quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Corrida Vertical 2011

Estamos em 2012, mas a edição 2011 da Corrida Vertical só rolou agora, 25 de janeiro de 2012. Parece Campeonato Paulista da década de 70, atrasa alguma coisa daqui, alguma coisa dali e o ano vira sem definição. No caso, como a Corrida Vertical faz parte do Circuito Mundial, algum atraso ocorreu. Mas a vantagem é que acabou sendo a final do circuito, muito embora eu não acompanhe e não tenha a menor idéia de quem ganhou...


O fato é que para nós, amadores, o que interessa é fazer parte da festa. E eu, que fiz parte da primeira, queria fazer parte da segunda também. No mínimo porque ia ser um bom treino de base, de força. Mas também porque a primeira edição foi um espetáculo e super divertida. E a nossa participação era de graça, mais interessante ainda não? 

Pra não falar na oportunidade de encontrar os amigos. Mais uma vez foram vários. Fábio Namiuti, que fez parte da primeira também, na mesma bateria que eu, estava lá. Assim como o Alexei Caio. A Grazi não foi, mas dessa vez a família Pacheco seria representada pelo Rodrigo. Marcelo Lima, Fernando Foca, Marcelo Jacoto, Minguinho, e lógico, um dos donos da festa, o Serginho Xavier, que foi devidamente sacaneado pela organização para correr com a elite. Tarefinha dura, né? Mas bem que eu queria subir os 30 andares reservado para a elite, já que pros amadores eram "só" 24. Eu sou atleta de resistência, quanto mais curto pior...


Esses 24 andares foram significativamente mais curtos que os 31 do prédio da Nestlé. Por isso, mudei a estratégia errada que eu usei da outra vez (começar mais lento pra poupar energia e gastar no final), para uma estratégia errada invertida. Saí no pau, porque imaginava que ia ficar cansado de qualquer jeito, então... então eu morri lá pelo 14º andar e subi 10 andares no braço, pelo corrimão, porque perna e pulmão já eram!!! Todo mundo me passou e eu consegui ficar em último na bateria. Mas não foi um último geral da categoria, já que em outras baterias então eu ainda não consegui tecnicamente essa proeza. 

Diferentemente da corrida de 2010, onde tive a honra de fazer parte a primeira bateria, dessa vez eu subi só na 17ª. Os organizadores classificaram os competidores por idade e na ordem alfabética. Aparentemente os competidores da letra "R" eram os mais fortes... apesar de último na bateria, acabei ficando em 44º lugar entre 56 (ruim, mas longe da lanterninha geral), com 4min53s.

Um ponto negativo foi a ausência de chocolates e outras delícias da Nestlé no final da prova... adoro a editora Abril, sou assinante de várias revistas, mas um chocolatinho depois da escadaiada toda... hmmm... lógico que eu estou sujeito a broncas da PatJu (Patricia Julianelli, jornalista e consultora de nutrição para mortais da Runners), mas como ela foi muito gentil dizendo que eu tava magro, vou fingir que acredito... só fingindo mesmo, porque uma das coisas que literalmente pesaram nessa performance pobre foi justamente o excesso de peso. 

Vestindo a camiseta do Maluf, com o mestre Alexei Caio
Outro ponto negativo foi o número sorteado pra mim... 111, o número que o Maluf usa nas campanhas??? Justo eu??? Se bem que do jeito que fui "político" pra conseguir a inscrição (mandei e-mail pra organização, chorei, prometi ser um bom menino...) talvez isso seja justificado. De qualquer forma valeu. Encontrar os amigos, contar e escutar histórias, fazer parte de uma prova diferente (ou seja, mais histórias para serem contadas e escutada no futuro), isso não tem preço.

Embora não tenha sido a minha primeira, somo mais uma corrida diferente. Mas diferente mesmo foi ter aparecido na matéria da Revista... Recreio???

2 comentários:

Fábio Namiuti disse...

Boa, Nishi! Mandou bem na escalada e no relato. Parabéns por ambos. Bacana te encontrar por lá. Se tiver de novo em 2012, ops, em 2013, #tamojunto.

Abraço!

Ricardo Nishizaki disse...

Fabião, como a gente gosta desse mico!!!