domingo, 15 de dezembro de 2013

New Balance Excellent Series

Bom, o que eu tô fazendo aqui? A NB Excellent Series foi uma prova em que me inscrevi, basicamente, porque não sabia que iria fazer a Mizuno Uphill Marathon. Depois que fui escolhido, o estrago tava feito...

Minha situação de machucado não havia melhorado muito depois da Uphill. E o meu problema era correr rápido, fazer força. Não só porque não estava treinando velocidade, mas também porque é justamente nesse tipo de estímulo que a minha super chique entesopatia-do-isqueotibial dói. Assim, correr até 5 min/km, ok. Mais rápido que isso? Hmmm...

E o que essa prova da New Balance me pediria? Ahá, justamente isso! O que eu tô fazendo aqui? Mas sem muito mimimi, fui pra prova. O kit era classe A, uma camiseta boa e uma meia de compressão. A prova, bem organizada, teria no máximo 1000 participantes, o que significa ausência de muvuca. E essa galera teria que ser rápida, porque o tempo de classificação para inscrição tinha que ser comprovado. Achei que correria o risco de ficar entre os últimos...

Na prova, muitos amigos. Difícil elencar todos. Além da galera da Trilopez, Alex Sant'Anna, Bruno Ogata, Nelson Evêncio, Vera Saporito, Antonio Colucci, Edu, Rivania, Sergio Xavier, Iberê, Etienne, Claudia Matsui... e as poucas mulheres inscritas eram todas bonitas, algumas sensacionalmente lindas. Beleza de prova!!

O que foi ruim na prova? Basicamente, minha performance. Saí pensando num honroso 1h12. Os primeiros quilômetros até foram, mas já no 4º km minhas pernas começaram a pesar. Eu fazia força e não desenvolvia. Tava calor, apesar do horário ótimo de largada, às 07h00, e tinha hidratação à beça, geladinha. Mesmo assim, não desenvolvi. Batia os km a 4min55, 5min/km e não conseguia desenvolver. O maldito isqueotibial doía, sim, mas o problema era mais de correr rápido, tava travadaço, e esse ritmo aí citado, relativamente tranquilo em condições normais, tava sofrido ao extremo. Sofri pra chegar no final, os 15km foram compriiidos... e no final, um bônus: chegada no Jockey tinha que ter sprint, um cruuuzam o disco final. E eu ainda fui inspirado pra passar um cara com camisa do Parmêra. Só que a uns 50 metros da chegada eu... blegh! Senti a contração e vomitei. Quer dizer, não vomitei porque não tinha nada proa vomitar, mas os movimentos antiperistálticos, as náuseas e o mal-estar estavam todos lá. Não conseguia respirar, travei, várias contrações e voltei a trotar pra cruzar a linha de chegada trôpego.

Foi um treco que deu só na hora, respirei passou, mas foi uma merda e ajudou a ferrar ainda mais meu tempo: 1h14. Afff!!


Mas valeu pra encontrar os amigos, conversar e fechar a temporada. Um bom reflexo de uma temporada onde eu não desenvolvi o que queria, mas consegui correr do jeito que dava e sempre cercado de amigos. 

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