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domingo, 30 de maio de 2010

Dois desafios no final de semana

Duas provas marcantes neste final de semana: a Comrades e o Ironman Brasil. Torço pelos colegas e amigos de Trilopez no IM, a Claudete, Jeane, Lenise (de novo??), a Lu, o Batalha, Godoy, Carlão Aveline, seu Edélcio, Brunetti (mesmo com o ombro baleado), Gregory, Fernando, Betão, o super Jorge Cammarata, Paulinho Lacerda, Paulinho Navarro, Ricardinho, Ygor, Alberto Hemni, Alexandre Terzis, André del Negro e os coachs Daniel e Dieguito, este finalmente estreando no IM. Torço também pelos colegas de academia, Baca e Fabinho. Neste exato momento, só os resultados dos mais rápidos e já sei que o Cammarata fez um belo 9h39m38s, que o Colucci abandonou e que quem ganhou foi o Luke Mckenzie, com o Santiago Ascenço fazendo um belo segundo lugar (melhor tempo de um brasileiro, salvo engano).

Na Comrades, apesar de mais uma participação maciça de brasileiros, pelo que me lembre só o pernambucano arretado Julio Cordeiro. O cabra da peste teve problemas na preparação, conviveu com uma suspeita de fratura por stress no pé, parou de treinar, conseguiu voltar, correu a Maratona de São Paulo, correu a Maratona de Porto Alegre (ambas na casa das 3h40min), foi lá pra África do Sul e meteu um sub-10: 9h31min17s!!

O único problema disso tudo, pra mim, é não estar nem em Floripa, nem em Durban (ou Pietermaritzburg). Mas um dia o meu dia chega. Nas duas!

sábado, 29 de maio de 2010

Acabou-se o que era doce

Acabaram-se as férias... depois da temporada no Reino Unido e de uma semaninha na Bahia, acabou. Treinos? Bom, alem do Drambuie Pursuit eu corri apenas um dia, no Hyde Park e em Kensington Gardens. Nada pesado, muito cauteloso com o joelho, foi um 8k em mais ou menos uns 50 minutos, usando o Salomon Wings. Fora isso, andei pra caralho, a ponto de emagrecer 2kg, mesmo comendo junkie food. Na Bahia, Arraial da Ajuda, com nada pra fazer, treinei mais, ainda que mantendo a leveza nos treinos. 3 séries de musculaҫão e 3 treinos de corrida, de 7km cada, variando entre 40 e 45 minutos, 21km no total da semana com o Nike Free 3.0, tênis novo para ser testado.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Drambuie Pursuit 2010

No final de 2009 participei de uma promoção (ou concurso cultural, como eles chamam) da Go Outside que consistia em mandar uma frase sobre "O que você levaria para Escócia para participar de uma corrida de aventura", patrocinada pela Drambuie, um excelente e tradicionalíssimo licor de whisky. Não é que ganhei? Pois então, chegou a hora, 08 e 09 de maio, rumo à Escócia!!

A corrida é feita em equipes do mundo todo, convidadas pela Drambuie através de promoções locais e ao Team Brazil se juntaram o Danilo e o Rocha premiados como barmen profissionais por terem criado o melhor drinque Drambuie cada um. E o Ruly foi selecionado entre os parceiros-distribuidores da Drambuie, já que ele um dos donos de uma casa noturna, a Fly and Kiss. Todos nós ganhamos uma viagem, com estadia e alimentação paga, inclusive os passeios que conseguimos fazer (Mdm Tussaud, London Eye, Buckingham Palace), conduzidos pelo manager Nélson. Demais!

  Da esquerda pra direita: Rocha, Ruly, Danilo, Nélson e eu

Na sexta-feira fomos chegamos à Escócia, fomos apresentados ao Matt, o motorista de nossa van (e um legítimo sucessor do Jackie Stewart) e fomos levados a um almoço em um museu-castelo, inclusive com a presença de um ator que nos apresentava um pouco da história da Escócia, vestido a caráter. Após, fomos levados a uma mega casa de campo de algum lorde que foi transformada em restaurante (Achnagairn) e onde, pelo espaço que tinha, foi realizado o primeiro briefing-apresentação da prova e o primeiro estágio: arco-e-flecha. Essa foi a prova que obviamente menos exigiu fisicamente do "Team Brazil" e dos participantes. Somente dois atletas de cada time participariam e do nosso foram escolhidos o Danilo e o Ruly. Critério chute total. Após uma primeira rodada bem razoável, caímos na 2ª rodada e ficamos na 13ª posição entre os 15 participantes. Mal sabíamos que seria a melhor posição que ocuparíamos...
Ruly e Danilo. Não começaram mal.

No dia seguinte seriam realizadas todas as outras etapas, começando na Ilha de Skye, no extremo noroeste da Escócia e deslocando-nos até Inverness, no nordeste da Escócia, e maior cidade da região. Mas como a prova já havia começado, não haveria (muita) moleza. Após o arco-e-flecha fomos levados a um acampamento, onde barracas haviam sido montadas para os 15 times. Dormimos lá, à beira-mar, 4 negos enfurnados em sacos de dormir numa barraca. Mas havia algum conforto, já que à noite rolou um barbecue, a barraca eles deixaram armadinha e havia cerveja à temperatura ambiente (a mesma da geladeira de casa...).
Team Brazil á beira do Lago Ness
 
Acampamento congelante: Kyle of Lochalsh 

Rocha, Danilo, eu e Matt, o escocês voador.


Mesmo assim foi um frio do cacete, acordei às 4 da manhã com o pé gelado e a barraca toda coberta de gelo. Saímos, e apos um café da manhã coletivo, competição!! A primeira seria uma corrida da equipe toda até um lugar onde se pegaria uma caixa de madeira, contendo uma garrafa de Drambuie, a simbolizar a fuga com a receita do elixir. E voltaríamos pelo mesmo percurso, de mais ou menos 2,5km, com subidas e trilha em pedra. Curto e intenso. Antes do 1º km, o Rocha e o Ruly começaram a andar, totalmente fora de forma.

Como só valia com o time inteiro passando no portal, acabamos sendo os últimos. Havia uma visível diferença de preparação física e psicológica entre o pessoal do Team Brazil. Eu e o Danilo, com razoável preparo físico e prontos pra tudo. O Rocha com garra pra caramba mas longe das melhores condições físicas, pesado e com a perna machucada. E o Ruly, também sem  treinamento e sem grande vontade de encarar qualquer coisa que aparecesse, com medo de altitude. Eu, que também até tenho algum medo de altura (por ser meio cagão é que corro mal em descida, por exemplo), mas gosto da adrenalina, passei a ver a prova como oportunidade para fazer coisas que eu nunca tinha feito na vida, como rapel e rafting, já que na competição em si parecia que não teríamos muita chance.
 
Logo após fui pro Zapcat, um barco a motor dirigido por um profissional, onde o meu papel seria o de fazer o balanço do barco para ele ir mais rápido em 3 voltas em um circuitinho sinuoso. A gente teria que correr até o barco vestidos com roupa, capacete e salva-vidas. Me deram um roupa XXG e eu não conseguia correr com aquela merda. Já larguei em último e ainda não consegui montar rápido no barco!  Mas  ma vez esquematizado, o barco até foi, legal, rápido, embora eu não tenha entendido muito bem o esquema do contrapeso para o barco ir mais ou menos rápido. Revezei com o próximo colega após dar uma outra vacilada pra sair do barco e, com eles, o motor do barco do Team Brazil quebrou... último lugar!


Dali fomos para a MTB e corrida de montanha. Um dos atletas faria um uphill íngreme de MTB de uns 4km, chegaria no sopé de uma montanha e trocaria com os outros 3 atletas, que deveriam fazer uma corrida na montanha, subindo até o cume, onde fariam rapel numa parede no topo e voltariam descendo correndo pelo mesmo caminho. Nosso motorista deixou o atleta da MTB (que acabou sendo o Danilo, depois de o Ruly desistir de pedalar) e rumamos para a montanha. Acabei fazendo sozinho, porque o Rocha sentiu a perna e o Ruly não faria de jeito nenhum o rapel, pelo já citado medo de altura. O Danilo, mal-adaptado na bike regulada pro Ruly, foi o penúltimo a chegar, e me deixou com a tarefa de tentar tirar a diferença dos outros, que era monstruosa. Na subida, consegui alcançar os irlandeses e tirar os quase 10 minutos de vantagem que eles tinham, mas como fomos penalizados por estar só com um atleta, acabei sendo o último a fazer o rapel e descer. E na descida eu sou ruim e não consegui tirar a diferença. Mas pelo menos fiz rapel, foi um cagaço total e bem legal. Chacoalhei que nem um saco pendurado por uma corda, mas quando perdi o medo, peguei o jeito e foi!

 Uma montanhinha pra subir...
  
 
 Outra montanhinha pra descer...

A gente foi então para o rafting, onde pelo menos o Rocha conseguiria fazer, embora o Ruly  estivesse fora. Fizemos o rapel em 3, completando o time com um membro do staff só para o barco não ficar desequilibrado e fomos bem, dentro do possível. Aliás, foi o que eu mais gostei de fazer, sensacional, adrenalina pura! O difícil foi puxar o time, já que o Rocha e o Danilo não falam inglês e não entendiam as instruções do instrutor que vinha no bote conosco. Rafting com tecla SAP minha!! Foi bizarro e legal pra caralho, e chegamos em 11º no tempo, embora tenhamos sofrido desconto de pontos por termos raftado sem um membro do time.

O pior não era o rafting em si, mas a água mais do que gelada

E então fomos para a MTB. Um trecho de 7km, com 2km de uphill leve e, depois, downhill em single track. O Rocha não tinha condições de fazer a prova, então fomos o Ruly, Danilo e eu. Largamos e não deu 500m de subida, o Ruly travou. Desceu da bike e teve que empurrar, querendo desistir enquanto eu acompanhava tentando incentivar. Quando começou a descida, aí a situação se inverteu. Por não precisar fazer força, o Ruly se soltou e foi bem num downhill técnico. Bem "em termos", já que eu o julgo pela minha performance, tendo sido ele capaz de me acompanhar. De qualquer jeito, o percurso na descida não era exatamente fácil com muitas pedras, lama, raízes e obstáculos criados pela organização. Já o Danilo veio mais na segurança e ficou pra trás. Pagamos o preço da lerdeza no início e chegamos, pra variar, em último, e ainda penalizados por pedalarmos com um atleta a menos.

Isso acabou fazendo com que não conseguísssmos chegar dentro do cut-off da corrida de carrinho-gaiola, mesmo com esforço do Matt, pilotando a van como se fosse um carro de F-1. Juntamente com outros 3 times, não só não marcamos pontos como ainda fomos penalizados, mais uma vez! Por fim, os times todos se alinharam para uma canoagem no River Ness, descendo até o centro de Inverness, onde desembarcaríamos com a caixa que carregamos durante esse tempo todo e correríamos uns 800m até o castelo onde terminaria a prova. Os times largariam com uma diferença de tempo proporcional ao número de pontos que cada um marcou (depois descobri que o vencedor Team Salomon tinha 90 e poucos pontos e o nosso tinha incríveis -3 pontos!). Era algo do tipo, a cada ponto haveria uma vantagem de 5 segundos na largada, ou algo do tipo. E quem chegasse na frente, levava. Lógico que fomos os últimos. Eram 2 canoas com dois remadores em cada. A do Rocha e do Danilo, apesar da distância, quase pegou os russos na água. Mas a minha e do Ruly... faltou entrosamento, eu sentia que remava mais forte do que ele e a canoa ia virando, tínhamos que corrigir o rumo toda hora. Além disso, a gente não conseguia manter um compasso conjunto nas remadas.

Só conseguimos estabilizar depois que eu passei a remar com menos intensidade e aprendermos a fazer curva. Lógico que na hora de sair pra corrida, o Ruly e o Rocha travaram, e fomos andando até chegarmos aplaudidíssimos...  finalmente os atrasadíssimos brasileiros chegaram! A gente viajou até na hora de tirar foto, nós fomos a única equipe que não alinhou devidamente para as fotos... o que tivemos de entrosamento fora da competição, fomos desentrosados nela, minha nossa!! À noite fomos, ao menos, agraciados com o Troféu Colher... uma colher de pau pela última colocação e pelo incrível recorde negativo! Pelo menos me cumprimentaram pelo fair play, gostaram do fato de eu ter encarado a montanha sozinho (poderia ter desistido, que o resultado em pontos seria o mesmo), e ter feito todas as provas (como o Danilo), além de ter feito umas graças pras câmeras, terminar corrida dando cambalhota, pra não falar nos óculos ridículos que eu usava (um de jogador de basquete, com grau, tipo Abdul-Jabbar). Apesar do meu esforço para aparecer, a estrela no filme do Team Brazil foi o Danilo, com um capote espetacular saindo do Zapcat e a chegada, carregando a caixa e ajoelhando, uma bela cena.

Acaboooooouuuu...

Nós deveríamos estar fazendo pose pra foto?

Atletica e competitivamente não foi grande coisa, mas pelo conjunto e pela aventura foi muito, mas muito bom ter feito a prova. Só a vista do alto da montanha onde fiz o rapel valeu toda a viagem. E por uma mega exceção da natureza, apesar do frio, fez sol nos 3 dias que passamos na Escócia. Ok, tive que aguentar muita piadinha, ainda mais porque os brasileiros eram os últimos até na hora de ir para os lugares (nisso competimos e "ganhamos" dos russos, outro time que estava lá para se divertir e nos "compreendiam"), atrasando todo mundo e fodendo com a organização britânica... mas foi muito divertido, me despedi dos  outros integrantes do Team Brazil carregando muita risada, muita história boa, adorei conviver esses 4 dias com os caras. Talvez não fossem os mais recomendados para uma competição esportiva, (exceto o Danilo, que é formado em educação física), mas pra tomar umas num bar e relaxar... fácil!!

Team Brazil e sua van maravilhosa

 
Os drambuiers do mundo todo

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Maratona de SP no sofá.

Bem ruim a cobertura da Maratona de São Paulo pela TV. Muito embora não seja sensacional, prefiro a cobertura que a Globo faz pela Sportv, mais profissional, sem ficar perdendo tempo com micagens de ex-jogadores, intervalos inapropriados comerciais ou mesmo para cortar pro pessoal do estúdio do Esporte Espetacular. O que eu acho interessante é que às vezes, em grandes maratonas do exterior, de vez em quando o pessoal da TV reclama da cobertura das TVs locais. Mas eu fiquei imaginando o que pessoas de outros países achariam da cobertura da nossa TV, perdendo momentos capitais da prova. Eu só descobri quem foram o 4º e 5º colocados da prova bem depois, já que não tiveram paciência de esperar o coitado do Marcos Alexandre Elias, 5 minutos atrás do terceiro.

Sobre a prova, ficou clara a diferença técnica entre os quenianos e os demais atletas. Dos brasileiros, o único que tinha um tempo que poderia chegar perto do tempo deles era o Zé Telles, que fez o seu 2h12 em uma prova muito menos pesada que SP. Aliás, o Zé Telles é um cabra que não desiste, né? Terminou em 10º, com 2h25, mas ele não abandona a prova, vai na dele mesmo!!!

Já nas mulheres foi interessante ver a vitória da Marisete Moreira. Havia só uma queniana com marcas significativas, a conhecida Margareth Okayo, que já ganhou Nova York e tudo. De resto, a etíope tinha uma marca melhor que a das brasileiras, mas nada absurdo (2h30) e uma outra queniana com o mesmo nível técnico, na cada das 2h30 alto. Entre os homens a gente teve ao menos um passado recente com o Vanderlei Cordeiro e o Marilson atualmente, como atletas de elite-elite, capazes de ganhar maratonas fortes no exterior. Já entre as mulheres, o tempo delas está muito aquém dos melhores tempos das asiáticas orientais, das africanas e das européias. Entre o recorde da Paula Radcliffe (2h15) e o nível atual das nossas melhores brasileiras, há um caminhão de diferença. Entre os homens, o Marilson tem 2h08, mais próximo das 2h03m59 do Haile e um tempo apto a ganhar provas.

Mas o que importa é que a Marily quebrou porque se empolgou. Quebrou feio, coitada. Aliás, ela tem um histórico de problemas com camisetas, hein? Nas olimpíadas teve que correr com uma emprestada do Franck Caldeira, enorme pra ela. E ontem, passou a prova inteira incomodada com a camiseta. A cena dela cruzando a linha, cruzando as pernas e quase desabando (fiquei assustado quando a vi chegando, porque percebi que não tinha nenhum médico por perto pela TV e tinha certeza que ela ia desabar) foi impactante, assim como impactante a rateada que ela deu para quase andar na saída de um dos túneis. Lembrou a Sirlene Pinho na Meia do Rio alguns anos atrás.

Mas muito disso foi perdido com a cobertura do Ronaldão trotando, ou do Djalminha tendo que dar entrevista e correr ao mesmo tempo... aiaiaiaiai. E o horário, não precisa falar nada, né? Ontem, mais uma vez, fez diferença. Se a prova tivesse começado às 07h00, muita gente teria sofrido bem menos...
E parabéns a quem completou a prova e aos colegas da Trilopez que fizeram a prova! Parabéns aos estreantes Marcel e Paulinho Bueno! Parabéns ao Alê Fonseca, que mais uma vez fez um sub-04 em SP, nada fácil. Parabéns ao Alê Oliveira, que inventa de fazer uma maratona atrás da outra (acabou de fazer Santiago e me vem com SP...). Parabéns ao Rogério, que terminou a prova dentro do esperado, assim como ao Eduardo Arnoni. Parabéns ao Ronny, que tem uma constância impressionante para a idade. Parabéns à Grazi, que fez um belo 4h06, numa prova difícil. E parabéns ao Fábio, com as suas 3h40, tem-po-ral e uma marca que faz jus à capacidade dele (aquela marca do Rio não contava)!

E parabéns a quem começa o Desafio das 06 maratonas.  Por fim, parabéns ao Julio Cordeiro, que me para duas semanas achando que tava com fratura por stress no pé, consegue voltar, e me soca um 3h41!! Que é isso, o pernambucano vai voar lá na África do Sul...

08km!!!

Oba, consegui correr 08 km sem dores no joelho!! Ok, foi num lentíssimo 6min30/km, conversando com outros colegas baleados, mas fiz. O joelho não tá inchado nem nada, mas é engraçado, parece que há uma limitação no movimento, como se eu estivesse correndo de joelheira. Tá esquisito, mas não doeu. U-hu! De Nike Equalon.

domingo, 2 de maio de 2010

Resumo do mês Abril 2010

3 séries de musculação
112 km corridos
1 maratona

e só. Um mês de altos (maratona) e baixos (joelho). Nada de bike, nada de nadar, pouca musculação e muita enrolação. E maio será mais parado ainda, já que estarei de férias...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Um a menos?

O Timão sentiu menos que o Flamengo o campo encharcado. Daquele jeito, tudo era meio loteria e a velocidade ia pro saco. Quando o campo secou, a bola começou a rolar e os jogadores a se movimentar, ficou claro mais uma vez que jogávamos com um a menos, já que Fenômeno era um fenômeno de inatividade. Na verdade, nem isso. O Fenômeno jogava contra. A bola batia na canela, roubavam a bola dele de forma infantil, ele se esparramava no chão a cada encostão, parecia o tiozão do jogo de final de ano da firma.

Tá triste. Que a forma física não esteja grande coisa, vá lá. Mas ver o Ronaldo apanhar da bola... o que consola foi ver a justa vitória do Galo sobre os peixes e o naufrágio dos bambis contra um dos piores times da Libertadores, o tal Universitario.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Musculação melhora!

Passei a tarde com o joelho doendo. De leve, mas doía. Levantar da cadeira para ir até a impressora, ou até o banheiro... um saco. 

À noite, resolvi fazer musculação. Nada de muito pesado, tudo controlado, uma sériezinha bem leve, só para estimular tudo. Resultado: o joelho parou de doer. Por completo. Agora, umas 03 ou 04 horas depois da musculação, ele voltou a doer levemente, e isso se eu fico muito tempo sentado. Neste exato momento tô digitando em pé, por sinal. A musculação-autofisioterapia parece que vai ser a saída para essa crise patelar.

domingo, 25 de abril de 2010

Joelhando ainda

O joelho continua do mesmíssimo jeito. Rodei exatamente 05 km no sábado (Mizuno Nirvana), em um ritmo bem lento (um pouco acima dos 06km/min). Dói, do mesmo jeito, Não dói muito, não impede de correr, mas atrapalha bastante e dá medo. Medo de doer mais forte, medo de inchar, medo de comprometer algo. Por isso continuo levezinho. Se fico muito tempo sentado dirigindo, o joelho dói quando vou andar. Se fico muito tempo sentado trabalhando, idem. Em compensação, se já estou andando, não dói nada. Quando acordo, não dói nada. Continuo com o tratamento conservador de gelo, antinflamatório oral leve e alongamento. Hoje, pra descer uma escada depois de sair do carro foi um inferno. Dez minutos depois, desci a mesma escada sem dor...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Recorde mundial de toque de bola

De um lado, um time brasileiro experiente, com jogadores habilidosos, que já ganhava o jogo e que já estava classificado. De outro, um time colombiano que tem como característica básica o toque de bola. Nenhum dos times queria adiantar muito a marcação ou apertar a saída de bola. O time colombiano, que estava perdendo o jogo, teria mais interesse de acelerar o jogo, mas aparentemente não sabia fazê-lo. O brasileiro não tinha motivo para acelerar o jogo ou se expor. Resultado: recorde mundial de toque de bola!

Caramba, quantos passes teve o jogo do Timão hoje? E como o Roberto Carlos joga bola, impressionante a forma física dele aos 36 anos. Dá pique, avança, recua, volta na marcação, fecha no meio, dá a cobertura no s meias, dá opção na saída de bola, avança, faz a passagem pela lateral, corta na diagonal, chuta a gol, mete bola na trave, cobra lateral lá na pequena área (e sai gol assim!)...

Classificamos em primeiro. Agora é mata-mata. Agora é Flamengo. Agora começa a encrenca!!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Musculaçãozinha

Só pra parte de cima do corpo e alguns movimentos nas pernas. Musculação com bastante abdominal e lombar. Se eu fico muito tempo parado sentado, quando me mexo dói um pouco. Mas aquecido (deu pra fazer bike bem levinho), não doeu nada. Vou seguindo nessa toada, calminho...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Tendinite patelar

O treino de sábado teve uns educativos puxados em subida e depois, na rodagem, no sobe-e-desce da praça, senti lá no fundo, bem fraquinho, uma dorzinha minúscula no joelho esquerdo. Normal, porque quando a gente corre, diversas dorezinhas passam pelo nosso corpo e depois desaparecem como se fossem mágica. Achei que fosse uma dessas.

Não era.

Após uma musculação sem problemas na segunda, o treino de terça previa nove tiros fortes de 1km, puxados com uma pausa de 1min30 entre eles. Saí correndo leve, gostoso, forte a ponto de deixar a Marlizinha para trás (a Marli é uma das corredores  sócioeconomicamente carente que treinam com a Trilopez, e que, como os outros corredores assim adotados, corre pra cacete!). O primeiro foi até devagar e fácil, a 4min30. Depois veio um 4min25 acompanhado daquela dorzinha... fiz mais só dois. O terceiro veio a 4min21 e a dor aumentando. E no quarto, a 4min35, decidi parar. Não porque estivesse doendo demais, mas porque estava doendo de forma constante. Aquela dor típica de tendão patelar inflamado, que apita na hora em que você traciona e dobra o joelho na continuação da passada. Ou que dói quando você faz a elevação do joelho para a próxima passada. 

Se eu continuo pode inflamar mais. O joelho pode inchar. E aí dói de verdade. Parei, fiquei fazendo minha social por lá, alonguei, cheguei em casa e gelo no joelho. Quando esfriou, passou a doer mais.  Dormi e acordei com dor quase zero. Mas ela tá lá, me esperando... 

Autodiagnóstico: uma semana de molho, sem treinar forte. Vou ver se dá pra treinar bike sem dor, e tentar voltar a acertar o condicionamento muscular dos estabilizadores do tronco, lombar e abdominais. 

Enfim, coisas que acontecem na vida de qualquer praticante de corrida. Para registro, 5km (1 de aquecimento e 4 tiros). Nike Structure Triax.

sábado, 17 de abril de 2010

Carregando a Alessandra morro acima

Mais uma semana de treino morno, e a Alessandra resolveu me acompanhar. De vez em quando dá essas vontades esquisitas nela, de acordar cedo no sabadão só pra acompanhar o maridão correndo. Eu diria que é uma vez por ano.

O treino foi leve, Praça Vinícius de Moraes, atrás do Palácio do Governo. Uma bela e comprida série de educativos e uma rodagem de uns 40 e tantos minutos, na qual eu fiz 7,5km. Algumas voltas eu fiz rápido, outras eu fiz devagar com a Alessandra. Rodei de Nike Structure Triax. E reboquei a Alê, que esteve à beira do enfarte várias vezes...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Rodagem...

Mais rodagem regenerativa. 7km em 45min, lento, tranquilo, facin', facin'...pelo menos agora não dói nada.  Nike Structure Triax.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Regenerator tabajara

Preciso arranjar um super regenerator tabajara qualquer pra colocar meus músculos no lugar. Ô desgraça! Trabalhar em um lugar com escadas e correr uma maratona: não tem preço...

Terça-feira, mesmo assim, descendo escada de ladinho, fui no Ibira fazer um regenerativozinho. Aproveitei pra conversar com o pessoal, descobrir como foram na Meia da Corpore e coisa e tal. E rodei 45 min em um ritmo leve conversando com o Brunetti. Eram os dois extremos da Trilopez, o maior atleta e o menor...

Acho que deu uns 7km. De Nike Equalon 3. Os quadríceps e os vasto mediais, especialmente da coxa direita, estão numa dor só!! Mas isso passa, sempre passa. Enquanto não inventarem o super regenerator tabajara, continuo descendo escada de ladinho...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Maratona de Santiago - 2010

Santiago convive com extremos. Extrema limpeza nas ruas e grande "sujeira" no ar. Uma poluição bastante visível quando se vê a cidade por cima, do Cerro San Cristóbal, por exemplo. Mas uma cidade muito agradável, pelo menos nesses 3 dias que passei por lá. Não vi praticamente nenhum sinal do terremoto, apenas alguns viadutos um pouco desalinhados (mas liberados para trânsito normalmente) no caminho do Aeroporto e uma construção história fissurada. Se houve danos em Santiago ou eu não os vi, ou eles foram muito rápidos em tentar consertá-los. Apostaria na última hipótese, já que os chilenos devem ser o povo mais eficiente da América latina.

A prova em si também convive com extremos. A expo foi feita em um lugar amplo (Estación Mapocho), muito bem organizada (embora eu esperasse encontrar uma jaqueta da prova, o que não consegui), bastante divulgada em termos de propaganda e tendo mesmo o objetivo de ser uma das iniciativas de civismo para elevar o moral da população depois da tragédia. A meu ver, atingiram o objetivo. Foi recomendado aos corredores que corressem com as camisetas oficiais da prova: os de 10k, de vermelho. Os de meia, de branco. E os maratonistas, de azul. Essas três "ondas" de corredores foram separados em baias de tal forma que formasse uma enorme bandeira chilena.

 
Legal, não? A camiseta da prova é ótima, da Adidas, e além disso, o chip é nosso, não tem que devolver no final. Outro ponto bom foi o abastecimento da prova, praticamente em todos os postos havia gatorade (acho que só no primeiro não tinha) e água, havia distribuição de gel de carboidrato nos km 20 e 30 e na chegada uma farta distribuição de frutas, gatorade e água em um lounge que seria agradável se não parecesse um cenário de guerra, com corredores jogados e exaustos para todos os lados (normal, né?).

Um ponto ruim que é comum a todas as maratonas grandes do mundo: a distribuição em copinhos abertos. Mais ecológico, mas uma bosta para se beber correndo. Outros pontos ruins: em muitos trechos, especialmente após a separação dos meio-maratonistas e maratonistas, tínhamos que correr espremidos em uma faixa de trânsito, ou passando por rotatórias não-isoladas. Muito embora boa parte dos motoristas demonstrasse resignação ou apoio aos corredores, ainda que presos num trânsito infernal, sempre tem os apressadinhos, desesperados ou impacientes que queriam esgoelar o cara que inventou de fazerem uma maratona no meio do "caminho dele". Haja, buzina!!! Os carabineros, dentro do possível, foram muito eficientes, mas mesmo assim não é agradável correr do lado de um busão separado apenas por uma fila de cones.

Um outro ponto negativo: o piso, com pelo menos 50% da prova em concreto. As vias utilizadas eram de grande circulação e concretadas para maior resistência no dia-a-dia. Mas isso é evidentemente ruim pros corredores. A medalha é simples, direta e pequena. Não é das piores, mas também não faz jus a um evento grandioso.

Com tudo isso, falta falar da prova em si. Uma prova que parece lenta, mas não é tanto assim.  Largamos do centro, da grande praça La Moneda, onde formamos a bandeira do Chile, sob o tremor... de um tiro de canhão. Ufs! O início é em uma leve descida, até o 3º km, quando as coisas ficam bem planas. O primeiro posto de água no 5º km é vencido sem muito alarde, mas o próximo só seria no 10ºkm. Cautela para não desidratar no início da prova, que começou com um clima ótimo: friozinho leve, com sol para aquecer a alma. Depois desse início em descida, começamos a subir, vagarosa e imperceptivelmente. Passamos por algumas praças e eu disputava posição com dois pirulões empurrando carrinhos de bebê. Me senti a criança, já que tava ali respirando forte, fazendo força, enquanto os papais corriam tranquilamente e conversavam. Mas o biotipo de corredor de elite europeu (magro, alto e branco) me fizeram um pouco menos desconfortável. Pela altimetria da prova, ela sobe até o 22º km e depois desce. Na prática, as subidas são bastante discretas e imperceptíveis a olho nu, mas não a pulmão nu: você não se vê subindo, mas percebe na respiração mais ofegante. Exceto na região do 21 pro 22km, onde a subida é mais brabinha, lembrando o cavalo da USP. Nada excepcional, mas quebra o ritmo e cansa. Mas logo a seguir, vira-se uma esquina e começa-se a descer. E o corredor que não está com tosse e resfriado, desce a lenha ali. Os doentes tentam, mas têm ataques de tosse...

Com tosse ou não fiquei surpreso com minha performance. Saí descendo forte e firme, em um trecho arborizado, ao lado de um parque, já mais próximo às montanhas e com muita gente nas ruas a torcer. lembro que dos 3 longos programados nos treinos, eu quebrei em dois e matei um (fui fazer bike). Estou gordo, uns 2kg acima do meu melhor peso, embora estivesse conseguindo treinar rápido em curtas distâncias. Imaginei que a performance fosse uma lástima, mas não foi. A partir da marca da meia, onde passei com 1h56, corri o tempo inteiro com a esperança de baixar o meu 3h55min, e na verdade só perdi essa expectativa no 39ºkm, quando percebi que teria de acelerar um pouco mais o meu ritmo (para uns 5min/km), o que não seria nada absurdo em condições normais, mas era difícil naquele momento. Quando "desliguei" a motivação, a dor veio. Esses 3 últimos quilômetros eu fiz a uns 6min30/km, quebrado, só querendo terminar a prova dignamente. E fechei em dignas 3h57min56s, cruzando a linha de chegada quase surdo pelo hino chileno que se tocava nas caixas de som (civismo demais!) e em um resultado muito bom para o que esperava, ainda que pudesse ser até melhor. "Se" não estivesse resfriado, "se" não tivesse perdido tempo tossindo no 24ºkm (fiz um 6min30/km por causa disso), "se" não existissem "ses"...


Os colegas foram bem também. A Edith não alcançou a meta de 3h30, mas não deve ficar triste com um 3h39. O Alê, que cronometrou até a ida ao banheiro (uns 6 minutos no trono), fez 3h45, depois de passar os últimos 3 meses reclamando que não conseguia correr (bah!). O surpreendente Pedro Rossit estreou em Maratonas com um 4h15, excelente para faixa etária dele (depois ele teve cãimbras no metrô e desabou de maduro, mas faz parte, levantou rapidinho e foi embora) Ana Míriam terminou inteira, com 4h24, um pouco depois da Gi, que também veio forte no final (não sei, deve ter dado uns 4h20). Paulinho Trota fechou em 4h34, a Rose veio em 4h39, o Xile em 4h42 e o Orandi em 4h54. Na meia, o pessoal também veio bem. O Paulinho fechou em 1h21, o Paulo Elias em 1h39, a Déia Pardini em 1h59, o Doni em 2h05, Bota em 2h08, a Érica irmã do Edgar em 2h09, e o Cassiano, com o seus problemas de joelho e atuando também como fotógrafo, com 2h22. Não peguei o tempo do Henrique, da esposa e da Carol. A única baixa foi o Naga, com cãimbras no km 33, esperadas já que ele não treinou para a prova. Ele pediu massagem, mas ganhou só um chá de cadeira (de pé). Depois de 10 minutos parado, aí já tinha travado tudo e ele voltou de cômoda carona de ambulância, mas sem nenhum grave problema. E o Leal, no meio do tratamento da hérnia de disco, só trotou na prova, me dando a inédita oportunidade de ultrapassá-lo pela primeira vez na minha vida! Aliás, a minha, a da Ana Míriam, da Rosa, do Pedro, do Paulinho, e a torcida do Corinthians! Mas correr levemente 10km e caminhar mais uns 15km fazia parte do tratamento e parece ter funcionado, já que ele não reclamou de dores.
 
De qualquer modo, foi ótimo. E foi de Mizuno Nirvana.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cof-cof

Rinite aguda, com catarro, tosse, dor de garganta e nariz escorrendo rios de muco. Na semana da maratona. legal, pra caramba. Devo isso à mudança de clima, isso sempre acontece comigo quando se passa de uma semana com média de 26ºC para outra com média de 16ºC.

Ontem o último treino "oficial" antes de Santiago. Era pra rodar 09km, depois de aquecer 02km. Mas no final do 6ºKm começou a chover e eu não quis dar sopa pro azar. Parei, com 07km completados no meus tênis Nike Equalon. Apesar da rinite, não tava correndo mal, mesmo naquele frio desgraçado do Ibirapuera. Mas com chuva é demais, né?

Hoje viajo para Santiago, sei lá o que encontrarei lá...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Desafio das 06 maratonas

O pessoal lançou o Desafio das 06 Maratonas Brasileiras neste ano, de novo. Como estou ajudando em uma coisinha aqui, outra ali, me colocaram como organizador. Chique, não? De qualquer modo, o interessante é tentar consolidar isso como uma tradição, até para brigar por melhores condições nas nossas poucas maratonas. Quem sabe daqui a dez anos não estamos falando do Desafio das 15, 20 Maratonas Brasileiras, não?

Abaixo, o comunicado oficial:

DESAFIO DAS 6 MARATONAS 2010 (2ª Edição)


Estamos lançando oficialmente o Desafio das 6 Maratonas 2010. Após o sucesso da edição anterior, que contou com a participação de mais de 30 corredores que cumpriram as 6 provas oficiais do calendário brasileiro, e mediante a existência de diversas vozes perguntando pela segunda edição, nós (Christian, Hideaki, Nishi, Rodney e Rodrigo) decidimos assumir a 2ª edição do “desafio”, dando continuidade ao trabalho de Mauricio Bertuzzi, idealizador e coordenador do evento em 2009.

As provas serão as mesmas, com exceção da Maratona de Santa Catarina que foi cancelada. Decidimos, para este ano, substituí-la por Brasília, por estar na 3ª edição e contar com boa organização.

Fazem parte do calendário do Desafio das Seis Maratonas, as seguintes provas:
a) 02/05/2010 – Maratona de São Paulo
b) 23/05/2010 – Maratona de Porto Alegre
c) 18/07/2010 – Maratona da Cidade do Rio
d) 25/07/2010 – Brasília Run Day
e) 26/09/2010 – Maratona Foz do Iguaçu
f) 21/11/2010 – Maratona de Curitiba

Para este ano alguns critérios serão adotados para a participação:

- Estar devidamente inscrito em todas as provas;
- Ter completado pelo menos uma maratona, ou ultramaratona, até a data da Maratona de SP (os casos que não preencherem este pré requisito serão avaliados por uma comissão);
- Preenchimento e assinatura do termo de responsabilidade;
- Todos os participantes cadastrados nos e-mails abaixo receberão o regulamento do Desafio 2010.

Será marcado um encontro de confraternização com todos os atletas na véspera da Maratona de São Paulo, com local ainda a definir. Neste dia será entregue camiseta do Desafio aos interessados.

Está previsto também a confraternização em Curitiba, no término do desafio, para comemoração da vitória de todos que completarem as 6 provas.

Lamentamos o fato de um Desafio que exige um planejamento redobrado ser elaborado e divulgado a apenas um mês da primeira prova. As reuniões entre os maratonistas ao longo deste ano também terão a função de discutirmos os Desafios dos próximos anos com a devida antecedência (e, portanto, os candidatos para os próximos anos também serão muito bem vindos nos nossos encontros).

Maiores informações:

Christian Gonçalves – christian@altimas.com.br
Carlos Hideaki – fujinaga@aclnet.com.br
Ricardo Nishizaki – rnishizaki@terra.com.br
Rodney Wenke – rowenke@yahoo.com.br
Rodrigo Damasceno - rmpdam@hotmail.com

Vide tambem blog da Contra Relogio: http://revistacontrarelogio.com.br/blog

Polindo

Polindo, polindo... 7 tiros de 1km em ritmo de meia, razoavelmente tranquilo, a 5min/km, com intervalo de 30 segundos entre cada tiro. Foi na esteira, diante das chuvas que se abatem em São Paulo. Não, não tenho medo de treinar na chuva, mas como estou com dor de garganta e a rinite atacada, tô tentando me preservar, dentro do possível, já que a maratona é neste final de semana. Com o aquecimento e desaquecimento, deu 9km. Nike Structure Triax

domingo, 4 de abril de 2010

Recorde mundial de polichinelos!

Vi agora, agorinha, no Esporte Espetacular, um professor de educação física de Xerém bater o recorde mundial de polichinelos em um 1 minuto. O recorde mundial anterior era de 51 polichinelos e o cara fez 98. Bizarro, legal, o cara vai pro Guiness Book mas... pô! Descalço, com sono, eu brinquei de marcar quantos eu fazia na sala, na frente da televisão e fiz 88, sem fazer muita força, oras!! 
Sou candidato a bater esse recorde aí, meu! E o recorde anterior... é brincadeira, né, acho que até m inha mãe bateria esse recorde, pô!!! Sem desmerecer o professor de Xerém, mas se a idéia era aparecer no Guiness, ele foi oportunista e esperto!

sábado, 3 de abril de 2010

Último longo antes de Santiago

Hoje foi o último longo antes de Santiago. 18km no Ibira, 6 voltas de 3km. Foi um longo muuuito tranquilo, que fiz ao lado de colegas que estão se preparando para Maratona de Porto Alegre. O ritmo foi um pouco abaixo dos 6min/km, daí a tranquilidade. Terminei em 1h45min, mas com a sensação de que não tinha corrido nada. Foi um treino em que conversamos o tempo inteiro, por isso passou super rápido, mesmo tendo feito na sexta um treininho forte de velocidade de 5km - na verdade seriam 10km, mas o Ibira tava tão lotado que desisti, - onde saí mais cansado do que hoje. Lógico que o clima deste sábado ajudou muito, meio friozinho e com uma chuvinha/garoinha perfeitos para correr. Nessa semana que vem vou ter mais uns treininhos curtos e velozes de polimento e então... Santiago, para uma maratona em que simplesmente espero terminar bem.

O primeiro Ronaldo ídolo

O primeiro Ronaldo ídolo do Corinthians. Espaaaaaaaalma Ronaldo!! Considero até hoje a defesa que está no décimo segundo como a defesa mais incrível que eu já vi. Não só porque foi sensacional, mas porque era o primeiro jogo do Ronaldo nos profissionais, num clássico contra o São Paulo (o chute foi do Lê, centroavante baixinho e rápido que veio da Inter de Limeira, campeão paulista em 1986). Nesse jogo ele ainda pegou pênalti do Dario Pereyra. E nunca mais saiu do gol do Timão, até o Luxa mandá-lo embora em 98.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Não precisaria sofrer

Time meia-boca esse Cerro Porteño. Mas deu um trabalhinho. No primeiro tempo, porque um atacante sempre tava correndo aberto no segundo pau pra bola em diagonal, enquanto um meia entrava no espaço entre os zagueiros. Chicão e William ficaram perdidos no posicionamento, porque se diminuíssem, ficavam com medo de largar o atacante livre nas costas, e se ficassem davam espaço na cabeça da área. Melhorou quando os meias fecharam e o Ralf passou a ocupar esse espaço, acertando a posição do Jucilei também. Mas no segundo tempo, depois que tomou o gol (impedido!!), voltaram a errar na marcação, desta vez na linha de impedimento. E quando o Ralf saía na cobertura de um dos laterais, faltou o Jucilei cobrir a dele.

O Corinthians tá jogando com 10. O Ronaldo não participa do jogo. Fez o primeiro gol, e deu um chute no segundo tempo, mas só. Tá lento demais, mesmo pra sair da área pra rodar o espaço pros meias entrarem na dele. E nem consegue fazer número pra ocupar espaço na saída de bola deles. Tá complicado, mas o time tá se acostumando a jogar com um a menos. Se isso acontecer mesmo, não vai mudar muito.

Rafael mais uma vez nervoso. Mas fez uma grande defesa no segundo tempo. O Moacir continua jogando bem no apoio, mas ainda não foi testado com um cara realmente bom em cima dele. E precisa treinar chute a gol. Chutou três bolas a gol que nem em futebol americano entrariam. Chicão voltando bem, dando estabilidade à defesa, fez um golaço de falta, mas perdido com o capitão William nesse posicionamento com o volante. E o Roberto Carlos tá jogando muito, o melhor do time, dá saída de bola, vira o jogo, sai pro ataque, volta com saúde, parece que tem 20 anos!! 

Ralf e Jucilei ficaram meio perdidos no meio. O Ralf ainda se acertou melhor, mas o Jucilei tava com um posicionamento bem equivocado. Com a bola nos pés sabe jogar, e no mano-a-mano marca bem, mas faltou acertar posição. Elias, meio apagado hoje, quando acertou a marcação na frente dos volantes acertou o sistema defensivo. Rodou bastante no ataque, mas sem muita objetividade. O Danilo taticamente esteve bem, saindo sempre pelas laterais, marcando e dando opção na saída de bola. Dentinho deu medo na zagueirada deles, mas tava meio perdido na marcação da saída de bola. E o Ronaldo, apenas o gol, nada mais. 

2 a 1. Poderia ter sido mais. Quando os laterais saem, às vezes os dois juntos, tá faltando um pouco de sintonia com os volantes, não só pra ficar, como para rodar pra dar opção do passe atrás. Mas aos poucos estão se acertando. Líderes e quase classificados, por enquanto é o que interessa.

Resumo do mês

Mais corrida e menos musculação neste mês de março.

3 séries de musculação (ridículo!!)
193,5km corridos
100k pedalados
1 prova de corrida
1 prova de ciclismo

terça-feira, 30 de março de 2010

Vontade de correr

A última vez que corri foi na quinta passada. No sábado pedalei pra caramba, mas não corri. Logo, quase uma semana sem correr. Ia correr ontem, mas mais uma tempestade se abateu sobre São Paulo, com relâmpagos, ventos e inundações. Então, foi hoje.

Um pré-aquecimento de 1km, um aquecimento de 2km com 30 seg em progressão e outros 30 seg trotando, em sequência. E então, a série principal: 4 tiros de 2km, sendo o primeiro e o terceiro tiros em ritmo de meia-maratona, e os demais em ritmo de 10km. As parciais foram de 9min15s, 8min50s, 9min40s e 8min38s. Tudo ritmado abaixo de 5min/km, sendo a última com pace de 4m19s/km, muito bom! Como desta vez fizemos os tiros fora da volta de 1000 que não tem 1000, acho que os ritmos são mais reais.

Tava com vontade de correr. A dor de canelite não deu sinal e eu me senti leve correndo, com vontade. As coxas um pouquinho pesadas, não sei se o ritmo tava muito forte, ou se era por causa do pedal de 100k. Ou os dois. O fato é que foi. No final ainda um desaquecimento de mais 2km, pra soltar.

No total foram 13km, rápidos, leves, um bom treino. Tênis Nike Equalon 3. E no alongamento ainda me aparece a Tania Yuri macaqueando por lá. Ela parece um ninja, aparece, desaparece...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Morreu a poesia do futebol

Morreu a poesia do futebol. Não a poesia no futebol, como tantos craques fizeram, mas a poesia do futebol, o homem que enxergava versos em dribles e os escrevia em linhas tão finas como uma matada de bola do Zidane e ao mesmo tempo tão tortuosamente diretas, como os dribles de Garrincha.

Morreu Armando Nogueira. A última testemunha ocular da história do futebol. O homem que enxergava  mais do que Nélson Rodrigues via, apesar de sua imensa miopia. O jornalista que jogava no mesmo time do Saldanha mesmo sendo o seu oposto estilístico. O poeta que escrevia em prosa, que tornou o jornalista esportivo um escritor, que transformou o cronista, que mudou a vida esportiva do Brasil sem nunca entrar em campo.

Armando transformava um lenço de papel em um latifúndio de poesia sobre futebol.

domingo, 28 de março de 2010

210 de BPM.

Alcancei esse pico no Majestoso, hoje. Era pra ser um jogo fácil, 2 a 0 pro Corinthians, o primeiro na jogada manjada e incrivelmente eficiente do Ronaldo deixando o Elias na cara do gol, o segundo num golaço no ângulo do Danilo. Dentinho e Washington expulsos numa troca de gentilezas no meio-campo pra ajudar.  Mas na bobeada, tomamos um gol e já dava pra pressentir a pressão dos bambis no segundo tempo. Aí o Roberto Carlos solta uma bomba. A bola foi forte e com efeito, mas foi no meio do gol. Glu-glu, Rogério Ceni... Tava fácil, mas o Mano Menezes gosta de fazer alguns testes cardíacos com a torcida. Tirou os dois melhores jogadores do time - Elias e Danilo - pra colocar o Tcheco e o Jorge Henrique. Eu tava esperando que o Jorge Henrique fosse entrar mesmo, mas no lugar do Ronaldo!!! E aí tomamos o 3 a 3 em duas falhas bisonhas do Rafael... Ô moleque afobado! Como sai mal do gol, caramba!

Aos 42 do segundo tempo, finalmente ele tira o Ronaldo e coloca o Iarley. O coitado tem que comer grama durante 4, 5 minutos a cada jogo. E come!! 4 a 3 pra nós, aos 46 do segundo tempo, numa jogada que ele fez sozinho na esquerda, chutando forte na diagonal. Aquele zagueiro dos bambis, o Alex Silva, resolveu meter a cabeça na bola e desviou pro fundo do gol! Merecemos? Merecemos, mas não precisava ter essa emoção, pô!!

Hoje o time foi bem. O Ronaldo continua imóvel, mas deu o primeiro gol pro Elias. O problema é que o time fica com um a menos quando tá sendo marcado, ele não cerca nem os zagueiros. O Moacir tá jogando muito bem pela direita e o Roberto Carlos tá começando a parecer o Roberto Carlos de verdade. Marca, corre, apóia, dá saída de bola e o chute tá calibrando. O Danilo foi um monstro tático hoje, ajudando a marcar pela direita e dando a saída de bola. O Elias foi volante, meia e atacante, especialmente depois que o Dentinho foi expulso. Paulo André fez uma partida regular (e meteu uma bola na trave de cabeça, no começo do jogo) e o capitão William, desta vez, foi mais sólido. O Jucilei é aquele peladeiro, que consegue emendar um chapéu e uma caneta no Cléber Santana na mesma jogada, mas que às vezes dá espaço pro avanço dos volantes do time adversário. O Ralf não deixou o Dagoberto jogar e foi o cão de guarda na frente da zaga. Tcheco e Jorge Henrique jogaram pouco, o problema maior foi quem o Mano tirou para eles entrarem. O Iarley jogou menos ainda, mas merece nota 10. E ainda tomou um amarelo. Intensidade pura!

Tô rouco. E feliz. E atingi o meu BPM máximo pela primeira vez no ano hoje. Ôôôôôôôô, o freguês voltou!

sábado, 27 de março de 2010

3h57m50s!

Não, esse não é tempo de congestionamento. É o meu tempo oficial na Claro 100k. (No meu GPS registrei 3h56min15s, acho que o tempo oficial é o bruto) Foi melhor do que eu esperava, já que eu sequer tinha certeza de que poderia completar a prova ou que conseguiria fazê-lo no tempo limite de 5 horas. Ainda mais em uma MTB.

Foi meio na loucura e eu não recomendo pra ninguém. Eu nunca tinha pedalado mais do que 40 km na minha vida e invento de fazer 100k. Mas era em uma prova bem estruturada e eu estou em razoável forma física. Mesmo assim, não dá pra justificar alguém ir para uma prova sem treinar (porque eu pedalei umas 5 vezes com essa bike e falar que isso foi treino é demais). Ainda mais fazer uma prova de estrada em uma Mountain Bike com geometria para subida, como a minha. Digamos que é que nem como um corredor de 10k resolver correr uma maratona sem treinar especificamente para ela. Ok, o cara tá em boa forma e conhece o próprio corpo, maaaas...

Mas foi legal. Fui sem parâmetro nenhum para saber ritmo, etc. Só sabia que no Rodoanel tem trechos longos de subida e descida leves. Prudentemente saí longe de qualquer pelotão, o que não foi exatamente bom. Por puro medo e inexperiência, perdi a oportunidade de andar no pelotão, ainda que fosse por pouco tempo, e poupar energia. Mesmo assim, depois de uma largada em hairpin, saí pra pedalar acima de 30 km/h de média. Sempre de cara pro vento. Facilitou o fato desse primeiro trecho ter menos inclinações. Fui puxando acima de 30km/h até o km 20 mais ou menos, quando o ritmo começou a cair lentamente. Cada vez que olhava no GPS via um 29.9, 29.8, 29.7... a gente já tinha feito o retorno e passado de volta em frente ao pórtico de largada, indo agora na direção leste, no sentido de Mauá. Esse trecho tem inclinações mais acentuadas e longas e aí começou a faltar perna pra subir forte.

Pior era na descida. Faltava marcha. Eu queria pedalar mais pesado mas não vinha marcha. E a MTB, mesmo com pneu 1.50, prende, não desenvolve velocidade e é uma verdadeira barreira aerodinâmica. Vendo o meu GPS vejo que eu consegui atingir 2 picos de 50km/h, curtíssimos, em descida. Foram dois momentos em que eu me abaixei todo em cima da bike pra tentar melhorar a aerodinâmica. O problema é que na MTB você fica numa posição horrível para isso. É como correr de coturno.

Passamos de novo na região da chegada por volta do 65º km, onde eu já via muitos competidores com a prova terminada. Eram mais ou menos 2h35 de prova, os vencedores e o primeiro e segundo pelotões já tinham chegado. Agora entraríamos num trecho menos pesado, mas não fizemos o retorno no mesmo local do início da prova. Seguimos adiante. E esse seguir adiante significou mais alguns trechos de subida longa e mais inclinada. Nada absurdo, mas tive que baixar pra 4ª marcha do volantão, porque a porra da subida não acabava... quando fizemos o retorno, aí ficou mais fácil. Primeiro porque sabia que só faltavam 17 quilômetros. Segundo porque ia descer tudo o que subi. E tinha conseguido manter o ritmo médio acima de 25 km/h, ou seja sub-4 horas. Aí foi fácil terminar. E até que fiquei na frente de várias bikes speeds, algumas lindonas! Nada mal para uma MTB simplona, hardtail, pesada, ano 2004.

O que eu mais senti nessa prova foi a postura. Não estou acostumado a pedalar, então não foi fácil manter a posição em cima da bike. Meus tríceps ficaram bem doloridos por causa da posição, travando os braços no guidão. Minhas mãos toda hora ficavam dormentes por serem um dos pontos de apoio do corpo na bike. E de vez em quando eu me forçava a pedalar em pé para mudar um pouco a posição da pedalada. Tudo questão de adaptação. E tudo incomodando. 

Mas terminei bem a prova. A bike, por não ter impacto (ainda mais em estrada lisa), agride menos o corpo. As pernas cansam, lógico. A postura pega. Mas terminei a prova cansado e com fome, mas não exausto.

E a grande notícia foi saber que a Trilopez ganhou na categoria escuderia!! O Daniel é um puta ciclista, e estava super bem acompanhado do Jorge Nisinaga, que "só" é um Ironman classificado pro Havaí, do Chad, que é um monstro, e do Lucas, que eu não conheço mas que só pode ser fera. Parabéns!! E Parabéns aos demais trilopenses que completaram a prova!

quinta-feira, 25 de março de 2010

2h45!

Não, isso não é tempo de corrida. Isso é o tempo que eu levei para ir do escritório em Pinheiros até o Centro de São Paulo! Uma distância de mais ou menos 7 km. Correndo eu faria isso, trotando devagar, em uns 45 minutos. Mas quando rola uma tempestade como caiu hoje em São Paulo, com o tsunami das enxurradas travando esquinas, inabilitando faróis e deixando motoristas e CETs malucos, fica inviável sair do lugar. E se ela te pega em movimento, você simplesmente para. Estaca onde está e fica. 

É simplesmente inviável viver nesta cidade. Simplemente inviável. Adoro São Paulo, mas putaqueopariu de cidade complicada. Eu aguardo ansiosamente o dia em que inaugurarão a linha amarela do Metrô, um negócio que deveria existir há decadas, mas que tem sua inauguração adiada dia após dia.

Não quero sabe de culpa de quem ou responsabilidade de quem. Eu só queria viver numa cidade minimamente organizada e segura. Às vezes passeio em bairros bucólicos e horizontais, como a Vila Madalena ou pedaços da Vila Mariana e me sinto num outro mundo. Mas quando chego na primeira esquina da primeira avenidona que dá acesso a esses bairros, estou de volta à metrópole suja e agressiva.

Bom, por conta disso, não consegui ir treinar. Fui direito para a esteira. Corri 6km e fiquei de saco cheio. A planilha previa 10km, mas correr na esteira é uma chatice só. De qualquer modo, pelo menos suei e fiz alguma coisa. E descadeirei do formato do banco do carro. Tênis Nike Structure Triax.

E peguei o kit da Claro 100k hoje. Será a minha segunda maior distância em prova. Só que na bike é mais fácil do que a pé, né? Mesmo sabendo que às vezes eu sou mais rápido a pé...

terça-feira, 23 de março de 2010

Claudicante...

...o treino de hoje. Mas acho que era esperado. O importante é que a limitação de hoje já era conhecida: a canelite leve que me dá toda vez que eu subo um platô de volume nos treinos, como ocorreu neste final de semana, com o 32k do sábado e os 10,5k fortes do domingo. 
Hoje o treino era de 4 tiros de 2,5km no Ibira. Primeira volta em 13min45s, segunda em 13min01. Aí achei que tava incomodando demais e só fiz as voltas pelo volume, fechando a terceira em 14min15s e a quarta, com o Doni, em uns 15min. Preferia ter treinado bem, mas não estou chateado, acho que até tava bom, já que a volta mais rápida foi feita sem muito esforço abaixo de 5min/km. A limitação não foi aeróbica, o preparo tá um pouco melhor e eu sinto isso. Antes tarde do que nunca.

No final das contas, 10km rodados. E a musculação de manhã, que já está ficando mais leve. Tênis Nike Equalon 3, que não atrapalha em treinos curtos.