ele pegou a bola, cortou pelo meio e enfiou um canudo lindo no ângulo do velho Bobadilla. Golaço! E mais um pós-jogo de rouquidão.

1 a 1 fora de casa e o Corinthians tava mais do que contente. Foi o que se viu naqueles escanteios ridículos aos 47... típico do Mano, típico de copeiro, o famoso "ganha em casa e não perde fora".  Vamos ver se dá certo.

terça-feira, 9 de março de 2010

Revezamento Ilhabela Corpore. Novidades confirmadas

De fato, mudou mesmo, do jeito que o Lucena tinha falado. E agora posso dizer que achei uma bosta. Uma bosta porque vira um monte de provas paralelas, e não aquela comunhão de gente, de corredores nos postos, esperando seus colegas, aquele climão gostoso. Talvez seja mais fácil de gerenciar o tráfego na ilha agora, mas achei uma nhaca. Também tiraram a natação, o que deve desagradar alguns. Em compensação, agora a prova não é mais privativa de associados Corpore. Acredito que a Corpore queira inchar o evento e a única forma possível era desse jeito, partindo-o em três.

Mas o principal motivo pelo qual achei uma bosta é que não vai ter mais o Desafio Castelhanos. Ficou só a Estrada de Castelhanos, subindo até o topo e voltando, sem chegar na praia. Perdemos uma ultrinha de montanha e trilha, em troca de uma prova mais curta. O Desafio Castelhanos foi a minha melhor prova, a prova que eu mais gostei de fazer e acabaram com ela. Merda!! Dane-se Corpore! Ano que vem deixo de ser  associado e se for correr alguma prova, vai ser no avulso mesmo. Afinal, tão cortando as provas que eu gostava de fazer...

Metrônomo

Ritmo, ritmo constante. Hoje eram 3 tiros de 4km em ritmo constante, algo entre o ritmo de 10km (pra mim é um 4min45s/km) e o ritmo de meia-maratona (5m05/km), com um intervalo de 1 minuto entre os tiros longos. E os tempos foram compatíveis com isso: 19m45s (4min56/km), 19m38s (4min54/km) e 19m34s (4min53/km). Beleza!

Foi legal porque eu estou meio dolorido por causa da musculação de ontem. Legal porque não dormi direito nessa noite e me senti meio cansado. E legal porque não tive nenhum pacer involuntário, já que quem tava fazendo o mesmo treino ou era mais rápido (Alê e Calazans) ou mais lento (Xile). Mantive o ritmo com esforço moderado e sem me matar.

Portanto, mais 12km para a caixa registradora. Tênis Nike Equalon 2+

segunda-feira, 8 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

Revezamento Ilhabela Corpore: depois de 10 anos, mudanças!!

Deu no blog do Rodolfo Lucena: uma mudança completa no Revezamento de Ilhabela da Corpore, uma das provas de revezamento mais interessantes do calendário. Agora serão três provas complementares entre si! E não há o registro sobre a manutenção ou não do nadador no revezamento.

Nem sei o que pensar, não sei se gostei ou odiei. Mas é uma mudança bem drástica, apesar de ainda manter a possibilidade do revezamento inteiro.

Mais detalhes, na fonte!

Giomar Pereira da Silva, no sprint

Bacana a vitória do Giomar Pereira na Meia Maratona de São Paulo hoje. Não houve transmissão ao vivo, só um "melhores momentos", mas deu para perceber que ninguém puxou muito o ritmo, formando um pelotãozão grande que aos poucos foi se desfazendo naturalmente até que, na chegada, sobraram 3 corredores: Mutai Kiprop, Mathew Cheboi e o Giomar, que foi campeão do Circuito de Corridas da Caixa. Aí, quando eles entraram na Praça Charles Miller, o Mutai deum vaciladinha e o Giomar acelerou e abriu uma distância mínima de um segundo em cima dele. Contornou o "zerinho" da praça sustentando o gás e defendeu a posição pra chegar em primeiro.

Em uma corrida de 21km, numa soltadinha que o cara dá numa curvinha, perde a prova!! E parabéns ao Giomar. Essa é pra quem diz que com queniano inscrito, brasileiro não consegue ganhar prova aqui. Dá pr ganhar sim!! Não é mole (se fosse, ninguém falava disso), mas dá! O tempo é reflexo dessa "segurada" na elite: 1h04, um tempo bom para corridas brasileiras, mas fraco mundialmente.

E o Marílson fez os 10k, treinando, para 29 min. Belíssimo tempo, especialmente para um treino e em uma prova que não é tããão rápida assim, com desníveis leves e constantes e trechos de quebra de ritmo no acesso ao Minhocão. 

sábado, 6 de março de 2010

Molhou até o intestino

Como não irei fazer a Meia-Maratona de São Paulo da Yescom, amanhã (perdi o timing das inscrições), fiz hoje na USP o meu longão. Ainda ando meio resfriado, com algum catarro nos sinos nasais e uma dorzinha de garganta que vai e vem, e pra acordar foi difícil pra cacete, sono meio atrasado, sensação de cansaço total. 

Pior foi acordar meio pastel e esquecer o meu remedinho para asma, o que me tira uns 50 minutos de treino até os bronquios se acostumarem com a nova demanda e a novo volume de oxigênio e pararem de chiar. Mas ruim mesmo foi chegar na USP, pisar fora do carro e chuáááááá. Chuva, chuva monstro, daquelas em que você não vê o que tá acontecendo ao seu redor, uma cortina de água que, além de tudo, me deixou com frio.

Saí sem pretensão nenhuma, só para rodar os 22km previstos. A primeira volta de 08km foi arfando (menos do que esperava, mas ainda asmando), sem enxergar nada, o auge da chuva, poças em que era possível nadar, uma coisa de louco. Na segunda, a chuva começou a dar trégua e eu comecei a rodar um pouco mais rápido, respirando. Não tava lá essa Brastemp, mas consegui aumentar o ritmo e me sentir confortável. O problema foi a terceira... logo que abri, senti aquele pesinho descendo no intestino. Balança-balança-balança e a situação começou a ficar insustentável. No final da raia, subindo para o cavalo eu achei que não fosse dar, por duas vezes trinquei os dentes, suei frio e segurei "ali"! Quando cheguei no bosque da física, o alívio... monumental! E os três estados da matéria ao mesmo tempo: sólido, líquido e gasoso!

Dez minutos depois e uns três quilos mais leve, saí pra fechar a terceira volta, que também era de 08km. Aí dei uma acelerada para recuperar o tempo perdido no ritmo e fechei os 22km em 2h01, com 5min30/km. Nada invejável, mas rodagem feita sem muito esforço, em um ritmo total que é próximo ao meu ritmo de maratona. O ruim foi não treinar bike por causa da chuva. E o duro (ou nem tanto) é que as "ocorrências" têm continuado ao longo do dia...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Começando a ficar sério

Depois de muito tempo, um treino de corrida durante a semana me deixou com DMT (dor muscular tardia). Nada de muito dolorido, mas o acúmulo dos 5km de sábado com outra corrida forte na terça deve ter balançado um pouco a minha musculatura.

Só que você acha que teve moleza hoje? Teve nada. A quarta foi dedicada a um off com direito a corte de cabelo. Antes tava com um capacete de cabelo na cabeça. Agora pareço um militar sem capacete e sem cabelo. Mas hoje, paulada, treino de ritmo.

12km divididos em um 3km mais leve, 6km mais fortes e 3km mais leves de novo. As parciais foram bem ritmadas: 17min/15min/15min/17min: 1h04 de treino total certinho, com 5min19s de média. Parece um treino tranquilo, mas não foi, eu me senti um pouco cansado durante o ritmado mais forte e dessa vez não tive nenhum companheiro nesse treino. 

Tênis Mizuno Nirvana. Fazia tempo que eu não usava ele, me doeu um pouco os pés por ser um tênis mais rígido.

terça-feira, 2 de março de 2010

Mal de gorge

Sim, sim,  dor de garganta. Corpo mole, nariz escorrendo e cheio de catarro. Inferno! Tô assim desde sexta, atrapalhou um pouco o treino de sábado e ontem na musculação eu também não estava muito "forte".

Mas março entrou e é porrada nos treinos! E sem comer dois x-salada no almoço!!

O circuito acabou mesmo. Finalmente. Agora é corrida mesmo. E pra nós (no conceito de "nós" excluem-se os triatletas de ressaca do Internacional de Santos) sobrou um duplo tirão de 5km (que deu mais do que isso, uns 5,3km cada um, já que foi a volta curta do Ibira, um percurso que tem cerca de 2.650m, mais ou menos). Foi difícil, de vez em quando tinha que diminuir o ritmo para tossir e cuspir e me senti meio fraco, um pouco de dor de cabeça no começo, além de uma mão formigando... mas na última das últimas voltas comecei a me sentir melhor e, neste exato momento, estou 98% bem. Interessante o efeito terapêutico da corrida, não?

O primeiro tirão foi feito em 25min15s (4min45s/km). O segundo em 26min (4min54/km). Não foi tão ruim assim, mas eu só fiz isso porque tinha um Paulinho Bueno puxando o ritmo na frente. 10km no total, deixo os 600m de sobra para compensar o meio quilômetro arredondado no mês passado...

Tênis Nike Strutcture Triax.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Março entrou. Agora não tem moleza

Falta pouco mais de um mês para Santiago. Tudo bem que eu estou relaxado para essa Maratona, correndo mais tranquilo, mas agora não tem mais moleza, agora não dá mais pra não treinar por preguiça e nem comer 2 x-saladas porque deu vontade.

Aliás, comi dois x-saladas hoje no almoço. Deu vontade.

Mas de qualquer maneira, agora é foco e porrada!! Porrada!! TREINOOOO!!

Hoje teve musculação.