16 - 1,5km aq + 8,5km Zwift Workout 2 + fortalecimento muscular, de Fila Carbon
17 - 1,9km aq + 10km Zwitft Group Run B, de Fila Carbon
18 - 21,3km médio na USP, de Fila Carbon
19 - 9,7km leve em Santos, de Saucony Kinvara 12
20 - 2km aq + 6km ritmo, de Fila Carbon
21 - 3,6km aq + 7,5km Zwift US Military Sports Fun Run, de Fila Carbon
22 - 8,1km rodando pós 2ª dose da vacina contra Covid 19, de Fila Carbon
23 - 2,3km aq + 6x500 (3km) + 1,3kmkm desaq no Ibira, de Fila Carbon
24 - 7,1km leve, de Fila Carbon
25 - 24km no Ibira, 120bpm, de Saucony Endorphin Pro
26 - 5,3km leve, de Fila Carbon
27 - 10,1km, progressivo de 8 a 15km/km a cada 400m, de Fila Carbon
28 - 6km leve a 2º inclinação pela manhã + 3km aq + fortalecimento muscular, de Fila Carbon
29 - 10,3 km rodagem, de Fila Carbon
30 - 6km aq e tiros 100m na subida (Ibira), de Saucony Endorphin Pro + 5km com tiros de 250m na subida (esteira) + fortalecimento muscular, de Fila Carbon
E a primeira corrida de rua "de verdade" em São Paulo após o início da pandemia. Ainda uma corrida de teste, mas dessa vez aberta à inscrição ao público (diferentemente da Corrida do Protocolo de 2020), com muita atenção aos protocolos de saúde e atuação da Abraceo, a Associação brasileira de organizadoras de corrida de rua criada em razão da pandemia.
E como foi? retirada do kit com escalonamento com base no número final do CPF, exigência de exame PCR-RT negativo ou realização de teste de antígeno no momento dessa retirada do kit, preocupação com distanciamento social, retirada em um lugar arejado (estacionamento da loja Decathlon do Morumbi), arena da prova no Parque do Povo, também com a preocupação de evitar muita muvuca, exigência de uso de máscara antes, durante e depois da prova, inclusive com o fornecimento de máscaras pela organização no meio do percurso (já que elas ficam molhadas e perdem a propriedade protetora), largada em ondas, com distanciamento entre os corredores dentro das ondas, fornecimento de água e retirada de medalhas pós-prova sem contato entre o staff e os corredores, bastante preocupação com a muvuca no pós-prova, inclusive tendo sido paralisada a premiação no pódio por conta do acúmulo de pessoas, realização de testes RT-PCR uma semana após a prova, além de envio de diversos questionários para monitorar o estado dos atletas e organizadores.
De resto, tudo normal numa prova. Lógico que vários corredores baixavam a máscara e depois eram alertados pelos staffs para subirem a máscara (além dos fixos, haviam staffs rodando de moto no percurso para fazer esse alerta). O percurso na Marginal Pinheiros é conhecido, rápido, simples (vai e volta) e oferece a vantagem de não ter acesso a público assistindo, e quem conseguiu sentou a bota. O clima ajudou, e eu mesmo fiz um tempo interessante, 48m12, mesmo não tendo ideia de como seria a performance. 5 primeiros quilômetros a 4m52 e depois acelerei um pouco pra fechar com média de 4m48/km.
No meu caso, a máscara ficou no rosto o tempo inteiro, exceto na hora em que ia beber água, e é lógico que atrapalha um pouco, talvez nem tanto na performance real, mas certamente na sensação de abafamento. E a galera, aparentemente, correu bem também, primeiros colocados na casa dos 31min, alguns recordes pessoais, e a motivação de estar novamente numa prova ajudam bastante! Que a pandemia passe de vez e que as coisas realmente voltem logo ao normal!!!!!
1804,8km corridos em 227 sessões de treinos e 2 provas
31 sessões de fortalecimento muscular + treinos leves na sala (não contei...)
466,5km de pedal, a maior parte no Swift (22,5 de passeios com o Rafael na garupa)
Algumas viradas de natação muito esparsas...
Apenas duas provas reais: uma meia-maratona e um 5km, além de alguns desafios virtuais (Corrida no Ar + Comrades Virtual)
Um ano tenebroso. COVID-19 ferrou o mundo todo, centenas de milhares de mortes, milhões de doentes, uma pandemia global que adiou Olimpíadas, cancelou provas e campeonatos em todo planeta. O quadro foi tão desolador que reclamar de dois ciclos de treino de maratona que foram abortados na última semana em razão do cancelamento das provas (Stanley Marathon e Maratona de Sorocaba) parece até pequeno. E é. Mas aconteceu, e corridisticamente lógico que frustra bastante.
Foram 3 meses sem correr, até conseguir alugar uma esteira (o uso das esteiras do condomínio também estava restritíssimo). Após a liberação dos parques, ainda assim poucos treinos de corrida ao ar livre, já que usar máscara não é fácil, especialmente em estímulos mais intensos. Além disso, se estou pagando pelo aluguel da esteira, vou usá-la, oras! Fora que é muito conveniente.
Apesar disso foram 1800km corridos, o que não é tão ruim se comparado com os 1975 km de 2019 e os 2000km de 2018. O que mudou foi a intensidade, em média um pouco menor já que não tinha motivo para treinar forte se não há provas para fazer. Em compensação, com uma esteira em casa, a frequência foi maior, 227 sessões de treinos (além das 2 provas), algumas vezes rodando duas vezes ao dia. Também houve o período de um e meio antes da esteira em que rodei praticamente todo dia com a bike no rolo para tentar manter alguma atividade aeróbica. E como fiz a minha primeira prova de 5km da vida, teve recorde pessoal...
A COVID-19 parece não ter deixado sequelas em mim. Foram apenas 3 dias meio ruim, com febre e um pouco de dor de gargante e parece não ter me afetado fisicamente. Apesar de tantos treinos, 2020 termina com a forma física apenas mediana, sem treinos fortes, com o fortalecimento muscular um pouco negligenciado e a alimentação pé na jaca. Mas aparentemente sem qualquer relação com perda de capacidade pulmonar, cardíaca ou algo assim em decorrência desse maldito coronga.
2021 começa ainda sem muita perspectiva, dada a horrível gestão da saúde pública pelo pior Presidente da história do Brasil e grande candidato a pior deste século. Um criminoso pior do que qualquer presidente corrupto anterior, já que seu comportamento em relação à pandemia o torna responsável direto pela morte de milhares de pessoas vitimadas pela COVID-19 e por milhões de adoentados, muitos com sequelas. Além disso, não há nenhuma certeza de que seu governo esteja livre da corrupção. Ao contrário, denúncias grassam aqui e a ali e não me supreenderia que no futuro uma parte dessa sujeira toda seja revelada e o leve para a prisão, com os seus comparsas, filhos etc.
Mas a esperança é a última que morre. Quem sabe as circunstâncias não forcem, de alguma forma, a vacinação andar no Brasil, ainda que aos trancos e barrancos? Quem sabe medicamentos realmente eficazes não sejam desenvolvidos e liberados para uso? Quem sabe não ocorra o impeachment do Presidente, já que razões jurídica existem aos montes (a questão política é que ainda pesa)? A vida segue, independentemente dos desmandos dos governantes, e o brasileiro sabe muito bem o que é isso. Então, em termos de corrida, continuamos ativos para o nosso bem!!! E que tudo seja melhor em 2021!!!
Em março o mundo fechou. E as corridas de rua também.
No Brasil, o quadro da pandemia foi se agravando e a paralisação, que era de 15 dias, passou para um mês, dois meses, vários meses.
As corridas de rua, obviamente, também foram todas canceladas. O próprio ato de correr na rua se transformou em algo controverso, nas diversas formas de restrição social ou mesmo lockdown impostos.
Aos poucos, em alguans lugares as coisas foram voltando. No meio do ano algumas provas pequenas começaram a ser realizadas na Europa, em lugares onde a pandemia parecia ter passado. Mas as grandes provas, cheias de gente, transferidas ou marcadas para o segundo semestre, ainda estavam em risco
E isso foi confirmado. Nada de grandes provas no segundo semestre. Por mais que as coisas parecessem ter melhorado na Europa, ainda não era possível pensar em grandes massas de corredores. E os EUA continuava em uma situação muito ruim
Assim como o Brasil, onde as coisas só pioraram ao longo dos meses. Aqui, a chance de uma corrida era zero no meio do ano. E assim se manteve até o final de agosto, quando finalmente parecia que aos poucos os números da pandemia no país inteiro começaram a mostrar uma tímida melhora. Em alguns lugares a coisa continuava complicada, mas em outros a melhora era visível.
Alguns eventos presenciais começaram a ser realizados. Experiências começaram a ser feitas. Corridas de aventura com hora marcada e participantes isolados, corridas em trilha com largadas escalonadas e poucos participantes. O quadro ainda não era bom. Algumas provas um pouco maiores em locais onde o pior parecia ter passado, foram desconfirmadas.
A corridas virtuais, uma das poucas formas dos organizadores se manter vivos, se multiplicaram. Era visível que o interesse das pessoas em continuar a correr se mantinha forte. Os parques aos poucos tiveram a sua visitação liberada e logo foram tomados por corredores nos horários permitidos. As ruas também mostravam muita gente correndo. Com esse interesse, os organizadores de corridas se uniram em uma associação que ganhou caráter nacional, a ABRACEO, para tentar manejar a situação de uma forma coletiva e orgânica.
Em colaboração com a Federação Paulista de Atletismo, os organizadores conseguiram viabilizar alguns testes de eventos em cidades como Sorocaba, por exemplo.
Mais ainda faltava a capital. São Paulo foi a cidade do Brasil com maior número absoluto de casos e o local onde o primeiro caso foi detectado. Não foi o lugar do Brasil onde a situação foi mais grave, porque conseguiu manter a taxa de ocupação de hospitais e UTIs dentro do limite, mas em alguns momentos a situação ficou muito próxima de estar fora de controle. Mas esse momento agudo havia passado.
E como grande vitrine para o Brasil inteiro, era São Paulo que precisava mostrar alguma forma de recuperação. Após um primeiro evento controlado, realizado em pista de atletismo, em 25 de outubro ocorreu a Corrida do Protocolo, um evento teste, ainda realizado em um ambiente controlado - o Anhembi - mas com maiores dimensões e características mais próximas a uma corrida de rua, e com a participação de 138 atletas de diversos lugares.
O evento serviria como teste para um protocolo a ser adotado para as corridas, um protocolo idealizado para atender às exigências dos órgãos de saúde, mas que possibilitasse a realização de corridas em conformidade com os órgãos esportivos e a viabilidade econômica para os organizadores.
Controle na entrada do evento, utilização de máscaras durante o tempo todo, disponibilização de álcool em gel em diversos pontos, hidratação cuidadosa, sem intervenção humana pelo staff, largadas em ondas e com distanciamento dentro das ondas, disponibilização das medalhas de forma higienizada, premiação de forma controlada, atenção dos staffs para evitar agrupamentos próximos antes, durante e depois da prova, atenção médica especial, especialmente em razão do uso de máscaras durante a prova, todas essas medidas foram adotadas com sucesso na corrida.
Algumas observações foram feitas, como a possibilidade de se escalonar com maior distância temporal as largadas para tentar minimizar a aglomeração, já que todos os participantes chegaram mais ou menos no mesmo horário na prova. A limitação no número de corredores é situação obrigatória para permitir que o organizador consiga gerenciar todas essas condições com eficiência.
Mas o resultado final da Corrida do Protocolo 2020 pode ser considerada um sucesso. A avaliação geral foi positiva, os corredores se sentiram seguros (embora correr de máscara continue sendo algo muito incômodo para alguns), a organização conseguir ser eficiente e os órgãos públicos aprovaram as medidas.
Contudo, tudo isso de nada adiantará se o Brasil sofrer uma segunda onda severa de contaminação da pandemia, como está ocorrendo neste segundo semestre na Europa, ou continua ocorrendo nos Estados Unidos. A situação permanece melhor na Ásia (exceto Índia) e na África. A América Latina precisa continuar a manter a sua recuperação, após ter sido considerada o epicentro da pandemia durante alguns meses (exceto Uruguai e Paraguai). As vacinas parecem estar cada dia mais próximas, mas nessa corrida contra o tempo, é necessário manter o cuidado e não relaxar, como ocorreu no verão europeu.
A esperança continua viva. Mas nós precisamos ajudá-la também a se manter viva.
Ah, sim, meu resultado! Sufocando com a máscara em um dia quente, consegui fazer 24m59s. Um dos poucos erros da organização ocorreu na minha cronometragem, já que foi marcado 24m18s. E sobrevivi por enquanto...
01 - 5,7km em Poços de Caldas, de Skechers Go Meb
02 - 6km em Poços de Caldas, de Skechers Go Meb
03 - 5km em Poços de Caldas, de Skechers Go Meb
04 - off
05 - 6,5km em NY, de Altra Escalante
06 - 6km em Innsbruck, de Altra Escalante
07 - 11km de pedal com alforje humano e 5,1km em Watopia, de Altra Escalante
08 - 6km em Londres, de Altra Escalante
09 - 12km em Londres, de Altra Escalante
10 - off
11 - 7km em Watopia (Ladder Down and Up), de Skechers Razor 3
12 - 5km em Watopia de Skechers Razor 3
13 - 11,5km de pedal com alforje humano e 5km em NY, de Skechers Razor 3
14 - 8km em NY, com tiros curtos de 200m e depois 5km rodando. 13km de Skechers Razor 3
15 - 6km em Watopia, de Skechers Razor 3
16 - 13km em Watopia, de Skechers Razor 3
17 - 5,1km em Londres, de Skechers Razor 3
18 - 8,7km em Londres, com 7 tiros de 400m, de Skechers Razor 3
19 - off
20 - 5,4km em Paris, de Skechers Razor 3
21 - 9km na França, de Skechers Razor 3
22 - 5,3km em Paris, de Skechers Razor 3
23 - 13,1km em NY, de Skechers Razor 3
24 - 5,1km em NY, de Skechers Razor 3
25 - 10km em Innsbruck, de Skechers Razor 3
26 - off
27 - 5km em Paris, de Skechers Razor 3
28 - 4km aquecendo em Paris e 7,2km em Watopia (Furtherance). Total de 11,2km, de Skechers Razor 3
29 - 5km na França, de Skechers Razor 3
30 - 3km aq + 3,5km ritmo + 6x 400/200m em Watopia. Total: 10km, de Skechers Razor 3
149,2km em 23 treinos. Finalmente alguma variação: esteira plana e asfalto (Lins) + trilha leve (Poços de Caldas) com boas subidas
01 - 5,2km em Watopia (Ladder Intervals), de Altra Escalante
02 - 5,2km em Watopia, de Altra Escalante
03 - 10km em Watopia e 5km em Innsbruck, de Altra Escalante
04 - 5km em Watopia, testando a conexão do UA Infinite com o Zwift
05 - Aq + 5 x 800m c/ 200m descanso em Watopia. Total 8km, de Altra Escalante
06 - 7,5km de fartlek em Watopia, de Altra Escalante
07 - 5km em Watopia, de Altra Escalante
08 - 5km em Londres, de Altra Escalante
09 a 14 - faringite braba - off
15 - 10,1km em Paris, de Altra Escalante
16 - 10,2km em Watopia no CNA Meeting, de Altra Escalante
17 - 10km em Watopia piramidal, de Altra Escalante
18 - 5km em Londres, de Altra Escalante
19 - Aq + 5 x 1200m/200m desscanso + 1,2 leve. Total de 11,2km em Watopia, de Altra Escalante
20 - 8km em Watopia, rodando, de Altra Escalante
21 - 2km aq + workout Lofty em Watopia. Total de 6,8km, de Altra Escalante
22 - 6,5km na França, de Altra Escalante
23 - off
24 - 7,5km em Lins, de Nike Free
25 - 6km em Lins, de Nike Free
26 - 5km em Lins, de Nike Free
27 - 6km em Lins, de Nike Free
28 - 6km em Innsbruck, de Altra Escalante
29 - 5km em Watopia, de Altra Escalante
30 - off
31 - 5km em Poços de Caldas, de Skechers Go Meb
E continuam os treinos virtuais via Zwift. No final do mês rola a troca da esteira podre para a esteira boa e agora dá pra fazer os workouts!
201,1km em 33 treinos
01 - 10km em Watopia, de Kalenji Race
02 - 5km em Londres, de Kalenji Race
03 - off
04 - 6km em NY, de Kalenji Race
05 - 6,8km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
06 - 10,3km em Innsbruck e 5km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
07 - 6km em NY, de Olympikus Ultraleve
08 - 10km em NY, de Olympikus Ultraleve
09 - 5km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
10 - 2,5km em Londres, de Olympikus Ultraleve
11 - 3km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
12 - 7km em Londres, de Olympikus Ultraleve
13 - 10km em Watopia e 5km em Londres, de Olympikus Ultraleve
14 - 5km em NY, de Olympikus Ultraleve
15 - 5,5km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
16 - 6,7km em NY, de Olympikus Ultraleve
17 - 5,3km em Innsbruck, de Olympikus Ultraleve
18 - 5km em Yorkshire, de Olympikus Ultraleve
19 - 4km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
20 - 6km + 5,5km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
21 - 5,1km em Yorkshire, de Olympikus Ultraleve
22 - 6km em Londres, de Olympikus Ultraleve
23 - off
24 - 7km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
25 - 4,6km em Richmond, de Olympikus Ultraleve
26 - 4,1km + 4,5km em Watopía, de Olympikus Ultraleve
27 - 10km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
28 - 5km em Watopia, de Olympikus Ultraleve
29 - 10km em Watopia, Michigan #3 workout, de Olympikus Ultraleve
30 - 5,2km 3-2-1 workout em Watopia, de Olympikus Ultraleve
Época de pandemia, com cancelamento de tudo o que é prova e a própria dificuldade ou impossibilidade de treinar, Muito díficil para a organizadoras de prova, mesmo as mais tradicionais, já que o problema é realmente sanitário e afeta o mundo todo. Na verdade, ocorreu alguma normalidade de provas no mundo somente até janeiro deste, e a partir de fevereiro começaram os problemas. A maratona de Tokyo ainda se realizou, mas somente com a elite. E a partir de março, o mundo inteiro parou, incluindo o Brasil.
Uma das provas que mais tentaram resistir ao cancelamento ou adiamento foi a Comrades, mas não deu. No final de abril, com o agravamento da situação na África do Sul e após o cancelamento de outra prova símbolo, a Two Oceans, eles tiveram que cancelar a rainha das ultramaratonas. Mas considerando os problemas existentes e tentando manter vivo, de alguma forma, o chamado das corridas, a Comrades foi uma das provas que buscou a realização de um evento virtual, não-competitivo, em substituição à prova em si.
A Race the Legends foi criada com uma atmosfera inclusiva, tanto que previu a realização de 5, 10, 21,1 e 45km, além da distância de 89km. O corredor poderia percorrer a distância de qualquer lugar do mundo, apenas registrando a sua corrida em um dos aplicativos disponíveis no mercado, e mesmo quem não tinha GPS para registro ainda poderia enviar registro fotográfico. Logicamente por causa da pouca acurácia nesse método, o evento realmente teve um caráter meramente participativo. Mas os participantes, que pagariam uma taxa pela inscrição e poderiam ainda comprar diversos outros itens, ganhariam a medalha participativa. Aliás, a única oportunidade para que um não-ultramaratonista pudesse conquistar uma medalha da Comrades.
A data escolhida era a mesma data prevista para a Comrades real: 14/06. E como envolvia o mundo todo, as pessoas tinham esse dia inteiro, no horário local, para realizar sua corrida e depois enviar a prova do registro para a organização da prova. No Brasil a comunidade comradeira abraçou de forma bastante agressiva a causa e fomos o país com o maior número de inscritos de lavada, excetuando-se, é claro, o próprio país sede.
Eu não podia ficar de fora. E fiz minha parte. Eu não ia participar da Comrades neste ano e com a pandemia os treinos foram a zero, por isso escolhi a distância simbólica de 10 km para percorrer. Saí de casa de máscara, depois de vários meses de isolamento social e corri na rua esses 10km, em um domingo garoento e com as ruas vazias. Mas fui de número de peito, porque afinal de contas era uma corria. Mais que isso, era a Comrades!!
E fiz. Cansado pela ausência de treino, lento pra caramba, mas também curtindo a sensação de correr, sensação essa que há muito não tinha e da qual estava morrendo de saudades!!! Valeu Comrades!!
Após um tempo só com exercícios de fortalecimento, consegui me cadastrar no Zwift e colocar a bike no rolo, para fazer 444km, segundo o ZWIFT, até 15/06.
Então consegui alugar uma esteira. A esteira não é das melhores, está me dando trabalho co alguns problema, mas agora consigo voltar a registrar os treinos de corrida, num total de 88,7km
14/06 - 10km da Run the Legends Comrades, de Skechers Go Meb (esse foi na rua, de máscara)
16/06 - 3km, de Nike Free, testando a esteira
18/06 - 5km em Watopia, de Skechers Go Meb
19/06 - 6km em Innsbruck, de Skechers Go Meb
20/06 - 6,6km em Watopia, de Skechers Go Meb
21/06 - off
22/06 - 7km, de Skechers Go Meb pela manhã em Watopia e 4km à noite em Innsbruck, de Kalenji Race
23/06 - 5,7km em Innsbruck, de Kalenji Race
24/06 - 8km, em Watopia, de Kalenji Race
25/06 - 6km em Londres, de Kalenji Race
26/06 - 4,5km em Londres, de Kalenji Race
27/06 - 5,3km em NY, de Kalenji Race
28/06 - 5,6km em Richmond, de Kalenji Race
29/06 - 9km em Innsbruck e 4,2 em Watopia, de Kalenji Race
30/06 - 5km em Watopia, de Kalenji Race
138,5km em 14 treinos
2 séries de fortalecimento muscular
trreinos leves na sala no CORONA OFF
01 - 6km regenerativo, de Skechers Go Meb
02 - 5km rodagem/aq + fortalecimento muscular, de Skechers Go Run Bionic
03 - 4km rodagem/aq + Fartlek (2m30/2m30 - 4m45/km/6min/km). Total 11km, de Nike Free
04 - 5km rodagem/aq + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
05 - 3km rodagem/aq + 8km intervalado piramidal por tempo (2min em cada ritmo, com 5 variações). Total de 11km, de Saucony Kinvara
06 - off
07 - 28km a 6m02/km lentinho e constante, de Saucony Kinvara
08 - 5km regenerativo, de Skechers Go Meb
09 - 4km aq + 6km fartlek. 10km de Nike Free
10 - 6km rodando leve, de Skechers Go Meb
11 - 3km aq + 3 tiros de 2000 a 4m45/km. 9km, de Nike Free
12 - 7km rodando leve, de Adidas Adios
13 - off
14 - 23km a 5m39/km, de Saucony Kinvara
15 - off brocha. CANCELADA A STANLEY MARATHON!!!
16 - 6km rodando leve, de Skehers Go Meb
17 - 6,5km rodando leve com subida, de Saucony Kinvara
18 a 31 - CORONA OFF - treinos leves na sala
233,6km em uma meia-maratona e 21 treinos
7 sessões de fortalecimento muscular
01 - off
02 - Meia Internacional de SP. Ruim, passando mal, 2h01, de Skechers Go Meb
03 - 5km aquecimento/rodagem + fortalecimento muscular, de Skechers Go Biionic
04 - 4,5km aq/rodagem + 8 tiros de 500m c/ pausa de 2min. 8,5km, de Nike Free
05 - 5km aquecimento/rodagem + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
06 - 3km aq/rodagem + 7km ritmo a 4m45/km. 10km de Nike Free
07 - off
08 - 23km de longo quebrado (era 24km), de Skechers Go Meb
09 - 5km de regenerativo, de Nike Free
10 - 5km aq/rodagem + fortalecimento muscular, de Nike Free
11 - 3km aq/rodagem + 10 tiros de 400m. 7km, de Kalenji Race
12 - 4km aq/rodagem + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
13 - 3km aq + 5km ritmo (4m54/km) + 1km desaq. 8km de Nike Free.
14 - off
15 - 28km de longo, a 5m53/km (lento, pra não quebrar mesmo!), de Adidas Adios
16 - 5km de regenerativo, de Skechers Go Meb
17 - 5km aq/rodagem + fortalecimento muscular, de Nike Free
18 - 4,2km aq/rodagem + 6 tiros de 800m. 9km, de Kalenji Race
19 - 5km aq/rodagem + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
20 - 4km aq/rodagem + 4x 1,5km piramidal. 10km, de Skechers Go Meb
21 - off
22 - 20km ritmo a 5m37, de Skechers Go Meb
23 - off
24 - off
25 - 3km aq/rodagem + 9km ritmo na esteira. Total de 12km, de Altra Escalante
26 - 5km aq/rodagem + fortalecimento muscular, de Nike Free
27 - 4km aq/rodagem + 6 tiros de 1000m na esteira a 4m40, de Skechers Go meb (10km)
28 - 23km de longo a 5m33/km, no Ibira, à noite, de Adidas Adios
29 - off
Essa é a "meia da Yescom", ou a meia com calor aqui de São Paulo. Porque rola em fevereiro, um mês geralmente muito quente e costuma ser a primeira prova de longa distância de SP. Por isso muita gente a utiliza como base de treinamento, como teste para as maratonas da primavera no hemisfério norte e poucos correm realmente forte, tentando baixar tempo, já que a maior parte dos corredores ainda está tentando acertar o peso depois das festas de fim de ano.
Lógico que eu não sou sou diferente. Sim, ela entrou no ciclo de treinamento para a próxima maratona e sim, estou gordaço e meio cansado por causa das festas de dinal de ano. Por isso fui pra prova só para treinar mesmo, com expectativa zero em relação a qualquer tempo.
O problema é que no final da tarde de sábado comecei a passar mal, estômago enjoado, gases... acho que deve ter sido um efeito da panqueca com doce de leite que comi no almoço sem usar o remedinho para a lactose e... enfim, nem jantei de tão zoado. E no dia seguinte tava um pouco melhor, mais ainda meio esquisito, meio inchado, sei lá.
Já larguei lentinho. Ao contrário do que achei, não precisei visitar o banheiro. Mas toda hora rolava uma náusea, um embrulho que passava quando eu dava uma arrotadinha. Foi um nauseatlek, toda hora variando ritmo. Isso se juntou ao cansaço de uma noite mal-dormida e acordando muito cedo e foi me deixando ainda mais lento...
A temperatura até não tava ruim, ao contrário do que costuma acontecer nesse época do ano, não teve sol. Mas o ar estava muito úmido, estamos numa fase de chuvas em São Paulo, então respirar já dava um suadouro!
Enfim, cumpri tabela. Fiz um tempo lento de 2h01, mais lento até que o meu último treino longo que já foi bem lentinho, mas até razoável se considerar que por várias vezes pensei em parar para chamar o ugo...
212,6km em 25 treinos 8 sessões de fortalecimnto muscular
1 - 10km subindo o Pico do Itapeva em Campos, como #caprirun! Altra Escalante
2 - off
3 - 8km rodando na Aclimação, de Saucony Kinvara
4 - 11km rodando no Ibirapuera, de Nike Free
5 - off
6 - 4km aq + 3km ritmo (teste de 3km a 14m36) + 1km rodagem. 8km de Nike Free
7 - 4km aq/rodando + fortalecimento muscular, de Nike Free
8 - 8,2km de rodagem com muita subida, de Saucony Kinvara
9 - 4,3km aq/rodando + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
10 - off
11 - 15km a 5m49/km rodando no Ibira, de Nike Free
12 - 9km de regenerativo, de Saucony Kinvara
13 - 2km +fortalecimento muscular, de Altra Escalante
14 - 3,2km de rodagem/aquec + 7,5km de fartlek. 6x 750 ritmo/500m leve. 10,2km, de Nike Free
15 - 4km + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
16 - 8km com subida na esteira, de Skechers Go Meb Razor
17 - off
18 -19km a 5m46/km rodando no Ibira, de Skechers Go Bionic
19 - 9,3km regenerativo no Ibira, de Skechers Go Meb Razor
20 - 4km rodando + fortalecimento muscular, de Saucony Kinvara
21 - 3km aq + 7km de fartlek (km forte/km fraco). 10km, de Nike Free
22 - 4,2km rodando + fortalecimento muscular, de Skechers Go Bionic
23 - 9,3km com subida na esteira, de Kalenji Kiprun
24 - off
25 - 21,1km a 5m42/km, rodando no Ibira, de Nike Free
26 - 6km regenerativo, de Skechers Go Meb
27 - 4km aquecendo/rodando + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
28 - 4km aquecendo/rodando + 3km ritmo (teste de 3km a 14m08). 7km, de Skechers Go Bionic
29 - 4km aquecendo/rodando + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
30 - off
31 - 3km aquecendo + 10 km fartlek (1,25 leve/forte). 13km, de Adidas Adios
É um registro um pouco atrasado da Volta da Pampulha de 2019, mas é um registro. A Volta da Pampulha, basicamente, é uma festa de fim de ano para encontrar os amigos mineiros. Todos os anos tem um churrasco do Marcelo Camargo, e é basicamente por isso que fui, até mesmo porque a forma fisica neste final de ano... vixe!
Lógico que não vemos só o pessoal da Marcelo Camargo treinamento, mas toda a mineirada que está lá e mesmo a galera de outros estados que vai para BH exclusivamente para correr a Volta da Pampula, uma prova emblemática, sensacional e cuja única comparação possível no Brasil é com a São Silvestre!!
Desta vez ficamos no hotel oficial da prova, o Ouro Minas, um 5 estrelas incrível. De ruim apenas o fato de não se localizar na Savassi ou Lourdes, região centradl de BH cheia de restaurantes, bares e atrações turísticas. Mas o hotel é excelente, enorme, e tinha uma galera enorme por ali, além da evidente vantagem de ser mais próximo da própria Lagoa da Pampulha e também da Expo, realizada em um Shopping vizinho.
E ainda bem que foi assim, porque o Sérgio Rocha aproveitou a sempre lotada Expo da Pampulha para realizar uma pré-venda de seu livro, que tinha acabado de sair do forno. Ficamos na Lojinha do Mania de Corrida e foi uma coisa de louco. O bicho vendeu muito e tinha gente que até aproveitava e pegava o autógrafo/dedicatória de mim e do Marcel, os não-autores! Só que mesmo vendendo muito, sobraram alguns livros. E pra carregar aquele peso até o Hotel... muito perto para pegar um taxi ou algo do tipo, muito longe para carregar o peso. Enfim, sobrevivemos e ainda valeu como uma espécie de sessão de cross fit ou funcional, sei lá!
A prova em si foi ótima. Nossa concentração (e ponto de venda de livros... e tome peso pra carregar!) foi na UFMG que fica do lado da largada, para onde fomos gentilmente convidados pelo Teo da Teo Esportes (é incrível o tamanho da assessoria e é incrível poderem se concentrar ali, é como se uma assessoria esportiva pudesse se concentrar no interior do Prédio da Gazeta, antes da largada da São Silvestre!!), e o clima estava ótimo para correr. Encontramos o Jorge e os roxinhos de BH e combinamos de correr a leves 5m30/km para todo mundo correr junto.
E aí... basicamente o primeiro do km do Sérgio Rocha foi a 4m50/km. O cara deixou a gente pra trás, mas ok, eu mantive o plano, que estava confortável até a metade da prova, quando um desconforte entérico típico de MG resolveu dar o ar da graça. Dessa vez nem culpo a quantidade de comida mineira no jantar porque comemos uma inocente pizza. Só que as pizzas para mim nunca são inocentes e eu quebrei o primeiro mandamento de Nishi: "Nunca coma pizza na véspera de uma corrida".
Enfim, acabei tendo que visitar a casinha verdinha... mas, mas uma vez, tudo ok, porque terminei a prova bem, embora em lentas 1h45m e depois fomos para o churrascão do Marcelo Camargo, onde ocorreu o de sempre: comida à vontade, muita cerveja, viagem quase inconsciente no Uber para o Aeroporto e retorno a SP já com a bebedeira passada!
E assim foi mais uma Festa da Pampulha. Prometo que um dia corro a sério! Mas por enquanto, não tenho essa história para contar...
2019 foi um ano mais confuso ainda do que 2018. Foram 3 maratonas, das quais tentei treinar bem mesmo somente para uma, Montevideu. Na SP City fui realmente só para completar e conhecer a prova e tentei treinar para a de Tartu, mas tive muitos probleminhas de saúde no ciclo de treino (uma caganeira de quase 2 meses, fora mum laringite) que prejudicaram demais a preparação e acabei indo para Tartu também apenas para completar. No final das contas, acabou sendo um resultado aceitável (3h54) para os treinos ruins que fiz.
Não foi um ano totalmente jogado fora porque finalmente baixei meu tempo nos 10k, que perdurava desde 2007. Não foi grande coisa, 46min, mas o tempo anterior era ainda mais fraco. O problema de se focar em provas longas é que acabava fazendo provas curtas apenas para participar, sem estar bem preparado. Não que na Tribuna estivesse super bem, mas a prova é rápida e eu ainda tinha um resquício do treinamento da fracassada Maratona de Montevidéu.
Também foi um ano de várias mudanças na vida, saída de um dos meus empregos, Rafael Kenzo começando a andar, o que nos traz complicações diferentes para cuidar dele, Corinthians não teve lá um ano memorável, mas venceu o Paulistão e conseguiu um tricampeonato que não vinha desde a década de 30.
A participação no Corrida no Ar ficou menor, já que o editor Sérgio Rocha está mais focado no CNA News, reviews de produtos e menos em coberturas de provas e eventos, que era algo que eu fazia uma pouco mais. Também estou mais enrolado com o tempo, apesar de ter saído de um emprego, já que o Rafael Kenzo dá um trabalhão. O canal continua crescendo bem. Se em 2018 fechara o ano com 170 mil inscritos, 2019 foi fechado com 243 mil inscritos, com direito a Treinão de 200 mil inscritos com medalha e rock party e, no final do ano, o lançamento de um livro no qual tive uma pequena participação fazendo a primeira revisão.
Por fim, primeiro ano do governo Bolsonaro. Felizmente a economia do país está voltando a reagir, mesmo e apesar desse cara como Presidente.
O ano em números também não foi muito bom, rodei menos do que em 2018 e não consegui fazer uma ultramaratona, algo que pretendo voltar a fazer em 2020. Mas a partir do final do ano tenho conseguido correr como aquecimento, nos dias de fortalecimento muscular, o que é bastante interessante.
1975,9km em 200 treinos, 3 maratonas (Montevidéu, SP City e Tartu) e 4 outras provas (IGT 23, Meia de Campinhas, 10k Tribuna e Pampulha)
146,3km em 20 treinos e 1 Volta da Pampulha
7000m de remada
10 séries de fortalecimento muscular
01 - 10km no Ibira, progressivo (média de 5m30/km), e testando pela primeira vez a placa de carbono do Nike Zoom Fly
02 - off
03 - 5km aquecendo/rodando + tiros de 5min c/1min caminhada (5km). Nike Zoom Fly
04 - 3km aquecendo + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
05 - 4km rodando/aquecendo + fartlek 6km (10min c 1min/ritmo e 1min/fraco, 10min com 1m30/ritmo e 1min/fraco e 10min com 2m20/ritmo, 1min/fraco). Total 10km, de Olympikus Corre1
06 - 4km Aq/rodando + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
07 - off
08 - Volta da Pampulha!! 18km!!
09 - off
10 - 5,5km rodando/aquecendo + 5,5 km de fartlek (1min ritmo/1min forte). 11km, de Nike Zoom Fly
11 e 12 - off forçado (tosse, dor de garganta)
13 - 3km aq/rodando + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
14 - 11km sofrendo com a tosse ainda (1h04!), de Nike Zoom Fly
15 - 14km rodando leve, de Olympíkus Corre1
16 - off
17 - 6km aquecendo/rodando + 4km de subida progressiva em esteira. 10km de Nike Zoom Fly
18 - 4km aq/rodando + 1000m remada + fortalecimento m+3uscular, de Altra Escalante
19 - 5km aq/rodando + 6 tiros de 800m, com pausa de 100m caminhando. Total de 10,3km, de Kalenji Kiprun Race
20 - 3km aq/rodando + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
21 - 6km rodando, de Fila KR3
22 - 6km rodando, de Olympikus Corre 1
23 - 3km aq + 8 tiros de 500m (2m10) + 1,5km desaq. 8,5km, de Nilke Zoom Fly
24 - off
25 - off
26 - fortalecimento muscular (sem rodagem por causa da dor no pé)
27 - off
28 - 3km aq + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
29 - 1,5km aq + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
30 - 2km aq + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
31 - 3km aq + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
198,7km em 25 treinos
11 sessões de fortalecimento muscular
11km de caminhada com mochila de 10kg
10000m de remada
01 - 4,5km rodagem + fortalecimento, de 361 Famton
02 - 11km rodando no Ibira, de Kalenji Kiprun Race.
03 - 4km de caminhada com 10kg nas costas (o Rafael)
04 - 4km de rodagem/aquecimento + fortalecimento, de 361 Fantom
05 - 4,5km de rodagem/aquecimento + 5km ritmado progressivo. Total 9,5km, de Kalenji Kiprun Race
06 - 4km de rodagem/aquecimento + 2000m remada + fortalecimento, de Altra Escalante
07 - 4,5km de rodagem/aquecimento + 4km intervalados (24min: 2min médio-forte/1min caminhando). Total de 8,5km, de 361 Fantom
08 - 3km rodagem aquecimento + 2000 remada + fortalecimento, de Altra Escalante
09 - 14,8km rodando tranquilo no Ibira (5m58/km), de Saucony Kinvara
10 - 8km de trote a 6m26/km na Aclimação e 4km de caminhada com 10kg nas costas (o Rafael), de Kalenji Kiprun Race
11 - off
12 - 4,5km rodando/aquecendo + 4,3km intervalado (28min: 2m30 médio-forte/1min caminhando). 8,8km, de Kalenki Kiprun
13 - 3km rodando/aquecendo + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
14 - 4,5km rodando/aquecendo + fartlek piramidal (4km). Total de 8,5km, de Fila KR3
15 - 10,3 km rodando no Ibira + fortalecimento muscular, de Kalenji Kiprun
16 - off
17 - 22km rodando no Pq da Independênca/Ipiranga, com o Loucos por Desafio, de Kalenji Kiprun race.
18 - 4,5km aquecendo + fortalecimento muscular, de Kalenji Kiprun Race
19 - 4m5km rodando/aquecendo + 4km fartlek. 8,5km, de Adidas Adios
20 - 5km corrida+circuito de fortalecimento no Pq Independência, de Kalenji Kiprun + 3km de caminhada com 10kg nas costas (Rafael)
21 - off (tosse)
22 - 3km aquecimento + 3000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
23 - 6,8km no Ibira, com rampas, de Altra Escalante
24 - 18,5km rodando, de 361º Fantom
25 - off
26 - 4,5km aquecimento/rodagem + 4,5kmde tiros de 3min/caminhada de 1min. 9km, de Fila KR3 27 - 3km de aquecimento + 1000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
28 - 5,5km de aquecimento/rodagem e 5,5km no fartlek (1min a 5min/km, 1min a 6min/km). 11km, de Saucony Kinvara
29 - 4km de aquecimento/rodagem + fortalecimento muscular
30 - 5,5km no Jardim Botânico, no lançamento do Olympikus Corre 1
A escolha da Maratona de Taru obedeceu a critérios simples: o primeiro foi a escolha de provas que encaixassem no meu período marcado de férias. Havia uma quantidade razoável de provas, então refinamos a busca por provas que parecessem interessantes. Uma das mais promissoras, próxima a Las Vegas, infelizmente caiu fora porque já tinha esgotado as inscrições. Outra, na Eslováquia, apresentava problemas de estadia, praticamente todos os hotéis já reservados. A partir daí passei a analisar também o fator turismo, excluindo algumas provas que se realizariam em lugares que não me pareceram lá muito interessantes neste momento, e fiquei com algumas opções de escolha: Twin Cities, Portland, Sparkasse (Alemanha, Suíça e Áustria), Lago Ness e Tartu, na Estônia.
EUA eu excluí porque fazia um tempo que eu não ia à Europa. Lago Ness eu excluí porque já conheço o Lago Ness da época em que corri o Drambuie Pursuit. Restaram Sparkasse e Tartu. No final das contas, acabei escolhendo a Estônia por um motivo simples: eu estava sozinho e possivelmente a Estônia é um país para o qual dificilmente conseguiria arrastar a patroa para viajar junto, ao contrário da Europa Ocidental.
Puro desconhecimento dela, lógico, já que a Estônia é um país bastante desenvolvido e amigável a turistas do mundo todo. A língua estoniana é um treco absolutamente incompreensível (pra ter uma ideia, tem parentesco com o húngaro e o finlandês!), mas boa parte da população fala inglês fluentemente. Deslocamento fácil, excelente rede hoteleira, boas atrações turísticas, ótimo desenvolvimento social, apesar de ser uma ex-república soviética, sempre foi a república mais ocidentalizada da URSS (até porque Helsinque fica a menos de 100km pelo mar e por isso sinal de TV e rádio era facilmente captado em Tallin, a capital, sendo um dos "buracos" da Cortina de Ferro). Na verdade, o país não tem nada de exótico, é bastante ocidentalizado, é uma das nações mais avançadas do mundo em termos de tecnologia e tem como pontos fortes a segurança e a limpeza nas ruas. Além disso, os preços não são exorbitantes apesar de adotar o Euro, e não é um lugar superlotado de turistas, apesar de ter essa boa infraestrutura para o turismo.
Tartu é a segunda maior cidade da Estônia e a capital universitária, já que lá foi fundada a primeira universidade do país, ainda na época em que era dominada pelos suecos (também pertenceu aos russos, aos alemães e a eles próprios, lógico). A inscrição na prova foi muito fácil, com site em inglês, preço bom (uns 50 euros) e de tempos em tempos e-mails eram enviados com informações, mostrando que o pessoal lá é bem organizado.
A prova em si, pelo menos na distância da maratona, é pequena, teve pouco mais de 500 participantes. Na meia haviam mais uns 1250 participantes, que se misturavam com os maratonistas no trecho final, já que largavam um pouco mais tarde. E os 10km, corridos à tarde, tiveram 1750 atletas, somando cerca de 3500 atletas no evento todo. Bastante, se considerar que a cidade tem cerca de 90 mil habitantes (quase 4% da população). Na proporção, é como se um evento de corrida em São Paulo tivesse 45 mil atletas. E é uma prova internacional, tinha letões, lituanos, russos, finlandeses, bielorussos, franceses, chineses, ingleses, um catariano, um espanhol, um indonésio e eu.
Apesar de proporcionalmente grande, é uma prova pequena em tamanho. Retirada do kit em umas barracas (aquecidas) montadas no centro da cidade, kit apenas com número (com chip) e propaganda. Na noite de sexta-feira que antecede a prova rolou uma corrida noturna de uns 6km que parecia ser bem bacana, mas eu não corri, preferi ficar no quentinho comendo um schnitzel e bebendo uma cervejinha.
Com tanto frio, a prova não precisa largar muito cedo. Marcada para 09h30, eu saí do hotel 09h20, cheguei na Arena umas 09h23 e não tinha ninguém na linha de largada, todo mundo estava no banheiro ou se aquecendo. De fato, ficar parado não era uma opção a 0ºC. Faltando uns 3 minutos, a organização puxou aquele tradicional aquecimento/alongamento, a largada encheu rapidinho (não tinha muito problema numa multidão de 500 pessoas) e partimos exatamente às 09h30. Vale observar que apesar de ter pouca gente, haviam baias para separar os corredores mais rápidos dos mais lentos!!
Considerando o ciclo horrível de treinamento que fiz para essa prova (com caganeira e laringite no meio), larguei colando no marcador de ritmo das 04h00 (sim, 500 atletas e tinha marcador de ritmo) e fiquei com esse pelotão até mais ou menos o km20. No começo senti muita dificuldade porque tava difícil aquecer e respirar, mas depois de um tempo foi tranquilo. O pacer era um reloginho, ritmo certinho o tempo inteiro. Como a cada posto de hidratação o pelotão zoava um pouco a distribuição de água, resolvi ultrapassá-los para pegar água e isotõnico com sossego a partir do km 20. Só que comecei a abrir bem lentamente do pelotão.
Correr no pelotão era bem agradável porque ele te protegia do vento frio. Sozinho eu estava mais exposto ao frio. Só que justamente nessa parte da prova, ela entrava em um parque com pouco vento e com o sol brilhando, tornando a corrida bem agradável. A partir do km 30 mais ou menos, passamos a ter a companhia dos meio-maratonistas (eu não sei direito em que ponto, mas comecei a perceber que tinha mais gente na prova) e aí passou a solidão. Também a partir desse ponto, a prova reentrou numa região mais central, mais povoada e com isso havia mais público incentivando.
Sim, publico incentivando num calor de uns 2ºC na rua!! Lógico que para eles isso deve ser tranquilo e lógico que também não era uma multidão a cada esquina como nas majors. Mas era bem agradável e tinha mais gente do que na maior parte das provas de São Paulo!
No final da prova, algumas subidas e descidas na parte mais antiga da cidade e uma chegada com tapete vermelho! Não só para dar as boas-vindas aos maratonistas, mas também porque a rua da chegada é calçada com pedras grandes e antigas, bem desniveladas, e o tapete ajuda a nivelar um pouco o piso.
3h54m54s. Bom tempo para um ciclo tão ruim. Prova progressiva, terminei inteiro, sprintando no final, e com poucas dores pós-prova. Correr numa temperatura bem baixa ajudou bastante no desgaste, embora tenha me dificultado um pouco no começo da prova. A cerveja no final tava bem mais quente que a temperatura ambiente e confesso que, apesar de parecer um chá por causa disso (e por ser sem álcool), desceu muito bem. A prova é bem organizadinha, redondinha, não tem luxos mas teve camiseta de finisher, certificado impresso na hora e uma medalha bem bonita, cujo único problema é não distinguir os maratonistas dos meio-maratonistas. Valeu a experiência!!
125km em 13 treinos e uma maratona
5 séries de fortalecimento com 6.500m de remada
01 - off (viajando)
02 - 6km em Frankfurt, só pra soltar as pernas, de Adidas Adios
03 e 04 - off
05 - Maratona de Tartu. 3h54m54s, de Adidas Adios
06 a 17 - off total (até porque gripei e ainda fiz uma cirurgia na boca)
18 - 4km levinhos + 2000m remada + fortalecimento muscular, de Altra Escalante
19 - 8km ainda levinhos, de Kalenki Kiprun Race
20 - 5km trotando, de Adidas Boston
21 - 4km + 2000m remada + fortalecimento, de Fila KR3
22 - 9km ainda levinhos, de 361 Fantom
23 - off
24 - 9km leve progressivo (até 5m15/km), de Skechers Go Run
25 - 4,5km leves + 2500m remada + fortalecimento, de Altra Escalante
26 - 12,5km rodando solto no Ibira (5m44/km), de Skechers Go Run Ride
27 - 5,1km regenerando levinho... pela dor no joelho, não regenerou porra nenhuma! (Altra Escalante)
28 - off
29 - 4,2km leves de aquecimento + fortalecimento, de Adidas Boston
30 - 5,5km rodando fartlek + fortalecimento, de Altra Escalante
31 - 4km rodagem + 5 tiros de 250m com 150m recuperando. Total de 6km, de Fila KR3