domingo, 27 de dezembro de 2009

Meia Maratona Trilheira de Ribeirão Pires - 2005

E vamos nós para a primeira meia. A escolha não poderia ser mais difícil, como constatei depois. A meia trilheira é uma prova interessantíssima, fora do asfalto, cortanto trilhas na mata atlântica, correndo por trilhos de trem, atravessando lamaçais, com trechos em que os corredores tinham que seguir em fila indiana e outros em que para subir o barranco tinha que usar as mãos. Cross-country puro, um terreno com o qual não estava acostumado.

No entanto, o difícil se revelou o mais adequado, já que por causa da dificuldade do terreno, tinha que diminuir o ritmo. Isso me ajudou a chegar razoavelmente inteiro no final da prova que, por sinal, achei bem organizada. Por vezes via, no meio do mato, uma ambulância (como eles colocaram ela ali eu até hoje não entendi). Em outros trechos o tráfego não estava fechado exclusivamente para os corredores (compreensível, já que parecia passar pela única via de acesso a alguns bairros rurais de Ribeirão Pires), mas bem sinalizado nos pontos cruciais.

O duro foi ser ultrapassado impiedosamente por alguns Vovocops... os velhinhos ainda tinham a pachorra de colocar a idade na camiseta, só para humilhar ainda mais os jovenzinhos fora-de-forma que eram por eles superados. Vovô Herculano, de 77 anos, por exemplo, me passou e nem deu tchau.

No final das contas, estréia com 2h12m54s. Muito bom em minha avaliação, dada a dificuldade da prova, o calor e pelo fato de ser estréia nessa distãncia longa.



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